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Façanha democrática

28/10/2018

 

Dia 28 de outubro está próximo. É a data marcada para nos livrarmos pra sempre do PT, PSDB e outras indecentes siglas partidárias. Os candidatos que concorreram a qualquer tipo de eleição no Brasil, não se elegerem ou não se reelegerem, estarão encerrando suas carreiras políticas, para felicidade da nação brasileira e, mais precisamente, seu povo.

Se Jair Bolsonaro for eleito, o que espero, com 70% dos votos válidos de um povo cansado de ladroagem, o sistema político nacional irá mudar, já muda muito tarde...

O país, sua sociedade, está diante de quadrilhas e mais quadrilhas de ladrões que, com o passar do tempo, se estabeleceram através de um loteamento dos negócios públicos. Covas, Quercia, Guimarães, Montoro, Maluf, Barros, Guimarães, Odebrechet, Itáu, etc. e tal, e outro e mais outros mais, que existem na nação mais corrupta, mais imoral do mundo.

Recentemente, o país está assistindo, assim como que por encanto, o surgimento de dois malucos, loucos, ensandecidos por justiça. Não há sinal da existência na história recente da humanidade, em qualquer parte, a presença de um magistrado, como Sérgio Moro, condutor do processo Lava-Jato e um político da coragem, da determinação de Jair Bolsonaro, capaz de dizer: “Não faço acordo com nenhum político. Quem quiser me apoiar, que o faça, vote em mim, sem interesse. Se tiver interesse, não vote em mim. Quero me eleger pela vontade popular e não de grupos”. Ou esse cara é muito louco, ou determinadamente corajoso, audaz, resoluto, tanto que, quase foi morto com uma facada em praça pública, quando era carregado por multidão, em Juiz de Fora.

Esse cara está prometendo fazer uma revolução no Brasil, para acabar com toda sorte de privilégios, os mais imorais cartórios, onde despontam as maiores figuras da imoralidade pública nacional. Se Bolsonaro não executar 30% do que está prometendo, me permitam dizer uma palavra grosseira, rude, indecente, estamos irremediavelmente fodidos.

Você, caro leitor, talvez não teve tempo de avaliar a profilaxia moral que a presença de Jair Bolsonaro na política nacional propiciou ao povo no dia 7 de outubro em curso, mandando velhos grupos políticos para casa e, muitos, com o término das imunidades, deverão ir para cadeia, para se juntarem a Lula, que só a persistência de Sérgio Moro foi capaz de tal façanha, a mais importante da nossa história política.

Eu acho que o povo brasileiro acordou. Você não pode, infelizmente, mandar todas pessoas imprestáveis, ladronas, corruptas, de uma só vez para a cadeia ou para o cemitério (deposito de insubstituíveis), mas foram 55% mandados aos cuidados das profundas dos infernos. Que fiquem por lá...

 

 

 


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Arrancada final

27/10/2018

 

Estamos nos últimos estertores da mais estúpida, indecente, imoral campanha eleitoral já ocorrida em nosso país.

Circula pelas redes sociais de comunicação um pronunciamento do ministro do Supremo, Gilmar Mendes, a respeito da montanha de dinheiro que o PT tem, para se manter no poder, ganhando eleições até 2038, com que roubou em estatais, tipo Petrobras.

Costumam não se dar muito valor as certas atitudes do ministro do Supremo Tribunal Federal, a ele e outros mas, afinal de contas é, uma da maiores autoridades judiciárias, não é nenhuma criança e ninguém forçou-o a dar tal depoimento.

Qualquer jovem que se interessar por política, acompanha o noticiário, sabe da existência de um processo, Lava Jato, sob a responsabilidade do juiz federal Sérgio Moro, que o PT, PSDB, PTB, DEM, PCdoB, PDT e outras siglas, ou quase todas, pilham esta nação.

O candidato Jair Bolsonaro vem denunciando tais imoralidades e quase foi morto em praça pública, quando era carregado por uma exultada multidão, que o ovacionava. Quem mandou matar Jair Bolsonaro? É difícil de se descobrir? É nada...Não querem é descobrir...

Se o caro leitor tiver oportunidade de ouvir a reportagem sobre as imorais exportações de nióbio no Brasil, exatamente das reservas de Araxá, em Minas Gerais, ou tomar conhecimento como sai do Brasil a raríssima pedra andradita, mais importante do que o brilhante, aí vai imaginar, com seus botões, como reservas de trilhões de dólares estão nas mãos de poderosos grupos econômicos, famílias e até sistema bancário, capazes de tudo, para se manterem no poder.

Outro dia o candidato Jair Bolsonaro relatou uma pequena viagem que fez, entre Barra de Tijuca e Paraty, no Rio de Janeiro, onde constatou, no pequeno trecho rodoviário, nada menos do que 30 barreiras eletrônicas, na sua maioria, com velocidade permitida de 40 quilômetros. Nossas rodovias, principalmente as federais, com suas barreiras eletrônicas e obras subfaturadas que não acabam nunca, se constituem nas maiores imoralidades do mundo.

A sucessão de tragédias promovidas pelos mais indecentes grupos políticos e econômicos no Brasil são as maiores do mundo. Qualquer nação ostenta um certo viés de imoralidade política mas, no Brasil, nossas autoridades, certos grupos que arrotam grandezas por aí, deveriam ser fuziladas em praça pública, com todos seus descendentes.

No momento, nossas esperanças repousam em Bolsonaro. Vamos aguardar.

 

 

 


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