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Resta esperança.

22/03/2020

 

Embora o surgimento do coronavírus na “praça”, mina nas chamadas hostes políticas da Prefeitura Municipal de Vitória uma espécie brusca sórdida para inviabilizar a candidatura do vereador Mazinho dos Anjos à chefia da municipalidade da capital, por ser considerado o mais apto, administrativamente.

 

Pretende o vereador vir com um processo inovador de administrar o município, onde as autoridades atuais só pensam no processo arrecadador de impostos, para construir equipamentos luxuosos e inviáveis, como se a bicicleta fosse o veículo do transporte de massa do futuro, toda uma fantasia montada sobre a cobrança de imposto que está inviabilizando morar em Vitória, se não ocorrer um paradeiro na ânsia arrecadadora.

 

O vereador sempre defendeu uma política de desenvolvimento sustentável para o município de Vitória, com quase 100% de sua arrecadação montada nas atividades de comércio e prestação de serviços, sem qualquer vislumbre para o turismo, numa capital que conta como centros de atrações, o Shopping Vitória, o Centro Cultural SESC-Glória e as praias, destruídas pela poluição.

 

Esse tipo de comportamento do vereador Mazinho dos Anjos incomoda as velhas lideranças que, pouco têm a ver com a cidade ou pouca coisa possuem de útil para apresentar, como iniciativa no campo do desenvolvimento sustentável.

 

Pretende o vereador, declarado candidato à substituição do sr. Luciano Rezende, que vai buscar apoio, orientação, como estimular o desenvolvimento da capital, como transformá-la num polo de atrações e, para tanto, promete pensar alto, sem formular agora suas intenções para que a atual administração não atropele seus objetivos com fábricas de idéias que nada produzem, reclamando que a capital do Estado não tem mercado, um centro popular de compras que seja decente, reclamando do abandono  do velho e tradicional mercado da Vila Rubim e o mercado da Capixaba, deteriorado pelo esquecimento e das promessas vazias.

 

Em compensação, temos ciclovias onde não passam bicicletas.

 

 

 


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Procedimento indigno

21/03/2020

 

Existem motivos para duvidar que o Brasil um dia dê certo. Há uma antiga animosidade entre paraguaios e brasileiros. A Guerra do Paraguai, contra a Tríplice Aliança – Brasil, Argentina e Uruguai- deixou sequelas difíceis de serem curadas. A dependência econômica paraguaia do Brasil atenua um pouco a questão mas, vez por outra, até nos jogos de futebol, as birras reacendem e os ânimos voltam a se exaltar.

Recente, foi preso na fronteira entre os dois países o famoso jogador de futebol, brasileiro, Ronaldinho Gaúcho, na companhia de um irmão e uma senhora, que seria uma espécie de elo de entendimentos do jogador com empresários de pouca tradição (ou fama) naquele país. Alegou-se, de início, que o jogador teria entrado no Paraguai portando um passaporte falso. Que necessidade teria o jogador de utilizar de um passaporte falso, se, de acordo com a legislação do Mercosul, apenas uma carteira de identidade, com menos de dez anos de validade, é documento hábil, em caso de necessidade?

O jogador, que parece ter uma cara de bobo (que de bobo não tem nada), tem passado por sérios aborrecimentos nas mãos das autoridades, da polícia e justiça paraguaias, não pelo passaporte falso, apenas, mas por outros cinco crimes, sendo o mais grave relacionado com transporte de recursos sem justificativa legal, para os dois países.

A imprensa brasileira, nas suas demonstrações inequívocas de tentar aniquilar com o governo Bolsonaro, publicou nota de que o ministro da Justiça do Brasil, Sérgio Moro, teria telefonado para seu colega paraguaio, para se inteirar da prisão do jogador Ronaldinho Guacho. E daí? Qual o problema?

Pelo que parece, Ronaldinho Gaúcho é brasileiro, tido como um dos melhores jogadores do futebol do mundo e, por consequência, deve merecer atenção do ministro Sérgio Moro ou de qualquer brasileiro, para se inteirara da verdade sobre os fatos circulantes na imprensa, sempre com suas meias verdades...

Essa forma ridícula de se buscar rabo, mal feitos em autoridades brasileiras, me parece um mecanismo imoral de se fazer oposição, dando a impressão clara de que o ministro Sérgio Moro queria usar de sua influência para soltar o jogador. Quem prendeu Lula está interessado em soltar Ronaldinho?

Esperem aí! O ministro Sérgio Moro, queiram ou não, é a autoridade mais importante da política brasileira. Não existe ninguém, nenhuma autoridade, nenhum político, um homem público qualquer, que detenha maior estima, maior respeito, do povo brasileiro. Não cometeu o ministro brasileiro nenhuma ingenuidade, nenhuma ingerência nos negócios paraguaios ao buscar informações, sobre o jogador Ronaldinho Gaúcho, que embora metido em falcatruas, ou não, é um brasileiro importante, que por esta ou aquela razão ou motivo, se envolveu com quem não devia.

A indignidade cometida contra o nosso Ministro da Justiça faz parte do jogo político que emporcalha hoje, como ontem, a vida nacional.

 

 

 


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