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Paciência para aguardar.

05/01/2019

 

O problema brasileiro não é apenas político, é de justiça. Aliás, a nação padece, desde os primórdios de sua colonização, de um parasitismo indecente, onde (somos o único do mundo) todos desejam se aboletar em cargos públicos, num indecente, para não dizer imoral, processo de vitaliciedade e irremovibilidade criminoso, que nos fazem ter a brutal carga tributária.

 

O governo que se instalou no país, dia 1º de Janeiro, estando à frente o sr. Jair Messias Bolsonaro, afirma que vai construir um Estado Liberal. Sinceramente, não acho que jamais, o liberalismo seja implantado com todos seus predicados, exatamente porque temos 72% da sociedade composta de analfabetos funcionais (que não sabem interpretar o que leram); a Justiça mais desastradas da face da terra e uma classe política para ninguém botar defeito.

 

O Estado Liberal não pode ter 430 empresas estatais, das mais indecentes. Negócios como Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Banco do Nordeste, Banestes, Petrobras, Eletrobrás, e por aí vai, como indecentes cartórios, para dar dinheiro a cúmplices de políticos.

 

Creio na coragem e na determinação do novo presidente da República, em transformar  a nação brasileira num Estado Liberal. Com essa classe política? Com essa Justiça? Com o Estado mais burocrático do mundo? Que nação, em volta ao mundo, pode pagar os maiores salários da face da terra a quem está na ativa e na inatividade? Como o sistema do funcionalismo público pode consumir quase todo dinheiro que o país arrecada com 69 obrigações fiscais e parafiscais e 73 arapucas que massacram a coletividade com seus regulamentos, suas taxas, seus carimbos, suas roubalheiras?

 

Como dizia o velho Ruy Barbosa, diante de tanta imoralidade, já naquela época: A Constituição Brasileira deveria ter dois artigos: 1º - Todo brasileiro precisa ter vergonha na cara. 2º- Revogam-se as disposições em contrário.

 

A mim, restam esperanças ainda no Brasil. Faço votos que tudo aquilo que o presidente Jair Bolsonaro prometeu, realize.

 

Não vou gastar todo meu “latim”, agora, apressadamente, mas vou esperar que o novo governo, que se diz liberal, acabe, sepulte, fulmine, com tudo que temos e as demais nações não têm.

 

Nós temos cartórios às pencas, as mais indecentes autarquias, corpo de bombeiros militar (que dá licença para obras), tribunais de contas, aos montes, coisas do arco da velha.

 

Nós vamos chegar lá. Vamos esperar o presidente Bolsonaro completar 100 dias de governo. Afinal, não pode nem dormir direito. Como criticar ou exigir, antes de começar?

 

Vamos ver se ele vai despertar o Brasil, para o futuro.

 

 

 


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Surpresa de fim de ano

04/01/2019

 

Último dia, útil 28.12, do governo Paulo Hartung, 8 horas da manhã, à saída da Ilha do Boi,bairro de Vitória, onde tem o sistema mais inconsequente de semáforo da cidade metida a ser a “terceira do mundo em qualidade de vida”, um aparato policial obrigava os moradores que iam para o trabalho, saltar dos veículos, mostrar documentos e, mais surpreendente, soprar bafómetro!

Parece que a nossa Polícia Militar não aprende que quem paga seu salário é a sociedade, que ela não deve ser submetida a caprichos“políticos”, as manias totalitária, como se todos moradores de um bairro fosse um bando de beberrões, bandidos, para estar de cara cheia logo cedo, no último dia do ano, seguindo para o trabalho.

Vai completar dois anos que a nossa Polícia Militar entrou em greve, sob as ordens das mulheres de policiais, que trancaram os portões, sequestrando seus maridos, para não irem ao trabalho.

Não se sabe do porque, como? Ocorreram 219 mortes, sendo a maioria na região da Grande Vitória, sem que culpados fossem encontrados.

O governo do Estado, na ocasião, abriu inquérito, com importante participação do Ministério Público Estadual, forçando a vinda das Forças Nacionais de Segurança para manter a ordem.

Não se pode pegar a Polícia Militar toda, enfiá-la num saco e malhá-la impiedosamente, como se todo o conjunto fosse igual. Convenhamos, não é esse o conceito que se deve fazer de um sistema de segurança pública que tem uma história, onde tem militares da mais alta responsabilidade.

A impressão que dá, pelo menos é a que tenho, que a flagrante arbitrariedade foi como um adeus a Paulo Hartung, mas, na verdade, foi uma equivocada demonstração de estupidez.

O comentário que faço não foi por ouvir dizer. Eu presenciei os fatos, participei da vistoria, moro no bairro. Talvez, por minha idade, não me impuseram o bafômetro, mas o fizeram com vizinhos respeitáveis, responsáveis, gente que não merecia tal constrangimento na hora de ir para o trabalho. Que Estado é este?

Instala-se no Planalto um Governo Central dizendo –se liberal, responsável! Que esperamos nós, capixabas, do sistema socialista que vai e vem de Paulo Hartung para Renato Casagrande?

Os encurralados pela Polícia Militar, na manhã do dia 28 de dezembro, à saída da Ilha do Boi, parecia um bando de marginais ou coisa semelhante, que assiste diariamente dezenas serem mortos nas periferias da Grande Vitória, sem seus autores serem molestados com a presença de aparato bélico tão importante.

Estamos diante do salve-se quem puder.

Salvem o Estado do Espírito Santo ou a melhor capital com qualidade de vida do mundo...

 

 

 


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