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Visita fora de hora.

22/12/2018

 

Dizem ainda os mais antigos: “Prudência e caldo de galinha”, nunca fizeram mal. Passou por aqui o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, recebido pelo governador Paulo Hartung, no Palácio Anchieta, quando homenageou o visitante com a comenda Jerônimo Monteiro, como diz o noticiário de A GAZETA, a maior honraria concedida pelo Governo do Estado “pelos relevantes serviços prestados por uma pessoa, ao Espírito Santo.”

 

Não foi bem pensada (ou pesada?) a atitude do governador Paulo Hartung, em homenagear, no apagar das luzes do seu governo, o dirigente da maior Corte de Justiça do país, que ostenta um dos piores índices de respeitabilidade de toda nossa história política. Não existe adivinho capaz de arriscar em prever o que vai ocorrer no Brasil depois do dia 1º de janeiro. O governador Paulo Hartung, que termina muito bem sua administração, deixará o governo com um índice de aprovação respeitável e não poderia, com sua capacidade de avaliação, imaginar que a presença do ministro Dias Toffoli, como vários dos seus componentes de casaca cara, sofrem uma tremenda rejeição da sociedade, pelas posições assumidas com relação à libertação de presos condenados na Operação Lava-Jato.

 

Sabemos que o governador Paulo Hartung deixou de comparecer à inauguração do Aeroporto “Eurico de Aguiar Salles”, cometendo um tremendo gesto de descortesia com o presidente Michel Temer, exatamente porque o chefe da República anda num caiporismo tremendo, pelas denúncias de corrupção contra sua pessoa e seus companheiros.

 

As manifestações defronte ao Palácio Anchieta, às 11 horas de segunda foram promovidas por um grupo que se denomina Associação Nacional dos Conservadores do Espírito Santo, contra a presença do ministro, pela entrega da comenda Jerônimo Monteiro à sua pessoa (por nunca ter feito nada pelo Estado e pelo país) e pelo reajuste de 16,6% nos salários da magistratura ( a partir do Supremo Tribunal de Justiça), de toda nação, além do pedido de prisão dado ao advogado Cristiano Acioli que, num vôo, disse que o “STF é uma vergonha”, quando o ministro Ricardo Lewandowski pediu sua detenção à Polícia Federal.

 

Rapidamente, espalhou-se a notícia pelas redes sociais de comunicação, trazendo o Espírito Santo de volta a um noticiário que não nos recomenda muito, principalmente pela chamada “onda de desespero” que está acometendo certos segmentos nacionais, envolvidos com problemas que afetam a vida econômica, social, política e moral da nação brasileira.

 

Certamente que a vaia a Dias Toffoli não tirou o sono do governador Paulo Hartung, mas trouxe o Estado a um foco que o governador, de saída, não merece.

 

Fora Dias Toffoli, Lewandowski e companhia...

 

 

 


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A marginalidade reage...

21/12/2018

 

Estamos nos aproximando do dia 1º de janeiro de 2019, data da posse de Jair Messias Bolsonaro na presidência da República Federativa do Brasil onde, aproximadamente, 27 milhões de pessoas vivem sob a dependência do programa Bolsa Família, uma nação onde as estatísticas oficiais afirmam que existem 72% da população ativa composta de analfabetos funcionais; onde 66 milhões de pessoas que trabalham não possuem conta bancária.

Toda essa gente de baixa renda é “aconselhada” por sabidos da política para que não acreditem em mudanças no país para melhor, sem eles, que estavam inventando uma espécie de socialismo menos indecentes do que o cubano ou o da Venezuela de Maduro, um boçal prestes a explodir com a vizinha nação, onde hoje se promove a maior inflação do mundo.

Não sonhem com mudanças rápidas, do dia para noite, do novo governo Bolsonaro. Desde 1985, com a anistia de criminosos os mais audazes, enfeitados de “revolucionários”, mas que na verdade não passavam de guerrilheiros, assaltantes e ladrões, o país mudou e, o precursor dessas mudanças foi, nada mais, nada menos, do que Fernando Henrique Cardoso, promotor do Fórum de São Paulo, que foi ocupado por Luiz Inácio Lula da Silva na sua cede de transformar o Brasil numa República Socialista, mas não imaginou que o Lula se transformasse no “professor” de uma chusma de ladrões da pior qualidade, sendo que o maior deles, o verdadeiro capitão, junto com José Dirceu, chama-se Sérgio Cabral e sua turma, responsáveis pelo desvio de R$1,5 bilhão levando, agora, recente, para companheiro de cadeia, seu vice, Luiz Fernando Pezão.

Ai é que mora o grande obstáculo ao governo de Jair Bolsonaro, a reunião que ele está fazendo do seu ministério, de pessoas altamente capacitadas para desmontar toda essa indecência corporativa que está destruindo o Brasil.

Ninguém convida Sérgio Moro para ministro da Justiça se não estivesse bem intencionado. Todo ministério, a começar pelo vice-Presidente da República,são altamente capacitados para mudar o pensamento, a alma nacional, pelos menos banindo o processo corruptivo que ostentamos.

Não é atoa que Bolsonaro está se cercando de ilustres membros das Forças Armadas, gente gabaritada, capaz de transformar o Brasil, nos próximos anos, numa poderosa nação.

Ninguém se elege com tal força sem o estremecimento dos perdedores. Vejam que “forças ocultas” ainda tentaram matar Bolsonaro no meio da multidão que o carregava em antecipado triunfo. Esse pessoal é capaz de tudo, não só de destruir a nação, para transformá-la numa merda socialista, mas matar também seus opositores.

Bolsonaro que se cuide. 

 

 

 


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