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No país das tartarugas.

20/03/2019

 

O presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, determinou que, a partir desta data, nenhum contrato para instalação de radares (redutores eletrônicos de velocidade) será renovado. Tem quem seja a favor da medida, tem quem seja contra. Por que não respeitar os contrários e aplaudir os que estão certos? Bolsonaro Acertou na mosca. É uma estupidez, tais redutores.

 

A colocação de barreiras eletrônicas de controle de velocidade em rodovias federais, estaduais ou municipais é uma CAVALICE. Quem foi que disse que redutores reduzem acidente? Quem é o autor de tal estultice? Reduzimos a velocidade para passar no redutor, e disparamos em seguida...

 

Um sociólogo e consultor em segurança viária, Eduardo Biavati criticou a medida. Direito dele! Mas ele afirmou: “Não conheço nenhum país no mundo em que se dispensou o uso da tecnologia para controlar os condutores nas rodovias. A velocidade é o fator principal de risco para a violência no trânsito. Quanto mais alta, maior a gravidade de acidentes e risco de morte.”

 

Não deve conhecer a Alemanha, onde não existem controles de velocidade, mas uma educação rígida para condutores de veículos, no país mais tecnológico do mundo e o berço do primeiro automóvel construído na face da terra.

 

Na Europa, nos Estados Unidos, no Japão, as leis são rígidas e as rodovias excelentes. Em torno do Arco do Triunfo, em Paris, a velocidade mínima é de 60 quilômetros por hora (velocidade mínima).

 

O engenheiro civil Renato Prandina ressaltou que não há estudos mais profundos que comprovam que radares reduzem acidentes. “Não há justificativa técnica para um trecho ter radares com velocidades diferentes, como Venda Nova (ES) e Manhuaçu (MG), trechos urbanos da BR-262. E isso acontece em várias BRs”.

 

O senador capixaba Fabiano Contarato, que atuou como delegado por alguns anos na delegacia de Delitos de Trabalho, foi diretor do DETRAN, no Espírito Santo, de onde demorou pouco, classificou o anúncio do presidente Jair Bolsonaro, de encerrar os contratos que permitem instalações de barreiras eletrônicas, como “retrocesso”, citando o aumento de mortes nas rodovias federais capixabas este ano, durante o carnaval. O Sr. Contarato pode entender de outras coisas, mas não de redutores.

 

O problema brasileiro, mortes nas rodovias, tem como responsabilidades maior em termos, as piores rodovias do mundo, sem acostamento, cheias de buracos e um radar em cada curva, escondido no mato, para surpreender o motorista incauto. Leis frouxas, justiça  pior e governantes delinquentes, irresponsáveis, muitos deveriam estar acompanhado Lula, na cadeia.

 

Vamos deixar de ser um país de tartarugas, inclusive nas administrações públicas. O professor Contarato pode discordar, direito seu. Fica em casa, talvez lhe seja mais benéfico, do que a vida agitada de Brasília, junto com as raposas velhas...

 

Boa Bolsonaro. Mostra a esses tartarugas que temos agora um presidente macho. Muda o Brasil, acaba com essa gente ruim...

 

 

 


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Comércio aos domingos.

19/03/2019

 

Contam histórias, com a invenção do dinheiro, na frente da Casa da Moeda estabeleceu-se o comércio; atrás, a igreja; à direita, os bancos e, à esquerda, o lupanar (conhecida também como casa de mulheres fáceis...)

 

Volta à baila a discussão, se é bom ou não, funcionarem aos domingos, os supermercados, mercearias, etc., alegando alguns que deveriam fazer um rodizio, como fazem as farmácias e, outros, que dá prejuízo e não deveria abrir.


Vem a história do direito à liberdade. Abre quem quer, mas no caso dos supermercados, pela minha maneira de ver, a coisa funciona diferente: domingo, vai ao supermercado uma minoria, que chegou de viagem ou esqueceu de comprar algo nos dias de semana, daí a ideia do rodizio, principalmente nos chamados balneários, onde existe, nos fins de semana, grande concentração de pessoas.


Alegam que existe uma lei que concede aos supermercados o status de “estabelecimentos essenciais”, sendo livre seu funcionamento, desde que cumpra a legislação trabalhista.


Deixando prevalecer o princípio de liberdade, não vai funcionar. Vai abrir todo mundo e todo mundo vai ter prejuízo nos seus negócios, como está atualmente.


Vem então o corporativismo. Os supermercados, como todo aglomerado econômico, são corporativistas, precisa ter lucro, caso contrário, vai falir, o que não é bom para o empreendedor e muito menos para o país e, pior ainda, para a sociedade.


O pior dessa história toda, de abre ou fecha supermercados aos domingos, é deixar que o empresariado resolva o que é melhor para ele. Quem sabe de suas dificuldades, é ele, o dono.


Na França, os supermercados, grandes lojas, funcionam apenas, quatro domingos por ano. Quem quer é o empresário. Ano passado o governo convocou os centros empresariais para uma reunião, para aumentar de 4 para 8 domingos de comércio aberto por ano, os empresários recusaram a ideia, por saber que daria prejuízo. Domingo é dia de se divertir com a família e não de comprar, mas o governo estava vendo o lado do turismo.


Dar palpites, se intrometer na vida dos supermercadistas para que abram ou fechem seus estabelecimentos aos domingos, é uma intromissão indébita. Um rodizio, escolhendo dias especiais, como os períodos de verão ou festas especiais, será o melhor negócio.


Nada como um dia de folga para arrumar a cabeça e refrescar as ideias.

 

 

FONTE: JORNAL A GAZETA

 


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