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Energia e liderança

30/08/2018

 

Não tem jeito. Somos governados por uns bandos de loucos, incompetentes que, pela ação do processo Lava Jato, quando um dos mais importantes estados da nação, o Rio de Janeiro, ex-capital da República que, depois de Leonel Brizola, vive sob o impacto da violência e da escandalosa ladroagem, com um governante tipo Sergio Cabral e, no comando o impagável Temer, estamos à beira de um formidável atoleiro.

Recente, em sua página Economia e Negócios, o “Estado de São Paulo” publicou que, as seis distribuidoras da Eletrobrás que o governo espera privatizar acumulam um prejuízo de R$22,3 bilhões desde 1997, quando a União assumiu essas empresas, temporariamente, com intenção de vendê-las para a iniciativa privada. Vinte anos depois, o edital de venda está publicado, mas obstáculos no Congresso e no Judiciário, a poucas semanas do leilão, tudo foi adiado, não se sabendo como a briga de altos interesses acabará.

Bom, na década de 60, aqui no Espírito Santo, presidia a Federação das Indústrias – Findes, o empresário Américo Buaiz. Até ontem (pode ser que hoje apareça) não encontrei no meu estado um líder empresarial, um dirigente tão decidido. O sr. Américo Buaiz, com o apoio de uns poucos, raros mesmo, como Carlos Lindenberg, empreendeu uma luta sem quartel, contra o arremedo de geradora e distribuidora de energia, a CCBFE- Companhia Central Brasileira de Força Elétrica, do grupo anglo-canadense Bond and Schere que atrasou em 200 anos o desenvolvimento do Estado, como outras regiões nacionais, onde existiam geração e distribuição de energia através do sistema Light.

Impertinente, corajoso, Américo venceu a luta e viu a CCBFE ser substituída pela Escelsa- hoje do grupo EDP um grupo português, que vendeu depois para um grupo chinês e hoje ninguém sabe quem administra tal empresa. Sabe-se, no entanto, que em nosso Estado consumimos uma das energias elétricas mais caras do mundo, num país de fartura de quedas d’água, de imensas possibilidades nos campos das energias eólica e solar, mas os valores dos impostos cobrados sobre o consumo de energia são um desalento ao desenvolvimento. O Brasil caminha, antes, sob o domínio anglo- canadense e, agora, na verdade, ninguém sabe de onde vem o apito da locomotiva...

Nem a data de Sete de Setembro, da Independência Nacional, se celebra com a intensidade de 60 anos atrás. Passamos a ser conduzidos por bandos de delinquentes, apelidados de políticos e, façam o favor, inteiramente incompetentes.

Somos sufocados pela praga da incompetência ou da inconsequência. Não sei das duas, qual a pior, mas parece que existe um objetivo de tolher nossos passos rumo ao desenvolvimento. Saudade de Américo Buaiz.

 

 

 


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Sem interesse

29/08/2018

 

Nada melhor do que a franqueza. Não tenho qualquer preocupação com o que pensam de mim aqueles que me honram com sua leitura. Quem quiser entender que não me deva ler, deletem, quando chegar na minha página ou, na melhor das hipóteses, passem por cima, como faço com muitos, quando leio jornais ou revistas.

Estou defendendo a candidatura do sr. Jair Messias Bolsonaro apenas porque quero ver banidos da política nacional todos políticos que estão no poder, contribuindo com sua incapacidade gerencial, ou de observador das coisas que, como querem, não irão transformar esta nação numa imensa Cuba ou numa Venezuela vagabunda, sob o comando de idiotas, inconsequentes.

A defesa que faço da candidatura de Jair Messias Bolsonaro é porque não vejo, no quadro político, alguém melhor do que ele, alguém que seja mais impetuoso, mais determinado, mais brasileiro do que ele.

Pode, quem quiser, dizer que vou me enganar. Não será a primeira e muito menos a última, mas nunca vi um político falar que me impressionasse tanto. O Brasil precisa de Bolsonaro porque ele é contra tudo de ruim que aí está. Estive uma vez com o sr. Bolsonaro, numa roda de empresários, quando ele por aqui passou. Fiquei impressionado com sua agilidade de raciocínio, determinação, coragem de enfrentar os problemas nacionais. Mas, vamos imaginar que o sr. Bolsonaro não faça tudo aquilo que diz e que estamos imaginando. Pau nele. O que ocorre no Brasil é que sua sociedade é incapaz de pensar no Brasil. Todo mundo quer se ajeitar, em emprego vitalício, sem qualquer aborrecimento. Ganhar sem precisar trabalhar.

Falei com o sr. Bolsonaro que ele precisava ver seu quadro de candidatos a deputado federal, para poder pedir ao eleitorado que votasse naqueles que irão dar-lhe sustentação, e ele disse que realmente estava preocupado, que todo cuidado era pouco.

Milito no Estado do Espírito Santo, onde meus amigos dizem que não votarão em candidatos que querem se reeleger ou que estão viciados no poder. Se tudo que dizem acontecer, vai ocorrer uma tremenda modificação no Congresso Nacional. Quem dera que toda sua totalidade fosse removida, mas tem gente boa que merece permanecer, como a bancada de deputados federais pelo Espírito Santo. Não conhecemos um envolvido em processos de malversação de recursos públicos.

Se puder induzir a amigos e leitores para que votem em Jair Bolsonaro, irei fazê-lo, sem qualquer compromisso com o candidato, muito pelo contrário. Quero ver se, até morrer, ficarei isento de ligações com política e religiões. Tudo hipocrisia.

 

 

 


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