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A espera da hora

13/06/2018

 

Essa tal de internet, whatsApp e outros modismos que estão por aí, principalmente depois que Donald Trump conseguiu derrotar a mídia americana, está sendo usada para demolir a classe política brasileira, que está apelando para criar obstáculos às redes sociais que pautam seus noticiários com uma sutileza, para não dizer criatividade, incrível.

Lula está morto. Sofreu um AVC na sua cela, dentro da Polícia Federal”, ou até mesmo a informação que teria se enforcado, à falta de um revólver na mão e cheio de coragem para imitar Getúlio Vargas...

À meia distância da sede da Polícia Federal, em Curitiba, Lula se resume a um trapo político sem maiores expressões, a não ser pelo favor de alguns adeptos, a soldo do PT para, nos finais da tardes, na chamada boca da noite ou ao alvorecer, uníssonos, gritarem em saudações: “Bom dia presidente Lula”. “Boa noite. Presidente Lula”, debaixo de um frio miserável que Curitiba reservou para essa gente que forma uma ridícula opinião pública de duas ou mais dezenas de gatos pingados, inexpressivos.

Na verdade, o “comitê de pretensos amigos de Lula, às proximidades da sede da Policia Federal, em Curitiba, Paraná, se assemelha a uma reunião em torno de um cadáver sem ainda data e hora marcada para o sepultamento, com largos anos pela frente, sem o poder da comunicação pessoal.

Ainda acredito, pelos que se observa de apatia política do chamado eleitorado brasileiro, que os partidos políticos, que somam a mais de três dezenas, estão em estado de agonia com uma morte lenta anunciada para breve, o que deve coincidir com os acontecimentos que marcarão a ruptura no sistema político vigente, o que será aplaudido pela maioria da sociedade, inteiramente descrente que o atual quadro político – partidário nacional levará o país a algum lugar decente.

Dizem sempre que, em política pode acontecer de tudo que se imagina de impossível, mas se por uma infelicidade ocorrerem eleições, para a classe política será muito pior do que uma espécie de “golpe de Estado” impedir que a classe politica sofra um importante esmagamento moral, pela ausência de votos.

Os amantes de Lula, escalados pelo PT e a CUT, nas proximidades da Policia Federal, em Curitiba, com suas arengas cavernosas em adoração ao ídolo condenado à prisão por apropriações indébitas, estão defendendo seus interesses pessoais, suas remunerações, seus pães com mortadela, para mostrarem que são pobres como o chefe trancafiado.

Vai ser divertido o fim dessa presepada petista.

 

 


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Perdemos um empreendedor.

12/06/2018

 

Vitória, a capital do Estado do Espírito Santo perdeu, no dia 22 último, um dos seus mais importante empreendedor, na pessoa do empresário Antônio Neffa Sobrinho (1927-2018), um homem de visão rara e que amava a terra em que nasceu.

 

 

Minha amizade com Toninho começou por volta de 1955, através do também empresário Américo Buaiz. Depois, já em 1959, quando fui levado por Américo para a Federação do Comércio, Toninho ajudava seu pai, comerciante do ramo atacadista, já se mostrava incansável na arte de comercializar e de construir empreendimentos.



Idealizou a rede de Supermercados São José, esse filho de imigrantes libaneses que se radicaram no Espírito Santo e nunca mais se afastaram daqui, mostraram do que eram capazes no campo do trabalho. A rede de hotelaria e supermercados foi criação de Toninho, como era largamente conhecido, até que seu gênio criativo levou-o, com grande sacrifício empreender a construção do Centro de Convenções Vitória, o mais importante e moderno espaço voltado para reuniões na capital do Estado, no bairro de Santa Lúcia, onde toda família Neffa (irmãos e filhos) se misturavam com empregados na importante arte de prestar serviço, sem qualquer constrangimento, ombro a ombro com seus colaboradores.

 

Não faz muito tempo, quando entrei num de seus estabelecimentos, ele era empurrado numa cadeira de rodas, fruto de um AVC, que sacrificou seus movimentos. Fiz o que pude para não me aproximar dele, mas entendi que seria injusto vê-lo, sem dizer ao menos um alô, um estúpido “como vai”, para alguém que sempre nutriu uma impressionante força de trabalho. Falou comigo com a maior naturalidade, como se não tivesse acontecido nada com ele. Há alguns anos, quando o SESC estava adquirindo o Edifício Glória, procurei-o para conversarmos sobre o “castelinho”, onde fora residência da família, na Av. Capixaba, defronte o velho mercado. Toninho me relatou alguns problemas com o velho casarão, onde estava habitado por invasores, me dando uma esperança: ”Se algum dia meus irmãos e filhos quiserem vender, você terá a preferência”. O “castelinho” é uma das raras obras do Centro de Vitória que merecem ser preservadas. Não se constrói mais uma obra daquela importância  e sua restauração será um trabalho penoso, para a atualidade. Faz pena vermos construções com a casa dos Neffa e a dos Von Schilgen abandonadas à própria sorte.



Antônio Neffa Sobrinho foi um dos grandes empreendedores que o Estado do Espírito Santo teve e que morreu trabalhando, empurrado na cadeira de rodas, dando ordens e tratando da arrumação dos estabelecimentos que construiu. Perdemos um dos grandes empreendedores do nosso tempo.

 

FONTE: JORNAL AGAZETA


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