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Violência sem limites

29/06/2019

 

 

O governador Renato Casagrande está às voltas com um “pepino” bem maior do que se possa imaginar, com o Estado naufragado numa violência sem limites, onde as facções criminosas brigam pelo poder, pelo comando, no chamado coração da capital, a pouco mais de um quilômetro do Palácio Anchieta, a sede do governo.

Aliás, em termos de violência, o governador Casagrande tem alguma vivência com ela, porque durante seu governo anterior quase que o enxotaram do Palácio Anchieta, sendo que a Polícia foi impotente para conter os criminosos que saíram destruindo as sedes de repartições públicas importantes, como o Palácio do Governo, o Tribunal de Justiça e a Assembleia Legislativa, que passou a ser “moradia” de arruaceiros.

Na greve da Polícia Militar o governador Paulo Hartung pegou pesado com a tropa que foi manobrada por suas mulheres, impedindo-o que deixasse os quartéis, por quase trinta dias, onde ocorreram 219 mortes em vários pontos do Estado, sendo que a maioria na região metropolitana, só terminando com a intervenção de tropas federais.

Sob a fantasias de um populismo sem grandes méritos, o governador Renato Casagrande prometeu anistia, promoções e outras vantagens aos policiais militares processados pelo governo, pela destruição financeira e moral que deram ao Estado e à sua economia, sendo que mais de 300 lojas foram depredadas e a maioria não mais reabriu suas portas, gerando uma queda de arrecadação e desemprego recordes aos cofres públicos e ao Estado.

Das promessas da campanha feitas, praticamente nenhuma foi cumprida aos policiais grevistas e, para completar, o governador colocou um secretário da segurança que parece não fala a mesma língua com aqueles que lhe são subalternos. O caso é visível, mas o negócio de política partidária deixa em segundo plano os negócios do Estado e, particularmente, da sociedade, de quem vota.

Pode até pensar que se trata de uma brincadeira de mal gosto, mas o que está acontecendo na área da criminalidade no Estado do Espírito Santo é algo preocupante. As guerras de traficantes, de fações inimigas, estão gerando um clima de insegurança no Estado que está causando vergonha nacional. A coisa de uma semana bandidos atearam fogo em casas de moradores de uma favela, no centro da capital, para mostrarem seu poder, sua tranquilidade, em termos de segurança pública.

Tudo isso que está acontecendo era esperado, mas não se suponha que chegasse a um ponto de ficarmos impedidos de atravessar a rua do bairro onde moramos, sem sermos molestados por bandidos que andam à solta.

Há uma preocupação do governador com a segurança pública do Estado?

Dá o que pensar.

 

 

 

 


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Um jeito para a insensatez

28/06/2019

 

Há uma espécie de fadiga, de cansaço da sociedade brasileira para com sua classe política. A verdadeira deterioração do Congresso Nacional ocorreu a partir dos anos 80, mas exatamente 85, com o alijamento do sistema militar que ocupou o poder depois de 1964.

Para se ter uma ideia, com a instituição dos processos do Mensalão e Lava Jato, mais de 200 políticos foram condenados, muitos estão na cadeia, como os presidentes Lula e Michel Temer, sendo que Dilma foi afastada por um impeachment, quando deveria também estar presa.

Nas últimas eleições, o eleitorado nacional soube banir 50% dos membros do Congresso Nacional. Restam 40% com processos em tramitação, mas garantidos por preceitos constitucionais que impedem que os mesmos sejam condenados.

Agora mesmo, pressionados pela turma que está prestes a ser banida da vida pública, no próximo pleito, tendo à frente o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, e o presidente do Senado, Davi Alcolumbra, estão montando decretos legislativos que amarram mãos e pés do presidente da República, transformando-o numa espécie de Rainha da Inglaterra, como bem explicou o presidente Jair Bolsonaro, que mostrou sua repulsa publicamente contra a decisão que está tomando o Congresso Nacional.

Estão marcadas para o dia 30 de junho em curso manifestações nacionais de apoio ao presidente Jair Bolsonaro e ao ministro da Justiça, Sergio Moro, pelo cerceamento de suas liberdades, sendo que no caso do ministro, por saberem que ele se constitui na maior esperança nacional, no combate à corrupção, querem simplesmente sua cabeça.

Duas coisas podem ocorrer no Brasil a partir do dia 30 de junho, que poderão mudar o curso da nossa história política. Se o Congresso, com seus criminosos recuar nos seus arroubos de manobrar com o Poder Executivo, pode a situação nacional, mesmo com essa democracia fajuto, caminhar tropegamente por mais algum tempo, até o próximo pleito, até que surjam as reformas políticas. Se o “caldo engrossar”, com a resistência do Congresso, o que pode acontecer, o presidente da República poderá invocar, preceitos constitucionais e fechar o Congresso, gerando uma tremenda intranquilidade jurídica internacional. Não é bom para o Brasil, mas será a solução, para termos uma série de reformas que estamos aguardando há 80 anos, mas que a classe política não permite.

Escrevam aí. Podemos amanhecer no dia 1º de julho com uma total transformação na política nacional, com um acontecimento interessante, a sociedade, inteiramente, ficará solidária com o Governo Bolsonaro, pelo cansaço que suporta essa gente roubando o Brasil.

Vamos conferir...

 

 

 


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