Ver Histórico



Procurar




  


Newsletter

Nome
  
E-mail
  




Links



Cavando a prpria cova.

14/06/2021

 

O ex-senador Magno Malta vem denunciando o golpe que está sendo engendrado pelo governador Renato Casagrande para obstacular a visita do presidente Jair Messias Bolsonaro a São Mateus e Vitória, com a decretação de novas proibições de funcionamento das atividades empresariais e, consequentemente, a suspensão de linhas de coletivos, sob o argumento meio fajuto de uma terceira onda de coronavírus, essa vinda dos porões do Palácio Anchieta, sob fabricação dos comunistas ali encastelados.

 

O desespero do governador Casagrande é um direito dele, do coveiro que resolveu cavar sua própria cova, mas, na hora de se enterrado, contará com a participação do eleitorado que vai eleger o ex-senador Ricardo Ferraço como novo governador do estado.

 

Tudo pode acontecer. Bolsonaro não se acovardará diante das ameaças de um governador que, na verdade, ninguém sabe explicar, está destruindo a economia do Estado como se a falência do empresariado, com seus lockdow amalucado pudesse sufocar anseios de liberdade, de trabalho e paz ou derrubar o Presidente Bolsonaro.

 

As redes sociais não dão trégua ao governador capixaba, tido como traidor, por ter escondido sua tendência comunista para poder se eleger, mas não esperava que, com tanto velho gagá da política nacional dizendo que Bolsonaro não se elegeria, que ficaram como cachorro caído da mudança, sem saber que rumo tomar e assistir o presidente triunfando.

 

O Brasil mudou. O eleitorado ficou mais consciente das mazelas perpetradas por Lula com seu PT, quando estiveram no poder.

 

Falando sozinho, como bêbado em porta de botequim fechado de madrugada, Lula se transformou num cão raivoso, mordendo os passantes, por se sentir perdido. Por onde passa tem atrás de si grupos de corajosos apupadores de ladrões. Mudou a coletividade, enojada diante de tanta roubalheira, desfaçatez, imoralidade. O último caso, da compra de medicamentos e materiais de combate à pandemia do coronavírus superfaturada, atingindo quase todos governadores, se constituirá na imoralidade para o combate ao coronavírus.

 

O eleitorado do Espírito Santo elegeu Bolsonaro duas vezes, com extraordinária votação, mais de 80% dos votos. Não será por culpa de um governante medíocre, insensato, que Bolsonaro prejudicará o Espírito Santo, ao contrário, as obras das BR-101 e 262 caminham como nunca caminharam para o término. As obras do contorno do Mestre Álvaro, também, se arrastando há dezena e meio de anos. Esse é o Bolsonaro que vai enterrar muitos políticos ordinários que querem comunizar o Brasil.

 

O coveiro Casagrande está cavando sua própria cova. O eleitorado vai enterrá-lo.

 

 

 


Imprimir | Enviar para um amigo

Um tratamento indigno.

13/06/2021

 

De uma coisa todos estamos convencidos. Quando temos um problema sério de saúde, procuramos um médico se possível, o melhor indicado. Os idiotas procuram tipos ordinários como João de Deus, um rufião de quinta categoria. Um médico bom, será sempre reconhecido como um bom médico.

 

Sob orientação do Supremo Tribunal Federal (quem diria!), o Senado Federal montou uma farsa como CPI, com objetivo, se possível, criar meios e modos pelo impeachment do presidente Jair Messias Bolsonaro, colocando no comando da CPI senadores devidamente treinados em processos de corrupção, prevaricações várias, que estavam destruindo o país e com inúmeras ações em andamento.

 

Num país em que a Polícia Federal realiza um trabalho ímpar, em todo mundo, culminando com a condenação e prisão de um único presidente da República em toda sua história (leia-se Luiz Inácio Lula da Silva) e 70 companheiros de gatunagem, e assiste uma aberrante decisão da Suprema Corte mandando esses ladrões para rua, porque não foram condenados em uma tal de terceira instância, quando o próprio Supremo os condenou, há de se convir, HÁ ALGO DE PODRE NO PAÍS, que não existem meios e modos de se esconder.

 

Esses ilustres senadores do comando da CPI, adredemente preparados para atormentar a vida do presidente da República e os convocados para depor, como o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello que, corajosamente, deu um banho de responsabilidade, sabedoria e conhecimento sobre o que fez no combate à pandemia do coronavírus.

 

Um caso indecente, cruel, deselegante e contrário aos mais modestos princípios de decência, ocorreu quando do depoimento da médica Nise Ymaguchi, renomada oncologista, imunologista, com curso de doutorado em pneumologia e compareceu à CPI a convite, mas só porque contrariou alguns “sábios” da CPI, notoriamente broncos e mal-educados, não permitiram uma explicação científica, clara, sobre o uso da cloroquina no combate ao coronavírus, só porque sabiam que não podiam discutir com ela.

 

Eu não sou autoridade para discutir infectologia, medicina, biologia, mas, afirmo, que essa “guerra” de laboratórios por tipo de vacina é um negócio profundamente imoral, como a CPI. A pressa é inimiga da perfeição. Imunologia com quinino é para até o fim da vida de quem usou.

 

A pressa de se produzir vacinas para inocular a sociedade contra o coronavírus foi um negócio vergonhoso, pessoas que tomaram a vacina tiveram graves problemas de infecção e a inoculação através da cloroquina é muito mais eficaz e violentamente mais barata e não sacrificaria a nação com essa fábula ao adquirir vacinas sem benefício inoculante conhecido. É impressionante o poder de “convicção” dos laboratórios...

 

A dra. Nise Yamaguchi foi grosseiramente ofendida por senadores totalmente analfabetos em termos médicos e científicos e serviram a um papel triste, vergonhoso, de humilhar uma mulher que, pelo seu saber, competência iria dar um banho de conhecimentos e educação.

 

É lastimável que o Senado da República se preste, por política ordinária, de pressão a um presidente da República que não está permitindo que ninguém roube o país, ofenda pessoas que foram convidadas para prestar esclarecimentos, que não seria à moda e do agrado dos senadores comprometidos com a máfia da esquerda brasileira que, infelizmente, existe.

 

Pelo menos a sra. Nise Yamaguchi deve saber que o Brasil não é o Senado. Nossos pedidos de desculpas a ela e à classe médica brasileira.

 

 

 


Imprimir | Enviar para um amigo



« Recentes   2532 2531 2530 2529 2528 2527 2526 2525 2524 2523   Anteriores »