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A mentira sobre ocupação de terras

29/10/2017

NOTA – Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

Quem percorre rodovias federais pelo Brasil (sempre em péssimos estado de conservação) se depara com amontoados de barracos cobertos de lona preta, dando um aspecto de abandono e, na realidade, estão, porque seus ocupantes “filiados” ao MST – Movimento dos Trabalhadores sem Terra, entidade sem qualquer registro mas muito bem estruturada para apanhar dinheiro público, como subsídio, para invadir terras.

Esses aglomerados de barracos, de gente que os montou apenas com objetivo de marcar presença nas possíveis invasões, é um retrato do Brasil montado pelos ilustres senhores políticos que estão em Brasília pilhando os cofres públicos.

Em trabalho recente, divulgado pela Embrapa, é obrigatoriedade de todo proprietário rural fazer o CAR – Cadastro Ambiental Rural.

Concluiu a Embrapa Monitoramento por Satélite, que a agricultura nacional usa somente 9% do território brasileiro e a pecuária 13%. O restante do país está dividido em 13% de reservas “indígenas”, 17% de reservas ambientais, com algumas sobreposições. Em média o produtor rural preserva 33% como reserva legal obrigatória que é de responsabilidade exclusiva dele, produtor, um tremendo ônus que tem de arcar sem ajuda do Governo. Portanto, preservam mais do que reservas indígenas e ambientais juntas.

Cidades e infraestrutura, como estradas, ocupam 3,5% do território. O restante com terras devolutas, assentamentos improdutivos e terras quilombolas.

O Brasil tem sido engessado por vergonhosas demarcações promovidas no últimos 25 anos, pelos chamados vendilhões de pátria, cúmplices de uma tremenda conspiração para manter o país subdesenvolvido, dependente da importação de importantes alimentos que aqui poderiam ser produzidos para abastecer o mundo.

Sem financiamento da produção, sem zoneamento agrícola, sem armazenamento, sem preços mínimos, sem mercado regulador, sem incentivo à comercialização, o produtor rural brasileiro é quem mais preservas o meio ambiente do país.

Costumam os desinformados dizer que o Brasil destrói a natureza, mas é preciso que mande essa gente pesquisar na Embrapa – www.embrapa.br/projetos/alcance/index.html.

É preciso que o produtor rural se uma para divulgar essa monstruosa mentira montada às suas costas, utilizando todos os meios e modos de divulgação, pressionando a mídia para que ela procure se informar para mentir menos sobre quem realmente está promovendo o desenvolvimento nacional.

 


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Religião às pencas

28/10/2017

NOTA – Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

Na década de 50, por aí, discutia com meu pai, o velho Mesquita Neto, a hipocrisia das religiões, principalmente a católica, que vinha da idade média com suas mazelas, seu Tribunal de Santo Ofício nos dias presentes, com seus pedófilos atulhados nas suas igrejas, nos seus centros de ensino – seminários – e conventos...

Como era um homem muito prático, didático por excelência, me presenteou com os quatro volumes de “História das Religiões”, da autoria de José Huby, professor do Instituto Católico de Lyon, França, participando ainda as mais importantes personalidades em teologia do mundo, num perfeito ensinamento sobre a história das religiões.

Em decisão recente, o Supremo Tribunal Federal decidiu que as religiões devem ser ensinadas nas escolas públicas.

Tenho assistido, nos últimos tempos, o Supremo Tribunal Federal, que deveria se ater às decisões sobre a inconstitucionalidade das leis que são “fabricadas” aos montes, do que se meter em assuntos como “parada gay”, legalidade sobre casamento de pessoas do mesmo sexo, cota para minorias nas escolas e nos empregos e, finalmente, sobre ensino da religião nas escolas públicas.

O negócio é o berço, a origem, daqueles que nos colocaram no mundo, a quem devemos seguir e não sermos incutidos por esta ou aquela forma e assistirmos centenas de seitas se multiplicarem no Brasil e pelo mundo, por notórios aproveitadores, que estão construindo uma fortuna pessoal, às custas dos trouxas que enchem seus sacos de esmolas.

Foleando A GAZETA do dia 21 de outubro, me deparei com excelente artigo de um dos mais lúcidos e inteligentes escritores, o professor José Augusto de Carvalho, doutor em Língua Portuguesa pela Universidade de São Paulo, que escreveu sobre “O Ensino da Religião”, onde diz textualmente: “Há igrejas e religiões em excesso no Brasil, cuja proliferação se deve menos à fé do que aos incentivos que a lei injusta no Brasil lhes proporciona”.

Termina o professor José Augusto de Carvalho com uma frase lapidar, coroando suas observações elementares sobre religião: “Decididamente, a religião não deveria ser ensinada nas escolas. Nossas crianças precisam dedicar seu tempo com mais proveito ao estudo do que lhes interessa academicamente, como o aprendizado de uma língua estrangeira, por exemplo”.

Por interesses eminentemente políticos, nossos legisladores, ordinariamente analfabetos em tudo, legislam favorecendo segmentos religiosos, aproveitadores da mídia comprada a peso de ouro, para explorar o trouxa, que enchem seus templos.

 

 


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