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A transposição.

03/07/2020

 

Não me entristece a pobreza de uma grande parcela da população brasileira. Ninguém nasceu para ser rico. Nascemos com o objetivo de trabalhar para nosso sustento e dos familiares. A grande tristeza é pela burrice da extraordinária maioria do povo, sua extrema dependência dos favores de uma grande parcela de dirigentes perdulários, ardilosos e ladrões, que exploram seus semelhantes com objetivo de se eternizar no poder.

 

Ao sabor de uma grande parcela de políticos sem um mínimo de escrúpulos, apoiada por outra parcela da justiça também corrompida pelo vil metal, de forma premeditada, injusta e até cruel, exercita o favorecimento da cornucópia oficial para subjugar o menos esclarecido, para o aproveitamento político, os chamados currais eleitorais.

 

Ainda no império, sob a influência do que se denomina o polígono das secas –a áreas que não existe ventos predominantes, provocando a ausência de níveis de chuva e, consequentemente, a estiagem – vinha sendo elaborados projetos e ideias para a transposição das águas do São Francisco para vasta região nordestina -, a mais sofrida pelas secas intermitentes.

 

A “sabedoria” política dos “coronéis”, título político que lhe foram dados com o intuito de “condecorá-los” pelas suas ações bajulatórias, impedia que os projetos de transposição das águas fossem executados e, nos tempos mais “modernos”, com Lula e seus sequazes, resolveram “deslanchar” o projeto mas, sub-repticiamente entregues as obras, a empreiteiras determinadas, dentro do processo de corrupção à base de obras públicas, foram esbarrar nas “operações Lava Jato”, até que se descobre que o badalado juiz Sérgio Moro escondia ações inconfessáveis, na condução dos processos que culminaram com a prisão de Luiz Inácio Lula da Silva e seus 40 ladrões, que mamavam nas tetas da Petrobras, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Correios e outros órgãos nojentos, que nunca deveriam ter sido criados. Pasmem, Lula foi presidente do Brasil, e ainda arrota grandeza, com toda sua ladroagem, favorecida com a liberdade, graças uma decisão dos ilustres (“ilustres” mesmo), ministro da Suprema Corte.

 

O impossível aconteceu (o impossível também acontece), surgindo um ex-capitão do Exército Brasileiro, deputado Federal sem papas na língua, para se lançar, a despeito de tudo e todos, até da nossa “formidável” imprensa, como candidato a presidente da República. Fizeram tudo, para o homem não se eleger, o cabra que disse não precisar da imprensa, nem falada, nem escrita e muito menos a televisionada. Arranjaram um tal de Adélio Bispo de Oliveira para dar-lhe uma facada no estômago quando era carregado às costas por populares, na cidade de Juiz de Fora. A história contada à Polícia Federal por Adélio Bispo de Oliveira é uma imoralidade, mas o Brasil é assim mesmo...

 

Eleito, a despeito de tudo, Jair Messias Bolsonaro, a despeito de tudo, as obras de transposição das águas do rio São Francisco, que não acabavam nunca, determinou que acabassem, com apoio do pessoal de engenharia do Exército Brasileiro. Tudo aquilo que fazem 500 anos, que fizeram projetos, começaram e não acabaram, Jair Messias Bolsonaro está acabando, para desespero de uma esquerda ladrona que tomou conta do Brasil a partir de 1985 e quase nos levou o país a um estado de falência, de vergonha. As obras de Lula no exterior , para caudilhos comunistas em vários países, são um acinte à nação.

 

As águas do São Francisco chegaram ao Ceará. De raiva, o governador do Estado não quis assistir uma multidão aplaudindo Bolsonaro, porque não vai poder explorar mais o sofrido povo nordestino.

 

 

 

 

 

 


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Quem somos?

02/07/2020

 

Às vezes, ao meio da madrugada acordo e me assalta o direito de perguntar a mim mesmo: Onde estou? Que país é este em que nasci? Resido no Estado do Espírito Santo ou no Espírito de Porco? Quem é que manda? Quem governa o Estado?


Estamos situados numa região, a partir do México, que América do Norte mas, como os demais, tidos como terceiro mundista, foram colonizados por portugueses ou espanhóis, embora se situem também algumas colonizadas por holandeses, inglesas e francesas, antigas possessões que ainda sofrem influências daquelas nações.


Meu pai chamava a esse “ajuntamento” de povos latinos (línguas derivadas do latim), em pejorativamente, de América Latrina, pelo conjunto de gente ordinária, despachada pelos colonizadores para se livrarem dos seus piores bandidos, ladrões, proxenetas, audazes destruidores de etnias, como ocorreu com as conquistas de vários povos, como os mexicanos, peruanos, colombianos, bolivianos, por tipos como o espanhol Francisco Pizzaro Gonzáles, como a busca pelo ouro das Minas Gerais, o roubo praticado pelos religiosos da Companhia de Jesus, formado por jesuítas, inclusive Padre José de Anchieta, perseguidos pelo português Marques de Pombal, que mandou liquidar com “a raça” dos jesuítas, atirando-os em alto mar, com uma pedra amarrada ao pescoço, e outras tragédias,  como a conquista do Peru, etc. Assim surgiu a América Latina, depois da África, a região do mundo que abrigou os maiores facínoras, déspotas, ladrões audazes que resistem até hoje, como os restos do domínio do Norte e Nordeste brasileiro, pelos chamados “coronéis”, donos de currais eleitorais, que massacram a consciência daquela gente que vive sujeita às esmolas do poder central, obtidas através de favores das trocas de apoio político. Esta é a nação em que vivemos que, desesperadamente, a maioria elegeu um presidente que a minoria, os perdedores, não aceitam, não se conformam e tentaram até matá-lo. Os desgraçados caudilhos são difíceis de morrer. Vejam a resistência de Sarney, Fernando Henrique, Lula, e etc.


Temos 520 anos de descobrimento, feitos em 21 de abril último e não perdemos a mania de adorar ditadores, déspotas, ladrões, genocidas, os mais devassos, ladrões contumazes, hordas de subservientes ao poder, com objetivos escusos para obter favores ilegítimos, usurpação de terras.


Nos tempos antigos e na atual modernidade, todas desgraças possíveis e imaginárias nos assaltaram. Bandidos governam o país, saqueiam os cofres públicos, a justiça acuada, pelas suas próprias fraquezas e falcatruas, os liberta, com medo de revides e, aí, temos esse descomunal molambo chamado de Brasil, atingido, como outras nações por uma pandemia provocada por um viris que vem lá da distante China, de seus cantos podres, que faz o enriquecimento, mais ainda, de certos grupos de políticos sórdidos, ladrões da pior qualidade, que impõem ao povo um estúpido enclausuramento, onde o vírus, pela falta de circulação do ar, fica estagnado durante seu período de vida, provocando a contaminação. Inteligência de campanário, lugarejo, favelas.


Agora, a Polícia Federal sai à caça de administradores ladrões, comprometidos com a aquisição de produtos médicos diversos, por preços superfaturados, numa fórmula indigna de enriquecimento, com a desgraça alheia.


Afinal, este é o país em que vivemos. Até quando?

 

 

 

 


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