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Sem interesse

29/08/2018

 

Nada melhor do que a franqueza. Não tenho qualquer preocupação com o que pensam de mim aqueles que me honram com sua leitura. Quem quiser entender que não me deva ler, deletem, quando chegar na minha página ou, na melhor das hipóteses, passem por cima, como faço com muitos, quando leio jornais ou revistas.

Estou defendendo a candidatura do sr. Jair Messias Bolsonaro apenas porque quero ver banidos da política nacional todos políticos que estão no poder, contribuindo com sua incapacidade gerencial, ou de observador das coisas que, como querem, não irão transformar esta nação numa imensa Cuba ou numa Venezuela vagabunda, sob o comando de idiotas, inconsequentes.

A defesa que faço da candidatura de Jair Messias Bolsonaro é porque não vejo, no quadro político, alguém melhor do que ele, alguém que seja mais impetuoso, mais determinado, mais brasileiro do que ele.

Pode, quem quiser, dizer que vou me enganar. Não será a primeira e muito menos a última, mas nunca vi um político falar que me impressionasse tanto. O Brasil precisa de Bolsonaro porque ele é contra tudo de ruim que aí está. Estive uma vez com o sr. Bolsonaro, numa roda de empresários, quando ele por aqui passou. Fiquei impressionado com sua agilidade de raciocínio, determinação, coragem de enfrentar os problemas nacionais. Mas, vamos imaginar que o sr. Bolsonaro não faça tudo aquilo que diz e que estamos imaginando. Pau nele. O que ocorre no Brasil é que sua sociedade é incapaz de pensar no Brasil. Todo mundo quer se ajeitar, em emprego vitalício, sem qualquer aborrecimento. Ganhar sem precisar trabalhar.

Falei com o sr. Bolsonaro que ele precisava ver seu quadro de candidatos a deputado federal, para poder pedir ao eleitorado que votasse naqueles que irão dar-lhe sustentação, e ele disse que realmente estava preocupado, que todo cuidado era pouco.

Milito no Estado do Espírito Santo, onde meus amigos dizem que não votarão em candidatos que querem se reeleger ou que estão viciados no poder. Se tudo que dizem acontecer, vai ocorrer uma tremenda modificação no Congresso Nacional. Quem dera que toda sua totalidade fosse removida, mas tem gente boa que merece permanecer, como a bancada de deputados federais pelo Espírito Santo. Não conhecemos um envolvido em processos de malversação de recursos públicos.

Se puder induzir a amigos e leitores para que votem em Jair Bolsonaro, irei fazê-lo, sem qualquer compromisso com o candidato, muito pelo contrário. Quero ver se, até morrer, ficarei isento de ligações com política e religiões. Tudo hipocrisia.

 

 

 


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Um país fora dos trilhos.

28/08/2018

 

Ou surge alguém com a necessária capacidade para colocar o Brasil nos trilhos, mudando inteiramente a legislação social, e econômica, financeira, notadamente no que concerne à educação, aos princípios morais e cívicos, ou iremos conhecer um período muito negro de nossa história, um estado ordinário como a Venezuela, Guatemala, uma Cuba totalmente conduzida por desmiolados, um bando de atrevidos que tomou conta do poder e manda e desmanda, se apodrece, sem que sua sociedade se rebele.

 

Temos que tomar uma posição política nacional, para que tipos como Lula, Dilma, gente desse quilate, despreparados para a governança, sejam eleitos, possam concorrer.

 

Aliás, no Brasil tudo funciona como na contramão. Ninguém está sabendo certo para onde vai.

 

Sou de um tempo meio antigo, onde Jânio Quadros foi eleito com a mais retumbante votação de toda história nacional. Dizem que foi um desafeto a administração Juscelino Kubitschek de Oliveira, mais conhecido nos meios empresariais como Dr. 10%. Hoje o negócio vai à casa dos 40%, a maioria às custas da Petrobrás, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Correios, etc.

 

Votei no Jânio, contrariando meu pai que, nutria pelo professor Jânio da Silva Quadros, um inveterado ébrio, uma profunda antipatia, pelo seu provinciano populismo. Quebrou a cara. Ao deixar o governo, pensou que o povaréu burro iria atrás dele. O deputado Federal Dirceu Cardoso, capixaba, de uma sagacidade impressionante, ao ver todo mundo titubeando em ler a “carta renúncia” do pau d’água, tomou-a e correu à tribuna, lendo a importante boa nova...

 

De lá para cá, com João Goulart no meio do caminho, nada deu certo, até a presente data. Tivemos que enfrentar Sarney, Collor de Mello, Fernando Henrique Cardoso, Lula, Dilma e, por fim, essa maravilha chamada de Temer. O melhor foi Itamar.

 

Paizinho infeliz o Brasil e sua gente. Como, a que ponto, às custas de quem, tivemos que cumprir esse imenso ritual de maldades, como se tivéssemos obrigação de viver no país de classe política mais degradante do mundo.

 

Quando um povo se rebela para não tomar vacina, mesmo diante de um quadro de doenças endêmicas e viróticas sem precedentes, dá o que pensar: ” Que país é este?”

 

 

FONTE: JORNAL A GAZETA

   


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