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Sem explicação aparente I.

27/03/2018

NOTA – Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

Acho meio cedo, prematuro, expressar comentários a respeito da morte trágica da vereadora do PSOL, Rio de Janeiro, Marielle Franco, na madrugada do dia 4 de março, metralhada no interior do seu veículo, junto com um motorista.

Milhares de pessoas morrem assassinadas diariamente no Brasil, mas não se esperava que a morte da vereadora pudesse ocasionar tamanho estardalhaço, através das mídias, impressa e eletrônica, enquanto as redes sociais, espalhavam vídeos com pronunciamentos da vereadora, dando uma espécie de indicativo para sua personalidade forte, acostumada a pronunciamentos exaltados, denunciando ações policiais nas favelas, como a do salgueiro, no Rio de Janeiro, onde bandidos, fortemente armados foram mortos em ação policial.

Marielle não poupou a Polícia Militar em nenhum momento mas, afirmar-se que sua morte teria sido por este ou aquele motivo, vai uma distância muito grande e o correto é apurar-se com muita isenção os acontecimentos, para apontar culpados.

Estamos vivendo instantes difíceis na nação brasileira. O país foi tomado numa espécie de assalto por grupos marginais capazes de tudo, até de inviabilizar a intervenção militar no Rio de Janeiro, porque ela se concentra nas favelas onde estão os focos de marginais que ali se instalaram a partir da década de 70/80 e se transformaram num câncer difícil de ser extirpado, sem ocasionar muitas e muitas mortes.

Pode ser que a vereadora Marielle Franco seja uma das vítimas dessa violência que estamos falando. Teria sido contaminada depois de assistir um mundo de tragédias sem poder solucioná-las, como seria do seu intento, sendo tragada pelos acontecimentos.

 

Seus pronunciamentos inflamados, na Câmara dos Vereadores, a troca de acusações mútuas com seus pares, sempre dispostos ao bate-boca desconstrutivo, acirrava os ânimos, porque todos perderam a noção do diálogo, do entendimento.

Talvez a morte de Mariella Franco seja um novo despertar, uma forma de repensar numa situação que, nos parece, sem jeito. Antes que morra muita gente, trucidada como a vereadora, é preciso que se encontre uma forma de mediar as forças em conflito, que são muitas, porque existem bandidos de várias facções à solta nas favelas do Rio de Janeiro e, a impressão que tenho, se não ocorrer muitas mortes, nada resolverá.

 

 

FONTE: JORNAL A GAZETA


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Só a morte

26/03/2018

NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

 

Ordinariamente, as cidades refletem quem mora nelas. As vezes me pergunto: quem foi o sábio que disse a asnice que Vitória está em terceiro (?) lugar em qualidade de vida no Brasil! Será?

Olhem bem, sou nascido em São Mateus, moro em Vitória desde a década de 50 e, sinceramente, tenho lutado para avaliar se o que dizem é realmente verdade ou não passa dessas gozações capixabas... Viver é ver Vitória (Marrien Calixte), ou “Esta Ilha é uma Delícia”, Carmélia Maria de Souza, ambos velhos amigos que já se foram. Tudo por gozação...

Tenho um amigo, professor Antonio Chalhub que, reputo, como um dos melhores urbanistas que temos. Quando falou-se em “Linha Verde”, ligando a Praia de Camburi a lugar nenhum, ele falou para mim: “Vai dar em merda”. Foi dito, foi feito! No trecho correspondente à Linha Verde” não vai dar um grande movimento de coletivos para trafegar, mas vai embaralhar o trânsito porque a maioria é de automóveis.

Nossos especialistas em tráfego não entenderam que a Grande Vitória tem três horários de pico, no trânsito: de 7:00 às 8:30; de 11:30 às 13:00 horas; de 17:30 às 19:30 horas. Salvo algum acidente ou buraco inesperado aberto em ponto estratégico, provocam engarrafamento. Quem passa por algumas avenidas da Grande Vitória a noite não deve parar em sinal fechado. Passe o mais rápido possível, para evitar assalto. Vivemos também a tragédia da insegurança.

Um estudo sério, de alguns pontos da região, do excesso de sinal de trânsito, melhoraria muito o tráfego nos horários de pico. Todos nos sabemos que a chamada Praça do Cauê é um entrave ao trânsito da Terceira Ponte mas, cadê coragem? Quem mora na Ilha do Boi ou vai ao Shopping Vitória almoçar sofre para passar no sinal ali instalado. Parece que a demora ali é pura sacanagem que fazem com os moradores ou usuários do Shopping Vitória. Que fazer?

Na av. Saturnino de Brito, na Praia do Canto, tem sinal que permite passar apenas três veículos. O quarto, passa com o sinal fechado e a felicidade é não ter guarda de trânsito, para permitir passar o quarto...

Vou ainda descobrir quem foi o artista que inventou esse negócio de qualidade de vida para Vitória; do porque o grande centro comercial do passado, que foi a Vila Rubim, vive no abandono. Em qualquer lugar decente do mundo, a sala de visita começa pelo mercado, onde o povo vai às compras.

Minha mãe dizia: “Só a morte dá jeito nisso tudo...”

 

 


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