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É este o país que nós queremos?

17/06/2018

 

Não é a história, que devemos nos transformar numa pátria de selvagens, que mata-se indiscriminadamente qualquer pessoa que apareça em nossas frentes ou, pela obrigação de certas minorias, como os defensores dos “direitos humanos”, nos transformarmos numa pátria de acovardados, maricas, inservíveis, permitindo que a bandidagem tome conta da nação.

Espalha-se como praga, a ação de delinquentes em Minas Gerais, Bahia, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, determinando a queima de ônibus de transporte coletivo, de agências bancárias, de estabelecimentos comerciais diversos, até dos Correios, como forma de colocar os governantes de joelhos, acovardados.

Sob a ótica vesga petista, com o “financiamento” governamental dos chamados Sem Terra, dos Sem Teto, arruaceiros diversos, a nação se transformou num antro de bandidos, onde a selvageria praticada é superior a de países em guerra, pelo número de pessoas sacrificadas.

Essa falência de autoridade, até a convocação estúpida das Forças Armadas para subir favelas, para combater a bandidagem, com a ausência de leis severas que permitam matar tais bandidos, tudo o que está acontecendo, se não ocorrer medidas sérias, o estabelecimento de pena de morte, prisão perpétua e o endurecimento de regras como prisão severa para políticos ladrões, com montanhas de dinheiro e a população golpeada com a transformação de uma vitória em plebiscito, onde o desarmamento saiu derrotado, sofrendo através de ações camuflada, diante de uma população intimidade pelo governo petista e ONGS espúrias, sob o comando de pseudos defensores de direitos humanos, mas que, na verdade, defendem bandidos, que contrabandeiam armas até de guerra, que as nossas Forças Armadas não utilizam, por falta de recursos e dificuldades de importação, porque governantes afrescalhados e manobrados por chamados intelectuais de botequins, defendidos por uma imprensa amorfa, que está se exaurindo pela falta de colaboração de propaganda, participação da iniciativa privada que, sentindo a desfaçatez do sistema de mídia tradicional, que está sendo engolida pelas redes sociais de comunicação, surgidas com o advento da internet, influenciando até nas eleições dos Estados Unidos, levando o empresário Donald Trump à Casa Branca, numa surpreendente eleição.

Tivemos aqui, no Espírito Santo, uma brutal guerra civil provocada pela paralização da Polícia Militar, pelas mulheres que trancaram seus maridos nos quartéis, os tristes exemplos seguidos pela Polícia Militar do Rio de Janeiro e da Bahia e, agora, o coroamento com a bandidagem, de dentro das prisões, mandando seus comparsas, delinquentes soltos, manobrados via telefones celulares, atear fogo em ônibus, destruírem caixas de bancos, cometer crimes de assalto com morte e tiros a esmo, matando pessoas inocentes.

É este o país que nós queremos?

 

 


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Seres inúteis

16/06/2018

 

Publicamos aqui, recente, que vereadores dos 72 municípios do Estado custaram em 2017 a importância de R$ 234,6 milhões aos cofres municipais, mais claro ainda, do bolso do contribuinte. Dizem uns tolos que faz parte da “democracia” em que vivemos, como se pudesse chamar o que está aí na nossa frente, como sistema de governo, de democracia, quando na verdade vivemos socados ao meio de um covil de ladrões da pior espécie.

O que é mais significativo, nessa história de custo absurdo da vereança no país e, particularmente, no Espírito Santo, é a inutilidade dos mesmos. De autoria própria só projetos de concessão de títulos honoríficos, como se distribui bananas nas jaulas dos macacos, ou coisas inúteis, para dificultar a vida dos que habitam as cidades e vivem sufocados com medidas que nada engrandecem as pessoas, como as intoleráveis mudanças do nome de logradouros, para agradar famílias, para angariar votos, quando não mudam nome de logradouros porque o personagem que estava ali representado fora alguém que não merecesse muita importância, as vezes fora governante de movimento militar, ou algo semelhante.

Olhando assim, nestas 45 linhas datilografadas de um pequeno comentário, que não deve ser grande, porque ninguém lê, dá para completar ainda que a função precípua do vereador é fiscalizar os atos da administração municipal, um negócio difícil para quem é leigo nos mais comezinhos princípios de administração e, pior ainda, de fraca leitura.

Completando minha arenga contra os vereadores, pela sua inutilidade, incluo no rol dos inúteis, os deputados estaduais que, como no caso do Espírito Santo, estudos mostram que 65% das leis no Brasil são amenidades, citando a reportagem de A GAZETA sobre o assunto, os recordistas em apresentação de projetos inconstitucionais, como no caso dos deputados estaduais Amaro Neto (PSB) e Euclério Sampaio (PSDC), que alegam que muitas vezes, por mais que tenham boas intenções, o sentimento é de estar “de mãos atadas”, para elaborar legislação que melhorem a vida da população, mas são inconstitucionais (2).

Cada vereador, deputado estadual ou federal, senador, o presidente da República, quando assumem as funções, se tornam homens públicos, são obrigados a conhecer a Constituição, muito mais do que nós, chamados de homens do povo...Precisavam ter melhores padrões morais.

Um vereador, deputado, senador, não pode ter “gabinete” com 18 “assessores”. Parece até bloco de carnaval, de tantos ajuntamentos. Como, uma modesta câmara, com as do nosso Estado, pode ter a maioria de seus habitantes punidos pela incapacidade de legislar dos seus vereadores?

Se não vier por aí, presentemente, uma legislação consertando essas aberrações todas, não se pode avaliar como será o Brasil daqui há 10 anos, com uma Justiça incapaz de punir aberrações.  

 

 


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