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Como será o novo governo?

06/11/2018

 

Afinal, como era esperado, Jair Messias Bolsonaro é o novo presidente do Brasil, candidato do minúsculo PSL, obteve 58 milhões de votos (55,13%), derrotando seu opositor Fernando Haddad, PT, com 47 milhões de votos (44,87%), proporcionando o fim do ciclo de governos do PSDB e do PT.

Numa análise bem fria dos fatos políticos que perturbam a nação brasileira nos últimos 14 anos, aproximadamente, a eleição de Bolsonaro representa um duro golpe no esquema político partidário, de um triunvirato indecente formado pelo PSDB, PT e PMDB, afora outras siglas menores, que se acumpliciaram num dos maiores escândalos de corrupção da vida nacional.


A eleição de Jair Bolsonaro é o desfecho das apurações dos assaltos praticados nos cofres públicos por uma parcela política que se julgava dona do país, começando com as filmagens do pagamento de propina a dirigentes políticos dos Correios, a primeira autarquia que começou a ser demolida pela corrupção e foi se alastrando, diante das apurações do famoso processo denominado de Mensalão, rumoroso caso que conquistou notoriedade sob o comando do ministro do STF, Joaquim Barbosa, seu relator, alçado depois a presidente da mais alta corte de justiça da nação, até que surgiu o juiz federal Sérgio Moro, da chamada “ República de Curitiba”, com o apoio de 12 procuradores e a Polícia Federal, desvendando  os maiores escândalos de corrupção ocorrido em todo o mundo, com ramificações em vários países latinos americanos, africanos e até nos Estados Unidos, com a escandalosa compra de uma refinaria de petróleo em Pasadena, pelo tripulo do valor de mercado. As falcatruas descobertas, tirou do poder a presidente Dilma Rousseff, que teve o mandato cassado e, finalmente, levou à prisão o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, por corrupção; queria se transformar em preso político, ao invés de político preso, como seus demais companheiros de sigla partidária.


Estamos, seguramente, há quase dois meses para que Jair Bolsonaro assuma a presidência da república, depois de ter escapado de uma facada, desferida por um inconsequente, em situação ainda misteriosa, num envolvimento policial que ainda deve vir à tona de forma espetacular.


Dizer o que Jair Bolsonaro e sua equipe irão fazer, ainda é uma incógnita. Admite-se, diante dos seus pronunciamentos, depois refreados, que irá promover uma reforma política profunda, uma alteração nos sistemas tributários e fiscal, onde temos 69 obrigações; uma mudança importante nos quadros ministeriais; a abolição de grande parte do sistema mais burocrático do mundo e, finalmente, a determinação de renovar os quadros político-partidários do país, com a implantação do Distrito Eleitoral Misto, que vai permitir o sepultamento de quase todas lideranças da atualidade brasileira.


É bom aguardar os acontecimentos, após 1º de janeiro de 2019.

 

 

 

 

 

FONTE: JORNAL A GAZETA

 

 


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Bolsonaro que se cuide...

05/11/2018

 

 

Após a vitória de Jair Bolsonaro como presidente da República, o primeiro noticiário, ou os primeiros comentários, foram sobre as vagas existentes nos diversos cargos federais no Estado do Espírito Santo, numa antecipação de favoritos às vagas que deverão ser desocupadas, como se a retalhação de autarquias fosse uma continuidade corriqueira na administração do novo presidente.

Não sou entendido (ninguém é) sobre o que pensa ou o que vai fazer o novo presidente da República. Garanto que estamos diante de um homem diferente dos padrões normais da nossa política. De raciocínio muito rápido, fora do comum, dá a impressão que conhece todas mazelas existentes na máquina pública brasileira.

Bolsonaro, embora com vários anos de deputado federal, não foi muito levado a sério, quando surgiu como candidato a presidente da República. Nomes importantes (não muito sérios) da política nacional nunca disseram coisa com coisa sobre a figura do novo presidente, quando ele apareceu como candidato, fizeram até muxoxo, piada, sobre a figura do capitão, devido sua última patente no Exército.

É costume da parcela política de esquerda no Brasil, ter um certo asco, quando se fala em militar, Forças Armadas, desconhecendo que Forças Armadas são compostas de gente brasileira nascida as mais diversas origens, descendências, formada por este formidável cadinho brasileiro.

Faço votos que Jair Messias Bolsonaro, esse descendente de imigrantes italianos, que ama o Brasil, faça um estupendo governo, no campo do desenvolvimento econômico e social do nosso Brasil.

Nem bem terminado de contar os votos, quando a notícia da eleição de Jair Bolsonaro era lúcida e certa, o sr. Haddad, o poste encomendado pelo professor Lula, para ser seu teleguiado, já mostrou da sua intenção de fazer oposição contra o presidente que nem havia sido anunciado como eleito, pelas autoridades eleitorais.

É muito cedo ainda, mas vamos ser eternamente gratos ao capitão Jair Messias Bolsonaro, por ter livrado o povo brasileiro do lulo-petismo, que nos causou tanto atraso, tanta vergonha, com seus mensalões, cuecões, malas voadores, lava-jato e tudo mais.

Somos muito primários para entender o que representou a eleição de Jair Bolsonaro para presidente. Muitos não gostam da sua forma de falar, de dizer as coisas, mas irão gostar da forma dele agir, da sua honradez, da sua dignidade, do seu gostar do Brasil.

Temos que convencer a certa gente que a mais importante façanha de Jair Bolsonaro foi, com apoio do juiz federal Sérgio Moro, acabar com a corrupção no Brasil. Negócio difícil, mas que será realidade em breve.

 

 

 

 


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