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O poder de enganar

11/09/2019

 

Entre as nações desenvolvidas do mundo, o Brasil se situa num dos últimos lugares. A posição econômica que ostentamos, de oitava economia em Produto Interno Bruto (PIB) tem como responsabilidade a produção do agronegócio, que é a terceira do mundo.

A responsabilidade do nosso pífio crescimento é a incapacidade produtiva da sociedade e dos seus diversos setores. Temos um dos piores resultados em tecnologia de ponta. Nosso sistema industrial é um fracasso e contamos apenas com as exportações de recursos primários (comodities minerais) para contar como exportações industriais.

Não existe nada de mais desavergonhado no Brasil do que as chamadas pesquisas de opinião pública, por uns institutos fajutos que existem por aí querendo, a todo custo, ostentar credibilidade, ou ser mais importante do que uma quitanda de esquina de bairro pobre para vender bananas.

As pesquisas de opinião pública dos diversos institutos ao tempo das eleições presidenciais, onde fazia-se um malabarismo indecente entre os concorrentes e o candidato Jair Messias Bolsonaro (quase morto com uma facada para não concorrer ao pleito), foi um negócio ridículo. Ele perdia, em segundo turno, até para os candidatos Meirelles, Ciro, Marina, etc., que indecente, como se o povo fosse um idiota.

Vamos fazer uma comparação entre a mídia escrita e a opinião pública. Se o eleitor (temos raros leitores no Brasil) se der ao trabalho de levantar a tiragem dos jornais e revistas em circulação no Brasil, vai se deparar com algo inusitado. Imaginem os grandes jornais: Globo, Estado de São Paulo, Folha de São Paulo, Zero Hora, GAZETA, Tribuna, pequenos jornais do Norte e Nordeste e interior brasileiro, revistas as mais importantes, com toda boa vontade, não chegam a um milhão de exemplares diários. Fazendo um grande favor, com toda boa vontade, vamos levar esses números em circulação para dois milhões de exemplares diários, semanais e quinzenais. Na média mundial, calcula-se ou estima-se que cada exemplar deva ser lido por até quatro pessoas mas, com toda bondade, vamos elevar para um exagerado número de cinco pessoas. Se multiplicarmos os dois milhões de exemplares por cinco pessoas, vamos encontrar o número exagerado de exemplares de jornais e revistas sendo lidos diariamente por dez milhões de pessoas, numa nação de 230 milhões de habitantes, mais ou menos, com 72% de analfabetos funcionais.

Como tirar pesquisa válida, de um universo desse tamanho? A mídia eletrônica (TV), só é apreciada por uma minoria que assiste futebol ou novela, o resto vai dormir, porque não tem saco para ouvir o noticiário, daí a falta de cultura da nossa sociedade.

Sobre pesquisas, pergunta de um repórter ao presidente Bolsonaro, ele saiu como resposta, com uma pergunta irônica: “Você acredita em Papai Noel? ”.

É preciso ser muito inocente, um imbecil mesmo, acreditar que Papai Noel existe. Pesquisa? Essas que andam por aí o sujeito medianamente inteligente caga as dúzias...Não há o que conversar sobre tal tolice.

 

 

 


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Vai chover dinheiro no ES

10/09/2019

 

Estou pagando pecados por divergir de números em recursos financeiros que o governo Casagrande promete aplicar no Espírito Santo, no período de governo que lhe resta; pouco mais de três anos, se a casa que habita não lhe cair na cabeça...

Minha mãe dizia: “Não te iludas. Papel aceita tudo! ” De que baú o nosso “professor” Renato Casagrande vai tirar R$ 74,4 BILHÕES para aplicar no Estado, sendo, R$ 37 BILHÕES em saúde. (R$ 11,378 bilhões); R$ 10.14 bilhões em Segurança Pública; R$ 10.114 em Educação; R$ 4.025 em mobilidade urbana; R$ 2.517 em Justiça. É bilhão que não acaba mais... Nem passando nú, sete meses no sereno, conseguirá!

Creches, hospitais, pontes, viadutos, coisas do arco da velha, que jamais serão executadas.

Toda essa “presopopéia” governamental, montada, tem um objetivo eleitoreiro, visando as eleições municipais ano que vem, principalmente em Vitória, quando o prefeito atual deixa o mandato e precisa colocar seu candidato na PMV, uma tarefa impossível e, dentro dos pressupostos governamentais, o governador Renato Casagrande concorreria ao Senado, na vaga a ser aberta com o término do mandato da sra. Rose de Freitas e, o candidato Luciano Rezende disputará o governo do Estado. Onde, se eleito, outra ideia impossível, transformará as rodovias do Estado em ciclovias, com direito a circular de patinete...

Dinheiro e caldo de galinha nunca fizeram mal. O negócio é conseguir o dinheiro para comprar a galinha para fazer o caldo.

Parece, que o “professor” Renato Casagrande não está com esse prestígio todo para tirar do BNDES, via governo Bolsonaro, essa grana toda para seus devaneios progressistas. O Brasil está quebrado. Os antecessores do sr. Bolsonaro quebraram o Brasil com suas ladroagens. Essa corja roubou mais de um trilhão e duzentos bilhões dos cofres públicos. A Petrobras foi depenada por refinados ladrões. Não há perspectivas de chover dinheiro no Espírito Santo, com Casagrande no poder. Estado eminentemente importador, que mal e porcamente produz café, como dizia o então governador Jones dos Santos Neves, “ ... Os galhos tenros dos cafeeiros não suportam manter o desenvolvimento econômico do Estado”. Falta criatividade. Nada sai da “Fabrica de Ideias”.

Não há solução para a dívida pública, os terríveis encargos das folhas do pessoal da ativa e da inatividade. O Brasil precisa ser totalmente reformulado. Temos 70 obrigações fiscais e parafiscais atormentando a vida de quem produz. O Brasil é o único país do mundo que tem um corpo de bombeiros militares para apagar incêndio. Manter essa máquina só para apagar incêndio urbano, que acontece uma vez na vida outra na morte, é um negócio absurdo. Nenhum país tem um corpo de pessoal, militar, altamente remunerado, para apagar incêndio. Temos um monstro chamado de Justiça Trabalhista, que consome 18 bilhões de reais ano. Por quê? Não dá para sobrar dinheiro para os delírios políticos do governador Renato Casagrande. Vamos chegar lá... O Brasil precisa mudar.

 

 

 


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