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Fronteiras agrcolas.

17/02/2021

 

Existem umas ingenuidades que ficam, às vezes, por longos momentos sem resposta imediata. Numa discussão momentânea entre amigos, sobre fatos relevantes, da história recente, onde todos se perdiam na sarjeta do esquecimento, um mais exaltado perguntou para o outro: “Responda sinceramente, em um minuto, o que você almoçou ontem? ” O interlocutor ficou embaraçado com a pergunta de chofre e saiu com um “sei lá”! Meio sem jeito, como aquele outro que, também na discussão, perguntou: “Por que o cavalo defeca aqueles cubos grandes e o cabrito aquelas pelotinhas? Cinco minutos para responder”. O amigo pensou, pensou, vendo o tempo terminar, saiu com o célebre “Sei lá! ”, que definia que jamais tivera a curiosidade de estudar, ou de ler, que era pela formação do intestino de cada tipo de raça, semelhantes, não iguais. Então o perguntador saiu-se com esta: “Se você não entende de merda, como vai entender de economia? ”.

 

O Brasil nunca foi feliz com seus administradores públicos, embora, dentro do princípio de relatividade, existem as chamadas “exceções”, para evitar que se rotule todos de forma igual...

 

Quando estava para assumir seu primeiro mandato de presidente, perguntaram ao “professor” Lula como ele iria administrar o Brasil, com tantos ladrões, tendo ele afirmado que impedindo que roubassem. Ficou a resposta como uma das piadas grosseiras do candidato, que se transformou no que realmente foi (ou é?).

 

A história nos ensina que o Brasil é essencialmente agrícola, que hoje o agronegócio sustenta o país com exportações que caminham para a casa dos 70 bilhões de dólares anuais. O produtor rural nacional é um dos menos assistidos do mundo. As raras cooperativas agrícolas brasileiras estão sob o comando de alemães, italianos, principalmente em são Paulo, Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, sendo que a Contramo é uma das maiores do mundo.

 

Querem porque querem que o Brasil, seja uma nação industrial, com parques tecnológicos formidáveis, como Estados Unidos, Alemanha, Japão, China, Índia, Coréia, Taiwan e outros pequenos dedicados à tecnologia de ponta.

 

O mais importante negócio do mundo é produzir alimentos, vender alimentos. Infelizmente, o que produzimos é exportado in natura, sem beneficiamento.

 

Não podemos avaliar até que ponto caminharão as reformas que estão em curso do Congresso Nacional, sob a condução do Ministério da Economia, do governo Jair Messias Bolsonaro.

 

Se o sonho desse novo governo for realmente em prol das mudanças estruturais que tentam emperrar nosso desenvolvimento, vamos ter em breve uma nação grande de verdade...

 

 

 


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O dia que o petrleo acabar.

16/02/2021

 

“O dia que o corona acabou”, sátira do humorista Tom Cavalcanti, com base numa música de Fagner, é de matar o sujeito de rir, como ele descreve as patifarias patrocinadas por alguns políticos com a compra e medicamentos e produtos diversos como equipamentos para atender a população atingida com o coronavirus.

 

O Brasil é conhecido como o país da “correção monetária”, a favor das cobranças públicas de impostos. Tudo no Brasil é motivo para empanturrar os cofres públicos de dinheiro, extorquindo da população, para satisfação de um monte de nababos (nababos é um termo banal, para não dizer ladrões) que enriquecem da noite para o dia, às custas de trapaças, negociatas indecentes, pouco se importando com a morte de ilhares de pessoas.

 

No país da correção monetária e do chamado dólar flutuante, onde tudo é cotado na base do dólar da balança comercial, estamos consumindo desde que surgiu no mundo os motores abastecidos por derivados do petróleo, com os preços mais elevados do mercado mundial, onde os governos estaduais cobram de ICMS quase 28% pelo preço do litro de derivado de petróleo, que adquirimos nas bombas, fora os chamados royalties pagos a estados e municípios com base em suas produções de ladroagem....

 

O nosso festejado cômico Tom Cavalcanti, com sua sátira, “O dia que o corona acabou” nos diz que vai terminar a farra dos ladrões de recursos públicos para comprar vacina e equipamentos para o combate ao corona e, chegará o dia (que seja o mais breve possível) que iremos festejar o fim do petróleo, que será utilizado apenas como produto lubrificante e extração de cerca de 80 derivados químicos, sendo a maioria destinado para a indústria farmacêutica, produção de remédios.

 

Nossos administradores públicos ainda não pararam para pensar que o Brasil é um país inigualável, por formidáveis características que nenhum outro tem, como isento de terremoto, maremotos, vulcões, abalos sísmicos, tufões, nada que não seja normal provocado pela chamada fúria da indomável natureza.

 

Quando o petróleo acabar, será um grande dia para a sociedade brasileira. Montes de servidores públicos, de vários quilates, desaparecerão, pela incapacidade de não saber amealhar riquezas, de não querer construir o próprio futuro.

 

Somos burros por natureza.

 

 

 


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