Ver Histórico



Procurar




  


Newsletter

Nome
  
E-mail
  




Links



Sem candidatos

04/12/2017

NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

É difícil prever-se o que vai acontecer com o Brasil em 2018, se vamos ter ou não, eleições. Pelo correr da conversa, quando se assiste decisões como a do magistrado Sérgio Moro, o apresentador Luciano Huck e do ex-ministro Joaquim Barbosa descartarem suas candidaturas, é porque nem eles estejam confiantes nas suas realizações.

A classe política vive um mal momento, com a descrença generalizada em todo contingente, embora se imagine que sobre alguém para “remédio” desse conjunto de imoralidades.

Persiste em sua campanha própria, sob os aplausos de um séquito e seguidores barulhentos e de pouca educação o deputado federal Jair Bolsonato, que se afigura como o “salvador da pátria”. Só ele seria capaz de solucionar todos os problemas nacionais, quando na verdade os problemas nacionais são tão grandes e numerosos que não tem Bolsonaro que dê conta para solucioná-los.

Pesa contra o sr. Jair Bolsonaro sua condição de deputado federal sem muito preparo para o diálogo e de pouca competência administrativa. Pode ser que, com muito boa vontade possa repetir o mandato de deputado federal, mas não tem modos e jeito para ser presidente do país, ser um Lula mais honesto, o que já é uma grande vantagem, mas não passaria de um fogueteiro, que irá paralisar a nação por mais um bom período.

Pode quem quiser dar suas cambalhotas, pintar e bordar o sete ou o oito, mas o Brasil vai passar por um trauma muito forte, antes de entrar nos eixos. Não existem formas de um político qualquer conduzir o Brasil a um processo de desenvolvimento econômico e social sem um trauma.

A insegurança e a incerteza tomaram conta da nação. Temos ainda perto de 13 milhões de desempregados e mais ou menos hum milhão e oitocentos mil jovens em idade para ir ao trabalho sem nenhuma perspectiva. Quem vai à rua, a qualquer hora do dia, em qualquer parte do país, não sabe se retorna, simplesmente porque vivemos sob o tormento da indiscriminada violência.

 

Os assassinatos de mulheres e meninas, estupros os mais diversos, tudo isso dá conta do país em que vivemos. Quem vai por um termo nessa tragédia nacional? Só uma mão de ferro. Um cara determinado, corajoso, respeitado, com apoio das Forças Armadas. Infelizmente, lastimavelmente é a grande verdade


 


Imprimir | Enviar para um amigo

Falência universitária

03/12/2017

NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

A falência do sistema de ensino universitário nacional – coisa antiga – é um negócio vergonhosos. Sem verbas públicas para manutenção, sem administração eficientes, pela natureza política dos seus centros, tem como novidade o “estuda quem quer”, quem deseja ser alguma coisa, não se enturma com os viciados, os desocupados, aqueles que atravessam década, até, para se formar em alguma coisa e, quando o fazem, não sabem nada do que se propunha a estudar. Foi se meter em política, servir de “pau de amarrar égua”, ser um inútil.

Agora mesmo, a Polícia Civil capixaba desbaratou uma quadrilha que há muitos anos trazia drogas da Colômbia e, na “moda”, um tal de “Skunk colombiano”. O chamado tráfico internacional tinha sua base no Estado e o comercio circulava nas faculdades capixabas.

Discute-se, hoje, pelo governo, se as universidades públicas devem cobrar mensalidade dos alunos. Devem. Nada de graça constrói a grandeza de ninguém. O Governo que suga a sociedade com uma penca de impostos, e quer sempre mais e mais, deveria estimular as empresas a adquirirem bolsas de estudo para ofertar a alunos carentes, necessitados, que desejassem estudar, mediante uma prova de seleção. Em, qualquer pais civilizado do mundo o empresário participa com bolsas de estudo e promovem o desconto de seus valores no pagamento do Imposto de Renda.

Não vou enumerar profissões porque não tenho objetivo de constranger ninguém. Fico imaginando como, jovens saem das faculdades inteiramente analfabetos nas profissões que se “formaram”. Nem teoria, muito menos prática, num estado eloquente de burrice...

O brasileiro, de forma generalizada tem raiva de pagar o colégio, a entrada num centro cultural, num cinema, numa casa qualquer de espetáculo, sob a ótica vesga de que tudo deve ser de graça.

A inadimplência nas escolas particulares é um negócio impressionante. Os pais não pagam porque estão em dificuldades financeiras, mas por que têm o vício de não pagar, não gostam de pagar, simplesmente, gastam tudo que podem nos jogos lotéricos, como uma espécie de paixão nacional, ambicionando ficar rico sem fazer força, sem levar em consideração que, dentre 380 mil apostas, um apenas tem relativa condição de sair premiado.

 

Tudo no Brasil é muito caro. Custa três vezes a mais o mesmo objeto no exterior, ao aqui adquirido. Como, uma juventude sem muito gosto para os estudos pode brilhar nas vocações que escolheram se os professores não merecem respeito, não são respeitados?




Imprimir | Enviar para um amigo



« Recentes   1887 1886 1885 1884 1883 1882 1881 1880 1879 1878   Anteriores »