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Aluga-se um conselheiro

09/12/2018

 

Próximo de tomar posse como governador do Estado, pela segunda vez, o sr. Renato Casagrande, que a imprensa o apelida de “socialista”, não sei com que objetivo, deveria pensar na escolha de um bom conselheiro, uma pessoa com os pés bem plantados no chão, para sonhar, como transformar o minúsculo Estado do Espírito Santo numa ilha de oportunidades... Viáveis...

As praia e as impressionantes montanhas capixabas poderiam ser grandemente exploradas pela mais importante indústria, a do turismo e a produção de alimentos básicos, uma impressionante cooperativa de produtores.

Vejam que o sr. Renato Casagrande é originário de Castelo, no Sul do Espírito Santo. Acho que nem o sr. Casagrande se recorda mais, que Castelo, sua origem, foi o maior produtor de feijão do Estado. O tempo passou e, parece, Castelo só produz café.

Se existisse outro planeta habitável, certamente que produziria mais alimentos do que o Brasil. É vergonhoso que importemos feijão, o arroz, o milho, o trigo, a cebola, o alho. O Estado de Pernambuco é o maior consumidor de uísque per capta do Brasil; o Espírito Santo é o maior consumidor de vinhos per capta do Brasil; temos uma fábrica de funcionalismo público que consome 80% (ativos e inativos) da arrecadação e uma puta burocracia, que só no Brasil, que atormenta qualquer investidor. Como se fala na vinda de grandes investimentos, da iniciativa privada, para o Espírito Santo?

Sempre achei: os nosso deuses da política estão loucos. Há uma tremenda expectativa internacional que o Brasil irá mudar, vai ingressar numa política liberal, onde o investidor vai ter coragem de investir? Vai?

Estou entre os loucos, de pensar que o Brasil tem jeito. Não admito que imaginem que quero ser “conselheiro” do professor Renato Casagrande, estou a milhares de léguas distante disso mas, aconselho que coloquem os poetas sonhadores de lado, dos que pensam em transformar o Estado do Espírito Santo no Vale do Silico ou algo semelhante, uma Chicado, Detroit, sei lá, que tirem tal ideia do pensamento. Se não tratarmos da barriga, do estomago, da saúde, vamos produzir mais microcéfalos. Temos 72% de analfabetos funcionais (têm vergonha de dizer que são microcéfalos, devido a precariedade alimentar, fruto genético), porque só pensamos em carnaval, futebol e pescaria...

Vamos ver o que vai acontecer no Brasil, nos próximos 100 dias.

Tem muito aventureiro aí, prometendo fazer escadas rolantes para as favelas, para ver se os bandidos sobem mais rápido.

Nem o caminho do inferno tem boas intenções, do que na nossa terra.

 

 

 


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Na terra dos insaciáveis.

08/12/2018

 

Devia ser proibido, dar cadeia, para o governante que, ao deixar o mandato (jamais deveria existir reeleição), desgraçar com as finanças públicas, apenas com objetivo de ver sua ficha criminal ser abrandada pela caneta vulgar ou desonesta do magistrado ou objetivamente atrapalhar a vida do substituto.

 

As últimas eleições deram um enterro de quinta categoria à classe política. A lavagem foi grande, mas a turma que perdeu resiste. Qualquer jovem iniciante na política, que tenha alguma coisa na cabeça, voltada para o desenvolvimento da nação, sabe que o sr. Michel Temer é a quintessência da podridão política, faz parte do grupo de Lula, José Dirceu, Dilma e um bando mais, que está e ainda vai para a cadeia. Não tem jeito, essa gente não pode ficar impune, ao sabor da vontade de magistrados tão corruptos como eles.

 

Tenho queimado meus neurônios, imaginando como extinguir com tanta ladroagem, com tanta aberrações burocráticas, tanta estupidez nos métodos e formas de arrecadar impostos, de distribuir benesses com afilhados, o empreguismo bancado por uma sociedade burra que ainda bate palmas para esses aventureiros.

 

Em qualquer parte do mundo, no mais incrível buraco africano, o que trabalha a terra, cria animais para o sustento de uma coletividade, merece respeito, recebe apoio para se fixar no campo, tem auxilio para o período de cultivo ruim (as variações climáticas são sazonais também), existe um zoneamento agrícola onde o produtor, assistido, recebe auxilio para produzir na sua região, tem incentivo ao cooperativismo. Às facilidades de crédito, de transporte, armazenamento. No Brasil o sujeito que vai se dedicar a plantar chuchu, batata, couve, mamão, palmito, eucalipto, abóbora, café, não pode comercializar o que plantou, o que adubou, o que colheu, ou o que perdeu tudo, com as intempéries, tem que pagar sua cota ao IDAF e, estranho, o governo quer importar café do Vietnam, do raio que o parta, coco e borracha do caixa prego, mas não incentiva o produtor nacional, que tem que aderir a um tal de selo, pagar uma taxa, para dizer a origem do seu produto.

 

Como, o sujeito enfrentar sol, chuva, pragas diversas, ter que pagar para produzir num país dos maiores juros do mundo, onde a energia que consumimos inibe o desenvolvimento, pelo custo!

 

Tenho vergonha. quando escrevo, sobre as corporações de servidores públicos no Brasil, onde as máquinas burocráticas, como a nossa justiça, é a mais cara do mundo. Como?

 

Será que vale a pena viver, para pagar imposto para alimentar hordas de ladrões, como dizia o saudoso professor Geraldo Costa Alves?

 

Bolsonaro vai consertar isso tudo? Cem anos de patifaria?

 

 

 


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