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O carrasco e o enforcado.

19/05/2020

 

 

Confesso, tenho dificuldade em imaginar como terminará essa questão da pandemia provocada pela chegada do coronavírus Chinês, que ronda o mundo, provocando um estrago econômico e social que jamais se imaginou ocorrer de uma forma tão rápida, surpreendente, inusitada, como dizem os velhos mineiros.

 

O Brasil é um país diferente em tudo, com relação a outro qualquer. Não existe algo semelhante, a não ser em nações africanas, onde os ditadores roubam escandalosamente e não acontece nada. Aqui, a Polícia Federal ainda prende os ladrões, mas a justiça os solta,e eles, os ladrões, ao deixarem as prisões, onde muitos vivem com regalias absurdas, saem esculhambando até com os que os libertaram, sob os mais sutis argumentos, como da falta de uma terceira instância...

O coronavírus, no Brasil, teve a curiosidade de juntar governadores de esquerda com vigaristas que se dizem políticos , mas que não possuem lado definido, são mais vigaristas, ladrões, oportunistas, mas nunca serão políticos, daí serem contra o presidente da República. O homem, Bolsonaro, eleito contra a vontade da mídia poderosa e da corrupção desenfreada quase foi morto a facada por um “instruído” Adélio Bispo de Oliveira. Sobreviveu, aí se elegeu com uma determinação: não permitir que roubem os cofres públicos instalou-se a guerra das “esquerdas ladronas” contra ele, visivelmente apoiado pelas Forças Armadas, que tem um compromisso de não permitir que o Brasil se transforme numa Venezuela ou algo pior. Felizmente o Brasil ainda tem algo muito bom, suas Forças Armadas.

 

De são Paulo, o governador João Dória, eleito com o aberto apoio de Bolsonaro, virou um “furta cor”, tipo melancia político, ninguém sabe de que lado está sua tendência mas, o certo é que o coronavírus fez dele uma estrela ditatorial, com seguidores estranhos, fazendo até com que Ronaldo Caiado, governador de Goiás, da velha Arena, o partido até então maior do Hemisfério Sul, nos idos de 64, vestisse a casaca política pelo avesso, junto com outros iguais ou piores, tipo Renato Casagrande, o “vermelhinho”, que criou uma forca para dependurar nela todos empresários capixabas, para que sucumbam numa falência miserável. Em São Paulo, começou uma revolta de comerciantes da rua 25 de Março e caminhoneiros contra o governador. No Espírito Santo os empresários estão sendo obrigados a enfrentar o carrasco Casagrande no cadafalso e ainda elogiá-lo, para que não apertar muito a corda, na hora do enforcamento, implorando que permita, que abram suas empresas em dias alternados, para que tenham uma morte lenta, enquanto o funcionalismo público fica em casa, refestelado em suas poltronas, coçando o saco, assistindo o noticiário da TV Globo, falando nesse tal de coronavírus que, pelo menos, deveria matar, primeiro, essa gente ordinária, enquanto o empresariado tem que elogiar a ação do carrasco,  pela imposição da morte lenta. É o fim da picada...

 

No despreparo do “rodizio” para o funcionamento do comércio, o Governador e sua turma de esquerda, fecharam as portas que estavam abertas, das lojas de peças, acessórios, automóveis, e de material de construção. Vai acabar fechando supermercados, farmácia e o que encontrar pela frente, abrindo os portões e covas nos cemitérios, também. 

 

Fecha tudo Casagrande!

 

Moral da história: no Espírito Santo, o enforcado tem que elogiar o carrasco, pela morte lenta, que lhe submete.                         


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Memórias de um líder

18/05/2020

 

Velhos aforismos que fazem parte da história da humanidade: “Diga-me com quem andas, que direi quem és”. “Quem com porcos se junta, farelos come”. H. L. Mencken (1880-1956 – Henri Louis Mencken) um dos grandes jornalistas americano, dizia: “Você conhece a classe política a partir da jaula dos macacos, pelas suas presepadas”.

Vez por outra me recordo da figura de Américo Buaiz, filho de sírios libaneses, formado em advocacia mas que se transformou num grande líder empresarial.

Quando conheci Américo ele estava deixando a presidência da Fecomércio para fundar a Findes – Federação das Indústrias do Espírito Santo, época também quando passei a conviver bem de perto com o impressionante amigo Chrisogono Teixeira da Cruz, que veio a ser o melhor prefeito de Vitória, de sua época até hoje.

Visionário, empreendedor, Americo passou a enfrentar, com seu pai, o velho Alexandre Buaiz o comércio atacadista de gêneros alimentícios e, com sua visão de empreendedor, partiu para a montagem de uma fábrica de pregos, em São Torquato, Vila Velha, saltando para a construção civil, o moinho de trigo e o grande sonho: o Shopping Vitória, transformado no maior conjunto de entretenimento do Espírito Santo, depois das nossas praias. Na Findes, foi um grande líder, inigualável até hoje e, endeusado para ser candidato a governador, recusava os convites, sendo responsável pela realização do levantamento socioeconômico das potencialidades do Espírito Santo, com estudos valiosos sobre o desenvolvimento regional. Não evitou que seus irmãos, José e Luiz, se transformassem em políticos. Mas teve sorte com Benjamin, o caçula.

Na Fecomércio – ES, Américo foi substituído pelo empresário, também do ramo atacadista, Rubens Gomes que, ao meio do mandato, cismou em ser candidato a prefeito de Vitória, licenciando-se para concorrer ao pleito, dentro da recomendação da legislação. Perdendo a eleição para Mário Gurgel, veio reassumir o posto na presidência da entidade sindical, mas seu conselho, capitaneado pelo empresário Américo Buaiz, negou o retorno de Rubens Gomes, deixando no cargo o vice-presidente José Saad, um imperturbável senhor, também descendente de sírios-libaneses, de uma palavra só, altamente respeitável e responsável.

A lembrança de Américo Buaiz, o extraordinário homem de negócios, que morreu antes do tempo, me veio à mente ao meio dessa confusão toda causada pelo coronavírus que a China espalhou pelo mundo, provocando a segregação de pessoas, populações em redor do mundo, por força de um inconsequente senhor tido como terrorista em seu país etíope,Tedros Adhanom Ghebreyesus , que se apoderou da televisão para promover uma campanha de segregação mundial das pessoas, para evitar a contaminação pelo vírus. Dizem que sob os “auspícios” chinês...

Agora, o prefeito de Nova York, Bill de Blasio, uma das cidades do mundo onde tem morrido mais pessoas, diz que que responsável pelo maior número de mortos estão entre as famílias segregadas em suas residências, exatamente devido a falta de circulação de ar no ambiente.

O maior centro de entretenimento do Espírito Santo, fruto da criação de Américo Buaiz, o Shopping Center Vitória está fechado, sob a ação dos sábios do governo Casagrande. Impedir o funcionamento de cinemas, teatros, grandes reuniões em ambientes fechados, vá lá. Impedir o funcionamento de estabelecimentos comerciais, tomar banho de Sol ou de mar, é coisa de imbecil, como o secretário geral da OMS.

Américo Buaiz faz uma tremenda falta...

 

 

 


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