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Simulações"dissimuladas"

22/10/2018

 

Virou motivo de piada, entrou para o mundo das anedotas cretinas, as simulações “dissimuladas” pela TV Globo, através dos seus noticiários, as variações, para mais ou para menos, elaboradas pelos institutos de pesquisa para o primeiro turno das eleições para presidente da República do Brasil ,dia 07 de outubro último. Até Marina, que fora outrora uma candidata expressiva, em passado pouco distante, vivia, numa grande “rabada”, ultrapassava Jair Bolsonaro, se chegasse a um impossível segundo turno, um negócio tão remoto como o ser humano hoje pudesse viajar, a Marte num vôo comercial, e retornar amanhã, ou no ano seguinte...

 

Agora, o negócio virou piada, porque não havia meios e modos de se admitir tal estultice.

 

Aqui pra nós, esses institutos de pesquisas imbecís que vivem à soldo de uma máquina que aparenta ser socialista e, no fundo, mas bem claro, tem um profundo amor pelo dinheiro escuso! Votar em Haddad, um poste criado por Lula, de dentro da cadeia? Conscientemente, quem pode admitir tal candidatura? Por dinheiro, tem quem acredita até em Papai Noel, mula sem cabeças, Saci Pererê, alma do outro mundo e urnas eletrônicas invioláveis, num tempo em que violam-se os mais importantes sistemas de inteligência da NASA, Pentágono, Cia, etc.!

 

O que muita gente ignora, até essa turma de esquerda da Globo, e aquela da igreja “católica” de Aparecida, que deu comunhão ao Haddad e sua vice, e foram vaiados pela estupidez do episódio, sabem que o mais importante sistema de inteligência do Brasil está nas mãos das Forças Armadas, do Exército Brasileiro, principalmente. A violação das urnas, a adulteração dos resultados da votação das eleições do dia 28 de outubro em curso, podem render acontecimentos desagradáveis. Está em curso a apuração do pretenso assassinato de Jair Bolsonaro ao meio de uma das mais espetaculares manifestações populares, em Juiz de Fora, Minas Gerais, estado onde os formidáveis institutos de pesquisa diziam que Dilma ia ser eleita para o Senado por uma expressiva maioria eleitoral, sob a conivência de uma justiça (não só eleitoral, ela toda) de cínico acoitamento a uma pessoa que foi tirada do poder por falcatruas, e pôde concorrer como se fosse decente.

 

Hoje, os institutos de pesquisas não podem mais fazer simulações “dissimuladas”, porque só existem dois candidatos mas, quem está dentro das redes sociais, que vão eleger Jair Bolsonaro com mais de 70% dos votos válidos, pode avaliar a impressionante enxurrada de informações, as mais estupidas possíveis, em favor de Haddad, um negócio que será desmentido de forma tão fragorosa que vão escrever livros de “simulações” sobre pesquisas eleitorais.

 

Vai ser divertido ver a cara dessa gente, depois...

 

 

 


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Bolsonaro está pedindo voto

21/10/2018

 

Apenas com a cara que tem e a coragem, o candidato Jair Bolsonaro, trepado no minúsculo PSL, após vencer galhardamente o primeiro turno, vem sendo assediado por liderança as mais diversas, dos maiores aos menores estados da nação, oferecendo-lhe apoio.

Bolsonaro, com a rudeza característica que tem, o que o caracteriza como um homem totalmente diferente dos quadros partidários nacionais, declara que espera que os que votaram contra ele, votem a favor, principalmente os que votaram em branco, anularam seus votos e até quem votou nos demais candidatos concorrentes, mas não quer receber adesões, por ter certeza de que o eleitor sabe, se o fizer, ficará preso às negociações que têm levado o Brasil para esta merda de política que estamos vivendo, com um amontoado de gente sem nenhum escrúpulo.

A ideia política de Bolsonaro é governar com gente que mereça respeito, confiança, que não venha para o poder com direito de praticar falcatruas.

Bolsonaro vai ser um fato inédito na política nacional. O eleitor, por circunstâncias naturais, não quer que ele se comprometa com a classe política que aí está, que escolha seus auxiliares pela competência e não supostamente pelo “prestigio” que emprestou à candidatura. Bolsonaro tem razão, em se tratando da qualidade do político brasileiro.

Com seu estilo, sua capacidade de dizer o que pensa, Bolsonaro vai dar ao Brasil um sentido diferente de governo, com capacidade e talento para mudar o sistema partidário corrupto que assistimos. Talvez este será um dos fatores mais importantes de sua vitória.

As mudanças ensejadas por Jair Bolsonaro, presentemente, na política nacional, é tão grande, mas tão grande que ainda não nos demos por conta. Todas lideranças derrotadas no último pleito de 7 de outubro, pelo voto popular, sob o poder do vento que Bolsonaro está arrastando, foi tão grande que elas jamais ressurgirão. Todas estarão irremediavelmente mortas, e as novas lideranças eleitas terão que começar a tomar seus lugares no cenário político nacional.

No caso do Espírito Santo, nosso particular território, o fator Bolsonaro provocou uma mudança tão radical, mas tão radical que elegeu até quem jamais pensou em se eleger.

Bolsonaro está precisando de voto. Voto bastante para sepultar Lula de vez. Vamos assistir um extraordinário enterro de um partido, que veio para ter vida curta, devido aos erros de suas lideranças, a partir de Lula, encarcerado por crime contra a nação.

 

 

 

 


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