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Os militares.

15/06/2018

 

Outro dia, numa reunião, me perguntaram por que eu era a favor da Intervenção militar no Brasil.

 

Como diz o mineiro, minha resposta foi singela: quando os civis que forem para o poder deixarem de delinquir, não forem refinados ladrões, tiverem um mínimo de inteligência e capacidade de discernimento, para poder saber o que é bom para o município, estado ou país que habitamos, defender de forma intransigente os princípios de honradez e moralidade das sociedades que nos cercam, serei contra a intervenção militar.

 

Acrescentei ainda, com a determinação que tenho: não conheço, ignoro a existência de um político brasileiro, um líder qualquer, que empunhe uma bandeira, um bastão, que mereça ser seguido. Não conheço esse fantasma de moralidade, além da pessoa do juiz federal Sérgio Moro, que parece a todos nós como o homem de maior credibilidade que surgiu nos últimos 90 anos, no Brasil.

 

Não quero dizer que todos moradores do Estado deveriam se unir, protestar de forma veemente objetivando o desaparecimento de todos políticos envolvidos com o esquema Lava-Jato.

 

A turma da esquerda inconsequente, brasileira, imagina (essa gente não tem miolos, massa cinzenta) que o militar é um ser estranho, um habitante de Marte, sei lá de que planeta, e que foi servir às Forças Armadas para atormentar a vida dos civis, tomando-lhes o poder, mal e porcamente exercido, por essa gente sem escrúpulos.

 

O militar é um brasileiro bem formado, treinado, educado para defender os interesses da Pátria, de todos nós, sem distinção de raça ou cor. Como se trata de homem treinado para servir à Pátria, o militar vê o país que habita com os olhos bem diferentes dos nossos. O interesse militar é pelo território nacional. Ele é o que chamamos de guardião do nosso território, um negócio bem difícil da nossa sociedade de tradição duvidosa, entender.

 

Infelizmente, nós desconhecemos o valor que representa os militares e como deveríamos trata-los de forma mais decente, pelo que dão de si em favor da Pátria, de todos nós.

 

Militar é povo, é irmão, muitos vieram do interior brasileiro com objetivo de servir;  quem serve tem pena de ver a nação ser esbulhada por um bando de ladrões da pior espécie.

 

Faz pouco tempo, sob a égide do PT, CUT e outros elementos, levantaram um protesto para tirar o ex-presidente Lula da cadeia, onde está trancafiado, para “curtir”, o desserviço que impôs a esta nação, atulhando os organismos públicos, empresas estatais, de refinados ladrões.

 

Com uma justiça inteiramente desmoralizada, comprometida com o nada, só o militar, com sua independência, poderá salvar o país.

 

Militar é gente, é brasileiro, só que com muito mais sentimentos de responsabilidade do que os civis.

 

 


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Espírito estatizante

14/06/2018

 

O chamado Estado brasileiro é realmente impagável. Ele é de uma insensibilidade brutal, no trato com os recursos públicos, do que arrecada na forma de imposto, que hoje chega a um volume de quase 40% do orçamento de qualquer brasileiro, não se falando das taxas, multas e outros emolumentos que, as vezes, pesam mais do que os impostos a leva o empreendedor a sonegar, para sobreviver e, um fato constrangedor, de 10 empresas que abrem suas portas, em 10 anos, sete fecham.

Outro dia trouxemos aqui informações de que, o chamado nó tributário obriga empresas a contratar mais gente, só para atender as demandas de natureza burocráticas.

Agora mesmo o governo do Estado está anunciando a abertura de uma nova empresa estatal, em parceria com a BR-Distribuidora, para ampliar a distribuição de gás, com previsão de investimento da ordem de R$168 milhões, em dez anos...

O chamado Estado Brasileiro não tem competência para gerir um modesto caldo de cana na beira da estrada, não há planejamento no governo que permita aplicações de recursos (um negócio tremendamente escasso) para aplicação numa distribuidora de gás, função tipicamente da iniciativa privada que, se falir, é um problema exclusivo dos acionistas.

O chamado administrador público brasileiro deveria, por escrúpulos, ficar bem distante de qualquer atividade empresarial, de se imiscuir nos caminhos da iniciativa privada, a quem cabe o risco dos investimentos em que entra. O Estado deve ser apenas um instrumento indutor do desenvolvimento. Uma simples construção de uma escola pública, um hospital, um Centro de Saúde, essas coisas públicas demoram um tempo enorme saírem do papel e, quando entram em execução de obras, aí é que a porca torce o rabo até sair sangue, porque entram os reajustes por falta de pagamento ao empreiteiro no prazo certo e a obra atrasa, entra no esquecimento.

Velho ditado popular diz: “Tempo de guerra. Mentira como terra”. Tudo é feito com objetivo exclusivo de engrupir a boa fé pública, ludibriar a boa fé daqueles que, nas entrelinhas, vão ler que o empreendimento, para ficar pronto, vai levar pelo menos 10 anos, sem perspectivas para muita gente necessitada, que deveria estar sendo incentivada para o campo do empreendedorismo agrícola, uma fonte inesgotável de oportunidades, desde que a política do cooperativismo for implantada.

 

Sem quê nem por quê, criam-se no Brasil estatais com objetivo de promover o empreguismo dos afilhados políticos, a exemplo da Petrobras, servindo de depósito de refinados ladrões que para ali foram com objetivo exclusivo de pilhar os cofres da empresa. 

 

 


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