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Promessas (apenas)

14/10/2018

 

Existe uma palavra no nosso dicionário que pouca gente entende: exequível. Exequível é aquilo que imaginamos fazer, depois de muitos estudos e amadurecimento (e dinheiro), para então decidir pela execução.

Nosso político, na campanha eleitoral é uma coisa. No poder, é outra diametralmente diferente. Muitos se transformam em refinados ladrões e, outros, se vestem de sábios, ilusionistas ou palhaços!

Certa feita, num auditório um político capixaba disse, com a maior cara de pau, que iria transformar o cais do porto de Vitória, num negócio semelhante a Puerto Madero, em Buenos Aires, Argentina. Puerto Madero tem esta denominação em homenagem ao engenheiro, Eduardo Madero, executor daquela monumental obra à margem do rio da Prata, na Argentina, abandonada por vários anos e que foi arrematada por um consórcio francês, por 8 bilhões de dólares, para transformá-lo num dos pontos mais chiques, badalados, da capital portenha.

Vendo tal estultice, perguntei ao candidato a prefeito de Vitória se ele tinha medido a responsabilidade do que estava dizendo. O homem virou uma fera. Foi eleito, mas acabou sendo um dos piores prefeitos de nossa capital.

Outros, mais afoitos, prometem pontes, túneis, teleféricos, escadas rolantes até para a Lua, acabam esburacando a cidade para colocação de esgotos sanitários que hoje arrancam pesados recursos do bolso dos moradores de Vitória, que pagam os serviços porcos mais caros das capitais brasileiras.

Tenho a lucidez de dizer que não acredito em nada de sobrenatural, divindades as mais diversas. A única divindade para mim é minha mãe que, embora morta, é a única coisa que me faz ter fé, para sobreviver, para lutar. Mas nossos sábios políticos deixam muito a desejar, daí me espantar que o nosso futuro governador, Renato Casagrande, que acabo de votar nele, por ser o melhor do grupo, está prometendo colocar em funcionamento o aquaviário, o sistema de transporte entre Vitória e Vila Velha. Sonhar ainda é de graça, embora custe caro ao bolso do contribuinte, como a av. Leitão da Silva, que atravessa os anos num exercício da mediocridade administrativa, para ser concluída.

Breve, teremos no poder um presidente completamente diferente de tudo que já aconteceu. O sr. Jair Bolsonaro vem com objetivo de acertar o país, fiscalizar o que está errado. Tenho convicção que será um governo diferente. É bom os administradores brasileiros irem se acostumando e colocar as obras paradas em conclusão, para não terem aborrecimentos.

O cais das Artes está ali, como exemplo!

 

 

 


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A luta de um homem só.

13/10/2018

 

Sem dinheiro, sem marqueteiros, toda mídia contra (rádio, TV, jornais, revistas), considerado um protótipo de Hitler brasileiro, sem qualquer auxílio dos cofres públicos, com apenas 8 segundos de horário no programa gratuito de TV, sem apadrinhamento de nenhum figurão da política, montado numa estrutura de comunicações apoiado apenas,  por uma sociedade enojada de corrupção, destruição do patrimônio público por uma chusma de ladrões que assaltavam até a merenda escolar, Jair Bolsonaro saiu da maior disputa política da história do Brasil, com perto de 49 milhões de votos, ou seja, 46,3% dos eleitores que compareceram às urnas, contra seu opositor, com rios de dinheiro disponível, uma chusma de ladrões apoiando, de dentro e fora das prisões, o opositor de Bolsonaro, o petista Fernando Haddad teve apenas 30 milhões de votos, na maior revolta da sociedade contra embusteiros que vieram para o poder  para pilhar os cofres públicos.

 

Não devemos esquecer que Jair Bolsonaro quase foi morto com uma facada desferida por um ensandecido defensor da candidatura petista que, preso, se disse enviado por Deus, embora se confirme em fatos anteriores que o bandido que quase matou Jair Bolsonaro aparece em comícios do PT, tirou fotos juntos com a presidente do partido e outras figuras, num atestado eloquente que o crime foi premeditado, que estava tudo devidamente maquinado para afastar o candidato Bolsonaro em caráter definitivo da vida pública mas, mesmo do leito de um hospital, com  vida por um fio, seus seguidores perseguiram em sua luta, dando-lhe uma impressionante vitória sobre um dos movimentos políticos mais endinheirados da história brasileira.

 

O que é mais impressionante na história política do Brasil é que um candidato sem dinheiro, sem um instante que a mídia lhe seja favorável, querem ainda colocá-lo contra a sociedade, especialmente a nordestina, onde a classe política vai, em períodos eleitorais, para mentir-lhes, explorá-los, quando na verdade deveriam merecer o maior potencial de investimentos para poder transformar a região num dos pontos mais desenvolvidos da nação, pelas suas potencialidades nos campos da agricultura, da pecuária e do turismo.

 

Bolsonaro tem tudo para desmistificar essa corja de aproveitadores da pobreza nordestina, que a séculos explora com objetivos claros de roubá-la, de torná-la inútil, com objetivo apenas de explorá-la politicamente.

 

É preciso que o Nordeste acorde para uma realidade que precisa ser mostrada.

 

Felizmente a Nação acordou, despertou de um longo pesadelo, onde a corrupção tomou conta e está sendo punida pelo juiz Sérgio Moro.

 

Bastam 5% dos votos válidos dados a candidatos perdedores para Bolsonaro ser nossa presidente, a partir do dia 28 próximo.

 

 

 


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