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Novo marco político

13/01/2018

NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

“Pata de cavalo e munheca de juiz, você não pode confiar. Não pode avaliar o que vai acontecer.” Esta expressão foi cunhada, certa feita, por um dos maiores e respeitáveis homens públicos do Estado do Espírito Santo, o governador Carlos Lindenberg, que passou por todas etapas da política do seu Estado (vereador, deputado, senador e governador, neste caso por duas vezes), onde pontificou pela sua retidão no trato à coisa pública e o amor ao país. Um homem inigualável, raro, nos tempos atuais.

A expressão cunhada pelo homem público, Carlos Lindenberg, vem a propósito do dia 24 de janeiro de 2018, data em que está marcado o julgamento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em segunda instância, pela história, meio complicada, de um apartamento tríplex em Guarujá, praia famosa de São Paulo, onde, dizem, foi presente da empresa Odebrechet a ele e, desmente o ex-presidente, que nunca foi dono daquele imóvel, muito embora todas evidências corroborem como de sua propriedade.

Condenado em primeira instância a nove anos de prisão, pelo Juiz Sérgio Moro, que trata do famoso inquérito conhecido como Lava Jato, confirmada a condenação de Lula ele ficará inelegível nas próximas eleições e pode ser preso, o que acho muito difícil...

Pela linha de raciocínio, Lula deve ser condenado mas, dentro da linha de raciocínio do saudoso político Carlos Lindenberg, munheca de juiz é um negócio complicado, para se adivinhar...

Vem aí a história. No Brasil pós 1986, com a retomada do poder por um bando de metidos a socialista, sob a coordenação do ideólogo de esquerda Fernando Henrique Cardoso, a facção da esquerda mais importante, toma de assalto o país por oito anos e, depois pelo PT (Partido dos Trabalhadores) sob o comando de Luiz Inácio Lula da Silva, José Dirceu, José Genoino, Stédle (o mais a esquerda do Brasil, a turma do MST). Essa turma violenta, começa a se acampar na periferia de Porto Alegre, onde Lula deve ser julgado em segunda instância e, promete, reagir, se ele for condenado!

Onde essa gente foi treinada, fui expulso. Conheço-a por fora e por dentro: de cor e salteado; sei o que é capaz e incapaz de fazer. Na verdade, é um bando de poltrões. Se os militares baterem os pés, sai todo mundo correndo!

Para felicidade do povo brasileiro, tem um importante instrumento no país que jamais a esquerda dominará, as Forças Armadas do Brasil, que não aceita o domínio comunista, coisa que já acabou e essa turma de esquerda parece que não se conforma. Se essa turma pensa que as Forças Armadas vão se intimidar, está enganada, daí 24 de janeiro de 2018 se transformar numa data importante da história nacional. Para a direita ou para a esquerda. O tempo dirá.

 


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À flor da pela

12/01/2018

NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

Ives Gandra Martins, é um luso-descendente e prestigiada figura da Comunidade Luso-Brasileira, um dos 30 homens mais inteligentes do Brasil, renomado professor emérito das Universidades Mackenzie e UNIFMU e da Escola de Comando e Estado Maior do Exército Brasileiro e presidente do Conselho de Estudos Jurídicos da Federação do Comércio do Estado de São Paulo.

O professor Ives Gandra da Silva Martins, com usa impressionante lucidez nos brinda com um texto primoroso sobre as dificuldades atuais que o chamado homem branco atravessa no país. Diz o professor:

Não Sou: - Nem Negro, Nem Homossexual, Nem Índio, Nem Assaltante, Nem Guerrilheiro, Nem Invasor De Terras. Como faço para viver no Brasil nos dias atuais? Na... verdade eu sou branco, honesto, professor, advogado, contribuinte, eleitor, hétero... E tudo isso para quê?

Meu Nome é: Ives Gandra da Silva Martins” Hoje, tenho eu a impressão de que no Brasil o “cidadão comum e branco” é agressivamente discriminado pelas autoridades governamentais constituídas e pela legislação infraconstitucional, a favor de outros cidadãos, desde que eles sejam índios, afrodescendentes, sem terra, homossexuais ou se autodeclarem pertencentes a minorias submetidas a possíveis preconceitos. Assim é que, se um branco, um índio e um afrodescendente tiverem a mesma nota em um vestibular, ou seja, um pouco acima da linha de corte para ingresso nas Universidades e as vagas forem limitadas, o branco será excluído, de imediato, a favor de um deles! Em igualdade de condições, o branco hoje é um cidadão inferior e deve ser discriminado, apesar da Lei Maior (Carta Magna). Os índios, que pela Constituição (art. 231) só deveriam ter direito às terras que eles ocupassem em 05 de outubro de 1988, por lei infraconstitucional passaram a ter direito a terras que ocuparam no passado, e ponham passado nisso. Assim, menos de 450 mil índios brasileiros – não contando os argentinos, bolivianos, paraguaios, uruguaios que pretendem ser beneficiados também por tabela- passaram a ser donos de mais de 15% de todo o território nacional, enquanto os outros 195 milhões de habitantes dispõem apenas de 85% do restante dele. Nessa exegese equivocada da Lei Suprema, todos os brasileiros não-índios foram discriminados. Aos ‘quilombolas’, que deveriam ser apenas aqueles descendentes dos participantes de quilombos, e não todos os afrodescendentes, em geral, que vivem em torno daquelas antigas comunidades, tem sido destinada, também parcela de território consideravelmente maior do que a Constituição Federal permite (art. 68 ADCT), em clara discriminação ao cidadão que não se enquadra nesse conceito. Os homossexuais obtiveram do Presidente Lula e da Ministra Dilma Roussef a direito de ter um Congresso e Seminários financiados por dinheiro público, para realçar as suas tendências – algo que um cidadão comum jamais conseguiria do Governo! Os invasores de terras, que matam, destroem e violentam, diariamente, a Constituição, vão passar a ter aposentadoria, num reconhecimento explícito de que este governo considera, mais que legítima, digamos justa e meritória, a conduta consistente em agredir o direito. Trata-se de clara discriminação em relação ao cidadão comum, desempregado, que não tem esse ‘privilégio’, simplesmente porque esse cumpre a lei... Desertores, terroristas, assaltantes de bancos e assassinos que, no passado, participaram da guerrilha, garantem a seus descendentes polpudas indenizações, pagas pelos contribuintes brasileiros. Está, hoje, em torno de R$ 4 bilhões de reais o que é retirado dos pagadores de tributos para ‘ressarcir’ aqueles que resolveram pegar em armas contra o governo militar ou se disseram perseguidos. E são tantas as discriminações, que chegou a hora de se perguntar: de que vale o inciso IV, do art. 3º, da Lei Suprema? Como modesto professor, advogado, cidadão comum e além disso branco, sinta-me discriminado e cada vez com menos espaço nesta sociedade, em terra de castas e privilégios, deste governo.

 


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