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Apaguem os celulares.

03/04/2020

 

Outro dia escrevi aqui, pedindo às pessoas que apagassem a TV. Ninguém aguenta mais o noticiário escandaloso, enervante, até o noticiário da imprensa escrita, como O Globo e a Folha de São Paulo, exageradamente alarmante, com objetivo, apenas denegrir a imagem do presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, como se ele fosse responsável por tudo de ruim que possa acorrer, A Folha de São Paulo, por exemplo, no último dia 27 de março saiu com manchete na extensão de sua primeira página, de suas seis colunas com os seguintes dizeres: “Explode número de internações por problemas respiratórios, diz Fiocruz”, que o número de internados por problemas nas vias respiratórias teria subido, a partir de 25 de fevereiro, de 662 para 2.250, conforme informou Mônica Bergamo, com dados da Fiocruz. Quantos morreram? Não informa nada!

 

A TV, não tem jeito! Depois que Bolsonaro cortou verbas públicas para alimentá-las , virou o demônio, como para a imprensa escrita também. Agora, por favor, desliguem os celulares. Nunca vi surgir tanto cientista de plantão para cagar regras sobre o coronavírus. Algumas figuras são notadamente sérias, ponderadas mas, cada um, tipo o etíope dirigente da OMC, um vigarista comunista, guerrilheiro, colocado ali pelos comunistas com assento na ONU, sob pressão da China, um africano que não diz nada sobre as tragédias dos milhares de africanos que morrem todos os dias por falta de nutrição, de Aids, tuberculose, sífilis, doenças venéreas diversas, guerras tribais que não acabarão nunca, pelo mais diversos motivos. Os chineses escondem suas terríveis misérias atrás de uma imensa floresta de bambus, o povo miserável morando em cavernas, a metade da população chinesa vive em extrema miséria, mas o sr. Tedros Adhanom, presidente da OMC, guerrilheiro, membro do Partido Comunista da Etiópia, aparece com assiduidade frenética no noticiário da TV brasileira, especialmente da TV Globo, pregando mentira sobre o alastramento do coronavírus, que na Itália em uma tragédia maior do que na China, o berço do vírus , sem acrescentar que na região de Veneto, Itália, moram perto de 200 mil chineses, que vão em viagens constantes à China e trouxeram o vírus que matou centenas de velhos, com idade superior a 70 anos, com problemas pulmonares graves, fruto do uso constante de cigarros, da mesma forma que morreram milhares de chineses da região de Gwhan, assolada por milhões de miseráveis que moram na periferia, em suas imundas favelas.

 

Com raras informações sérias, não só a TV brasileira, mas os telefones celulares se tornaram objetos intoleráveis de uso, porque cada WhatsApp vem inundado de mentiras.

 

Como profilaxia pessoal, deixem de assistir TV, não compram jornais e usem o celular apenas para falar, como um telefone comum. Se puder apaga-lo ou jogá-lo fora, melhor. Viva feliz, sem o tormento do noticiário.

 

 

 


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Coronavírus e política suja

02/04/2020

 

O Brasil de ontem foi pior do que o de hoje. O de amanhã, não sabemos o que poderá acontecer, se os chamados homens públicos, os políticos, autoridades diversas, não se meterem em assunto que não dominam, não entendem.

Não é o Brasil, o mundo atravessa um momento difícil, com o aparecimento do coronavírus que está matando, assustando, pela capacidade de reprodução e atingir, principalmente, pessoas com problemas de natureza respiratória.

“Importado” da China, da localidade de Gwhan, a sua área geográfica, onde residem cerca de 36 milhões de chineses e pessoas de outras nacionalidades, foi totalmente fechada, com seus moradores submetidos a um período de quarentena, até que o crescimento da ação do vírus despencasse, podendo as pessoas voltarem às suas atividades laborais, onde teria morrido perto de seis mil pessoas.

As transposições do vírus para outros países foram através de contatos pessoais. As vezes as pessoas eram apenas portadoras (hospedeiras) do vírus, mas transmitiram sua ação. Países como a Itália, onde o surto do vírus matou mais gente do que na China, teve como consequência atingir pessoas com graves problemas respiratórios, debilitadas e com idade avançada.

O aconselhamento de renomados cientistas, sanitaristas, esse pessoal que entende mesmo do assunto, é de que o isolamento da sociedade, sua hibernação por um período de até 15 dias, com rigoroso acompanhamento, evitando contatos com estranhos e cuidados rígidos com a assepsia, são fundamentais.

A Composição da sociedade brasileira é de baixíssimos princípios educacionais. Temos 72% da sociedade ativa composta de analfabetos funcionais, difícil de entender o que é certo, do que é errado e, acrescenta-se a essa tragédia, fruto do que se pode chamar de oligofrênicos (sofrem de oligofrênia – deficiência do desenvolvimento mental, congênita ou adquirida precocemente). Não vamos entrar no mérito por que essas pessoas são oligofrênicas (deficiência alimentar crônica, seria mais acertado).


A grande tragédia brasileira é a incapacidade do raciocínio lógico dessa gente, o que atinge grande parte da nossa coletividade política que, não sabendo definir o que é certo ou o que é errado, se intromete nos assuntos de natureza médico- científica do país, como no caso do surto do vírus procedente da China, para tumultuar as providências que estão sendo adotadas pelo Ministério da Saúde que, aliás, tem um excelente ministro, para acalmar a tumultuada vida nacional.

Só quem tem competência para falar como se deve proceder com a precaução para que o coronavírus não seja uma tragédia, são as autoridades sanitárias do Ministério da Saúde ou qualquer instituição voltada para o assunto.

A quarentena, o isolamento, são coisas importantes mas, poderia se resguardar, se o povo fosse educado, às faixas etárias mais propensas a serem atingidas, como no caso da Itália.

A interferência com que autoridades estaduais agem, peitando um assunto sério em questões políticas pessoais podem ser de graves consequências para a nação e sua sociedade.

O Brasil é um país pobre, não produz alimentos essenciais, como feijão, arroz, milho, batata, alho, cebola, trigo, para suprir as necessidades nacionais. Não se pode fechar todos segmentos econômicos, sem chance para certos empregados em certas categorias econômicas exercerem suas atividades laborais e ganhar seu dinheiro para as despesas familiares.

O Brasil é um dos países de uma grave política social, onde uma casta de parasitas se aboletou nos diversos setores públicos- como judiciário, Legislativo e Executivo, pela ordem- onde o critério de remuneração se constitui num absurdo, uma vergonha, porque o salário menor no serviço público é oito vezes maior do que o que recebe um trabalhador da iniciativa privada.

O funcionalismo público não pode ser dispensado. O trabalhador pode ser demitido. Temos no Brasil cerca de 12 milhões de pessoas sem trabalho, acossadas pelo desemprego, fruto das maluquices econômicas que ocorrem no mundo globalizado. Com as determinações para que toda sociedade se recolha em estado de quarentena, até o dia 6 de abril próximo, não tem quem garante que o sistema repressivo seja capaz de conter a massa, quando ela e seus familiares estiverem com fome.

Os que se posicionam de forma irredutível contra a liberação das pessoas válidas para as atividades laborais, estão erradas. Começaram saques em supermercados, por parte daqueles que não respeitam nada, não têm medo da polícia e da justiça.

Mais de 90% das empresas nacionais estão com problemas para pagar seus impostos devidos. O Governo não tem dinheiro para custear momentaneamente a paralisação daqueles que foram afastados do trabalho. Vamos começar a assistir uma tragédia social, por culpa da incapacidade gerencial daqueles que se julgam autoridades e não querem sair de seus pedestais, como se fossem donos do mundo, contando com o beneplácito de uma imprensa inconsequente, falida, ambiciosa, que nunca defende direitos da sociedade de forma isenta, equilibrada, decente.

Querem, a imprensa e as esquerdas ambiciosas (a imprensa desonesta) acabar com o Governo Bolsonaro. Não vão conseguir. O governador Ronaldo Caiado, de Goiás, saiu protegido pela polícia, que conteve a multidão que queria pegá-lo, tudo por ter se aliado aos governadores do Rio e São Paulo, que querem, de forma indefinida, a quarentena da sociedade, quando se espera que o bom sendo surja e seja estabelecido uma vigilância sobre os que não podem trabalhar, devido seus problemas de saúde.

 

 

 


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