Ver Histórico



Procurar




  


Newsletter

Nome
  
E-mail
  




Links



A ditadura partidária.

24/10/2018

 

A ditadura partidária, a forma absurda de se impor candidaturas, contrariando a vontade popular, essa quase obrigação de escolher os piores dentre os piores, deu no que deu, na recente derrota política para os diversos cargos legislativos no Estado e no Brasil. O quadro eleito poderia ser bem melhor, mais seleto, se os donos de partidos  políticos não brincassem de indicações, à seu gosto, ou de suas lideranças, onde todos perderam e está acontecendo até com os candidatos à presidência da República, onde Alckmin, Henrique Meireles e outros alcançaram um estágio de anemia eleitoral lastimável, e está atingindo Haddad (aliás, os Fernando, a começar por Henrique Cardoso, nunca deram certo no Brasil)

 

O presente sistema eleitoral brasileiro, com suas desavergonhadas trinta e tantas siglas de aluguel, para vender tempo de propaganda gratuita na TV, Rádio, etc., perderam o sentido. O sistema Distrital vai ter que surgir de qualquer maneira. O país não pode continuar ao sabor de uma desenvergonhada ditadura partidária, consumindo rios de dinheiro da nação, para sustentar bandos de marginais desajustados sociais, que se estabeleceram  no comando partidário, para pilhar os cofres públicos. Essa gente não pode sobreviver após a eleição de Jair Bolsonaro.  Ninguém sobrará, muito embora o PT tenha disponível uma montanha de dinheiro que só Lula e José Dirceu sabem onde está escondida.

 

Vamos assistir uma mudança radical na política nacional. A rebelião do eleitorado, elegendo Jair Bolsonaro é apenas o prenúncio de que vai acontecer. Bolsonaro tem obrigação moral de se cercar de gente muito especial para aconselhá-lo a mudar o Brasil.

 

Raramente me engano, mas essa gente que perdeu mandato, que não foi reeleita, jamais se reelegerá a coisa alguma. O sistema Distrital vai ensejar uma mudança tão grande nos quadros políticos nacionais que vamos, agradecer ainda mais, à coragem de Jair Bolsonaro, em montar sua impressionante trajetória eleitoral, para desmontar a política podre brasileira.

 

O sistema de vigilância em cima dos políticos ruins, desonestos, será tão grande que amanhã, quem sabe, poderemos ter gente como Sérgio Moro na presidência da República.

 

O Brasil não é uma Chicago dos anos 50 e muito menos uma Venezuela, atual, para um bando de canalhas fazer dele um covil de ladrões.

 

A partir de 28 de outubro o Brasil será outro, com Jair Bolsonaro. Vamos acreditar nessa virada, minha gente.

 

Chega de simulações eleitorais.

 

 

 


Imprimir | Enviar para um amigo

No meu governo...

23/10/2018

 

Estamos por pouco, para parar de ouvir a expressão: “Porque no meu governo...” e lá vem atrás um saco de promessas que jamais serão cumpridas. Primeiro, porque muitas promessas são absurdas, impraticáveis, pela mais absoluta falta de dinheiro; segundo, porque, se começadas, não acabam nunca e, terceiro, o custo e o roubo praticados inviabilizam o desenvolvimento econômico e social da Nação.

 

Os casos de obras realizadas em vagabundos países latino-americanos e africanos com recursos do BNDES, na maior tramoia mundial com empresas empreiteiras nacionais, sob os auspícios dos governos Lula e Dilma dão exatamente a ideia da dimensão do desastre eleitoral que aconteceu no primeiro turno da votação das eleições de 7 de outubro em curso, no Brasil, com episódios fantásticos a ocorreram no segundo turno, para felicidade de todos nós...

 

Tenho acompanhado, agora, as discussões e promessas de campanha dos senhores Haddad e Bolsonaro nesse estertores eleitorais e, numa dessas irradiações, via rede social, me deparei com duas interessantes: a primeira, o sr. Haddad e sua candidata a vice sendo vaiados no interior da igreja católica, em Aparecida, no instante em que recebiam a comunhão, onde os circunstantes gritaram: “Vocês não são comunistas? Não confessaram e recebem comunhão?”

 

Outro noticiário, o candidato Jair Bolsonaro relata uma pequena viagem que fez, entre Barra da Tijuca e Paraty, no interior do Estado do Rio de Janeiro, deparando-se, nesse pequeno trecho percorrido com nada menos do que 30 barreiras eletrônicas, a maioria exigindo 40 quilômetros de velocidade. Aí, o candidato pergunta: “Vocês acham que eles estão preocupados com sua segurança? Não! Estão apenas metendo a mão no seu bolso!” E promete extinguir tais imoralidades, que é uma espécie de “loteamento” político em certos organismos federais.

 

Dessa imoralidade que assola o país (entre Colatina e Baixo Guandu, Norte do Espírito Santo, existem 16 barreiras eletrônicas), tudo é feito para meter a mão no bolso do incauto. Não tem a função de educar, mas de assaltar, mas o candidato promete acabar com essa pouco vergonha.

 

Podem dizer que o sr. Bolsonaro está preocupado com “besteiras”, mas ignora-se o tamanho, a montanha arrecadada de dinheiro com tal assalto. Se escutarem o que o candidato fala sobre as explorações de nióbio, metais diversos no país, avalia-se do porque foi esfaqueado ao meio da multidão, por pouco não morreu, por estar contrariando grandes interesses, de grupos nacionais.

 

Avalio o que vai acontecer no Brasil no dia 28 de outubro. Só não sei se as promessas serão cumpridas. Veja, as obras paradas no nosso Estado.

 

 

FONTE: JORNAL A GAZETA

    


Imprimir | Enviar para um amigo



« Recentes   2049 2048 2047 2046 2045 2044 2043 2042 2041 2040   Anteriores »