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Estados diferentes

06/12/2017

NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.


Em viagem recente à Suíça, mais pelo meio rural do que urbano, me impressionou a segurança das rodovias, ferrovias, de todos espaços daqueles cantões, onde existe sempre uma coisa que nos deixa extasiado, pela beleza natural, pelo trato que as pessoas dão aos lugares e a receptividade aliada à hospitalidade dos moradores.

O problema da Suíça, como da Alemanha é a educação de seus povos, o trato que dão à natureza, com a mais absoluta segurança, com suas ruas sem pedintes, sem crianças, e velhos abandonados, onde todo mundo está fazendo alguma coisa.

A GAZETA, na última terça-feira, 28, informava em sua manchete que o governo do Estado vai gastar 18 milhões, em virtude da determinação da Justiça para que sejam internados 853 viciados, que andam pelas ruas da Grande Vitória.

Está certa a Justiça. É uma tragédia e o Estado tem que assumir sua responsabilidade.

Em fevereiro o Estado do Espírito Santo foi sacudido com a informação de que a Polícia Militar entrara em greve, sob o comando das mulheres dos militares que fecharam os portões dos quarteis. O resultado dessa façanha toda foi que morreram, por tiro, 219 pessoas, a maioria na região da Grande Vitória.

Sempre encontram meios e modos de se burlar a vigilância da própria Justiça. Quem matou 219 pessoas durante a greve da Polícia Militar?

Calculo que os mortos eram pessoas sem necessidade de continuarem vivas, mas quem tem a coragem de matar pessoas de forma tão estúpida?

Vez por outra tenho que socorrer pessoas necessitadas que precisam de um internamento urgente, um acidente ou uma operação repentina e não encontram um lugar sequer no desvão dos corredores dos hospitais mas, estranho, como o poder público emprega! Por que tamanho exagero, para empilhar servidores inúteis em repartições públicas? Por que não tratam dessa gente necessitada sem precisar a intervenção da Justiça?

Falta a sociedade esperanças de dias melhores. Não ser como vamos reeleger gente tão ordinária.

 

 


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Racismo e preconceito I

05/12/2017

NOTA – Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 


As chamadas teorias clássicas nos dão conta de que o homem saiu do continente africano há 130 mil anos, 80 mil anos antes do que se pensava. Supõe-se também que a espécie humana se formou na África há 100 mil – 200 mil anos e daí se dispersou pelo resto do mundo, há cerca de 50 mil anos.


Através de sua longa história o formidável continente africano não teve um instante de paz. Suas tragédias religiosas, políticas e sócias implicaram, há milhares de anos, além das desenfreadas matanças tribais, o processo de escravidão mais cruel que se tem notícias, fazendo com que chefes de tribos aprisionassem seus rivais e os vendessem para o mundo em expansão, o que aconteceu até 1880 quando o chamado  “mundo branco”, movido por forte pressão libertária, provocou a extinção dos regimes escravagistas, entrando o Brasil, então, no processo.


A escravidão é um dos piores câncer produzido pela humanidade, que ainda não conseguiu extirpá-lo de todo. Seres humanos ainda são vendidos em vários países Africanos, na Ásia e outros cantões onde o noticiário ainda não alcança.


Condenável por todos aspectos, entretanto é importante que se diga que não foi o homem branco que aprisionou o homem africano e o tomou escravo, para despachá-lo pelo mundo. Os senhores tribais africanos foram os exclusivos responsáveis pelo aprisionamento e o comércio de escravos. A receptividade que ocorreu nas nações que precisavam de braços para os trabalhos árduos, absorveram tais pessoas  pelas suas necessidades. A libertação dos escravos no Brasil, como relatam os compêndios sobre o assunto, foi motivo de festa, regozijo em todas camadas sociais, que se irmanaram à decisão da princesa Isabel, que assinou o ato, contrariando suas vontades, ou vontades de suas origens.


A questão racial no Brasil e no  mundo jamais acabará, dentro dos princípios básicos que nortearam a humanidade: a) o mundo é redondo; b) sempre existirá noite e dia; c) sempre existirá pobres e ricos; d) todos morrem. Esses fatores jamais deixarão de existir. O ser humano sempre encontrará, por esta ou aquela razão, ser presunçoso de que ele é o melhor, o mais autoritário, o mais poderoso, daí as desigualdades na forma de tratamento, que só acabarão com a extinção do mundo, o que vai demorar um bom tempo.


Com educação, com a participação de todos, essas arestas, esse ranço que ainda existe será bastante atenuado. Não existe no mundo sociedades mais racistas do que os judeus, os japoneses, os chineses, asiáticos de um modo geral. No Brasil, vivemos num paraíso de relações humanas que não tem igual na face da terra. É bom apagar a idéia de que o branco escravizou o negro!

 


FONTE: JORNAL A GAZETA


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