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O custo do dinheiro I.

09/01/2018

NOTA – Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

Nós, brasileiros (a coisa é generalizada) não sabemos avaliar o custo ou a importância do dinheiro, principalmente nossos administradores públicos que são totalmente analfabetos com relação a custos operacionais, orçamento, planejamento, capacidade de endividamento.

 

A nação brasileira, estado e municípios estão irremediavelmente falidos. Gastam mais do que arrecadam e possuem o dobro do funcionalismo público que necessitam.

 

Estabeleceram no país, um negócio maluco, inconsequente, da estabilidade do chamado servidor público. Além de estável, os privilégios são insuportáveis, atrasam o desenvolvimento econômico da nação que precisa cobrar as maiores taxas de juros do mundo, além de um negócio indecente chamado de correção monetária.



Um aposentado do INSS custa 1/3 do servidor federal. Não tem país no mundo com distorção semelhante. Esse processo maldito de empregar continuadamente, sem um mínimo de necessidade, empobrece a nação, desencanta quem trabalha ao comparar a desigualdade.



A desconsideração do dinheiro pelos nossos governantes é um crime de lesa a pátria, O Congresso Nacional custa R$ 28 milhões por dia, diz estudo realizado pela Organização Não Governamental (ONG) Contas Abertas, que apontou que o Congresso Nacional se firma como um dos mais caros do mundo. Segundo a ONG, juntos, a Câmara e o Senado custam R$ 28 milhões por dia aos cofres públicos. Multiplicada por 365 dias do ano, a quantia ultrapassa a casa dos R$ 10 bilhões. Segundo o secretário – geral da Contas Abertas, Gil Castello Branco, os números representam “um Congresso perdulário, sem muita preocupação com os gastos”.



Todo mundo no Brasil quer ser funcionários públicos. Não fazer nada, ter segurança no emprego, ser irremovível, estável sem qualquer preocupação com o futuro.



Não sei avaliar, com sinceridade, os caminhos que levarão a nação com esse processo vergonhoso denominado de Lava-Jato. Trata-se da maior imoralidade no campo da corrupção que poderia acontecer com uma nação decente, mas no Brasil essa monstruosidade se desenvolve com a maior tranquilidade e, quem sabe, ora dessa, quando se dirigir ao trabalho, o magistrado Sergio Moro poderá encontrar outro no seu lugar, pela natureza do político, de que nada caminhe dentro da seriedade.


A nação brasileira um dia irá tomar conhecimento de que, as delações premiadas dos dirigentes da JBS foram desavergonhadamente encomendadas, uma verdadeira briga de quadrilha, do PT contra o PMDB, onde quem se saiu bem, até agora, com uma montanha de dinheiro e a maior empresa de derivados de carne do mundo, foram os cínicos dirigentes da JBS.



É o pouco caso que se faz com o dinheiro no Brasil.

 

 

 FONTE: JORNAL A GAZETA


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Greve da PM

08/01/2018

NOTA – Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

Virou moda, depois da Bahia e Espírito Santo policiais militares entrarem em greve. Princípios constitucionais e morais? Pra que, gente?

 

Sabemos que, no conjunto, o sistema de segurança pública nacional é uma vergonha. Por que não se reúnem pessoas inteligentes, com responsabilidade e coragem para formar os princípios de uma Polícia Nacional? Ou transferir a responsabilidade em a segurança patrimonial para a Polícia Federal, hoje uma das mais respeitáveis do mundo?

 

O país não pode continuar sendo ultrajado por segmentos irresponsáveis de servidores públicos. O Brasil, sua sociedade, não merecem o que estão passando nas mãos de gente tão ordinária.

 

Gosto da inflexibilidade do alemão, do americano, do japonês. Há ali o que chamam do império da justiça. É a lei bem feita que homens responsáveis e inteligentes colocam em execução.

 

Ano passado, fevereiro, ocorreu uma das mais vergonhosas greves de policiais militares do país, aqui no Espírito Santo, que transformou até o governador do Estado, Paulo Hartung, e seu secretário de Segurança, André Garcia, em heróis, pela determinação e coragem com que agiram, depois que 219 corpos foram chacinados em vários pontos do Estado, sem que tenha sido preso um responsável. Interessava?

 

No Rio Grande do Norte a Polícia Militar, como a daqui, desafia a Justiça, que determinou que seus homens voltem ao trabalho, patrulhando as ruas. Vale a pena?

 

Tenho imaginado: como colocar esta nação nos eixos decente, na condução dos negócios públicos sem uma tragédia.

 

Ou a sociedade reage, partindo para as ruas exigindo uma solução ou continuaremos uma nação de merda. Aliás, ter governantes como Sarney, Collor, Fernando Henrique, Lula, Dilma, é preferível não ter nada, ficar tudo à matroca, na mais completa irresponsabilidade.

 

As greves das polícias militares se constituem numa vergonha, num ato de irresponsabilidade que precisa ser punido com severidade. O Estado brasileiro não suporta manter um sistema policial que a sociedade não pode confiar. No Estado do Espírito foram 219 pessoas assassinadas, o comercio e a indústria saqueados, destruídos. Quem vai pagar a conta?

 

 

Não vislumbramos uma solução para o país com esse tipo de política e de políticos que aí estão. Ou mudam os critérios de se conduzir a nação, colocando gente de responsabilidade à sua frente ou então vamos nos transformar numa vagabunda Venezuela, numa porcaria tipo Cuba bem grande. Vale a pena?

 

 


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