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Forçando a barra

08/12/2017

NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

O negócio é generalizado. A classe política está forçando a barra, promovendo um debate político sucessório, que me consta, fora de hora. Os políticos são, na verdade, uns sabidos. Uns queimam os outros, com vista a atingir seus objetivos, que é continuar no poder.

O político, embora sabido por excelência, está esquecendo de um fato novo: o eleitor está enjoado de sua cara. Vamos promover uma renovação em todos os níveis e, os novos, que se apresentarem, ostentando um tênue véu de decência, podem se sair bem, muito embora, particularmente, não acredito que sejam realizadas eleições gerais em 2018, com essa atmosfera de roubalheira que varre a nação, um ciclone de proporções fantásticas e que irá obrigar num realinhamento de todos os princípios éticos nacionais, inclusive com uma ação firme na violência urbana, diante do temor da sociedade ir às ruas.

Diziam os mais velhos que á pressa é inimiga da perfeição. Por mais ladino que seja o político, ele ainda não tem a necessária competência para enganar de forma indefinida aquele que vota. Difícil extrair um que preste, no meio de uma multidão de safados. Os processos que se sucederam na esfera federal, envolvendo ex-presidentes como Sarney Collor, Lula e Dilma, todos ameaçados de irem para a cadeia junto com Temer, ao final do seu mandato, é um negócio de arrepiar. Se as mais pesadas acusações de enriquecimento ilícito envolve todos presidente da República após os militares que saíram ilesos do poder, promovendo um desenvolvimento da maior importância dos últimos 200 anos da nação, o que se pode esperar da chamada corja sob a mira dos processos?

Um pouco forte, expressivo, é a aprovação das Forças Armadas nas pesquisas de opinião pública, com 86% da aprovação nacional. Inbatível em expressão de apoio da sociedade, os militares, por pressão da sociedade, poderão ter um papel importante se persistir essa tremenda roubalheira nos chamados cofres públicos.

Até agora, vozes respeitáveis, mais isoladas, têm sido ouvidas fora dos muros dos quartéis, como uma espécie de alerta à classe política que, parece, não gosta muito de ouvir admoestações, recados de quem tem competência para dar.

Alguém – difícil de se imaginar no momento – poderá ser compelido pela sociedade a participar do processo político. Poderá se transformar num parto difícil, mas será a solução, para tirar a nação de um impasse que está se acentuado, com a impressionante prisão e envolvimento dos ladrões no processo político brasileiro.

 

 


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História triste

07/12/2017

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A GAZETA publicou reportagem, recente, onde informava que a Prefeitura de Vitória, a terceira menor capital do país, tem quase o dobro dos servidores públicos municipais em comparação às demais prefeituras do país.

Ficou faltando dizer que, ao longo do tempo, onde abrigou as mais desastradas administrações, o número de servidores fantasmas que ali se encostaram, fruto das indecentes filiações partidárias, foram um esbulho aos recursos públicos.  

Varias figuras, algumas indecentes até, pela falta de escrúpulos em receber sem trabalhar, aqui aportaram, até em datas recentes...

O fisiologismo, a indecente questão partidária que apodrece a democracia brasileira é que produz tais imoralidades. Sejamos decentes, o município de Vitória não tem apenas 13.662 servidores. E a turma terceirizada? Quantos são? Quanto pesa no orçamento do município? Está certo que o prefeito Luciano Rezende encontrou esse amontoado de gente inútil, que não cabe nos gabinetes, mas esse é um dos fatores porque a classe política utiliza para destruir a democracia. Os políticos estão pouco se importando que o Brasil vá as brecas. O que eles querem, realmente, é se fazer, realizar seus negócios.

No caso presente do prefeito Luciano Rezende, ele leva uma tremenda vantagem sobre muitos políticos que passaram na prefeitura de Vitória. É um homem realmente sério, ainda não ocorreu um único caso de malversação de recursos públicos por parte dos seus auxiliares. Em qualquer dúvida, ele vai descartando o “sabido” sem dar a impressão que está desconfiando, daí a lisura como exerce seu mandato.

O empreguismo desenfreado nos serviços públicos nacionais ensejaram na proliferação das chamadas autarquias, para o exercício do “carimbo”, da maldita burocracia que atormenta a vida nacional, faz com que tenhamos os juros mais elevados do mundo, os impostos e a corrupção.

A mente do político é tão fértil que ele, para acomodar seus apaniguados, permite que se multipliquem as chamadas autarquias, para dar emprego de forma discriminada.

O Brasil ostenta o maior contingente de burocratas do mundo. A questão é tão grave que, a solução, só uma política de longo prazo, de uns 100 anos ou mais, para se ultrapassar a monstruosa burocracia montada pelo maldito Estado Novo de Getúlio Vargas, consubstanciado pela tragédia que ocorreu no Brasil depois de 1985, quando permitiu-se que os banidos de 64 voltassem ao poder.

História triste, essa do Brasil.


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