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A nação dos inconsequentes.

23/05/2020

 

O dia que acabar essa lambança toda por causa do coronavírus, quero ver o que a TV Globo vai inventar para encher a paciência do brasileiro com suas mentiras e intimidações, tipo esse massacre sobre uma coisa só, como fizesse parte do chamado “suplício chinês”.

 

Outro dia fui entrar com um amigo num restaurante, para almoçar, naturalmente, e o porteiro de plantão foi direto:> “O senhor só pode entrar se for com máscara”, e me apontava um frasco com álcool gel, um negócio que inventaram para aumentar o consumo de álcool. O amigo meteu a mão no bolso e me emprestou outra máscara, que trazia para emprestar aos companheiros desprevenidos. Foi a primeira vez e única que usei máscara. Pelo que sempre soube, máscara quem usa é bandido, médicos, enfermeiros, dentistas, para se protegerem quando estão exercendo suas atividades. Um médico andando pela rua de máscara, nunca ví e não sei quem estabeleceu esse absurdo num país de média de temperatura ambiente, na rua, de 20 graus centígrados e onde o vento é permanente durante o dia.

 

É verdade: “Não há mal que sempre dure, nem bem que nunca se acabe. ” Não sei que dia vai acontecer, mas tenho consciência que o Brasil não pode durar muito com essa gente ordinária  no poder. Ou para o bem ou para o mal, vai acontecer uma tragédia, contanto, que não demore muito, porque tem um negócio montado que, aqui para nós, precisa ser desmontado o mais urgente possível, caso contrário a nação passará por um processo de degradação econômica (a moral já está aí, ao rés do chão) que sucumbirá. Sem esse pessoal das Forças Armadas não ajudar, a Venezuela será um paraíso, à vista do que pode acontecer.

 

Uns tolos dizem que os chineses vêm aí para, comprar a preço de galinha morta o que encontrar pela frente. Que venham os chineses. Os ingleses os dominaram por 400 anos, porque eram “bons” demais. A história não conhece um tipo de inversão de poderes tão grande. Vamos ter fé nas Forças Armadas. As vezes dá uma tristeza muito grande, pela sua inércia, mas ela irá salvar o Brasil das mãos dessa corja ordinária, trampolineiros os mais indecentes.

 

 

 

 

 

 

 


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Agora vai...

22/05/2020

 

Diziam os mais antigos que, as coisas quando não podem caminhar para frente, andam para traz...

Outro dia recebi da amiga Léa Erlacher, diretora de Ensino do SENAC- ES um vídeo, via WhatsApp, de Vitória antiga, que mandei juntar a outras preciosidades que comumente se perdem na memória dos que passam por cargos públicos, munidos de ambições e vaidades.

Lá, ao meio daquelas coisas do passado estava o Mercado da Capixaba, o então centro comercial de onde a população da metade da cidade se abastecia de gêneros alimentícios. O outro centro de abastecimento da cidade era o Mercado da Vila Rubim, que mereceu uma remodelação condigna da administração Chrisogono Teixeira da Cruz, o melhor prefeito de Vitória, em todos os tempos.

Os tempos são outros e os administradores públicos, de pouca coragem, inteligência e criatividade, pensam mais em se reelegerem e, outros, mais afoitos, em pilhar os cofres públicos, juntando a isso tudo a fome com a vontade de comer...

Agora, nesse melancólico apagar da administração do sr. Luciano Rezende (falta meia dúzia de meses para o fim do seu mandato), vem à tona as obras do “Novo Mercado da Capixaba”, com a inusitada notícia que vamos registrar para constar nos “anais” da triste história do nosso município: A cidade de Vitória vai poder contar com um novo Mercado da Capixaba. É que o prefeito aprovou os projetos complementares da reforma do espaço, localizado no Centro.

“A empresa responsável pelos projetos tem até o dia 27 de julho para entregar as propostas finalizadas, possibilitando a abertura da licitação para as obras. ” E arremata a notícia auspiciosa: “O espaço será concedido à iniciativa privada, por meio de concessão para uma única empresa. ”

É a velha história: em matéria de mais ou menos, não há nada como hora veja. As ciclovias estão aí, passando bicicletas invisíveis... Promessas e mais promessas o vento levou. Pra onde?

Mais um chamado “conto de vigário”... 

 

 

 


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