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Ebulições políticas

17/09/2019

 

Vive o Brasil uma espécie de ebulição política, fruto da eleição do sr. Jair Messias Bolsonaro, não por ter sido ele egresso dos meios militares (capitão reformado do Exército), mas porque veio com o propósito de desmontar o PT (Partido dos Trabalhadores) e tudo aquilo que se move à esquerda no Brasil.

Desde deputado Federal a posição do sr. Bolsonaro irritava os esquerdistas que, embora jamais sonhassem com a mais remota possibilidade dele um dia se eleger presidente, da República, sua fala era contrária a tudo que se imaginava de esquerda.

As coisas começaram a apodrecer na política nacional a partir do processo do Mensalão, sob o comando do Supremo Tribunal, quando o relator do processo, o ministro Joaquim Barbosa começou a atormentar os que surgiram assaltando os cofres públicos. O ministro foi até o término do seu mandato no Supremo Tribunal mas, sem dizer do porquê, saiu pela porta dos fundos do STF sem dizer o motivo da fuga. Surgiu, através de uns bobos, travestidos de esquerdistas, querendo ser candidato a presidente da República, mas à falta de maior vigor do “cordão dos puxa saco”, preferiu deixar evaporar sua participação política. Melhor assim...

O surgimento do juiz Federal Sérgio Moro e a turma de procuradores de Curitiba e a Polícia Federal, do nada, fizeram uma revolução moral no país, trancafiando figurões os mais notáveis, destruindo suas vidas políticas, inclusive de três ex-presidentes (Lula, Dilma e Temer) e outros candidatos ao posto, como Haddad, estando outros na mira.

Tenta a esquerda demolir a figura do presidente Jair Messias Bolsonaro, resistindo ainda a uma poderosa facada que quase o matou, o que seria a grande satisfação dos adeptos do petismo, cutismo e outros imbecís. Não tem jeito. Quanto mais batem no presidente, mais o aplaudem, simplesmente porque foi ele a única figura que surgiu, que peitou a turma que pilhava os cofres públicos.

Me arrisco a um comentário, diante dessa desesperada luta das esquerdas para demolir o presidente Jair Messias Bolsonaro: estão perdendo o tempo. Bolsonaro, mesmo falando mais do que deve, vai enterrar a oposição. Basta ver, num simples desfile do dia 7 de setembro, da Independência do Brasil, a sociedade brasileira se afigura como outra, rejuvenescida, mais alegre, mais feliz. A turma que está na oposição roubou tanto que está desnorteada, com pavor do dinheiro acabar e ficar numa boníssima merda. Vai ficar. Não tem sentido essa gente voltar para o governo.

Toda essa ebulição política tem um prazo para terminar, com a reeleição de Bolsonaro ou quem ele vier a indicar. Pode ser Sérgio Moro? Morão? Guedes? O tempo dirá. O petismo não volta mais.

 

 

 


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De novo os radares

16/09/2019

 

A União e o Ministério Público Federal acordaram em permanecerem 70 radares fixos no Estado do Espírito Santo, sendo que em todo território nacional seriam mil radares fixos, a serem instalados em locais admitidos como necessários.

O presidente Jair Messias Bolsonaro, ainda candidato, prometeu, uma das primeiras coisas que iria abolir, eram os radares fixos (com os móveis, determinou sua abolição), relacionando os mesmos com uma espécie de tapeação, uma forma de ganhar dinheiro por meios escusos.

Entendo que o povo brasileiro não tem a necessária educação e os radares fixos deveriam ser apenas localizados em trevos, cruzamentos de ruas e avenidas, próximo a escolas, etc.

Acho que disseminaram tanto radares em lugares sem necessidade que passaram a ser um negócio incômodo para quem dirige pelas rodovias federais, estaduais e municipais. Em alguns pontos das rodovias, existem redutores para até 40 quilômetros horários, um absurdo. O sujeito vem dirigindo a 90, 100 quilômetros horários e, surpreendentemente, tem que reduzir para 40, 50 e, incontinente, pressiona o acelerador, para reconquistar a velocidade perdida com o radar.

Dizem os especialistas que os radares são colocados em posições estratégicas, nas curvas, nas passagens mas, muitos, poderiam ser perfeitamente abolidos, se as rodovias não tivessem curvas tão sinuosas e os radares não fossem colocados em locais de pouca visibilidade.

A afirmativa presidencial que há interesses escusos por trás dos radares, não chega a tanto, mas a credito que mais é uma questão de burrice, incapacidade de colocar em execução o raciocínio lógico que, não são os radares que evitam os acidentes nos locais onde estão instalados, mas seria o caso de dizer que o número de acidentes tem aumentado porque as vias são ruins, realmente, e as pessoas não possuem a necessária educação. Vejam o caso da multiplicação dos acidentes de bicicleta e agora das patinetes.

Os radares devem ser localizados em locais que possam oferecer perigo para os transeuntes e não para quem dirige, apenas. Os condutores precisam ser educados desde criança a respeitarem as regras do trânsito.

É uma questão eminentemente de educação.

 

 

 


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