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Lula e o Supremo

02/04/2018

NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

Parece que surgem, pelo território nacional, vozes isoladas, de militares e outras personalidades responsáveis, sobre o comportamento de políticos e autoridades, naturalmente da Suprema Corte, com relação a gravidade política nacional.

A recente decisão, em cima do muro, de ministros do Supremo Tribunal Federal dando sobrevida a Lula, é uma vergonha. Parece que certas autoridades desconhecem que esse indivíduo buscou destruir a nação nos seus oito anos de mandato e em seis de Dilma, ao sabor da utilização de recursos públicos.

Outro dia, uma dessas vozes isoladas, sérias, como que despertando a nação para a realidade, na pessoa do general da Reserva, Luiz Eduardo Rocha, em comentário: “Lula e o Supremo”, nos dá a seguinte lição de coragem:

LULA E O SUPREMO

General da Reserva Luiz Eduardo Rocha Paiva

“É hora de mostramos nossa revolta com o STF. A corte Suprema está contaminada por pontuais e nefastas ligações ou partidárias, ou ideológicas ou fisiológicas, com prejuízo da imparcialidade e, em consequência, com perda de legitimidade e confiabilidade.

“Alguns mostram não ter compromisso nem com a lei, nem com o futuro do Brasil. É um poço de vaidades, com alguns artistas togados sem o menor bom senso e totalmente desprovidos de espírito republicano. A Corte tinha tudo para começar a dar um rumo definitivo a essa longa série, cuja primeira temporada terminaria com a prisão de Lula. Um seriado em que a demora para condenar e prender o andar de cima abala a fé do brasileiro no porvir da nação.

Alguém que tenha um simples neurônio funcionando concorda que Lula ainda não esteja preso? Mas ele vai escapar, pois no último degrau da justiça brasileira ele é temido. É sim um condenado protegido e tratado de forma diferente perante a lei.

“Ora, suspender um julgamento dessa importância porque uns ministros tinham outros compromissos particulares? Quem paga aos senhores ministros somos nós e as omissões, as interpretações estranhas da lei e a demora em julgar cidadãos iguais a nós (???), mas com foro privilegiado estão nos enojando.

“Tudo bem. A Justiça é lenta. Mas será que uma Suprema Corte, que tivesse maioria séria e ciente da responsabilidade que tinha em suas mãos, perderia a oportunidade de hoje?

“O resultado foi um abuso e um desprezo aos compatriotas honestos e mais um motivo para aumentar o nosso desprezo pelas vestais togadas de nossa justiça. Uma Suprema Corte confusa e sem rumo, que vem perdendo legitimidade e respeito da sociedade. Uma lástima!

Supremos”, como intitulou um dos senhores, não são os ministros do STF. Supremo é o lula e os senhores passaram a imagem de marionetes nas mãos de um criminoso condenado.”

 


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Um país sem futuro I

01/04/2018

NOTA – Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

Pelo pouco que entendo de economia, o que se dizia no meu tempo de estudante era que a prosperidade, a livre iniciativa, é que promoviam o desenvolvimento econômico e social.

 

Naquele tempo, um dos apelidos mais pejorativos era chamar o funcionário público de “barnabé”, ou melhor, um merda, na definição mais grosseira do termo.

 

O Brasil, até os anos 60 se situava como a 64ª economia mundial, éramos considerados como país eminentemente agrário e, interessante, até hoje quem comanda a economia nacional é o agronegócio, caso contrário estaríamos marcados no atraso, imitando a velha e carcomida África.

 

A nossa maldição, endêmica até, é a corrupção. O administrador público, depois do advento de José Sarney e outros cavaleiros do apocalipse, se transformou numa tragédia. Somos os campeões mundiais na cobrança de impostos e taxas. Sem escrúpulos de qualquer natureza, sob a força bruta de São Paulo, transformou-se o ICMS – Imposto de Circulação de Mercadoria e Serviço, num achaque ao consumidor. Quem quiser enfrentar o comércio, o mercado, a livre iniciativa, tem que adquirir mercadorias com o pagamento da chamada substituição tributária, ou seja, antecipa o pagamento da mercadoria e do imposto, para favorecer, primeiro, o mercado paulista.

 

O que é interessante é que, por mais que se reclame, Justiça não responde com a necessária altivez ao abuso, à intolerável pressão paulista que quer ser a dona do país.

 

Sucessivamente, os governantes aumentam os impostos, que beiram a casa dos 40% sobre o que adquirimos. O chamado crescimento vegetativo da economia:  mais consumidores, maior consumo, mais produção, mais riqueza. Invertemos as coisas no Brasil, ao sabor da burrice e da ladroagem dos nossos administradores: mais impostos, mais empreguismo, mais corrupção, promovendo o que estamos assistindo, sem retorno, a não ser que ocorra um fato superveniente, extraordinário, uma espécie de revolução, para o bem do país, com bastante mortes de políticos corruptos.

 

A procrastinação da prisão do “professor” Lula, em virtude do seu envolvimento com falcatruas, através do Supremo Tribunal Federal, com sua histórica decisão de subserviência, nos deu um atestado eloquente da incapacidade de nos transformarmos num país sério.

 

Politicamente falando, se houver eleições no país em outubro próximo, para se escolher um novo presidente da República, só vejo um nome capaz de transformar o Brasil num país decente, o juiz federal Sérgio Moro. O resto, será repetição de tragédias...

 

 

 

 

 


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