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O Sistema S

16/01/2019

 

 

 

Tem uma quinzena que tomou posse na condição de presidente da República o sr. Jair Messias Bolsonaro. A impressão que dá, à nação, que já tem ano que ele está no poder, tamanha as agitações que tem provocado, até antes mesmo de tomar posse, como foi a debandada dos chamados “médicos’ cubanos, só por ele ter anunciado que iria rever os contratos assinados com a instituição de Cuba, que ficava com 70% dos salários dos médicos que aqui estavam sob contrato.

 

A fuga desesperada de 500 mil inscritos no Bolsa Família, depois do anúncio de que seria passado um “pente fino” para conhecer quem detinha os benefícios, é um sinal de respeito à determinação do eleito.

 

Pertenço, há mais de cinco décadas, a uma instituição do chamado Sistema S. O Sistema “S”, na verdade fora os chamados 4 “Ss”, constituídos inicialmente, há quase 70 anos – SESC, SENAC, SESI e SENAI. Os outros vieram depois, capitaneados pelo divisionismo ou a inveja que predominam na política nacional.

 

 

Sobre o propalado corte de 50% na chamada contribuição compulsória que os empregadores do comércio e da indústria participam para manter os sistemas sociais e de educação profissionalizante, em uma reunião, surgiu a informação sobre o propalado corte anunciado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, de “50% ou 30% da receita do Sistema S, o que eu achava da afirmativa. Respondi que, entendia como uma posição correta, que o sistema não poderia continuar usufruindo de uma contribuição que compunha o chamado “custo Brasil” mas que, pela sua importância, a grandiosidade do Sistema, o governo deveria estudar um mecanismo de compensação e que, no meu entender, um mecanismo novo de administração do Sistema S deveria ser criado, através de uma Fundação de Serviço Social, tendo sido negligenciado um estudo institucional durante seus 70 anos de existência, dormindo sobre uma receita compulsória que vem sendo “roída”, de governo para governo, durante os últimos anos.

 

Conheço o ministro Paulo Guedes e, mais recente, fiquei conhecendo o presidente Jair Messias Bolsonaro. Guedes sempre foi um economista estudioso, determinado e se juntou ao presidente da República, outro determinado em colocar o Brasil exatamente nos trilhos da decência. Acho que, todos nós, somo obrigados a colocar os pés no chão e buscar o raciocínio lógico, sobre como eliminar o mais estupido, o mais imoral e inconsequente sistema burocrático do mundo.

 

Hoje, o Brasil tem 69 contribuições fiscais e parafiscais; 73 indecentes agências reguladoras de um monte de negócio, onde se assentam os mais torpes e autoritários burocratas, se não bastasse a nefasta justiça e o processo político mais indecente, que fazem do Brasil um país suigeneris.

 

O Sistema S tem escolas de formação profissionalizante como o SENAC e o SENAI, únicas e mais importantes do mundo, afora o sistema social invejável, formado pelo SESC e pelo SESI. Precisam encontrar um meio de preservá-los, sem contribuírem no peso tributário.

 

O Brasil precisa mais do Sistema S do que muito político imagina.

 

 

 

 


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Sentido! O Capitão chegou I...

15/01/2019

 

“Estufem os peitos. Braços retos, estendidos, com a palma das mãos, dedos unidos, em forma de concha, colados às pernas, calcanhares unidos, em posição de sentido. O “Comandante” está entrando...”
 

Está no comando do Brasil o capitão da reserva do Exército, Jair Messias Bolsonaro, eleito com 57 milhões de votos, para exercer o mandato de presidente da República por quatro anos.  

Depois que um imbecil tentou matá-lo com uma facada, no meio da multidão, tudo pode acontecer no Brasil mas, no decurso dos 200 anos de República, a nação brasileira nunca experimentou um momento de tanta expectativa com a posse de um novo presidente, ainda mais pelo ineditismo, de se colocar em prática um governo liberal (?).

Só uma coisa posso afirmar: reside em toda sociedade brasileira uma expectativa: como será o governo Bolsonaro?

Tem uma velha anedota, história que se passa no interior do Brasil, quando um candidato a prefeito, de um lugarejo do Nordeste, começou sua fala, trepado na carroceria de um caminhão: “Porque eu vou fazer isso, aquilo, aquilo outro”; quando alguém falou atrás dele: “Fala no plural!”

O homem desandou: “Vou trazer o plural para me ajudar, eu sei que ele não vai se negar. “O Plural é meu amigo, um grande manda - chuva...” E foi por aí...

Eu quero ver como vai funcionar esse tal de liberalismo. Se for para valer, tudo que é burocracia vai desaparecer e entrará o respeito às leis e à ordem. O Brasil tem 69 obrigações fiscais e para – fiscais e 73 normas (Cartórios os mais indecentes) que emperram o desenvolvimento econômico e social do país. Essa monstruosa simbiose entre obrigações fiscais com os chamados cartórios, onde estão pendurados em formidáveis cabides o mais indecente sistema burocrático do mundo, há quase 80 anos, precisa ser desmontado. Vai ser?

Eu ouvi o sr. Jair Messias Bolsonaro dizer, garantir, distante mais ou menos dois metros dele, que não descansaria dessa luta, que era a luta pela liberdade, do direito do empreendedor, sufocado por um processo vil, que não deixa o Brasil caminhar.

 

Quero ver como essa “gaita” vai ser tocada pelo sr. Bolsonaro. Até prova em contrário, estou acreditando piamente em suas palavras.

O Brasil precisa acordar para um a nova realidade. Não podemos ser o país da maior carga tributária do mundo, dos combustíveis mais caros, das utilidades absurdamente mais caras. Em troca de que? Da corrupção desenfreada?

Até prova em contrário, quero pagar para ver.

 

 

FONTE: JORNAL A GAZETA

 

 

 

 


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