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Tragédias brasileiras I

31/05/2018

Sempre explico, não tenho nenhuma preocupação com o que venham pensar de mim, pelo que escrevo. Aliás, não me preocupa a vida alheia, muito embora a chamada pessoa pública, por suas condições, é alvo da crítica dos que exercitam na função de jornalista.

Nasci sob a égide do Estado Novo, quando o maldito senhor Getúlio Dorneles Vargas imperava como ditador, com seus bandidos à tiracolo.

Parece, quem viveu daquela época até à presente data, por ideias curtas ou por ser efetivamente oligofrênico (deficiência de memória), não se recorda que o Brasil não tinha usinas hidrelétricas, tinha grupos diesel geradoras de energia e, sua distribuição, também era de responsabilidade de grupos anglo-canadenses, sempre juntos, dominando o mundo, como o sistema de transporte de massa, que era feito pelos bondes ou tremes da Leopoldina, por concessão do governo brasileiro ao grupo estrangeiro, num processo de pagamento à segurança que o governo inglês concedeu á  Família Real portuguesa, quando expulsa de Portugal por Napoleão Bonapaete.

O Brasil não tinha nada. Faltava açúcar, alho, batata inglesa, cebola, arroz, faltava tudo, que vinha de fora. Mal e porcamente aqui tinha farinha de mandioca e feijão.

O governo de Getúlio foi uma espécie de câncer monumental, atrapalhando nosso desenvolvimento. Getúlio voltou, depois de deposto em 1945 e, conseguiu eleger o marechal Eurico Gaspar Dutra e, logo em seguida, voltava ao Governo, desta feita eleito pelo voto direto. Foi uma tragédia acabou suicidando-se, com um tiro no peito.

Sei que, se o Brasil estava no atoleiro, no atoleiro continuou, com Juscelino Kubiteshck de Oliveira, depois veio Jânio Quadros, um maluco e, daí para frente disparou, precisando vir a intervenção militar, porque Jango, Brizola, Almino Afonso e outros queriam estabelecer aqui um sistema meio cubano, tipo socialismo caboclo, permitindo a intervenção militar, o que salvou o Brasil.

Os 20 anos de Movimento Militar foram maravilhosos para o Brasil e seu povo. A corja comunista não gosta que diga isso porque foi a grandeza do Brasil no período militar, de maior desenvolvimento da nação.

Infelizmente assistimos governos como o de Luiz Inacio Lula da Silva, Dilma e, agora Temer. Não há quem suporte tamanha crueldade e ainda falam que Lula pode voltar a ser candidato.

Falta a certo tipo de gente, ao menos, o senso do ridículo.


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Questões da Justiça

30/05/2018

 

Do que tenho podido ler – leio incansavelmente, a mais importante fórmula de se absorver conhecimentos – nunca vi, em nenhum país do mundo chamado de civilizado, que reunisse coisas ruins como no nosso Brasil.

O país precisa de um choque, um grande trauma, onde deveria morrer muita gente. Para se proceder uma limpeza, mudar procedimentos, precisa se dar um fim as parcelas de segmentos humanos que atrofiam o desenvolvimento econômico nacional. Para sustentação da sociedade a base é a sustentação da economia.

Vamos por parte, pelas coisas mais importantes. O país precisa ter uma “senhora justiça”, uma justiça que seja um espelho, um negócio muito sério, que não deva sair criticado com nosso Sistema Judiciário. Quando os membros da Justiça – como um todo – se prestam para digladiar diante das câmeras de TV, cada uma (Justiça) com seu canal de aberrações cinematográficas, é sinal que o mundo está para se acabar.

A justiça mostra, na TV ou nos seus próprios atos, suas entranhas, suas garras. A proliferação de justiças no Brasil é um negócio incomum nos países desenvolvidos, organizados. Nenhum país tem uma justiça Trabalhista como nós temos; nenhum país tem a proliferação de tribunais, até justiça eleitoral, afora os cartórios, o mais indecente sistema burocrático do mundo para arrecadar dinheiro e até dar uma ponderável parcela do que arrecada para custear a vaidade de magistrados, que possuem seu club privê! E o Brasil.

Os sistemas Executivo e Legislativo fedem, pelo que produzem de ruim, como se a sociedade fosse um lixo, que tivesse obrigação de suportar todas mazelas que lhe são impostas. O que está acontecendo no Brasil com seus poderes Legislativo e Executivo é uma indecência, um ultraje ao regime democrático, que engatinhamos nele e não sabemos se merece respeito, ser seguido.

O sistema político não permite sua própria renovação. Seus membros mais ordinários resistem “heroicamente” aos puxões de orelhas que lhe são impostos pela justiça, onde as decisões são de uma fragilidade vergonhosa, haja vista e falta de critérios na manutenção de prisões.

Agora mesmo vem de Brasília a informação de que, para forçar o pagamento de dívidas, os juízes de primeira instância de diferentes locais do país tem determinado a suspensão do passaporte e até da carteira de habilitação dos devedores.

Não interessa. O direito de ir e vir é sagrado e, a não ser aos indivíduos condenados e presos devem, enquanto cumprindo pena, ficarem com os documentos suspensos, mas devolvidos assim que estiverem em liberdade.

Não tem povo que resista a tamanho ultraje.

 

 


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