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Justiça por tudo...

17/05/2019

 

Na verdade, tem muito, mas muito tempo mesmo que não entendo mais nada de justiça, tamanhas as trapalhadas em que ela se mete. Pelo noticiário da imprensa nacional, o Supremo Tribunal Federal, graças a episódios protagonizados por alguns de seus membros, se transformou numa casa de decisões ridículas.

 

Em qualquer lugar do mundo civilizado existe apenas um organismo encarregado de receber os projetos de arquitetura com demais complementares para exame de pedido de edificações novas. Só aquele órgão tem competência para aprovar novas edificações, mais ninguém.

 

Outro dia, em extensa reportagem, A GAZETA apontou perto de 300 prédios públicos, a maioria escolas, repartições públicas diversas e até o Tribunal de Justiça, em “licença para funcionamento”.

 

Volta A GAZETA a noticiar que, em 2016 o Sindicato dos Trabalhadores em serviços Públicos do Estado do Espírito Santo (Sindipúblicos) entrou na Justiça do Trabalho apontando falhas no Edifício Fábio Ruschi, onde se situam várias repartições públicas, inclusive Secretaria de Justiça, fazendo com que a juíza do Trabalho, Rosaly Stange Azevedo, emitisse o seguinte parecer: “Encontra-se no local uma grande quantidade de material combustível, em especial, papel armazenado de forma inadequada; não existem saídas de emergência; não existe padrão de iluminação; o estado das instalações elétricas  não apresentam segurança devido a grande concentração de carga; todas mangueiras de combate a incêndio estão vencidas.

 

Segundo a Secretária Estadual de Gestão e Recursos Humanos, Lenise Loureiro, as mudanças estão sendo feitas desde o início do ano, informando mis que foi emitido um laudo provisório pelo Corpo de Bombeiros e o alvará de funcionamento e localização emitido pela Prefeitura de Vitória. Ambos com validade até fevereiro do ano que vem. “Mudamos o vidro e a fechadura quebrada há três anos e fizemos feitorias nos banheiros, que são citados na ação”.

 

Não se pode culpar o governo atual pela falta de regularização de edificações públicas com as posturas municipais. O Tribunal de Justiça, por exemplo, nunca teve alvará de funcionamento mas, como é o Tribunal de Justiça, deixe pra lá...

 

Só tomamos conhecimento desses despautérios todos, essas aberrações, a falência do próprio estado em cumprir suas obrigações, porque temos uma imprensa escrita, o Jornal, que pouca gente está lendo por preguiça, por burrice.

 

Se a sociedade tiver juízo, não permita deixar morrer a imprensa escrita. O povo é muito esquecido, precisa ser lembrado sempre.

 

A juíza mandou o Estado pagar 50 mil de multas pelas irregularidades encontradas.

 

A Justiça do Trabalho é muito divertida...

 

 

 

 


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O país vai afundar

16/05/2019

 

Cultivei a amizade do velho e saudoso governador Jones dos Santos Neves, um dos impertinentes batalhadores pelo desenvolvimento do Estado. Naquela época, lá pela década de 50, num de seus discursos, disse uma frase que deveria servir de lição para os governantes que vieram após ele. A frase era a respeito da nossa economia: “Os galhos tenros dos cafeeiros já não suportam mais as necessidades de desenvolvimento do Estado”, e arrematava da necessidade de se buscar novos cultivares, consciente de que o Estado não tinha uma vocação para grandes projetos industriais, principalmente diante da pressão sofrida pelas vizinhanças dos estados de Minas Gerais, Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo, mesmo diante das excelentes posições geográficas do Espírito Santo.

Aliás, o Brasil sofre de um faniquito desenvolvimentista de certas regiões, como São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro que lutam pela hegemonia de um parque industrial abstrato, impossível de ser solidificado, num país sob o império de 70 obrigações fiscais e parafiscais que atormentam a vida dos investidores e que fazem o salário de um trabalhador, em qualquer nível, ser semelhante aos impostos que são necessários pagar para que ele conste na folha de pagamento da empresa.

Vivemos num país dirigido por autoridades delinquentes, invariavelmente ladronas, que estabelecem os mais absurdos processos burocráticos do mundo, para manter, uma classe de servidores públicos para nenhuma nação ter semelhante, fazendo com que os custos empresariais sejam três vezes superiores a de qualquer nação do mundo.

Não tem jeito. Mais dias, menos dias, o Brasil vai explodir. Não existe quem tenha coragem de investir no Brasil. Se o indivíduo tiver juízo, pensar seriamente no seu bolso, no que vai investir, dar emprego, suportar uma Justiça do Trabalho das mais estúpidas da face da terra, um mostro que se aumenta com uma espantosa violência para cima do contribuinte, em que as autoridades de apercebam que se trata de uma aberração, uma estupidez.

Pode vir dez Bolsonaro seguidos, prender toda essa gente corrupta, que não vai dar jeito, o Brasil, se não tiver uma força conscientizadora, vai explodir, vai afundar.

Prestem atenção o que diz o ministro Paulo Guedes, da Economia, como de forma professoral, ele insiste em dizer uma realidade que muita gente não está acostumada a ouvir. O Brasil não suporta, vai faltar dinheiro e a economia vai entrar em colapso.

Lembrai-vos das palavras do conceituado governador Jones dos Santos Neves, que alertava para fragilidade dos galhos dos cafeeiros, para suportar a economia capixaba. Nada mais realista do que hoje, sua fala.

 

 

 

 


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