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O povo tem o governo que merece.

14/09/2020

 

Conta-nos a história: “O povo tem o governo que merece”, e como! Gosto de dar como exemplos, sem discuti-los, como as coisas ocorrem em todos os países, dos mais importantes aos mais vagabundos, como os que existem na pobre África, retalhada, através de sua longa existência, ocupada anteriormente por povos dominadores e exploradores, como espanhóis, ingleses, franceses, holandeses, italianos e americanos, alguns com possessões  até hoje, dominando povos burros, sem cultura, agarrados a crenças, mitos, crendices e superstições as mais diversas, submissas à perversidade de intrusos os mais nefastos, alguns, até hoje...

 

Em 1964, as mulheres brasileiras se levantaram contra um imbecil que governou o Brasil, sem muita origem familiar, chamado João Goulart, protegido pelo ditador Getúlio Vargas e que, com seu cunhado maluco, Leonel Brizola, tentaram implantar, aqui, o regime comunista. As multidões, capitaneadas por mulheres, foram para as ruas, convocando as Forças Armadas a agirem, para salvar a pátria de mais uma estupidez.

 

Foi assim que nasceu, da espontaneidade de um povo, o denominado Movimento Militar de 1964, expulsando do poder e do país um monte de delinquentes políticos que, estranhamente, após 25 anos de sucessão dos militares no poder, cronologicamente de quatro em quatro anos, de mandato, usando como princípio a honestidade, a honra, o amor à Pátria, transformaram o Brasil na oitava economia mundial.

 

Não tivemos um militar no poder, de Castelo Branco a João Batista Figueiredo que desonrasse a tradição imposta pela caserna. Não vale aqui imaginar, se desejo transformar os militares das nossas Forças Armadas em santos, mas sim, por questão de justiça, notoriamente em pessoas honradas e sérias, cumpridoras de suas obrigações e, como agora, não querem tomar de assalto o poder, banindo a corja de assaltantes que, exclusivamente pela índole do nosso povo, de todos nós, que não sabemos escolher nossos governantes, que permitimos voltar tipos indigestos como Sarney, Collor de Mello, Fernando Henrique Cardoso, Lula, Dilma, Temer, todos com seus asseclas travestidos de ladrões da pior espécie e, por cima, nos permitimos assistir, com o rabo entre as pernas, decisões absurdas, indecentes, algumas até imorais, despóticas, chamadas de monocráticas por ministro da Suprema Corte, onde raros se salvam

 

Por outro lado, assistimos à determinação de um capitão reformado, das Forças Armadas, Jair Messias Bolsonaro, se transformar em guardião do Tesouro Nacional para impedir a classe política roubar desavergonhadamente, como antes, mas, assim mesmo, surgem os Watzel da vida, a polícia Federal desnudando as imoralidades praticadas pelos políticos e ainda temos que assistir Lula solto, vomitando regras de moralidade, como se fosse um santo homem.

 

Cismam as Forças Armadas que, com a persistente atuação de governantes sérios, por ela tutelados, o voto matará essa corja que insiste em derrubar a porta do cofre do Tesouro Nacional.

 

Em apenas 19 meses no poder, quase morto por uma facada, Bolsonaro está revolucionando o país com aplicação dos recursos que restaram no término de dezenas de obras que se arrastavam ao longo dos anos, sob o comando de refinados ladrões. A classe política está ficando doida com suas realizações. Não é à toa que inventam tudo para derrubá-lo, mas ele é quem está destruindo os ladrões e ganhando a simpatia do povo.

 

 

 

 

 


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Pobre Rio de Janeiro.

13/09/2020

 

Ainda estou no campo das imaginações. Fecho os olhos para dormir (invariavelmente durmo pouco, 5 horas) e quando acordo, não acredito que o presidente da República chame Jair Messias Bolsonaro. Não sou um deslumbrado com o sr. Bolsonaro, sou impressionado com sua capacidade de enfrentar desafios, a malta de patifes que se criou nesta infeliz nação nos últimos 35 anos e que foram derrotados por um homem só, determinado, corajoso, quase morto na presença de milhares de pessoas, com uma facada na barriga, com objetivo explícito de tirá-lo da disputa.

 

Incrível!!! O sr. Bolsonaro foi levado as pressas para um hospital, transferido logo em seguida aos primeiros socorros para São Paulo, onde se recuperou, e de onde ganhou as eleições do

maior antro de ladrões que se estabeleceram após a Proclamação da República no Brasil.

 

No dia 28.08.2020, por decisão do Superior Tribunal de Justiça, foi afastado do cargo de governador do Rio de Janeiro, o sr. Wilson Witzel (PSC), bem como toda cúpula de sua gestão, alvos de uma operação da Polícia Federal, sob acusação de corrupção em contratos públicos na área de saúde. Também foram alvos de buscas e apreensões o vice-governador Cláudio Castro (PSC), que assumiu o lugar de Witzel, o presidente da Assembléia Legislativa, André Ceciliano (PT), e a primeira dama do Estado, Helena Witzel. No total foram cumpridos 13 dos 16 mandatos de prisão preventiva e temporária expedidos (três alvos já estavam presos) e 83 mandatos de busca e apreensão.

 

Os crimes investigados são corrupção ativa e passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro.

 

A documentação constante dos processos que levaram à suspensão do mandato do sr. Wilson Witzel é um prolongamento das imoralidades praticadas pelo PT e seus companheiros na pilhagem dos cofres nacional. Não tem sociedade no mundo que, por mais inconsequente que ela seja, possa confiar nesses bandos de ladrões.

 

Digo sempre, não me preocupa o que pensam de mim. Todo mundo é livre para pensar, ir e vir para onde bem entender, mas, no fundo, sou preocupado com o que penso de mim mesmo. Que sociedade, no mundo, a não ser pobres nações africanas, sujeitas aos mais infames facínoras, pode suportar o que o povo suportou nos últimos 35 anos no Brasil?

 

O que me impressiona é como essa canalha denunciada, mediante documentação, depoimentos, fatos comprovados pela Polícia Federal, está solta, por ordem da Suprema Corte. Que país infame é este em que vivemos? Que tipo de justiça temos?

 

Tenho um amigo americano, Johnson, engenheiro de manutenção de helicópteros que, das vezes que nos encontramos, as despesas de almoço são divididas de forma minuciosa. Ele faz questão de pagar centavos, que tiver, ou de receber. Ele conta fatos incríveis ocorridos no condado onde morava, nos Estados Unidos, de soluções judiciais, numa rapidez fantástica, coisa que no Brasil leva 20 anos, e olhe lá.

 

Acho o presidente Bolsonaro um homem determinado. Vai extinguir com muito político vagabundo, com sua proverbial franqueza. Tenho preocupações com sua vida.

 

Brizola, Benedita, Garotinho e sua mulher, Cabral e agora esse tal de Witzel ! Essa corja só falta roubar a estátua do Cristo Redentor...

 

 

 


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