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Toga imunda.

28/12/2018

 

Para viver numa sujeira ao nível de um poleiro de patos, o Brasil, este “país varonil”, não precisa ter um ex-presidente da República preso, outro com mandato cassado e um próximo de marchar para a cadeia, após terminar seu mandato, no dia 31 de dezembro em curso. Junte-se a essa pocilga, alguns ministros do Supremo Tribunal Federal (nossa formidável Suprema Corte) tipos como Marco Aurélio de Melo, que não se encontra igual em buraco nenhum do mundo...

 

Uma hora destas, um maluco qualquer, do alto de suas tamancas, no Supremo Tribunal, de uma canetada só, manda para rua 160 mil presos dos piores matizes, inclusive os políticos como Lula (Zé Dirceu anda flanando pelo país autografando livro de sua autoria, como se fosse um bom moço), enquanto do lado de fora, um cara vestido de toga, com salário pago por nós, tolos mortais, baixa uma liminar, a pedido do PCdoB, para soltar centenas de bandidos, ladrões da pior espécie, julgados em segunda instância, deixando a nação perplexa. Felizmente a caneta do presidente da Suprema Corte, ministro Dias Toffoli nos salva do vexame, impede que os ladrões sejam libertos, do imenso covil, que são as penitenciárias, depósitos de presos da pior espécie, para continuarem praticando seus crimes, como não tivesse acontecido nada.

 

Já disse, anteriormente, que as melhores coisas que aconteceram no Brasil nos últimos anos, foram o suicídio de Getúlio Vargas em 1954, um caudilho da pior espécie, adorado até hoje por uma chusma de delinquentes políticos, da pior qualidade, a prisão de Lula, provocando o desmonte do PT e, culminando; a eleição de Jair Messias Bolsonaro.

 

Quase que o sr. Marco Aurélio de Melo provocou uma formidável cagada nacional, mandando soltar centenas de marginais, como porcos fugidos de uma pocilga, sem nenhum respeito à sociedade.

 

Se amanhã, um maluco qualquer tiver a ousadia de promover um plebiscito objetivando uma pesquisa nacional para saber se o povo brasileiro gostaria de ter no comando da nação um presidente tipo Humberto de Alencar Castello Branco, Garrastazu Médici ou Ernesto Geisel, tenho certeza que, em torno de 85% da população pediria um militar de culhões  roxo, honestos, como os citados, com a necessária coragem de mandar muita gente para um pátio de execuções.

 

Raios, que formação indecente tem essa gente que veio (de qual buraco?) para nos governar?

 

Será que política é isso que estamos assistindo, bandos de refinados ladrões que assomam o poder para cometer imoralidades?

 

O que dirão, lá fora, os que assistem tais imoralidades?

 

Marco Aurélio de Melo para ditador desta indecente república. Nos atolemos na merda e salve-se quem puder...

 

 


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Os 100 dias de Bolsonaro

27/12/2018

Podem pensar o que bem entenderem mas, para mim, as três melhores coisas, em termos políticos, que aconteceram no Brasil, desde 1930 foram, pela ordem: a morte de Getulio Vargas (suicídio) em 24 de agosto de 1954 a conquista do poder no Brasil pelo Movimento Militar, em 1964 e a morte do PT, em 28 de outubro de 2018, com a eleição de Jair Messias Bolsonaro.

Outro dia, um jovem perguntou o que eu achava que ia acontecer no futuro governo Bolsonaro! Respondi, seria melhor esperarmos decorre 100 dias, para poder avaliarmos o comportamento dele e de sua equipe, onde tem nomes que nunca ouvimos falar e, quem sabe, só o tempo poderá dizer para o que vieram.

Essas coisas de não gostar antes de conhecer não funcionam comigo; jamais votaria em Lula, Dilma e outros tipos que teem aparecido na vida partidária da nação. Até um dia imaginei, vendo Lula discursar como candidato, dizendo a um repórter de TV, sob como pretendia promover o desenvolvimento do país, Lula afirmou que impedindo que os administradores públicos roubassem. “Quem roubar, vai para a cadeia...” Imaginei que estava ali o homem que pretendia consertar o Brasil. Jamais votaria num candidato do PT, PCdoB outras agremiações partidárias que não nutro qualquer respeito por elas mas, confesso que me entusiasmei com a fala de Lula. Vocês viram em que Lula e sua gente transformaram o Brasil?

Acho, que alguns “companheiros” do presidente Jair Bolsonaro falam demais, alguns pelos cotovelos. Deixem as coisas acontecerem sem o blasonar idiota, irresponsável. Um estimado amigo, coronel da reserva remunerada do Exército, me disse que, conhecendo Jair Bolsonaro, seria uma ideia diferente do que a imprensa estava mostrando. Fui apresentado ao sr. Bolsonaro como jornalista, mas um jornalista “diferente”, que não admitia pregar mentiras nos meus comentários e, no meio da nossa conversa, que foi rápida, uns 15 minutos, interrompida por um amigo que pedia licença para alguém tirar uma foto dele com o futuro presidente, quando nossa conversa foi interrompida e ele se dirigiu ao local da palestra, onde disse que realizaria todos os esforços, para consertar o Brasil, ressaltando que não enumeraria providências que iria tomar logo de início, porque fora aconselhado a manter silêncio com relação a essa parte, talvez se referindo à parte do meu conselho ou, quem sabe, outros o aconselharam também.

O que sei é que vou aguardar os 100 dias do governo do “Capitão”, para ver os rumos que ele vai tomar. Acho que tem muita gente falando como se fosse seu pensamento, algumas coisas extemporâneas, que precisam ser tratadas com certo cuidado, postura. Um presidente da República não pode ser um Lula, uma Dilma, um boçal qualquer, trocando as pernas e o palavreado também, que não pode ser chulo, baixo, provindo de palavrões.

Sei uma coisa: para consertar o Brasil, precisamos de um doido, corajoso, destemido, patriota. De ladrões, estamos cheios...

É o caso do governo de Renato Casagrande. Vai dar certo, com esse pessoal que ele escolheu? No governo anterior, não deu muito certo, tanto que não se reelegeu. Vamos esperar 100 dias? Por que não?

 

 

 


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