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Profissão errada.

01/09/2018

 

Dizia o saudoso governador Jones dos Santos Neves: para ser adivinho a pessoa tinha que ir a São Mateus (ele era natural dali), tomar banho no rio Cricaré, água da bica e comer moqueca de judeu.

 

O governador Paulo Hartung certamente nunca tomou banho no rio Cricaré, muito menos água da bica (era um chafariz que tinha no porto) junto ao velho mercado dali e, também, jamais deve ter experimentado a moqueca de judeu. Outro dia estive na minha velha cidade, onde o amigo Mota mandou preparar uma excelente moqueca de, judeu, daquele jeito que minha mãe preparava. De lamber os beiços...!

 

O governador Paulo Hartung não pode se arvorar a adivinho , sem sê-lo. Outro dia, falando para empresários capixabas, no IEL, deu um conselho: “Não admirem Trump, não apoiem Bolsonaro”.

 

Nosso governador já provou de “pratos” muito ruins, vendo na presidência do Brasil figuras como José Sarney, Fernando Color de Mello, Fernando Henrique Cardoso, Lula e Dilma. Nada mais degradante na história da vida política brasileira do que estas figuras. Tem gosto pra tudo, mas o eleitor brasileiro vai experimentar Jair Bolsonaro, como vai reexperimentar o ex-governador Renato Casagrande, se tivermos eleições.

 

Em momento algum da história política do país o sr. Jair Messias Bolsonaro esteve à frente do Poder Executivo, numa simples prefeitura do cafundó do Judas. O país vive numa dramática situação de corrupção e violência urbana, haja vista o nosso Estado do Espírito Santo, com suas  tragédias diárias, obrigando o governador Paulo Hartung deixar o leito de um hospital para enfrentar o “comando grevista da PM”, composto das mulheres dos policiais. Todos poderes do país estão envoltos em suspeitas graves de corrupção. As autoridades, dos variados quilates, não podem andar nas ruas do país e do exterior, porque são vaiados, escorraçados, até, enquanto o sr. Jair Bolsonaro é carregado no colo, numa esperança de que possa consertar o país dessa tragédia em que vive.

 

É direito do governador Paulo Hartung não gostar do presidente americano Donald Trump, a quem ele não conhece e muito menos acompanha o sucesso que o sr. Trump vem granjeando com suas decisões bombásticas de cortar impostos e repelir intrusos no território americano. Em breve, deverá conhecer o sr. Jair Bolsonaro administrando a nação. Creio, ninguém poderá ser pior do que Sarney, Fernando Henrique, Collor de Mello, Lula, Dilma e, de quebra o Temer do mesmo partido do Governador. Na história do país não tivemos governantes tão absurdamente medíocres, a começar pelos atos que praticaram como dirigentes, quando alguns perderam o mandato e saíram execrados do poder.

 

Tem gosto pra tudo. Como filho de São Mateus, quero experimentar Bolsonaro no poder. Se ele não fizer o que promete, pau nele...

 

 

 


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Pesquisas de opiniões

31/08/2018

 

Na década de 60 trabalhei em pesquisa de opinião para um homem impressionantemente sério, o sociólogo Arthur Rios – Rio de Janeiro – que exigia dos seus comandados um rigor absoluto no campo das pesquisas.

Arthur Rios foi o responsável pela realização do Levantamento Socioeconômico do Estado do Espírito Santo, quando Americo Buaiz era o presidente da Findes. Ali juntaram determinação com vontade de servir, com a mais absoluta seriedade.

Nós, da imprensa, as vezes tomando partido - um grave erro – deixamos de lado o objetivo de informar para diminuir ou denegrir imagens de pessoas ou organizações.

Não é TODA classe política desonesta. É uma minoria mesmo, que não presta, que descerve à democracia, o sistema. Não é toda Justiça volúvel, desacreditada, mas uma minoria; não são todas empresas voltadas para o campo das pesquisas de opinião pública que trabalham com números aleatórios ou fictícios. Temos, por aí, respeitáveis empresas, como IBOP, DataFolha e, no nosso caso particular, no Espírito Santo, a nossa Futura, citando as mais importantes, não se falando na Fundação Getúlio Vargas, IPEIA, etc. Os americanos têm a maior confiança no que diz o seu Pew Research Center (Centro de Pesquisa Americano).

Diz um velho chavão: “Em tempo de guerra, mentira como terra”. A velha história, nos tempos de política da pior espécie, como se faz presentemente no mundo, com a terrível distorção dos fatos através da utilização da internet, onde fica difícil se alcançar os responsáveis pelas notícias mentirosas (fac news).
                 

Distorções em levantamento sociais ocorrem e não se deve creditar às diferenças existentes em levantamentos à má fé, mas sim ao tempo, à hora e ao humor dos entrevistados, já que os levantamentos não são processados no mesmo dia, nos mesmo locais e na mesma hora.

Como dizia Arthur Rios, devemos ser fieis aos fatos, ao que as fontes informam e, qualquer instituto de levantamento de opinião pública precisa preservar sua credibilidade.

Acho que o Brasil precisa de grandes mudanças. Mudanças em tudo, daí a necessidade de se renovar o quadro político e, tal mudanças não se dá abruptamente, do dia para a noite. Leva tempo, daí a necessidade de confiarmos nas informações sérias que nos são transmitidas através dos levantamentos de opinião pública. Os números, lamentavelmente, não metem.

 

Vamos consertar o Brasil com seriedade. 

 

 

 


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