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Industria de assédios.

10/07/2019

 

Rolam, com imensa intensidade, processos diversos, inquéritos, na Justiça e nas delegacias, por assédio sexual. É um negócio impressionante, que a imprensa, de um modo geral, divulga e que começa a trazer apreensão, porque, tais denúncias, com uma aparência de cristalina verdade, começa a esconder seus viés de coisa forjada, montada, como têm sido montados os processos de cobrança, como por danos morais, por qualquer coisa, comprar num estabelecimento comercial, só porque o cartão do suposto cliente foi recusado pela máquina de cobrança do estabelecimento, arma-se um escândalo e vai todo mundo para a Delegacia mais próxima...

Sei que a Justiça do Estado do Espírito Santo está preocupada com o volume de denúncias claramente montadas, como aconteceu, recentemente, com o jogador Neymar, fruto de um episódio num hotel de Paris, por um suposto estupro de uma mulher para quem ele teria pago passagem de avião e hospedagem na capital francesa.

Outro dia, conversando com uma autoridade do judiciário capixaba, que reputo de ilibado comportamento, na roda em que o assunto veio à baila, afirmava que a imprensa era responsável no auxílio da publicidade desses episódios, na maioria forjados, ajudando, assim, aos delinquentes que agem com objetivo de tomar dinheiro de incautos que, despreparados ou até irresponsáveis em agir, em certos tipos de “atração”, servem para processos vergonhosos de exploração, por caírem em armadilhas de espertos, até com possível acumpliciamento de autoridades que, buscando notoriedade, através da desgraça alheia, são levados à participar de tais crimes.

Desde os tempos mais remotos, mulheres e homens prevaricam, como religiosos das mais diversas tendências (o caso de João de Deus chega a ser de uma imoralidade degradante), por perto de meio século que o conhecido rufião explorou e abusou da sexualidade das vítimas que o procuravam com o objetivo de “cura”.

Tem casos e tem casos. É preciso saber o que está sendo forjado, o que surge como uma espécie de insulto ao direito, à dignidade humana, casos verdadeiros, que precisam ser apurados com cuidado, para não se cometer injustiças.

No caso das práticas de processos por “danos morais”, a Justiça tem sabido buscar apuração, através da Corregedoria Geral da Justiça, para punir envolvidos. É preciso buscar mais, um pouco a fundo, do que são processos montados com objetivo de vingança, extorsão, perseguição. Nada de mais indigno do que a falta de justiça, da sua falência moral.

Para não passar como omisso, condescendente com esse tipo de crime indecente, hediondo, clamo para que a Justiça examine a montoeira de processo que rola nas delegacias e no judiciário, por assédio, como os casos de escola, de professores sendo acusados em uma sequência impressionante, num mundo de devassidão impressionante. Ou não?

Há uma “indústria” de assédio sexual.

 

 

 

 


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A cidade das quadrilhas.

09/07/2019

 

Já imaginaram que a Ilha de Vitória, capital do Estado do Espírito Santo tem 42 quilômetros quadrados? De sua área, 60% são morros que, pelas posturas municipais não são áreas edificáveis mas, lá nas alturas, não tem lei, não tem prefeito, não tem polícia, não tem vigilância sanitária, não tem CREA, não tem Corpo de Bombeiros, cobrança de IPTU, de esgotos, energia, taxa de iluminação pública, nada. É a lei do cão, onde 130 quadrilhas disputam o comando do tráfico na Grande Vitória.

 

Moradores de rua, drogados, assaltantes dos mais variados quilates de periculosidade criminal povoam um fantástico território onde o sistema policial é “impotente”, não se sabe por quê!

 

No Morro da Piedade ( o nome é singular...) traficantes expulsaram moradores queimando suas casas e peitam a segurança pública com ameaças, prometendo expulsar mais, quem se rebelar contra suas ordens.

 

Tem dia que o comércio amanhece fechado, crianças não vão para as escolas, simplesmente porque os traficantes não querem, montam guarda, armados de forma ostensiva, dão tiros a esmo e não se faz nada.

 

 Hoje não é como ontem. É uma deslavada mentira. Não era um mar de rosas, mas pelo menos os bandidos não fechavam o comercio, as escolas e até os estabelecimentos de saúde pública.

 

É verdade que toda essa tragédia foi montada durante anos e anos de populismo irresponsável, de gente que queria se eleger de qualquer maneira, reeleger-se também e mandava invadir. O poder Público colocava energia, sistema de elevatória de água, tudo às custas de quem mora na parte baixa, paga impostos escorchantes e, se não pagar, o sistema de cruzamento de dados com repartições públicas municipais, estaduais e federais impedem que o devedor tenha dinheiro depositado no banco, exerça qualquer profissão com carteira assinada, tenha bens em seu nome e está sujeito a ir para a cadeia, enquanto o marginal, que atormenta a vida dos que moram regularmente nas partes baixas e até nos morros vivam em paz. Na luta desesperada de cobrar impostos o Estado, o Município e até mesmo a União desconhecem que existe uma tragédia econômica montada no país pela classe política mais corrupta da face da terra, capaz de tudo, de tudo mesmo, para se manter no poder.

 

Não tem jeito. Vivemos sob o estado, o mando da delinquência sem limites e, a coisa vai piorando exatamente onde os governantes se mostram fracos, incompetentes, perdulários com o que arrecadam. O chamado Estado Brasileiro é uma verdadeira tragédia.

 

A preocupação do poder público é sobre as novas regras sobre o uso de patinetes.

 

Será que essa gente, que pensa que governa, sabe o que está fazendo?

 

 

FONTE: JORNAL A GAZETA


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