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A instituio dos feriados.

12/06/2021

 

“Hoje é dia santo, dia de corpo de Deus. Quem tem roupa, vai à missa, quem não tem, faz como eu...”. Devemos aos portugueses, nossos descobridores e colonizadores a unidade nacional através de uma só língua, sem dialetos, exceto a diversidade indígena.

 

Foi da instituição portuguesa a introdução do catolicismo na nova terra conquistada, através dos jesuítas, principalmente, onde promoviam a pressão moral irresistível, em nome de Deus, através do amedrontamento da nascente coletividade, através do Tribunal do Santo Oficial, o processo inquisitório que transformou muitos inquisidores patifes em homens ricos, “benevolentes”, cruéis.

 

Foi, desde início da colonização que as autoridades portuguesas instituíram os chamados “dias santificados” ou datas religiosas, onde todos deveriam largar suas atividades laborais para irem às igrejas depositar seus óbolos, para sustentar a família real portuguesa e, parte da arrecadação, o Vaticano.

 

O massacre humano instalado pelos Reis Católicos da Espanha, a partir de 1492 (ano do descobrimento da América, por Cristóvão Colombo, o genovês) terminou com a edição de um decreto em 1813, aprovado pelo parlamento de Cádiz, quando foi decretado a extinção do tribunal do Santo Oficio. A desgraça terminou

 

A igreja Católica Apostólica Romana, através dos seus tentáculos nos países do Novo Mundo, nos quais se inseria o Brasil e todos de língua espanhola, foi uma tragédia e, num longo período, no Vaticano, imperava as mais absurdas imoralidades promovidas pelos papas. A intenção aqui não é discorrer sobre religião, a história dos papas, com suas imoralidades, seus crimes e suas mortes, mas sobre a instituição dos dias considerados feriados (santificados), religiosos, onde cada paróquia tinha seu (ou muitos) santo, que o povo era obrigado a ser devoto e comparecer às suas festas comemorativas, para “colaborar” com a manutenção do Vaticano, cabendo às paróquias 10% dos recursos arrecadados.

 

É praxe, até hoje, em municípios, estados e até o país, como Nossa senhora Aparecida, que nunca existiu, ser venerada como instrumento de fé, para arrecadar dinheiro dos religiosos incautos, bobos.

 

A riqueza do Vaticano, uma verdadeira montanha em ouro, o maior tesouro do mundo, guardado sob proteção dos Estados Unidos, no Forte Knox – Kentucky-, só tem aumentado, nesses 2021 anos de instituição.

 

Os feriados religiosos no Brasil servem para atropelar o desenvolvimento, quando caem em dia da semana e as legislações municipais, que têm o chamado poder de polícia, determina o fechamento das atividades empresariais pouco se importando que o país sucumba a essas frescagens, de adorar o que nunca existiu: santos. Nunca existiram santos. Todos nós temos defeitos e virtudes.

 

No Brasil, as datas que deveriam ser comemoradas, de verdade, seriam o 7 de setembro e o 1º de janeiro, considerado o dia da conciliação universal. O resto, é uma grosseira palhaçada.

 

 

 

 

 

 

 

 

 


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O que falta agora?

11/06/2021

 

Em meados de fevereiro de 2020, em pleno carnaval, as autoridades sanitárias do Brasil tomavam conhecimento da entrada, em São Paulo, via aeroporto, num avião da Itália, trazendo infectados como coronavírus. Entenderam as autoridades que seria um estado gripal diferente, meio forte e meio fraco, conforme as condições imunológicas das pessoas. O que vem ocorrendo é uma tragédia mundial de gigantescas proporções. A nação mais rica do mundo, a mais preparada em recursos sanitários é a que tem maior número de mortos, os Estados Unidos.

 

Seria justo que a condução das medidas de controle sanitários do país fossem de responsabilidade do Ministério da Saúde, não só pela capacidade de gastar dinheiro imediato com saúde, mas por deter órgãos de controle e técnicos altamente especializados sob seu comando.

 

Ocorre que o Brasil é um país diferente. Seu povo vive sob a égide de uma organização chamada de Suprema Corte de Justiça, onde não existe uma definição clara, exata, qual sua verdadeira função, porque decide sobre tudo o que vem na “telha” de alguns de seus ministros, inclusive violentando a Constituição Federal, que estabelece as regras de atuação dos poderes dirigentes, ficando com os municípios o controle dos funcionamentos das atividades econômicas, o chamado Poder de Polícia, como é em todo mundo.

 

Pois muito bem! O Supremo Tribunal determinou que, o chamado Poder de Polícia dos municípios passasse para o comando dos governadores de Estado. Ao Governo Central a distribuição de recursos para cada governador aplicar de forma emergencial no combate ao coronavírus. O objetivo era único: enfraquecer a autoridade do presidente da república, Jair Messias Bolsonaro, eleito dentro de todos os métodos e, convicções democráticas, mas que está impedindo as esquerdas e seus sequazes de roubar os cofres públicos. Foi uma merda.

 

Por fim, a Suprema Corte mandou o Senado abrir uma CPI – Comissão Parlamentar de Inquérito para apurar responsabilidades do presidente Jair Messias Bolsonaro no combate ao coronavírus, por que ele deixa o povo aplaudindo-o freneticamente por onde passa, coisa que nunca se viu na história do Brasil. A CPI é de uma sordidez, uma imoralidade sem limites. Tiram os poderes do presidente da República e querem cassá-lo porque não está cuidando do estado pandêmico, ofendendo médicos especialistas que são convidados a depor na CPI. Porca miséria...

 

Se alguém disser que sabe o que vai acontecer com o Brasil amanhã, quero ouvir com muita curiosidade. Já imaginei de tudo, mas não consigo adivinhar. Minha ânsia é que as Forças Armadas cheguem amanhã e diga: parem com esse jogo imoral. A regra do futebol daqui para frente será observada por todos brasileiros. Num país onde o direito é subvertido ao interesse de grupos, pessoas sem escrúpulos e, um ministro da Suprema Corte quer que o presidente da República explique porque anda sem máscaras, sem ter uma lei, por mais estúpida que seja, obrigando, aqui para nós, é um país infeliz, este em que vivemos. Não demora muito vão querer que o presidente Jair Messias Bolsonaro ande de cuecas vermelhas. Só o que falta.

 

 

 

 

 

 


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