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Bota mediocridade nisso...

10/03/2019

 

Não é de hoje que o Brasil, a América Latina, até, vem atravessando uma impressionante onda de cavalice, protagonizada pelas mais importantes personalidades nacionais, tudo estimulada por uma parte da chamada mídia medíocre.

O presidente da República, Jair Bolsonaro – não é nenhuma defesa que faço de sua pessoa – tem dois meses que assumiu a presidência, depois de uma facada que quase lhe tirou a vida, uma imensurável estupidez.

Querem por que querem, políticos notoriamente safados, alguns ladrões, salvos pelo voto burro, que concedeu-lhes imunidades, e a imprensa sábia querendo creditar ao novo presidente, com menos de 60 dias no cargo, todas desgraças que vêm ocorrendo no Brasil, há 80 anos, até termos um Supremo Tribunal Federal desastrado, uma Justiça pra ninguém botar defeito.

Outro dia, um desses petistas doentes por Lula, “um santo homem, o mais honesto do Brasil”,disse que ele estava sofrendo o mesmo processo de perseguição que partem pra cima de João de Deus, um filho da puta que se intitulou como curandeiro para escolher “pacientes” que o procuravam qual seria estuprada.

Essa turma do PT é capaz de tudo que se possa imaginar para transformar Lula num pobre coitado, um pobretão qualquer, tido como pai dos pobres e mãe dos ricos, como Getúlio Vargas que, felizmente se foi...

Uma outra imbecilidade é o que se faz contra o ministro da Educação escolhido por Bolsonaro, o professor Ricardo Vélez, que enviou correspondência à direção das escolas públicas para estimularem as crianças a cantar o Hino Nacional e, se possível, filmá-las, com autorização dos país, para ser utilizado como incentivo ao amor pelo país em que nasceram.

Ninguém mandou, ninguém pediu, mas na minha propriedade tem dois mastros onde, em certas datas, hasteamos a Bandeira Nacional. Até meus empregados perguntam lembram, em certas datas, para hastear a Bandeira. Numa casa espanhola, que não tiver o brasão da República, está faltando algo impossível de acontecer. Nos Estados Unidos, todas casas que possuem jardim, tem um mastro para hastear a bandeira americana. Alemanha, Holanda, França, são coleções de bandeira. Itália, nem se fala. 

Outro dia me mandaram um filme de uma escola do MST onde os alunos cantavam a Internacional Socialista.

Concordo plenamente com a onda nacionalista do governo Bolsonaro. O que lamento profundamente é que tenhamos um Congresso Nacional para ninguém botar mais defeito de ordinário, e uma Justiça que, façam-me um favor, não chamemos isso de justiça.

É o Brasil que eles querem...

 

 

 


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O último político

09/03/2019

 

Nossos dirigentes, cada um a seu modo, podem ser classificados, entre burros e ingênuos. Todos os países que fazem fronteira com o Brasil, em termos bem francos, nos odeiam. Agora, mais do que nunca, porque assumiu a presidência alguém que, até o momento, parece ter a coragem de dizer sim e não, quando necessários, como no caso do sr. Jair Bolsonaro, que se declara professar um sistema liberal, da mais casta da livre iniciativa. Vejamos.

O Brasil está à braços com uma das mais imorais administrações públicas em sua fronteira, no caso da Venezuela, um Nicolás Maduro, um boçal, espelho de Lula, que quer infligir a seu povo um idiota comunismo bolivariano e, incrível, com apoio daqueles que se afirmam de esquerda no Brasil. Bolsonaro, vendo as saias do vizinho pegar fogo, prega a não intervenção, preferindo assistir o espetáculo bem distante.

Temos casos como da Bolívia, do Uruguai, do Equador, da Guatemala, por aí, mais ou menos semelhantes a Maduro e, estranho, como esses metidos a ditadores de merda nos intimidam, ou melhor, intimidam nossos governantes, ao ponto do índio cocaleiro, Evo Moralez, desapropriar empresas brasileiras, meter o pé na bunda do nossos patrícios que lá estavam e ainda era bajulado por Lula e Dilma, como se fosse o rei da cocada branca, um negócio meio indecente, meio imoral.

Até começo da República o Brasil teve um pensamento de atração pela dependência dessas pequenas nações, uma chamada geopolítica, onde você se relaciona, agrada, objetivando ter um aliado aparentemente cativo, obediente, sem fanfarronices.

As patifarias de Húgo Chaves, Evo Morales e agora Nicolás Maduro, com relação ao Brasil, tiveram uma conivência perigosa e indecente, com tipos como Lula e Dilma, que deram muita confiança a essa gente, parece que de propósito, sob os auspícios de um Cone Sul idiotamente bolivariano, contando para tanto até com o apoio do sonso Fernando Henrique Cardoso.

Estranho como pareça, a impressão que tenho é a de que, a estrutura governamental brasileira tem uma espinha dorsal muito flexível, para ficar tanto tempo de cócoras, suportando esses ditadores de merda às costas.

Como é que Evo Morales e Hugo Chaves nos tiram empresas, dinheiro, negam a pagar dívidas e não acontece nada? Por que nada? Com medo, acovardados, mijando para traz como gato acuado?

Confesso, tenho esperanças no sr. Jair Bolsonaro. Gostaria de não escrever contra ele. Não porque isso afetaria seu governo, mas porque perderia meu respeito pelo único político brasileiro que guardei esperanças de decência, de coragem, de determinação.

 

 

 


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