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Os deuses andam de bicicleta

07/11/2019

 

Qualquer jovem, mediamente inteligente, curioso, sabe que a questão da mobilidade urbana, no chamado centro convergente do desenvolvimento de um núcleo habitacional ou de atividades econômicas – comércio, serviços, turismo, indústria -, é a facilidade com que o sistema de transporte se desloca, levando e trazendo pessoas para o trabalho e, mais importante, facilitando seus movimentos nas áreas de comércio.

Qualquer pessoa que mora nos municípios circundantes ao de Vitória, capital do Espírito Santo, o chamado centro convergente, por ser a sede do governo do Estado, para trabalhar aqui ou participar de qualquer atividade, tem que sair de casa, no mínimo, com duas horas de antecedência. Passar por Carapina, na Serra; São Torquato, no entroncamento de Vila Velha com Cariacica, para passar pela Segunda Ponte ou, vindo ou indo de Vila Velha para Vitória, tem que passar por outro gargalo, a Terceira Ponte, onde as facilidades de mobilidade urbana, nos chamados três períodos de pico do trânsito – manhã, meio dia e depois de 17 horas, se transforma em pesadelo.

Recente, estivemos no Japão, que tem um território mais ou menos do tamanho de Pernambuco e onde vive numa impressionante harmonia no centro mais trepidante do desenvolvimento econômico do mundo, 160 milhões de pessoas que se movimentam nas 24 horas do dia, onde, praticamente, não existem tráfico de bicicletas. Dá gosto visitar os mercados de abastecimento de gêneros alimentícios do Japão ou qualquer cidade, onde seu administrador sabe da importância do abastecimento, do comércio.  

Em Vitória, o único prefeito que passou por aqui, de verdade, pela sua competência administrativa e simplicidade, foi o engenheiro Chrisogono Teixeira da Cruz, que transformou a Vila Rubim, secularmente conhecida como o centro de abastecimento alimentar da região metropolitana, num lugar decente. A incúria administrativa dos prefeitos que o sucederam transformaram o local numa tragédia, onde é impossível o estacionamento em qualquer horário do dia, menos à noite, onde pulula a marginalidade.

Tivemos, em data recente, um prefeito que saiu do cargo apelidado de “João Tatu” (João Coser), por esburacar a cidade para colocar um sistema de esgoto que serve mais ou menos a 30% da população, que paga o chamado “olhos da cara” para ter tal serviço. Nunca mais foi reeleito, pela má fama herdada, mas sempre tentando se eleger...

Sem usar a racionalidade administrativa, sem ao menos contratar um especialista em planejamento urbano, capaz de ordenar a elaboração de um diagnóstico para ver quais os problemas da cidade que administra, o prefeito Luciano Rezende danou a arrancar árvores dos canteiros de principais avenidas da cidade para construir ciclovias, numa pressuposição que, depois dele, o futuro administrador da cidade vai proibir o trafego de veículos individuais (automóveis, ou os coletivos) para dar lugar às bicicletas, sem imaginar que, na atualidade do mundo, elas são feitas para atividades de recreio, em fins de semana, não para o trabalho, como o desejo do nosso prefeito.

Não sei o que será da vida política do senhor Luciano Rezende, ao término do seu mandato de prefeito de Vitória, mas que vai ser esquecido, isso vai, a exemplo do prefeito João Tatu.

O custo de uma vaidade é, às vezes, a desgraça do chamado ser humano.

É a velha história, os deuses também morrem e enlouquecem.

 

 

 


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Brincando com a verdade

06/11/2019

 

 

Não se discute que, por falta de princípios aliados à uma falta de educação ou despreparo para ouvir mais do que falar, no governo Jair Messias Bolsonaro tem gente falando demais, pelos cotovelos. Muito menos pode deixar de se discutir que, os hoje na oposição, não souberam perder, mesmo que seja de uma clareza meridiana que a maioria da sociedade brasileira não suportava mais a roubalheira dos então instalados no poder, que levou Lula e seus extraordinários companheiros à prisão.

Essa formidável gente que perdeu as eleições, que queria instalar no Brasil um sistema político comunista de merda, como Cuba, Venezuela e outras republiquetas vagabundas que, onde suas populações também cansadas de tantas patifarias está dando um basta.

Agora recente, o deputado Federal Eduardo Bolsonaro, cometeu a infantilidade de falar publicamente, diante da pressão oposicionista quase insuportável para tirar seu pai do poder, declarou que, se os acontecimentos ocorridos nos chamados países em ebulição política, para o estabelecimento de um regime comunista, se avultasse, como desejam alguns no Brasil, poderia ter a repetição de um AI 5 (Ato Institucional nº 5) como aconteceu no governo do presidente militar Costa e Silva, para deter a onda oposicionista comunista querendo tomar o poder, em 1968, fechamento Congresso Nacional, e Supremo Tribunal Federal e cassando direitos políticos dos declarados de esquerda e que montavam escaramuças para derrubar o governo.

Por favor, não falem em corda em casa de enforcado. Qualquer pessoa, medianamente inteligente sabe que a sociedade brasileira, mais um pouco da metade da população têm uma firme esperança de que, só um golpe militar, só um regime muito forte, revolucionário mesmo, pode por um fim a essa onda de Lula Livre e o aberto apoio de membros da Suprema Corte apoiando políticos corruptos, inclusive ao “professor” Lula.

Embora para muitos de forma imprudente, o deputado federal Eduardo Bolsonaro teve um instante de corajosa lucidez para expressar a vontade da maioria da população.

Quando acontecia tudo isso, em termos políticos, com a imprensa comunista desesperada para fazer a ligação do que o filho do presidente dizia, a respeito de um novo AI 5, um grupo de pessoas, portando faixas, megafones e poderosas gargantas, para desmoralizar a figura do presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, que saia de uma reunião.

As redes sociais têm transmitido os grande e graves espetáculos públicos, até em campo internacional, de populares escrachando com políticos de esquerda e membros da Suprema Corte, um espetáculo que nunca ocorreu no Brasil.

Querer dizer que o filho do presidente da República não estar expressando o pensamento da maioria da sociedade, é sofismar, pregar mentira, como é verdadeira a satisfação, nas redes sociais, das pessoas adotarem os vibrantes xingamentos contra o presidente do STF, ministro Dias Toffoli.

O Brasil está vivendo novos tempos. A imprensa esquerdopata e essa gente que deveria estar na cadeia, estão brincando com os sentimentos da sociedade.

 

 

 

 


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