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A reforma do Brasil

12/07/2018

 

A formidável imprensa nacional está caindo de paus e pedras no lombo do deputado federal Jair Bolsonaro, pelo seu atrevimento em ser candidato a presidente da República. Ainda não ouvi o Sr. Bolsonaro ser acoimado de ser viado, ladrão ou corno, mas já o pintaram como “o novo Hitler, sanguinário, machista e um monte mais de sandices, só porque está na crista das pesquisas que são feitas por aí, como sempre foram feitas no Brasil, com direcionamento pouco confessável...

 

O negócio é que o Sr. Bolsonaro está marchando firmemente para uma liderança política imbatível e, as chamadas “viúvas” do Lula querem porque querem tirá-lo da cadeia para que ele seja candidato, única fórmula de encontrar um concorrente à altura para derrotar o Sr. Bolsonaro.

 

Se ocorrerem eleições, não duvidem, o Sr. Jair Bolsonaro será o próximo presidente da República. Podem soltar Lula e essa gente das esquerdas trazer toda montanha de dinheiro depositada no exterior, para ser utilizada contra Bolsonaro, que não vai dar jeito.

 

Com objetivo de colocar toda imprensa nacional contra o Sr. Jair Bolsonaro, políticos dos mais diversos matizes, como Fernando Henrique Cardoso, Paulo Hartung, Marina Silva e outros bobos dizem um monte de tolices e o compara até a Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, eleito com o apoio das chamadas redes sociais, com sua total aversão contra a mídia americana, desprezada por ele na campanha.

 

Bolsonaro não se intimida. Enfrenta a turba da esquerda e recebe aplausos por onde passa, de forma impressionante, pela aglomeração de uma juventude que não se deixa ser levada pela influência dos mais sabidos da política.

 

Comparando o Sr. Bolsonaro a Trump, querem dar uma impressão de que ele seja um candidato antipático, como fazem parecer ser o Sr. Donald Trump. Estão totalmente enganados. Não me arvoro a afirmar que o candidato Jair Bolsonaro, eleito, será um grande presidente. Vamos deixar que ele seja eleito e tome posse, par ver o que irá fazer pelo bem do Brasil.

 

O certo é que, se ocorrerem eleições em outubro próximo (estou torcendo para que não haja), vamos ter o deputado como novo presidente, uma formidável mudança na política nacional, devendo todos nós, diante dos fatos, eleger candidatos ao Congresso Nacional que sejam aliados ao candidato Jair Bolsonaro, porque o político brasileiro é capaz de tudo, para o país não dá certo, pegar fogo...

 

Precisamos de mudanças políticas sérias, uma poderosa influência nova, para mudar o Brasil. Como está, não pode ficar.

 

Bolsonaro promete fazer uma profunda reforma no país. É exatamente o que estamos esperando dele.

 

 


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Sem lembranças.

11/07/2018

 

A burrice é um negócio sério. A classe política capixaba não entendeu ainda que o Estado do Espírito Santo, desde a história do descaminho das riquezas de Minas Gerais, à época da colonização, quando foram impedidas as ligações até por lombos de animais para se evitar o descaminho do ouro e das pedras preciosas, através da costa do Espírito Santo, fomos marcados pela atrofia no campo do desenvolvimento, vindo a prosperar nossas ligações com Minas, através da BR-262 a partir da década de 70, com o advento do Movimento Revolucionário de 1964, principalmente por imposição do presidente Ernesto Geisel. Por asfalto, não tínhamos ligações com nenhum estado limítrofe, até os anos 70.

 

Agora, nossos políticos choram com a decisão recente do governo Temer em tirar a ferrovia estratégica do nosso Estado, com a renovação da concessão da Vitória-Minas, da Vale, deslocou investimentos do Sul do Estado para o Centro-Oeste.

 

Não há surpresas. Quando se montava aqui, na Serra, a usina siderúrgica constituída por grupos nipônicos, italianos e a Usiminas, entrando na história a Vale do Rio Doce com o terreno, impediu-se que a planta siderúrgica de Carapina fosse contemplada com uma aciaria, para produção de perfinados de aço, porque iria permitir que se instalasse a montante e a jusante do empreendimento uma importante cadeia de empresas prestadoras de serviço de manutenção e oficinas de aciaria, em virtude da proximidade da então denominada Usina Siderúrgica de Tubarão com o porto. O então vice-presidente da República, Aureliano Chaves de Mendonça, lutou desesperadamente para nosso Estado não ter uma aciaria para produção de perfinados de aço, apenas tarugos, semiacabados, para exportação.

 

Nós não temos governantes com a visão do futuro. Tivemos até sonhadores como Carlos Lindenberg, Jones dos Santos Neves, Christiano dias Lopes Filho e até Arthur Carlos Gerhardt Santos. Depois, o campo político escorregou para a área das promessas e, lastimavelmente, não temos passado delas, mas o Estado tem uma fábrica de empregos públicos que vai leva-lo brevemente, à insolvência. Temos mais gastos com os servidores públicos aposentados do que os da ativas, quase se igualando em gastos e o Estado vai se atolando em empréstimos de perder de vista, empurrados para as calendas gregas, consumindo royalties do petróleo em festas juninas de péssima qualidade, pouco se importando, os donos do poder, com o futuro.

 

Dizem os poetas, é bom sonhar. É bom uma ova. Importante é a realidade, trabalhar com metas, economizando para prosperar.

 

Com a sequência de governantes ordinários em Brasília, o que podemos esperar para o futuro?

 


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