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A falta que faz o silêncio.

05/11/2019

 

Há muitos anos, quando era deputado estadual, na nossa Assembléia Legislativa, um deputado contrário ao sr. Moacyr Dalla, em aparte à sua fala, da tribuna, afirmou: “Vossa Excelência tem  a faculdade, quando fala rindo, está mentindo. Quando fala sério, não diz a verdade.” O deputado Moacyr Dalla tinha o apelido de “Badalão”, muita conversa e pouco conteúdo.

 

Na condição de jornalista, sinceramente, me envergonho do que leio na imprensa nacional que, aos poucos, vai se afinando, desmilinguinda-se-se ao sabor da falta de amparo das verbas governamentais e, num tremendo esforço de salvação da quebradeira, esbravejam contra o governo Bolsonaro, inventam as mil e uma mentiras, como o caso recente, de que um suposto matador de uma vereadora no Rio de Janeiro, entrara no condomínio onde mora ainda o presidente da República, pedindo ao porteiro para ir à sua casa, quando na verdade a permissão do tal suposto criminosos, pediu ao porteiro licença para ir à casa de outro morador, jamais à casa do presidente Jair Messias Bolsonaro.

 

Afinal, descobre-se que o porteiro mentiu, a pedido de não se lembra de quem, saindo na imprensa nacional, na TV Globo uma notícia mentirosa que inventou depois uma mentira meia longa, tirando o rabo fora, da invencionice com objetivo de prejudicar a imagem do presidente.

 

Confesso, lamento profundamente que a imprensa do meu país despenque na vala da iniquidade.

 

Tudo que é fato verdadeiro, com provas as mais absolutas, decisões irrepreensíveis de magistrados como Sérgio Moro, têm sido amesquinhadas para proteger, claramente, Lula e todos seus companheiros de xilindró. As “honrarias” de Lula em favor do ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral e outros criminosos cabeludos e carecas desta maldita república de larápios, não aparecem na nossa imprensa. O presidente Jair Messias Bolsonaro, em 10 meses de governo fez uma revolução moralizadora tão grande, mas tão grande que nem no regime militar de 64 foram praticados atos iguais.

 

Quem duvidar que a revolução administrativa proposta pelo governo Bolsonaro, nos três anos e dois meses que lhe restam de mandato não vai acontecer, está laborando num tremendo erro e, uma coisa mais importante, a impressionante participação da opinião pública a seu favor.

 

O presidente Jair Bolsonaro e seus filhos não falam nada errado, mas deveriam realizar mais em SILÊNCIO.

 

 

 


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O sonho da bicicleta.

04/11/2019

 

Vitória, como capital do Estado do Espírito Santo, possui uma das menores regiões geográficas do país, sem qualquer possibilidades de expansão (cercada de água por todos os lados), onde a atividade econômica, praticamente única, é o comercio de bens e serviços. Não temos uma atração para o turismo, o chamado divertimento social, sem ser o Shopping Vitória e a Praia de Camburi, que teve seu desenvolvimento urbano a partir da década de 70, não tem mais nada! O território é formado com grandes dificuldades de acesso pelo continente, onde a chamada mobilidade urbana se faz em três períodos (ou horários) do dia. O da manhã, pelos que veem ou vão para o trabalho e os estudos; na hora do almoço, quando a grande parcela, pela pequenez territorial, almoça em casa e, pelo cair da noite, quando todos, no mesmo horário, voltam para suas casas, após serem liberados do trabalho, para ouvir novelas, diante da impossibilidade de sairem de suas casas, com medo dos bandidos, capazes de tudo.

 

Sob inspiração “divina” , creio, o prefeito Luciano Rezende, focou sua administração na construção de um sistema viário urbano composto de ciclovia, como se fosse sua meta governamental, que todos devam ir e vir montados numa “magrela”, apelido dado à bicicleta, numa cidade com vias apertadas, demasiadamente estreitas, onde todo morador tem automóvel e não existe lugar de estacionamento e, estranho, chamam a isso tudo de “qualidade de vida”, quando temos os morros da capital, como nos municípios vizinhos, povoados de bandidos os mais perigosos do país, onde a polícia não tem condição de capturá-los, devido a fragilidade das leis que impedem que sejam presos( e soltos) numa incontinência jurídica que se constitui numa vergonha.  Quem mora em Vitória, na Grande Vitória, não vai embora, como eu, porque não pode.

 

Ninguém, no Estado, acho até que no mundo, tem competência para dizer ao senhor Luciano Rezende que ele está laborando num tremendo erro, nem a Câmara Municipal, que tem o poder de fiscalizar a administração municipal, possui representante com capacidade para ser arauto da discórdia, à ideia mirabolante do prefeito.

 

Minha mãe dizia, que nada melhor para ensinar do que o tempo e, meu pai, mais filósofo, dizia: “Todos morrem”. Ninguém fica para contar histórias. Dizem, quem se intitulou  “filho de Deus, morreu na cruz, entre dois ladrões”.

 

Tudo é uma questão de tempo. São duas, máximas interessantes que nos dão esperança: o tempo passar e a morte até dos sábios e dos que se intitulam de filhos de Deus, chega um dia.

 

Vamos ver até onde vão os sonhos bicicleteiros do prefeito Luciano Rezende. Quem sabe se ele está certo, podendo declarar amanhã, de alto do seu pedestal, que nenhum automóvel pode transitar na Ilha de Vitória, sob seu comando mas, como dizia minha mãe e completada pelo meu pai: ” nada melhor do que o tempo e, a poderosa máxima, ninguém escapa, nem os  imbecis e ditadores mais cruéis, da morte.”

 

Agora o prefeito arranca árvores de canteiros centrais das avenidas para construir ciclovias. Uma pergunta resta: o custo benefícios? Para quem andar? Se fosse um munícipe arrancando árvores do seu quintal, o que aconteceria? Pagar a multa, ou receberia prêmio?

 

Ironia do destino. Quando era criança, não tive bicicleta. Sou um péssimo ciclista, mas tenho uma coleção de bicicletas antigas. São 15, apenas. Mania de juntar cacarecos...

 

 

 


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