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Lançado às feras.

25/05/2019

 

A nossa imprensa é de uma profunda mediocridade. Fernando Henrique Cardoso, Lula, Dilma, até José Sarney empurraram no Supremo Tribunal Federal os mais medíocres senhores que hoje fazem uma farra de lagosta, como se fossem os donos da pátria. Confesso, não sei a quantas esta nação anda, só sei de uma coisa, vai dar num lugar muito esquisito, brevemente, a não ser que todo esse povo seja contaminado pela mediocridade.

 

A crítica da imprensa, feroz, vem sobre uma fala do presidente Jair Bolsonaro (fala demais...) de que, a primeira vaga a ocorrer no Supremo Tribunal, com a aposentadoria do ministro Celso de Mello, o melhor de todos no momento, merecerá a indicação do hoje ministro da Justiça Sérgio Moro.

 

O presidente Bolsonaro parece, tem prazer em provocar os instintos bestiais da imprensa. Qualquer coisa, um ato banal de cortar verba para as putarias universitárias, é motivo de campanha acirrada da imprensa que, quer porque quer, manobrar com o governo.

 

Dizem os mais velhos, "Se conselho fosse bom, não seria dado, seria vendido.” Se o presidente Bolsonaro entender que ele, na recente história do Brasil é o mais importante presidente a assumir o poder, desgraçou com a vida dos esquerdistas de ocasião e pode colocar muita coisa torta nos seus devidos lugares, ele mudará de comportamento, se recolherá e passará a ser mais comedido em seus pronunciamentos públicos, de falar o que a imprensa quer, gosta, para criticar.

 

O presidente Bolsonaro precisa compreender que a esquerda, a imprensa, a justiça , o Congresso Nacional estão atordoados, perdidos, desnorteados com sua eleição. A facada que aquele chamado de louco lhe deu, foi devidamente instruída, para mata-lo. Só a morte poderia tirar a eleição de Jair Messias Bolsonaro.

 

Parece, ninguém tem influência sobre esse homem que fala as coisas sem pensar, como se ninguém tivesse perto escutando e, no mesmo diapasão, vão seus filhos, cada qual dizendo o que bem entende, se metendo nas coisas de governo, como se eles fossem eleitos presidente também.

 

Negar que o sr. Bolsonaro é um homem corajoso, determinado, seria uma estultice. Ele foi eleito como uma espécie de revanche daqueles que acreditam no Brasil contra o bando de ladrões que está preso. Vejam, dois ex-presidentes estão na cadeia, por corrupção, deputados, senadores, tesoureiros, presidentes de bancos, tudo na cadeia por malversação de recursos, graças exatamente ao juiz Sérgio Moro que, sem motivo algum, Bolsonaro joga às jaulas das cobras, dos leões, para devorá-lo, antes do tempo.

 

Parece até brincadeira o que está acontecendo no Brasil.

 

 

 


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Os encurralados

24/05/2019

 

Tem quem goste. Tem quem tenha pavor. A vaidade humana, o narcisismo, a necessidade de aparecer, de qualquer maneira, a qualquer custo, tem levado muita gente para o buraco, por se amarrar a uma “doença” que um dia forçosamente terá que acabar, a exposição sem fim...

Está acontecendo um fato na política nacional meio comum, acometendo pessoas que gostam de aparecer, pagam até, como acontece presentemente com o filho do presidente da República, senador Flavio Bolsonaro, encalacrado com um seu ex-auxiliar em negócios financeiros ainda não bem esclarecidos, mas que parece que não tem prazo para terminar, mercê da exploração da mídia que pegou o político, por ser filho do presidente, o mais votado para o Senado, como bode expiatório, para tirar uma bruta casquinha no também meio espalhafatoso comportamento presidencial.

Pensei, com a vitória espetacular que teve, quase morto em praça pública ao meio de um estrondoso comício em Juiz de Fora, Minas Gerais, pela ação audaciosa do meliante Adélio Bispo de Oliveira, o presidente Jair Messias Bolsonaro parece, não teve alguém com o necessário prestígio ou ascendência sobre ele para  dizer-lhe que, na condição de presidente da República, deveria refrear seus ímpetos espalhafatosos, deveria dar uma recolhida, tornar-se mais sóbrio, mais reticente, menos falastrão, anunciando coisas com uma antecedência inconveniente.

Esse tipo de comportamento, meio extravagante é típico de pessoas que, como dizem lá no meu São Mateus, nunca comeram melado e, quando comem, se lambuzam todo...

O sr. Jair Messias Bolsonaro está começando a governar um país difícil, de políticos duvidosos, traidores, incapazes e justiça muito semelhante. Não existe no mundo quem entenda que país é este. Que país é este em que vivemos? Que tipo de política está em vigor, em uso? Que Congresso Nacional é este? Que Justiça é esta, a nossa?

Pensei que o sr. Bolsonaro, pela formação do seu Ministério, iria por ordem no puteiro, no lupanar, melhor falando, o que parece o Brasil, nessa confusão toda mostrada o que é o sistema Universitário que ostentamos ao mundo.

Não estou desprezando a bandeira do presidente Bolsonaro. Creio que ele precisa melhorar sua imagem, impor mais respeito aos próprios filhos, para que saiam das vitrines onde se encontram, levando pedradas de grupos oposicionistas que lutam desesperadamente para que o Brasil continue a bagunça que reinava o ano passado, de 1985 até a presente data. O que a classe política quer é que o país se exploda e, parece, o presidente Bolsonaro não entendeu isso e seus filhos, muito menos.

Prudência e caldo de galinha nunca fizeram mal. O presidente e sua família estão encurralados, e não sabem sair do cerco.

 

 

 


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