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A mídia e Bolsonaro

14/01/2019

 

O candidato Jair Messias Bolsonaro ganhou a eleição para presidente da República no dia 28 de outubro de 2018, dando demonstrações absolutamente tranquilas de que não precisava da chamada mídia nacional, os grandes jornais e estações de TV, preferindo montar, a exemplo do ocorrido nos Estados Unidos, com a candidatura Donald Trump, as chamadas redes sociais.

Estranho que, sozinho, apoiado pelas redes sociais, o candidato ousou peitar as organizações Globo, Folha de São Paulo, Estado de São Paulo, Veja, Isto É e tudo mais que aparecia pela frente. Uma surpresa geral. O noticiário, de gozação ao candidato era farto.

Revendo tais fatos, os acontecimentos que marcaram a eleição do sr. Jair Bolsonaro, fica claro que, após o pleito, com a reafirmação do eleito que ele não quer saber da mídia nacional, que vai cortar -lhes as polpudas verbas de publicidade, criaram uma onda de terror, a mídia se alvoçou e o resultado aí está, com o massacre coletivo que foi montado contra o novo governo, chegando ao ponto da Folha de São Paulo dizer: “O governo Bolsonaro acabou”. Acabou como, se ainda nem começou, não completou uma quinzena, e já acabou?

Eu não entendo de futebol e nem quero entender mas, lá no meu São Mateus, quando criança, existiam dois times no município muito importantes, o Aimoré e o Mateense. Sei que, meu tio, Alcino Santos, era jogador e uma espécie de manda chuva do Mateense. No intervalo do primeiro tempo, o Mateense perdia de 3 a 0, quando meu tio reuniu a turma, todos sentados no chão e, em pé, falou mais ou menos assim: “Vocês estão loucos? Todos querem fazer gol, não dão passe, pensam que podem sair driblando o adversário, como se ele fosse um tolo? Vamos entrar decididos, jogo duro, passando a bola, evitando ao máximo jogadas pessoais, individuais. Vamos construir o jogo. Respeitar o adversário”. O Mateense ganhou de 4X3, numa virada surpreendente.

Bolsonaro armou o melhor time, é o dono da bola e do campo. O adversário tem um time de merda, composto de ladrões da pior espécie, também o juiz e bandeirinhas são ladrões, quadrilheiros. Vamos parar de dizer besteira e vamos agir com severidade. Esse negócio de todo mundo falar, como periquito na fruteira, está errado. Arranjem um porta voz capaz, de capacidade comprovada. O sistema de mídia nacional está se articulando para ridicularizar o governo. O governo está respondendo entrevista de Haddad, Lula, Dilma, Zé Dirceu. Esse pessoal está morto e esqueceram de enterrar. Falar neles, é querer que continuem vivos.

É preciso que alguém, daqui pra frente, tome conta das diretrizes de publicidade. Que fale exclusivamente o necessário. Todo dia usando a mídia, desgasta. Nada mais correto do que falou a ministra Damares Alves, sobre o menino vestindo azul, e menina vestindo rosa, num sentido eminentemente figurado. Querem distorcer o que a ministra falou, por uma questão de burrice ou má fé. O PT morreu, mas não de todo, ainda...Vamos enterrá-lo!

 

 

 


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Bolsonaro precisa de um porta voz.

13/01/2019

 

O ministro da Casa Civil do governo Bolsonaro, Onyx Lorenzoni, assinou portaria no dia 03 de janeiro exonerando 320 servidores em cargos de confiança, vinculados à pasta sob seu comando.

 

O Brasil é o único país do mundo que tem servidores públicos com estabilidade ou, quando em cargos de confiança, precisam ser dispensados, dando a impressão de perseguição.

 

Em qualquer lugar organizado do mundo, ninguém tem segurança de emprego, a não ser a Suprema Corte. Os chamados servidores públicos, quando termina o mandato do governante, como no caso de Obama, e entrou o presidente Trump, ou quando terminou o governo de Temer, entrou Jair Bolsonaro, nos Estados Unidos ou qualquer país da Europa, todos os servidores são demissíveis ad nutum, ou seja, sua função vai até o dia que assume outro mandatário, que, de acordo com seus novos auxiliares, mantém, por ato, aqueles que melhor lhe convier.

 

Em declaração naquele dia, o presidente Jair Bolsonaro reclamava das nomeações, para diversos cargos de representação em estatais, pelo presidente Temer, antes de deixar a função, protegendo afilhados, como no caso do ex-ministro Marum, para o conselho da Itaipu, binacional. Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, BNDES e várias outras instituições governamentais estão atulhadas de petistas que não produzem nada. O alvoroço nacional com a movimentação de gente que está sendo dispensa é tão grande que, até no Espírito Santo, sob as asas do governo Casagrande, já está chegando gente de outras terras, só para arrancar dinheiro dos capixabas, usurpando  recursos que poderiam ser aplicados em desenvolvimento.

 

Prudência e caldo de galinha nunca fizeram mal a ninguém. Nada melhor do que o silêncio, na moita...

 

Em 1964 tomou posse como Presidente da República o mais importante e o mais equilibrado chefe da nação brasileira de todos os tempos, o marechal Humberto de Alencar Castelo Branco. Absolutamente correto, justo, de uma imparcialidade à toda prova. Esse homem, de poucas palavras, falando muito pouco ou o que era absolutamente necessário, foi o homem mais respeitado, em todos os tempos na Nação. Em terras capixabas o então presidente da República, mal informado, cometeu uma infantilidade, tendo como orientador um seu irmão, que era representante de um laboratório farmacêutico, que informou ao presidente que o então governador do Espírito Santo, Francisco Lacerda de Aguiar era um “homem honesto e empreendedor”. Castelo Branco teve a infantilidade de cometer aquela estupidez. Vendo as provas contra o sr. Lacerda de Aguiar, mandou para aqui o coronel Dilermando de Souza Monteiro, com a incumbência de promover a renúncia do sr. Lacerda de Aguiar, o que aconteceu, assumindo o posto o vice-governador Rubens Rangel, um dos homens mais sérios que ocuparam o Palácio Anchieta, que nada tinha a ver com o sr. Lacerda de Aguiar.

 

Bolsonaro, como Castelo Branco, está precisando de um porta voz.

 

 

 

 


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