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Ao deus dará...

11/02/2020

 

A população da pequena ilha de Vitória, capital do Estado do Espírito Santo, vive assustada, temerosa, com os assustadores tiroteios que vêm ocorrendo nos morros, nas favelas, onde bandidos das mais diversas facções se homiziam, se escondem, moram, passam férias, fugidos da polícia ou de facções mais poderosas de outros estados, que aqui se amoitam com interessante facilidade. Dizem, os entendidos, que tais tiroteios são fruto de armas do mais pesado calibre e alcance, muito mais importantes do que o armamento dos policiais militares.

Vez por outra saio de onde moro, na Ilha do Boi, geralmente antes das 8 horas e, na saída da Ilha, me deparo com um aparelhamento polícia militar para ninguém botar defeito, usando até armamento pesado, bafômetros para testar a embriaguez dos que vão para o trabalho, num atestado eloquente de burrice, já que, nas descidas das favelas que circundam a cidade, na av. Leitão de Silva, por exemplo, onde o prefeito Luciano montou sua luzida ciclovia encurralada, os bandidos sobem e descem dos morros, com suas armas e não tem uma viatura passante, parada, como enfeite, ao menos..

Dizem, existe uma grande insatisfação do sistema policial do Estado com o governador, que prometeu mas não cumpriu (campanha política é isso mesmo, eleito, esquece tudo, com facilidade), daí a intolerância com a população que, afinal de contas, não tem nada com isso. Como a saída da Ilha do Boi é visível para quem passa pelo Shopping Vitória, o aparato policial, ao invés de servir como segurança, é uma afronta a quem sai para trabalhar e tem que passar por um cerco policial que nem o Palácio Anchieta, onde se esconde o governador Casagrande, tem. Por que não tem?

Num fim de semana anterior, audazes donos de rua invadiram o chamado “Triângulo das Bermudas”, na Praia do Cato, um dos bairros mais importantes da capital, mais de 10 mil pessoas, tornando a noite ali um verdadeiro pandemônio. A Polícia foi impotente para controlar a selvageria que não tinha autorização da municipalidade para a realização de tal evento. Culpa de quem? Do Papa Francisco? Do bispo comboniano de São Mateus? Da paróquia da Ilha do Príncipe? Afinal de contas, quem manda realmente no Estado do Espírito Santo? Estamos sendo dirigidos, administrados por quem?

Até quando?

 

 

 


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Confusão no Vaticano.

10/02/2020

 

O mundo vive em reboliço. Até a “santa madre Igreja Católica, Apostólica, Romana” vive de pernas pro ar, com as estapafúrdias medidas adotadas pelo apelido de “papa vermelho”, o argentino Francisco que, não se sabe do porquê, cargas d’água elegeram-no para substituir o alemão Ratzing, que continua perambulando pelos corredores do Vaticano, porque não conseguiu suportar a turma de fuxiqueiros da Santa Sé...

 

Não sou religioso, não acredito em nada do além e sou totalmente descrente dos aquém (os do lado de cá), quando assisto a devassidão secular, dos religiosos que se multiplicam em religiões e seitas as mais diversas e divertidas.

 

O chamado berço da humanidade é a África. A chamada raça humana é uma só e, através dos séculos, seis mil e tantos anos, ela foi se diversificando, se aprimorando, até chegar onde estamos. Vejam que o chamado “berço” da humanidade, a África, abriga os povos mais atrasados do mundo, fruto da multiplicidade ou diversidade de religiões, seitas (até hoje) as mais estúpidas, que levaram seus povos aos mais nefandos tipos de escravidão da qual os brancos (negros que com o passar dos séculos, das migrações ficaram brancos) se tornaram exploradores dos povos africanos.

 

A chamada explosão da raça humana, seu crescimento irresponsável, vem gerando a multiplicidade de seitas e, por consequente, surgindo mais pessoas que não acreditam nelas, os chamados ateus, porque não é possível, mesmo considerado de infinita bondade, Deus, se existisse, não permitiria que gente tão ordinária falasse em seu nome, a começar pelo papa Francisco, que anda desmantelando a religião católica, a destruição da família, o casamento de pessoas do mesmo sexo, um carnaval de sandices que tomou conta de tudo, até dos tribunais, com suas raras exceções, que admitem tal estultice.

 

Os chamados mouros (muçulmanos) dominaram os mais importantes países europeus por 400 anos, como os ingleses dominaram a China e a Índia por períodos semelhantes. Derrotados, expulsos, estão voltando, impondo regras na França e na Inglaterra e influenciando outras regiões. Não se pode avaliar como isso tudo vai acabar. Os americanos, sabidamente, trancaram suas portas e lá, na América, o tal papa vermelho, o argentino Francisco, não é bem visto, não é “flor” que se cheire...

 

 

 


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