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O tempo no para.

27/02/2021

 

Vez por outra converso com autoridades administrativas do meu Estado e, principalmente municipais, procurando ouvi-las o mais atento possível.

 

Tem autoridade que, depois de eleita imagina que o tempo parou e que ela será eterna no posto. Nada é eterno, nada dura para sempre.

 

Aos que me ouvem, com a mesma paciência como os escuto, digo sempre, que deixem de fantasia. Imagine, com seus melhores auxiliares, quais as cinco coisas mais importantes a se fazer no Estado, no município, no País, além da Educação (a Educação é tudo).

 

Quando me presto a observar os outros, aos que estão à minha volta, costumo olhar para o meu próprio rabo, meu senso do ridículo ou da minha burrice. Se o núcleo for seleto, inteligente, mais do que eu, fico escutando o que me agrada aprender. Se for um núcleo de burros, tapados, que fica com aquelas presepadas de elogios mútuos, saio à “portuguesa”, com quem se encaminha para o banheiro e de lá vou tratar da minha vida, dos problemas dos que pagam meu salário, para minha sobrevivência e da minha família.

 

Peguei uma empreitada, agora, que é a de propagar para os quatro cantos do mundo as belezas das montanhas de Domingos Martins e Guarapari (Buenos Aires). Tudo que for feito em benefício dessas duas regiões, será pouco.

 

Você só sente a beleza de uma montanha ao se sentar, observando-a no pôr do sol.

 

Aquela cadeia de montanhas da Serra do Mar, onde estão aninhados os municípios de Domingos Martins e Guarapari, com suas praias e, distante apenas cinco minutos, ou 10 quilômetros, avistar o mar imenso a seus pés, é um espetáculo inesquecível.

 

Tem administradores que desconhece a beleza do seu município, enquanto outros estão se esforçando para que eles sejam dinâmicos, daí gostar dos esforços dos prefeitos de Domingos Martins, Wanzete Kruger e de Guarapari, Edson Magalhães. Tem quem goste deles, os amam. Alguns os detestam, por inveja ou porque gostariam de estar em seus lugares.

 

Estão pensando sempre em fazer o melhor.

 

 

 

 

 

 


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Velhos tempos, novos loucos...

26/02/2021

 

Antigamente era comum ouvir dos mais velhos: “Vivendo e aprendendo”.   Muitos, muitos mesmos, se formaram na chamada “Escola da Vida”, aos tropeções e empurrões e se tornaram pessoas válidas, decentes, educadas e, alguns, mais corajosos se tornaram donos de grandes fortunas, labutando noite e dia, de forma indormida.

 

O mundo é redondo e ele comporta, de respeitosas pessoas às mais desvergonhadas, muitos sem nenhum escrúpulo, mas, em contrapartida, existem aqueles que morrem honrando a palavra empenhada, na defesa da família, da pátria e têm vergonha para dar e vender.

 

Com o surgimento do coronavirus, uma terrível desgraça que ninguém sabe de onde veio, com ele, recrudesceram, como espécie de pandemia, chusmas de ladrões dos cofres públicos que imaginamos teriam morrido com a eleição de Jair Messias Bolsonaro, que prometeu não deixar que ninguém roubasse os cofres públicos.

 

Os negócios escusos como a compra de equipamentos, das vacinas e laboratórios os mais indecentes, surgiram também audaciosos promesseiros ou fazedores de negócios com a morte de milhares de pessoas, principalmente as de baixa imunidade, mais propícias a infecções das vias respiratórias, já que o coronavirus, que é um tipo de gripe diferente das usuais, veio com uma resistência a qualquer tipo de antibiótico, exigindo procedimentos médicos profiláticos nunca antes usados, daí o surgimento dos mais disparados “cientistas”, “infectologistas”, sanitaristas e vigaristas de todos os matizes.

 

Todos nós sabemos que o Brasil é um país singular, não existe na face da terra uma nação, um povo, que se assemelha a ele e a nós, tão pouco.

 

Temos a desventura de termos um Governador e um corpo de auxiliares os mais sábios, inigualáveis em todo mundo. A desenvoltura com que o Governador Renato Casagrande e seu secretário de saúde trataram o coronavirus, embora neófitos nos princípios mais tolos de medidas profiláticas, acabou em tragédia, quando entenderam trazer do longínquo Amazonas, merecendo serio comentário do Ministério da Saúde, pela irresponsabilidade de se trazer pessoas mais afetadas pela variante do COVID-19, conhecido como plasma convalescente com 19 registros de infectados. Tudo isso aconteceu no Espírito Santo onde o Governo Casagrande autorizou a vinda de 36 pacientes importados do Amazonas no dia 15 de janeiro de 2021.

 

Oficialmente o Espírito Santo, se tornou o segundo maior portador de infectados pela nova variante do COVID, atrás apenas do Amazonas, com 110 casos, por ser o epicentro dessa mutação, com tendência infectuosa as mais perigosas. A responsabilidade de possíveis mortes de capixabas por esse ato recairá, sem dúvida, na conta de responsabilidade do Governador e seu Secretário der saúde (FOLHAES).

 

O negócio é que, no frigir dos ovos, ninguém é culpado e o trouxa do povo paga a conta.

 

 

 


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