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Os shows da TV

31/03/2018

NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

A televisão, após sua introdução no país, pelo extinto Diários Associados, de Assis Chateaubriand (TV Tupy), no final da década de 50, pode-se dizer que foi dada a largada para a institucionalização, através do ar, da putaria no Brasil.

Se o caro leitor se der ao trabalho de prestar atenção ao que assiste na TV brasileira, generalizadamente, é um desfile, através das representações artísticas de qualquer natureza, de putas, cornos, ladrões e pessoas de sexo duvidoso...  

Os negócios da TV se tornaram tão fantasiosos que os chamados poderes da República têm seu canal oficial. A Câmara, o Senado, A Justiça, especialmente o Supremo Tribunal Federal, as assembleias legislativas e até as câmaras municipais (várias) possuem franquias de TV.

Os mais ridículos papéis são protagonizados, via TV, quando magistrados ou políticos se apresentam e, as vezes, se engalfiam, as vezes em lutas corporais ou através do diálogo do chamado baixo calão, onde o fdp, para baixo e para cima, são ouvidos sem um mínimo de cerimônia.

Dos mais estúpidos acontecimentos, como o recente assassinato de uma vereadora do PSOL, do Rio de Janeiro, negra, lésbica e sem muitos papos na língua ao atacar policiais com de seus pronunciamentos através da TV e em outros encontros públicos.

A “comoção” promovida pela TV, a imprensa de um modo geral, tem sido um negócio impressionante. A demonstração que dá é a de que, a única morte por emboscada ocorrida recentemente no Rio de Janeiro foi a da vereadora Marielle Franco. Quantos morreram de forma estúpida como ela, antes e depois? Quantos policiais foram assassinados, no cumprimento de suas missões?

A questão brasileira, esse estupor em que vivemos, ocasionado pela barbárie que assistimos diariamente, sob influência da TV, tem como único responsável, a Justiça. Generalizadamente, não temos uma boa Justiça, o que é muito grave.

O mais grave de todos problemas brasileiros chama-se falta de Justiça, vindo depois o descrédito da classe política e, por último, a burrice da grande maioria da sociedade, que não tem capacidade de discernimento, não pode escolher bem.

A volúpia com que a TV, as aparições públicas contagiam autoridades e o público em geral, é um negócio impressionante. Vejam, por exemplo, os desfiles gays e de carnavalescos. O país se transforma num antro de desesperados.

O caso do assassinato da vereadora Marielle Franco é um triste exemplo de uma sociedade sem muito futuro.

 

 


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Mania de grandezas

30/03/2018

NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

Estão querendo um tal de Parque Tecnológico em Vitória, dizem os entendidos que seria à exemplo do Vale do Silício, nos Estados Unidos, tido como uma espécie de “área de silêncio”, para permitir as pessoas que ali trabalham, pensar, raciocinar, criar...

Com 42 quilômetros quadrados, sendo que 60% de sua área composta de morros cheios de perigosas favelas, a capital do Estado do Espírito Santo, se não for tomada uma providência para impedir o avanço inconsequente da burocracia e a mania de se aumentar impostos, poderá se transformar numa região inviável, em termos de desenvolvimento.

Como todo município, Vitória é campeã do empreguismo público. Aliás, o Brasil está se transformando numa formidável república do empreguismo, numa espécie de socialismo fajuto, onde todos nós iremos sucumbir pela inércia da economia e, assim, como aconteceu na União Soviética de Stalin, o resultado foi o fuzilamento de 25 milhões de chamados camponeses, que não queriam plantar para entregar sua produção ao governo comunista, para poder alimentar uma camarilha de ladrões.

Por muito favor, Vitória tem a metade do seu funcionalismo inteiramente inútil, improdutivo, encostado em sinecuras ou atividades burocráticas, para atormentar o contribuinte.

A máquina de consumir dinheiro, montada de formar generalizada no serviço público brasileiro, é uma tragédia e, todo dia a imprensa anuncia a realização de concursos públicos. O que ostentam os gabinetes dos vereadores no Estado do Espírito Santo, sendo que Linhares é o campeão dos gastos! É um negócio de dar raiva.

Todo mundo, no Espírito Santo, sabia que o Fundap iria, praticamente, ser extinto, com a pressão de São Paulo, mas as prefeituras continuaram atulhando suas repartições de novos contratos. Em futuro próximo, vamos experimentar a extinção dos royalties da produção de petróleo, uma vergonha nacional e, assim, sucessivamente, à falta de conhecimento básicos para administrar o país vai se transformando num depósito de gente inservível, ganhando salários que o poder público não pode pagar, sob a presunção de que o dinheiro cai do céu diretamente no gabinete dos administradores públicos.

Nossos administradores têm que colocar a cabeça para funcionar, ver como por-se um fim à violência que assusta, está impedindo que as pessoas vão à rua, se divirtam.

O Estado, o País, tem que ter seu desenvolvimento de acordo com o que arrecada, sua capacidade de investimento em infraestrutura. Se não temos recursos para conservar o relógio da Praça Oito, que ficou parado vários anos, como ter Parque Tecnológico?

 


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