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O triunfo das nulidades

17/08/2018

 

Escrevi aqui, recente, que no plano nacional, 14 candidatos disputam a presidência da República. Cada qual, a seu modo, um pior do que o outro, a começar por Luiz Inácio Lula da Silva, preso, condenado a 12 anos de prisão, por falcatruas, quando presidente, tem como seu vice Fernando Haddad, ex-prefeito de São Paulo, uma nulidade, como o chefe, mas pode ser candidato à presidente, caso Lula não possa disputar (é o Plano B de Lula e do PT).

A lista segue com o senador Álvaro Dias (Podemos), tendo como vice o ilustre desconhecido Paulo R. de Castro (PSC). Seguindo, vem Cabo Daciolo (Patriota), tendo como vice Suélen Balduino (Patriota). Ciro Gomes, tendo como vice Kátia Abreu (ambos do PDT), um páreo duro de roer. Geraldo Alckmin (PSDB), tendo como vice a senadora Ana Amélia (PP), uma mulher de respeito mas, nem assim se elegerão. Guilherme Boulos (Psol), tendo como vice Sônia Guajajara (Psol).Henrique Meirelles (MDB), tendo como vice Germano Rigotto (MDB). João Goulart Filho (PPL), como vice, Léo Alves (PPL). José Maria Eymael (PSDC), como vice, Hélvio Costa (PSDC). Manuela D’Avila (PCdoB), como vice, Adilson Araújo (PCdoB). Marina Silva (Rede), como vice, Eduardo Jorge, PV. Vera Lucia (PSTU), como vice, Hertz Dias (PSTU). Jair Bolsonaro (PSL), como vice, general Hamilton Mourão (PRTB). Por último, João Amoêdo (Novo), como vice, Christian Lohbauer (NOVO).

De novo mesmo, que merecem ser votados, Jair Bolsonaro e João Amoêdo. O resto, se constitui em nulidades. Fazem parte das nulidades nacionais.

Já aqui, no nosso plano estadual, outro dia disse que só um terremoto poderia destruir a eleição do ex-governador Renato Casagrande. Parece que o candidato fabricou um terremoto dentro do seu quintal, talvez imaginando que esteja realmente eleito. Em recente reunião, para atrair os desastrados sem terra, sem teto, CUT e outros desesperados, arranjou como candidata a vice, Jaqueline Moraes (PSB), ex –camelô, foi vereadora em Cariacica e tem 42 anos. Está certo, em matéria de mais ou menos, não há nada como hora veja... Mas o sr. Renato Casagrande deveria imaginar que o mundo é redondo e tudo pode acontecer. Se ele morrer ou deixar o governo pelo meio, como a ex-vereadora Jaqueline Moraes irá substituí-lo? Ele pode até dizer que Lula era analfabeto de pai e mãe e acabou preso por corrupção. E daí?

O quadro nacional, como o capixaba, é meio carnavalesco e me faz lembrar de Ruy Barbosa, na sua Oração aos Moços: “De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto”.

 


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As redes sociais I

16/08/2018

 

Dos Estados Unidos vieram as informações interessantes, da eleição do presidente Donald Trump através da utilização das chamadas redes sociais para se comunicar com o eleitorado. Até agora, mesmo depois de dois anos de eleito, Trump continua abominando a mídia tradicional e, interessante, ví o candidato Bolsonaro dizer a um grupo de jornalistas que não responderia às suas perguntas, poderiam gravar ou não gravar seus pronunciamentos aos empresários, continuar contando todas mentiras ou difamações contra sua pessoa, que ele iria se eleger sem necessitar do apoio da imprensa chamada de tradicional, que era visível, contra sua candidatura.

Vamos entrar numa experiência nova, em termos de campanha eleitoral. No caso brasileiro, ao que parece, seja lá porque a classe política chamada de dona do poder está totalmente desmoralizada, debilitada ao extremo, seja porque o eleitor está cansado de velhas e carcomidas caras, o certo é que, Bolsonaro surpreende com uma impressionante preferência nacional, mesmo que pareça estar toda mídia nacional contra ele, do mesmo jeito que aconteceu nos Estados Unidos, onde a chamada grande imprensa moveu-lhe uma campanha cruel, impertinente, insidiosa, mostrando que ele não seria eleito presidente, até os instantes finais de se apurar os últimos votos dos chamados proporcionais.

No caso brasileiro, como no americano, Bolsonaro anda dizendo o que o eleitorado quer ouvir. Sua guerra será contra os que querem destruir a família brasileira, impor a violência, a impossibilidade do indivíduo sair de casa pensando em voltar.

Trump prometeu demolir os democratas que queriam promover a socialização da família americana, com a chegada de Barack Obama no poder, um filho de imigrante africano de prática muçulmana, facilitando a imigração de terroristas, o que Trump, de imediato, se colocou contra, prometendo destruir tudo que Obama tinha realizado, e reinventando a expressão de Monroe, “América para os americanos”, o que o povo gosta muito de ouvir, reinventando as velhas tradições do país eminentemente racista.

Embora a mídia tradicional diga ao contrário, Trump desponta como uma das mais importantes expressões da política americana dos últimos 50 anos, se igualando ao mito Kennedy, assassinado em Dallas.

Vamos ver o que acontece com o Brasil com a chegada de Bolsonaro. Pelo que se sente, até agora, se continuar assim, ganha no primeiro turno. Parece que Alckmin não sai do lugar em que está. Até o momento, Bolsonaro é um fenômeno nacional, no campo político, tido como imbatível.

 

 

 


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