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O último político

09/03/2019

 

Nossos dirigentes, cada um a seu modo, podem ser classificados, entre burros e ingênuos. Todos os países que fazem fronteira com o Brasil, em termos bem francos, nos odeiam. Agora, mais do que nunca, porque assumiu a presidência alguém que, até o momento, parece ter a coragem de dizer sim e não, quando necessários, como no caso do sr. Jair Bolsonaro, que se declara professar um sistema liberal, da mais casta da livre iniciativa. Vejamos.

O Brasil está à braços com uma das mais imorais administrações públicas em sua fronteira, no caso da Venezuela, um Nicolás Maduro, um boçal, espelho de Lula, que quer infligir a seu povo um idiota comunismo bolivariano e, incrível, com apoio daqueles que se afirmam de esquerda no Brasil. Bolsonaro, vendo as saias do vizinho pegar fogo, prega a não intervenção, preferindo assistir o espetáculo bem distante.

Temos casos como da Bolívia, do Uruguai, do Equador, da Guatemala, por aí, mais ou menos semelhantes a Maduro e, estranho, como esses metidos a ditadores de merda nos intimidam, ou melhor, intimidam nossos governantes, ao ponto do índio cocaleiro, Evo Moralez, desapropriar empresas brasileiras, meter o pé na bunda do nossos patrícios que lá estavam e ainda era bajulado por Lula e Dilma, como se fosse o rei da cocada branca, um negócio meio indecente, meio imoral.

Até começo da República o Brasil teve um pensamento de atração pela dependência dessas pequenas nações, uma chamada geopolítica, onde você se relaciona, agrada, objetivando ter um aliado aparentemente cativo, obediente, sem fanfarronices.

As patifarias de Húgo Chaves, Evo Morales e agora Nicolás Maduro, com relação ao Brasil, tiveram uma conivência perigosa e indecente, com tipos como Lula e Dilma, que deram muita confiança a essa gente, parece que de propósito, sob os auspícios de um Cone Sul idiotamente bolivariano, contando para tanto até com o apoio do sonso Fernando Henrique Cardoso.

Estranho como pareça, a impressão que tenho é a de que, a estrutura governamental brasileira tem uma espinha dorsal muito flexível, para ficar tanto tempo de cócoras, suportando esses ditadores de merda às costas.

Como é que Evo Morales e Hugo Chaves nos tiram empresas, dinheiro, negam a pagar dívidas e não acontece nada? Por que nada? Com medo, acovardados, mijando para traz como gato acuado?

Confesso, tenho esperanças no sr. Jair Bolsonaro. Gostaria de não escrever contra ele. Não porque isso afetaria seu governo, mas porque perderia meu respeito pelo único político brasileiro que guardei esperanças de decência, de coragem, de determinação.

 

 

 


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Pressão imoral

08/03/2019

 

Desde a campanha de Jair Messias Bolsonaro à presidência da República, se instalou, um processo de achincalhamento, de desmonte moral de sua pessoa, dando-o como doido, nazista, fascista, racista, tudo que de pejorativo encontraram pela frente para colocá-lo contra a opinião pública, como se fosse o demônio, em figura de gente.

Jair Bolsonaro foi eleito sem qualquer apoio da mídia tradicional e de partidos dos mais variados matizes e, prometendo, desmontar tudo que vem emperrando o desenvolvimento econômico e social da nação.

Em pela campanha, desferiram-lhe uma facada e, para neutralizar qualquer ação, o noticiário é farto em afirmar que seu quase assassino foi “enviado por Deus”, ou que é um maluco. Às custas de quem?

Resistindo ao ataque quase mortal, Bolsonaro, sem poder fazer campanha política, por estar preso ao leito hospitalar, viu a mídia massacrá-lo, sem dó nem piedade.

Nada mais imoral do que o sistema de novela transmitido pela Globo, que detinha um poder absoluto de recursos públicos. Bolsonaro cortou de todo mundo e mandou para o espaço uma imoral Lei Roanet, que protegia gente ordinária do meio artístico, para proteger o regime de esquerda sob o comando de Lula, que quase destruiu o Brasil.

Agora, o problema da imprensa com Bolsonaro são as imoralidades públicas do carnaval, que também perdeu financiamento público, através de empresa estatais, bancos etc.

Com determinação, Bolsonaro tem enfrentado toda essa corja que o atormenta, não se sabe bem a que pretexto, mas nitidamente todos sabem, que são as verbas públicas esbanjadas pelas empresas estatais, em detrimento de 12 milhões de desempregados, alimentados pelo “pão e circo” do sistema de televisão, capitaneado pela Globo.

Vejam as cenas dos carnavais de Vitória, Bahia, Pernambuco, Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, para ver se Bolsonaro está certo ou errado.

O carnaval não tem nada de participação de maioria. É uma minoria nacional, mais depravados sexuais do que carnavalescos. Se colocado toda imoralidade que ocorreu para fora, será pior do que as novelas da Globo.

Não se assustem nem se desiludam. O Brasil vai mudar.

Aguardem.

 

 

 


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