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O povo está cansado

04/07/2019

 

A nação brasileira vive um interessante dilema, entre o ridículo e a mediocridade. O senhor Luiz Inácio Lula da Silva está preso, condenado em três instâncias por exclusiva malversação de recursos públicos. Quem diz isso tudo são os volumosos autos do processo em que sofre condenações, outros em andamento, que não permitem apelação nem para as almas do outro mundo, simplesmente porque, não cabe, muito embora seus advogados já tenham recorrido por nada mais do que 47 vezes, para instâncias diversas, com os mais absurdos pedidos de habeas corpus, agora, por último, sobre uma suposta conversa do ministro da Justiça, Sérgio Moro, quando era juiz do processo Lava Jato, com procuradores, coisas que estão sendo divulgadas por um certo hacker que, instruído, não sabemos por quem, solta frases preparadas, como se houvesse uma relação preconcebida entre o juiz e os procuradores para “incriminar” o incriminado Lula, atolado até os “grogumilos” (cérebro, no ditado nordestino) em ações penais do seu desastrado governo.

O surpreendente é que, a nação se agita, diante das objeções casuísticas levantadas pelos advogados de Lula perante o Supremo Tribunal onde magistrados, de formação duvidosa, de capacidade jurídica precária, aceitam tais argumentos advocatícios com uma fragilidade de justiça de país de quinta categoria, daí para pior...

Lula está preso, é lastimável que um ex- presidente assim esteja, por malversação de recursos, por corrupção, por aceitar presente de forma imoral, está acabado! O Supremo Tribunal Federal tem que ser a mais respeitável Casa de Justiça de um povo.

Num jogo de cena ridículo, para imoral, diante dos focos das câmeras da TV custeada com recursos arrecadados da sociedade, em forma de impostos, num atestado eloquente de mediocridade, assistimos divertidas pataqueiras...

Digo sempre, que nunca irei me preocupar com o que podem pensar de mim. Me preocupo muito com o que penso de mim mesmo e do papel ridículo em que autoridades diversas colocam o Brasil, dentre as nações mais vagabundas do mundo, pela inexpressividade de suas autoridades.

Não estou pregando nada. Não gosto de suposições absurdas. Adoro o Brasil mas, estou temendo pelo seu futuro. Não é possível que continuemos assistindo espetáculos tão ridículos, praticados por autoridades diversas, que deveriam ser mais recatadas, mais respeitáveis, no modo de agir, de proceder.

Não vejo aqui por perto uma nação ideal para ser viver, se radicar e, creio, não quero me inscrever nos livros dos covardes, que abandonam o campo da luta. Dizer que tenho esperanças de que a classe política, sua maioria, tome jeito, não acredito mesmo. Acredito sim, que a parte da sociedade mais responsável um dia irá para as ruas e, quando for, vou ficar com medo do que possa acontecer.

O povo está ficando cansado.

 

 

 


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O poder da sedução

03/07/2019

 

A vida dos povos possuem aspectos interessantes, do surgimento de líderes, os mais desastrados que, embora todos saibam que não merecessem registros na história, despontam, como uma incredulidade terrível, como não tivessem surgido, depois deles, outros líderes de verdade.

O surgimento da figura de Adolf Hitler, na Alemanha, chega a ser um fato até bizarro, mas não foi, porque ele era de uma inteligência fulgurante e, tanto assim, que liderou o povo mais inteligente do mundo para uma guerra fratricida e, no final, em 1945, quando seu bunker, em Berlim, era atacado, preferiu o suicídio. Setenta e quatro anos depois de sua morte, Hitler tem seguidores em várias partes do mundo. Se fosse vivo, estaria dando trabalho...

Nenhum líder, das mais importantes nações, como Stalin (o soviético), Churchill (o inglês), Roosevelt (o americano), Mussolini (o italiano), se perpetuaram na história, como o argentino Peron e o Brasileiro Getúlio Vargas, embora de péssima valia...

É impressionante o esforço de uma minoria, barulhenta do PT, CUT, etc, que deseja porque deseja ressuscitar a figura grotesca de Luiz Inácio Lula da Silva, preso, condenado por malversação de recursos públicos, corrupção, para que volte ao poder, mesmo em se tratando de um “cavalo morto”, quando as histórias dos povos se referem a pessoas que não merecem mais serem lembradas, pelos malefícios que cometeram.

Não conheço, na história dos povos, governante mais irresponsável, mais desastrado, mais inconsequente do que Lula. Nenhum dos líderes citados anteriormente deixaram de ser lembrados pelos seus patrícios como grandes personalidades, até Mao Tse Tung, um grande patife para o povo chinês, deixa de ser lembrado pela sua camarilha de aproveitadores, dos seus tempos de domínio cruel.

Em termos bem chulos, para o Brasil, Lula foi um merda, um homem de uma vontade voraz de ser poderoso, imensamente rico, às custas da fidelidade alheia mas, com a prisão daqueles que foram seus cérebros, como os casos de José Dirceu, Mantega e Palocci, deixaram-no muito mal na fita da posteridade, inclusive com a força que exerceu, através de montanhas de dinheiro, para eleger Dilma Rousseff, que fez tudo para protege-lo da cadeia, num comprometimento imoral.

Se alguém se der ao trabalho de ler Minha Luta (Mein Kampf) a própria história de Hitler, contada por ele mesmo, para um reconhecido autodidata, o inscreve como portador de uma impressionante capacidade de raciocínio e criatividade, totalmente ao contrário de Lula, como sempre se intitulou, um homem de poucas letras, um cavalo morto, sem utilidade. É bom lembrar que Hitler foi o líder mais inteligente da história dos povos e Lula... deixa pra lá...

 

 

 


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