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Nem só na Serra!

25/03/2018

NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

Em certa parte de sua “Divina Comédia” Danti Aligieri diz que “o caminho do inferno está cheio de boas intenções”.

No fundo, todos nós somos bem intencionados, ou para o bem ou para o mal, somos, depende do ânglo em que somos olhados...

Dia 06.03.2018, sob o título: “Tinha que ser na Serra”, comentei sobre uma lei aprovada pela Câmara Municipal (nº 4.691) que institui gratuidade em eventos esportivos e culturais para policiais militares, civis, bombeiros, guardas civis municipais, agentes da secretaria do Estado da Justiça e agentes de trânsito, mediante apresentação da Carteira de Identidade Funcional. Além disso, a lei garante meia-entrada para seus dependentes, em eventos na Serra.

Não posso negar a “boa intenção” do autor da lei para com seus colegas militares mas, a que custo vai custar ao bolso da iniciativa privada? Fosse nos estabelecimentos municipais, vá lá...

Dizem que o vereador está zangado (nem sei seu nome) e promete me processar. Deve ser direito dele...

Essas coisas tendem a dar trabalho.

Em 2004 a Assembleia Legislativa do Estado do Espírito Santo instituiu, através da Lei 7.737 a ½ (meia) entrada em locais públicos de cultura, esporte e lazer para doadores de sangue e órgãos. No art. 3º da citada lei dizia: Para efeito desta lei são considerados doadores regulares de sangue em todos os estabelecimentos mantidos pelas entidades e órgãos da administração pública e privada do Estado do Espírito Santo (NR) (Nova redação dada pela Lei nº 10.396/2015)

Através da ADIN Nº 3512 – a lei foi declarada improcedente (DOU de 23/02/06 e 01/08/06).

Constitui-se numa indignidade as estúpidas mudanças de nome de ruas, avenidas, logradouros públicos diversos, como querem fazer agora com o Aeroporto de Vitória, designado por lei como “Eurico de Aguiar Salles”, e que querem nos empurrar, na sua parte nova, que levou 14 anos para ser construída, o nome do falecido senhor Augusto Ruschi.

Ao sabor dos interesses mais estúpidos, até do esquerdismo canhestro que vive o país, mercê da falta de tradição de ponderável parcela da sociedade, acham que mudar nome é coisa banal, mas não sabem o prejuízo que dão as empresas para acertar seus novos endereços nos órgãos da Receita Pública, correios, etc.

Quando o legislador não tiver nada o que fazer, não precisa inventar a roda (foi inventada a 300 mil anos), nada. Pega o seu celular, e vá ver mulher pelada.


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O povo precisa aprender

24/03/2018

NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

Desenvolve-se uma campanha, através das redes sociais, que vai atingir um crescendo de proporções que colocarão em risco a candidatura de políticos à reeleição.

Se ocorrerem eleições (dentro do atual quadro é um negócio difícil de se acreditar) as rejeições devem atingir em torno de 50 a 60% dos candidatos à reeleição, no entender dos que se julgam experts em política.

Sou mais otimista. Acho que nenhum candidato hoje no poder deveria tentar a reeleição ou outro mandato. Deixa gente nova entrar, para ver se injeta “sangue novo”, de gente que nunca foi, ao menos, candidata a coisa alguma, como está ocorrendo, na vontade de muitos em se candidatar.

Vem aí uma montanha de dinheiro, para alimentar as candidaturas, através do Fundo Partidário. Ninguém se atreve a colocar seu dinheiro em jogo, com medo do resultado. Melhor jogar com o dinheiro público e buscar, auxilio empresarial, do famoso caixa 2, como dizem, quando apanhados através de denúncias ou delações premiadas.

Há uma esperança muito grande que o Brasil se ajeite, mas a classe política tem que mudar, tem que ser substituída, caso contrário o esforço da justiça, através do processo Lava-Jato e outras perdem o sentido, dentro da ótica da política nacional, de que quem tem dinheiro não fica preso.

O exercício da nova política tem que mudar a mentalidade do eleitor brasileiro, que precisa ser mais inteligente, mais determinado, em negar seu voto a uma classe sem nenhum escrúpulo, que se elege e se reelege regularmente para se aproveitar.

A ideologia do político brasileiro chama-se recursos públicos, não importa da forma com que conquistem, mas isso pouco importa, contanto que as malas surjam das mãos de audazes empreiteiros que viciaram ao jogo sujo, que, parece, ninguém dá jeito.

Se as chamadas correntes sociais saíram realmente no processo de informação visando esclarecer o eleitor a não votar em candidato com mandato ou que já foi eleito e retorna às urnas, vamos ter um efeito devastador na política brasileira.

Está nas redes sociais uma campanha bem feita, de apoio à ministra presidente da Suprema Corte, Carmem Lucia, pela sua posição de não debater qualquer pedido para reexaminar a prisão de condenados em segunda instância.

Outra posição válida é a que defende o juiz Sérgio Moro. Se tocarem no homem, vira revolução. O povo brasileiro precisa aprender a lutar.

 


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