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Poços de vaidade.

21/03/2018

NOTA – Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.


O ex-governador Arthur Carlos Gerhard Santos, de origens mateenses, gosta de usar sempre a expressão: “Em matéria de mais ou menos, não há nada como ora veja...”

 
Nem uma coisa nem outra está certo. Ou é mais, ou menos. Dizem, o novo Aeroporto “Eurico de Aguiar Salles” vai ser inaugurado no dia 29 de março. As coisas merecem ser inauguradas quando estão prontas, funcionando. Essas coisas que começam mais ou menos, nunca funcionarão direito, principalmente no Espírito Santo, onde a tradição diz: “Capixaba, principia e não acaba”. A história nos conta casos engraçados, de coisas que começaram e não acabaram, pelo menos nas mãos de quem começou...

 
Sobre a próxima inauguração do novo Aeroporto “Eurico de Aguiar Salles” vem uma informação da senadora Rose de Freitas, da possibilidade de ser transformado o Aeroporto de Vitória, tipicamente regional, em internacional, estando no “páreo” três empresas para voos internacionais.


Vem a história da chamada verve mateense, usada, vez por outra, pelo ex-governador Arthur Carlos Gerhard Santos: “Em matéria de mais ou menos, não há nada como ora veja”.

 Pelo que imagino, para ter uma ala para voos internacionais, o novo Aeroporto, sem data certa para ser inaugurado, teria que passar por outra reforma, como adaptações para alfândega, controle de passaporte pela Polícia Federal, toda mudança no sistema de vigilância sanitária, casa de câmbio e, pior ainda, passageiros e custo de combustíveis compatíveis com a operacionalidade dos voos, ou melhor, custo operacional. O Espírito Santo é cercado por quatros Aeroportos internacionais:> Minas (Confins), Salvador (Eduardo Magalhães), Rio de Janeiro (Tom Jobim) e São Paulo (Guarulhos). Ou essas duas empresas italianas e uma espanhola que estão “disputando” espaço para instalar suas linhas no Aeroporto “Eurico de Aguiar Salles” não conhecem estatísticas de fluxo de passageiros internacionais ou estão naquele caso de, “em matéria de mais ou menos, não há nada como ora veja”, uma questão de falta do que dizer ou querer sair na mídia dizendo tolices.

 
É preciso que se avalie com naturalidade que nosso Aeroporto, para passar por uma simples reforma, depois de vários remendos, levou 13 anos, ainda não se garantindo que no dia 29 de março poderá ser “inaugurado”, quando deveriam simplesmente colocarem em funcionamento.


Vem aquele farrancho danado do Temer, querendo se transformar em populista para ser candidato à presidência da República para juntar-se a outros tantos com objetivo de iludir os trouxas...

 


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Bara funda sindical I

20/03/2018

NOTA – Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

O sistema sindical brasileiro é único no mundo, como está estabelecido. Por culpa exclusiva do Ministério do Trabalho e Emprego o Brasil reúne, estupidamente, mais de oito mil entidades sindicais, onde o berço do sistema sindical universal, a Europa (Inglaterra, França, Alemanha, Espanha, etc.) possuem pouco mais de uma dúzia.

 

A grande corporação de trabalhadores americana (Federação Americana do Trabalho) foi fundada em 15 de novembro de 1881 (Cavaleiros do Trabalho), tendo à frente o líder dos trabalhadores, Samuel Leffingwell, que permaneceu à sua frente até morrer.

 

O problema do sindicalismo brasileiro é imoral porque se transformou num negócio político. Surgiram os pelegos da CUT e mais outras “centrais” sindicais de sustentação ao governo Lula, braços armados do PT, para piorar o sistema sindical dos trabalhadores do Brasil, onde os rios de dinheiro que formaram o Fundo Sindical, através da arrecadação da Contribuição Sindical, criada para sustentação, virou balcão de negócios do governo para sustentar sinecuras (pelegos) sindicais, por tais centrais, o que levou o governo Temer, através da nova legislação (de reforma)  trabalhista, tornar a então Contribuição Sindical obrigatória (desconto de um dia de trabalho do trabalhador para seu sindicato de classe) em opcional, por parte do trabalhador. Como no Brasil ninguém gosta de contribuir com nada, daí a tragédia sindical. O objetivo do governo Temer foi o de matar a fonte de recursos que alimenta as centrais sindicais parasitas, que representam os interesses do PT, não dos trabalhadores, através da proliferação de seus sindicatos.

 

Discute-se hoje, se o Congresso Nacional tinha competência para extinguir a Contribuição Sindical, inscrita na Constituição, através de uma lei ordinária. Enquanto isso, sindicatos de trabalhadores esperneiam, com possibilidade de falecimento, pela ausência da fonte de sustentação, o que existe em qualquer parte do mundo.


Por outro lado, o sistema sindical patronal, montado através dos sistemas confederativos – CNC – Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviço e Turismo; CNI – Confederação Nacional da Indústria; CNA – Confederação Nacional da Agricultura e, mais recente, CNTC – Confederação Nacional dos Transportes de Cargas; vivem em expectativa.


A CNC – Confederação Nacional do Comércio se constitui na maior organização patronal do Brasil, graças ao cérebro inventivo do capixaba Antonio Oliveira santos, que a preside desde 1981, após a morte do presidente Jessé Pinto Freire. Antonio Oliveira Santos pretende deixar o cargo em novembro próximo. Pessoalmente, sou contra. Difícil preencher seu lugar.

 

 

FONTE: JORNAL A GAZETA

           


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