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Bolsonaro assusta bandidos

16/07/2018

 

É a velha história: saímos da lama, com a cassação do mandato de Dilma, e caímos no atoleiro com Michel Temer. Antes, porém, vivíamos atolados até as orelhas com a bosta que foi o governo Lula, uma maravilha para sua gente... Que vai se fazer? Há gosto pra tudo...

 

Quando o país vai tomar jeito de nação séria? Quem é de sério que pode empunhar com o devido respeito a Bandeira Nacional e convocar seguidores?

 

Apareceu no meio político alguém que está criando um grande embaraço para aqueles que pensam que são donos do Brasil. Surgiu do outro lado da linha um homem, Jair Bolsonaro, totalmente diferente do indecente mundo político da atualidade nacional. O Sr. Bolsonaro vem dizendo aquilo que as massas desejam ouvir: um governo radical, contra a corrupção e a bandidagem que tomou conta da nação. Aliás, a sociedade brasileira está rodeada de bandidos da pior espécie.

 

Bastou que o Sr. Bolsonaro surgisse na esquina anunciando sua participação como candidato à presidência da República, com objetivo de colocar ordem, contando com o apoio decisivo dos que querem ver o país livre dessa malta de ladrões, bandidos que estão destruindo todos sentimentos nacionais, pela impotência dos sistemas prisional e da própria justiça, totalmente destroçada pela intromissão dos negócios políticos no seu meio, mostrando a podridão que assistimos. Bolsonaro não está sendo bem recebido pelo tipo de gente que não admite que acertem o país, que banca Lula e sua gente, que tenhamos uma justiça séria, para enquadrar tais ladrões, trancafiando-os, como merecem.

 

O que impressiona é como a mídia nacional se serve ao papel degradante de buscar aniquilar com mentiras a personalidade do candidato Jair Bolsonaro. Será que a mídia quer esse bando de ladrões que assaltaram o país e que não querem largar as malas com montanhas de dinheiro que largam pelas salas de apartamentos vazios? É bem capaz.

 

A ameaça de libertação de Lula por um desembargador que militou por 19 anos no PT não é um simples caso de desonestidade funcional, mas de crime de lesa a pátria, por tentar colocar na rua um dos políticos mais irresponsáveis de nossa história, que destruiu a nação a um ponto tal que nem daqui há 100 anos se concertará, da mesma forma que Getúlio Vargas, nos últimos 85 anos desgraçou com o Brasil que ninguém deu mais jeito e, emendado com os futuros 100 do lulopetismo, estamos realmente desgraçados...

 

Essa gente sem escrúpulos não pode querer Jair Bolsonaro ou outro candidato que prime pela seriedade. O Brasil precisa exatamente gente com a coragem e a determinação de Jair Bolsonaro.

 


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Ferrovia sem sonhos

15/07/2018

 

Nada prospera sem meta, planejamento, ambição. O Estado do Espírito Santo vive ao sabor dos ventos, das marés e, quando surge a maré da sorte não sabe o que fazer com ela.

 

Tenho assistido governo, empresários, políticos reclamarem das modificações dos planos do governo, pressionados pelo agronegócio, para transferir recursos para implantação da Ferrovia EF-18, para ligação entre o Espírito Santo e Estado do Rio.

 

Na realidade, os técnicos do governo, vendo que o Estado do Espírito Santo não tem nenhum produto agrícola exportável, aprovou transferência dos recursos para construção daquela ferrovia atendendo às pressões de grupos de ruralistas de Mato Grosso do Sul, como suporte à exportação de alimentos (soja, milho, café, arroz, feijão e outros produtos em larga escala).

 

Não há estímulo à produção de alimentos no Espírito Santo. Nem mesmo a ligada à de subsistência, merece incentivo. O nosso Estado não produz feijão, farinha, arroz, milho, cebola, alho e outro produtos, para consumo interno. Se tirarmos o café, não produzimos coisa nenhuma. Pra que ferrovia? Transportar o “vento” da Dilma?

 

Está certo que os políticos se sentem diminuídos porque não foram consultados do propósito governamental, mas, perguntamos: adiantaria reclamar? Resolveria o problema da permanência da ferrovia entre nós?

 

Temos um sonho besta em termos de desenvolvimento industrial, porque detemos pontos na costa que podem servir para construção de portos, mas voltaremos a enfrentar a mesma indagação: portos para exportar o que?

 

Prefiro que me chamem de pessimista do que de idiota. Não temos motivos para brigar, arrancar os cabelos, mandar Temer para o raio que o parta ou coisa pior, porque a ferrovia não virá.

 

Somos pródigos, em tempos de eleições, de falar em sonhos impossíveis...

 

Precisamos de um plano de governo, uma linha a seguir, deixar essa história de empreguismo, que está destruindo o Brasil com uma montoeira de dezenas de obrigações fiscais e parafiscais, obrigações as mais inconsequentes, para arrancar recurso do empreendedor, a qualquer custo, como se ele fosse um idiota. 

 

Nossas autoridades precisam andar pelas ruas das cidades, ver o triste aspecto das centenas de lojas fechadas, com tristes dizeres de: aluga-se; passa-se o ponto; vende-se; queima de estoques para encerramento de atividades, etc.

 

Vamos batalhar para acabar com esses exploradores.

 

 


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