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A questão da previdência.

05/03/2019

 

Em termos, o governo de Jair Messias Bolsonaro praticamente está começando, porque só agora, mais ou menos restabelecido de uma brutal tentativa de assassinato, há menos de 5 dias recebeu alta e autorização médica para poder ir se aborrecendo, devagar...

 

O primeiro grande entrave, dos quase 100 que emperram o desenvolvimento econômico nacional, a reforma da previdência social foi encaminhada pelo próprio presidente ao Congresso Nacional, comparecendo, ali, para entregar o documento.


A reforma “sacode” com todo mundo que trabalha e até com os que não trabalham, como os amontoados no chamado Serviço Público que, apesar de contribuírem com descontos previdenciários, o governo os embolsa, não os repassa para o INSS.

 
Há uma espécie de febre por aposentadoria do brasileiro. Não é para ir gozar a vida, mas para continuar trabalhando porque – se não for trabalhando de novo - o que vai perceber de aposentadoria não permitirá sua sobrevivência. É preferível morrer mais cedo...


Se constituem numa vergonha, no Brasil, os chamados planos de complementação de aposentadoria. Não tem um, unzinho ao menos, que esteja dando certo. Se alguém se dispuser a conversar sobre o assunto, conhecer minúcias dessa pilantragem, indico uma pessoa conhecedora a fundo do assunto, para ouvir indecentes histórias.


Todos nós conhecemos, através da imprensa, o farto noticiário sobre fundos de aposentadoria. Infeliz da empresa que se meteram nessa aventura de auxiliar empregado a formarem participação nesse tipo de problema indecente.


São tantas mutretas, as mais imorais patifarias que se pratica no Brasil que, se o governo Jair Bolsonaro se concentrar realmente no que prometeu, terá que ser substituído por mais uns 20, que pensem semelhante a ele, e tenham determinação para cumprir a palavra.


Há um brutal movimento para destruir o governo Bolsonaro. Vamos assistir as mais incríveis coisas, com objetivo de inviabilizar sua administração. A facada que lhe foi desferida em praça pública, em Juiz de Fora, pelo bandido Adélio Bispo de Oliveira foi o começo. Para essa corja de esquerda, foi uma tragédia, que Bolsonaro não tenha morrido. As preocupações das esquerdas se encerrariam ali, naquele ato tresloucado praticado por um imbecil que, pode-se dizer tudo ao contrário, mas foi instruído para matar.

Persistente, destemido, absolutamente sério, Bolsonaro não vai poder resolver todas mazelas praticadas por essa horda de corruptos que tomou conta do país, a partir de 1985, mas mudará a nação, desde que todos se disponham a ajudá-lo.

 

 

FONTE: JORNAL A GAZETA

 


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Audácia de um atentado

04/03/2019

 

Tem um ano que notórios bandidos, no Rio de Janeiro, mataram uma vereadora e seu motorista. O episódio ganhou as páginas da imprensa mundial e, parece, não sairá tão cedo, agora sob a apuração da Polícia Federal, já que a Polícia Civil carioca não saia de um círculo que não dava em nada.

Tem menos de seis meses que Adélio Bispo de Oliveira, mineiro de Montes Claros, com 41 anos, quase matou o presidente Jair Bolsonaro, quando era carregado às costas por partidários, em um comício em Juiz de Fora.

Adelio Bispo de Oliveira não é um qualquer, um desmiolado, um idiota, como querem fazer dele. Em 2013 foi processado por crime de lesão corporal, ao se desentender com um parente e arrombar sua casa. Foi filiado ao PSOL por sete anos, de 2007 a 2014, com o desejo de entrar para a política como deputado. Solteiro, nos últimos sete anos, de 2007 a 2014 passou por doze empregos e em nenhum permaneceu mais do que três meses. Atualmente está preso.

Em sua audiência de custódia, em 7 de setembro, Adélio se declarou “um autor de esquerda moderada” e que “defende a ideologia de esquerda” Seu Facebook reforça suas convicções políticas, como ataques a Jair Bolsonaro, a Maçonaria, Michel Temer, Geraldo Alckmin, senadora Ana Amélia, Deltan Dallagnol. No dia 7 de setembro, um dia após o atentado contra a vida do presidente Bolsonaro, quatro advogados, defensores de renome, surgem em Juiz de Fora, em avião particular, como por encanto, para representar o criminoso. Quem pagou esta conta?

Mesmo esfaqueado, num leito de hospital, com sequelas até hoje, a eleição de Jair Messias Bolsonaro foi uma tragédia para as esquerdas. Estamos assistindo os acontecimentos da Venezuela, onde um governante boçal, estúpido, pouco se importa com as condições do seu povo, que foge dele para além fronteiras, como resguardo à familiares famintos, não permitindo Maduro que ultrapasse as fronteiras com o Brasil as chamadas ajudas humanitárias. Sua polícia pilha, assalta, rouba, venezuelanos que querem fugir do país.

Ainda não se pode avaliar onde chegará toda essa desgraça que se pratica contra uma sociedade que, por incapacidade de reação, caiu nas mãos de um maluco, desprovido de sentimentos.

A eleição de Bolsonaro, para países como Venezuela, Uruguai, Bolívia, Nicarágua, Equador soa como uma espécie de sinal de liberdade para um povo sofrido. Mas a que custo?

 

 

 


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