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Direitos I

10/11/2018

 

Por princípios, não discuto direitos. O Brasil tem uma das piores justiças do mundo. Temos justiça do Trabalho, Eleitoral, Esportiva, Militar, por que tanta justiça? Para manter monstruosas sinecuras? Cartórios aos montes, quase 500 empresas estatais, para serem pilhadas por políticos ladrões, audazes, como Petrobras, Banco do Brasil, Caixa Econômica, Correios e muitas e muitas outras? O Brasil é campeão de justiças inúteis, de monstruosos palácios para serem atulhados de gente. Temos o maior contingente de funcionários públicos do mundo. Dizem que 62% a mais do que o necessário.

Bom, no dia 28 de outubro, a duras penas, foi eleito presidente da República o deputado federal Jair Bolsonaro. Um patife, metido a doido, foi lá no meio da multidão e enfiou-lhe uma faca na barriga, quase matando-o. Socorrido por médicos da Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora, Minas Gerais, foi salvo. Elegeu-se contra tudo e contra todos, usando redes sociais nas comunicações. Não foi a um debate com um “poste” empurrado por Lula de dentro da prisão, onde está preso por corrupção, gastando uma montanha de dinheiro e, para felicidade da nação, não a elegeu. O que seríamos se o sr. Haddad fosse eleito? A continuidade de uma tragédia política, covís de ladrões a continuar pilhando os cofres públicos?

Eleito, Bolsonaro forma do seu ministério com gente da melhor qualidade. Os perdedores contestam o surgimento dos nomes escolhidos. Raios, temos um ex-presidente preso por corrupção, um monte de ex-auxiliares, empresários diversos ganhando fortunas com obras através de concorrências fraudulentas e, porca miséria, com direito a contestar, até na justiça, a escolha de um Sérgio Moro? Que raios de democracia é esta que temos, onde os que perdem não aceitam a derrota? Agora, um bando de velhacos, a começar pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, um ideólogo de esquerda metido a besta, arrotando uma sabedoria que não tem, como Lula, Dilma, José Dirceu.

Agora, após dez anos decorridos, a justiça do meu Estado condena um motorista (Wagner Dondoni), que, embriagado, preso com uma garrafa de vodka pela metade, dentro do carro, há 10 anos, matou, num acidente, uma família. O maldito está foragido, porque, apanhado pela Polícia, pagou uma fiança e fugiu. Tem processos na justiça rolando há 80 anos. Temos cartórios indecentes, para que processos, os mais diversos, mofem!

Quando aparece, não se sabe como, um candidato que promete acabar com uma centena e meia de cartórios, estatais as mais ordinárias, justiças indecentes, surgem os “democratas” que queriam transformar o Brasil numa formidável Venezuela, uma Cuba de tamanho desproporcional, desarmando uma população que votou num plebiscito para ficar armada, sendo enganada vergonhosamente, e ainda tentam matar o eleito que quer concertar toda essa imoralidade. Só no Brasil.

 

 

 


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A espera de Bolsonaro

09/11/2018

 

Promete, o futuro presidente da República, Jair Bolsonaro, exterminar com um monte de sinecuras espalhadas pelo território nacional, ministérios, autarquias, estatais, agências as mais diversas, que atormentam a vida dos contribuintes ou daqueles que desejam investir.

O caro leitor admite que uma usina hidrelétrica, que vai custar bilhões de reais, tenha execução paralisada porque, depois de 10 anos de obras, que não acabam nunca, os “ambientalistas” descobriram que ali morava um sapo dendrobata (que vive nas árvores) e a área não pode ser desmatada?

O investidor, idiota, cisma em fazer um grande hotel, para impulsionar o desenvolvimento de uma região do país e, para exame ambiental, o projeto leva dez anos na gaveta de um sábio ambientalista. Enojado, o investidor vai buscar outro país, outros negócios, emprestar dinheiro, porque não suporta tal tipo de massacre.

Montaram uma geringonça, um processo burocrático infernal, imoral, para tolher os passos de quem quer investir.

Na Europa, nos Estados Unidos, países desenvolvidos, quem quiser investir apresenta seu projeto num Instituto de Arquitetura e Urbanismo, para aprovação. Alí, depois de uma avaliação de, no máximo, 15 dias, o autor do projeto é convidado para acertar possíveis irregularidade ou receber o projeto com um carimbo de APROVADO e ir pagar a taxa para sua edificação.

É um sonho, mas o novo presidente da República pretende por um fim a essa maldita burocracia.

Se o presidente Jair Bolsonaro exterminar com 50% da burocracia existente no Brasil, eliminando sinecuras, a incapacidade gerencial nos serviços públicos, o desenvolvimento vai acelerar.

Tem uns negócios imorais, relacionados à construção de rodovias no país. Primeiro, porque todas obras têm uma vergonhosa variação de preços, para maior, com seus aditivos e orçamentos duvidosos, imorais; segundo, as procrastinações indecentes.

Faltam muitos anos a serem passados para que o Brasil seja um país decente para quem quer investir. Não é possível, você assina um contrato, na presença de testemunhas, e precise reconhecer sua firma, sua assinatura, porque a justiça assim “determina”.

Estava escrevendo um livro: “Nossa terra e nossa gente (ou tudo aquilo que você gostaria de dizer, mas não tem coragem). Meu filho mais velho pegou aquele calhamaço, passou a ler e, no meio do caminho, perguntou: “O senhor vai publicar este livro? ” Aquiesci, que sim. “Você está doido meu pai. Eles vão te matar”. Engavetei a história.

Quero viver enquanto Bolsonaro for presidente, para ver o que vai acontecer. Tomara que cumpra o que prometeu. Esperemos.

 

 

 


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