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Os planos de Bolsonaro

12/10/2018

 

Promete o candidato do PSL, Jair Bolsonaro, se eleito, acertar o Brasil, colocando ordem na casa, cortando ministérios, promovendo a educação, a saúde da sociedade, traçando um plano de desenvolvimento para o Nordeste, sem qualquer interferência de caráter político partidário.

O chamado semiárido nordestino, ou o que se chama mais comumente de polígono das secas, onde os ventos predominantes impedem a concentração de chuvas, vai merecer do futuro presidente Bolsonaro um exame profundo por parte de especialistas israelenses que, com imaginação, promoveram o desenvolvimento do deserto de Golan, com a construção de uma elevatória no rio Jordão para, onde existe baixos índices de umidade relativa do ar da região. Com o processo de irrigação, por gravidade e gotejamento, o deserto se tornou uma das áreas mais férteis do mundo, produzindo alimentos para o consumo nacional e até para exportação.

O Nordeste brasileiro, se bem pensado, com a entrada em funcionamento da transposição das águas do rio São Francisco, poderá se transformar num dos maiores centros produtores de alimentos do mundo.

O problema brasileiro é a burrice. Não existe dinheiro que chegue para encher malas e cuecas dessa gente sem um mínimo de escrúpulos.

Ou o Brasil se inclui entre os países desenvolvidos, onde a produção de alimentos não é feita através do zoneamento agrícola. Ou mudamos esses conceitos burros ou seremos sempre exportadores de matéria prima in natura, exatamente porque não temos capacidade para promover a industrialização.

Temos graves dificuldades para trabalhar a terra no Brasil. Para se ter uma ideia, em qualquer lugar do mundo civilizado, as reservas de água são feitas em regime de acumulação. Elas são retidas em grandes áreas de acumulação, que servem para diminuir a baixa umidade relativa do ar na região, promover a piscicultura, o transporte fluvial, o sistema de abastecimento de água, a fertilização de terra e a normalização das enchentes, evitando-se o assoreamentos dos leitos dos rios e lagos.

Este é o plano do futuro governo de Jair Bolsonaro. Os chamados opositores às suas ideias têm pavor de saber que ele irá se eleger. Não existem forças capazes de impedir o sr. Bolsonaro chegar à presidência da República, a não ser a morte, mas, temos certeza, vamos ver o candidato Bolsonaro conduzindo o Brasil à sua verdadeira posição de independência.

É preciso, contudo, que seus inimigos parem de pregar mentiras sobre sua pessoa.

 

 

 


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A vitória de Bolsonaro

11/10/2018

 

Tem certas coisas que é preciso repetir sempre. É como a mentira comunista: repita sempre, mas sempre, até que, de tanto repetir, a massa ignorante vai pensar que é verdade...

Não gosto de falar sobre pesquisas eleitorais. Elas nunca funcionaram e, francamente, são missas encomendadas, para tapear os incautos, como aconteceu recentemente, no último pleito.

Qualquer pessoa mediamente inteligente, que acompanha os fatos políticos sabe que o eleitorado brasileiro está p da vida com a classe política. Diante dos fatos, da capacidade inventiva do candidato Jair Bolsonaro, em utilizar as chamadas redes sociais para promover sua candidatura à presidência da República, as classes políticas à esquerda, cheias de dinheiro, passaram a contratar a mídia e os chamados institutos de pesquisas para montarem as elucubrações no campo imaginário, do chamado segundo turno, dando a entender que o candidato Bolsonaro poderia disputar o segundo turno com Alckmin, Ciro Gomes, Marina e Fernando Haddad, mas nunca destacando apenas Bolsonaro e Haddad. Por que?

No dia da votação e da apuração dos votos, como era presumido, o candidato Jair Bolsonaro saiu com 46,3 dos votos (48.967.306 votos); seu concorrente mais forte, com uma fábula de dinheiro em tempo de TV obteve nas urnas 29% dos votos (30.643.141 votos) que, para alcançar Jair Bolsonaro, terá que convencer 18.324.165 eleitores para votarem nele, para ficar com número de votos igual ao do candidato Bolsonaro. Para o sr. Jair Bolsonaro ganhar a presidência da República terá apenas de convencer 2.000.000 (dois milhões) de eleitores, sem fazer muita força, para ficar com 51 milhões de votos.

A mídia, totalmente esclerosada, de esquerda, acha que o sr. Haddad tem “papo” suficiente para manter o sr. Bolsonaro com os votos que conquistou nas urnas no dia 7 de outubro e perder o pleito para o sr. Poste, que precisa convencer os que votaram em Ciro, Alkmim, Marina, Álvaro Dias e outros menores, mais modestos em voto, votarem nele, coitadinho, representante de um presidiário que quer chegar à presidência da República de qualquer maneira, nem que seja à base telepática...

Só uma tragédia, a morte do sr. Jair Bolsonaro (o que quase conseguiram) vier a ocorrer. Aí então a comoção nacional será tão grande que não se pode avaliar como tal carnificina poderá ser detida.

O problema brasileiro, no momento, é “matar o PT”. O Partido dos Trabalhadores já causou tanto mal ao Brasil que não pode haver perdão. Lula não transmitiu, e nem poderia, seus votos todos para seu pupilo Haddad, e nem podia, porque os votos conquistados por Haddad seriam  os mesmos que seriam dados a Lula, e olha lá...

Na noite de 28 de outubro Jair Bolsonaro será consagrado pelo eleitorado como Presidente da República. Vai fazer um dos melhores governo da história do Brasil, pelo menos ao que jamais chamaremos de ladrão.

 


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