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Qualidade de vida às avessas.

26/08/2018

 

A velha História: as estatísticas. Quem acredita nelas? Vez por outra aparece um gozador para dizer que Vitória, a capital do nosso Estado, está em terceiro lugar em qualidade de vida! Deve ser de trás pra diante...

 

Quem anda pelas ruas da Grande Vitória, anda assustado. Ninguém tem coragem de atravessar o Parque Moscoso com qualquer objeto na mão. A sucessão de arrombamento de lojas, na Jerônimo Monteiro, a avenida principal da capital, é um negócio vergonhoso.

 

Em fevereiro de 2016, a Policia Militar do Estado entrou em greve, sob o comando das mulheres dos militares, que os trancafiaram nos quartéis e, como mansos moços, ficaram na sombra, acobertados pelas mulheres. Como resultado da greve, 219 pessoas foram mortas a tiro e até ontem não se descobriu culpados.

 

De lá para cá, por mais que as estatísticas sustentam, a violência aumentou a olhos vistos, uma monstruosidade, e o comércio ostenta um desencanto diante da insegurança. Mais de 6.700 lojas fecharam as portas no Estado nos últimos três anos, provocando uma impressionante crise de desemprego, onde perto de 19 mil jovens estão desempregados, sem oportunidades à vista.

 

Na greve da Polícia Militar, três autoridades reagiram ao movimento: o vice-governador César Colnago, que substituía o governador Paulo Hartung, que estava sendo operado em São Paulo, e o secretário de Segurança na época, André Garcia, vindo em socorro, abandonando o leito do hospital, o governador Paulo Hartung. Temos disputando cargos quem era a favor da greve e quem era contra, também. Um negócio preciso como Lula. Preso, por corrupção, quer ser candidato a presidente da República de dentro da cadeia e, quem deveria ser candidato à reeleição, com todas as honras prestadas pela sociedade, o governador Paulo Hartung, preferiu não concorrer,

 

No país da qualidade de vida às avessas, onde pulula a violência e abunda a corrupção, estamos diante de um quadro eleitoral que pode ser uma tragédia, se os que estão na mira do voto para perder se  rebelarem, com a turma do PT, me dou conta, pretende melar as eleições, se não deixarem Lula ser candidato, mesmo trancafiado num xadrez da Polícia Federal.

 

Terminando toda essa minha arenga, desejava saber, ao menos: que se passa na cabeça dessa gente que é paga para fazer justiça no Brasil? Será que essa gente é irresponsável mesmo ou está brincando com o futuro da Nação? Dá o que pensar.

 

 


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A ausência de Justiça

25/08/2018

 

A vaidade humana é uma desgraça! Não existe no mundo chamado de civilizado um sistema de televisão tão imoral como o nosso. Não desejo que as estações de TV que produzem novelas se constituam num santuário, mas o aproveitamento que o Congresso Nacional, Senado Federal, Assembleias Legislativas, e até Câmaras de Vereadores é uma vergonha, uma imoralidade, não só pelo custo absurdo que geram para os bolsos já frágeis da sociedade, mas pelos escândalos que transmitem, as discussões estéreis, o narcisismo, aliado ao pedantismo e à burrice.

Da mais humilde Câmara de Vereadores ao Supremo Tribunal Federal, a promoção de imbecilidades que as estações de TV montadas com nossos recursos, para que tais vestais estampem seus arrotos de ignorância, se constituem numa vergonha, num espetáculo degradante para o mundo que nos assiste.

Tem uns escândalos, como a liberdade do criminoso José Dirceu, condenado e recondenado, e outros artista julgados e rejulgados pelo Lava- Jato que, interessante, andam por aí e, dizem, continuam recebendo propinas.

Lula, de dentro do cubículo da Polícia Federal, em Curitiba, onde fala para os quatro ventos, que vai concorrer à eleição presidencial, num imoral processo de intimidação ao Supremo Tribunal Federal, à incrível Justiça Eleitoral, chega ser até risível, mas só acontece no Brasil.

Gilmar Mendes e outros ministros da Suprema Corte, não podem viajar em aviões regulares da carreira, porque são execrados, com os mais violentos epítetos. Não podem ir a um restaurante, que só faltam ser linchados. Em Portugal, onde tem seus negócios, o ministro Gilmar Mendes não pode andar pelas ruas de Lisboa, onde, quando surge, é esculhambado com os palavrões mais horrorosos. Onde vamos?

Na verdade, o brasileiro vive hoje diante de um monstruoso ponto de interrogação. Para onde iremos com essa gente ordinária no poder?

Tenho dito: O Brasil tem quatro problemas graves. 1) uma tremenda falência da justiça; 2) uma classe política inescrupulosa, que precisa ser destruída; 3) 72% da sociedade brasileira composta de microcéfalos; 4) um assustador processo multiplicador de violência urbana, pela mais completa ausência de justiça.

O grande perigo nacional é que essa “guerra civil” em que vivemos, comandada por audaciosos bandidos que intimidam as autoridades de segurança pública, provocarem uma ruptura social. Aí a classe política vai perguntar; Onde errei? Vai ser muito tarde.

 

 


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