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Pressão imoral

08/03/2019

 

Desde a campanha de Jair Messias Bolsonaro à presidência da República, se instalou, um processo de achincalhamento, de desmonte moral de sua pessoa, dando-o como doido, nazista, fascista, racista, tudo que de pejorativo encontraram pela frente para colocá-lo contra a opinião pública, como se fosse o demônio, em figura de gente.

Jair Bolsonaro foi eleito sem qualquer apoio da mídia tradicional e de partidos dos mais variados matizes e, prometendo, desmontar tudo que vem emperrando o desenvolvimento econômico e social da nação.

Em pela campanha, desferiram-lhe uma facada e, para neutralizar qualquer ação, o noticiário é farto em afirmar que seu quase assassino foi “enviado por Deus”, ou que é um maluco. Às custas de quem?

Resistindo ao ataque quase mortal, Bolsonaro, sem poder fazer campanha política, por estar preso ao leito hospitalar, viu a mídia massacrá-lo, sem dó nem piedade.

Nada mais imoral do que o sistema de novela transmitido pela Globo, que detinha um poder absoluto de recursos públicos. Bolsonaro cortou de todo mundo e mandou para o espaço uma imoral Lei Roanet, que protegia gente ordinária do meio artístico, para proteger o regime de esquerda sob o comando de Lula, que quase destruiu o Brasil.

Agora, o problema da imprensa com Bolsonaro são as imoralidades públicas do carnaval, que também perdeu financiamento público, através de empresa estatais, bancos etc.

Com determinação, Bolsonaro tem enfrentado toda essa corja que o atormenta, não se sabe bem a que pretexto, mas nitidamente todos sabem, que são as verbas públicas esbanjadas pelas empresas estatais, em detrimento de 12 milhões de desempregados, alimentados pelo “pão e circo” do sistema de televisão, capitaneado pela Globo.

Vejam as cenas dos carnavais de Vitória, Bahia, Pernambuco, Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, para ver se Bolsonaro está certo ou errado.

O carnaval não tem nada de participação de maioria. É uma minoria nacional, mais depravados sexuais do que carnavalescos. Se colocado toda imoralidade que ocorreu para fora, será pior do que as novelas da Globo.

Não se assustem nem se desiludam. O Brasil vai mudar.

Aguardem.

 

 

 


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Pátria Brasileira

07/03/2019

 

Uma discussão estéril, idiota, de uma brutal inconsequência, se pode ou não filmar alunos hasteando Bandeira e cantando o Hino Nacional nas escolas, no início das aulas.

Não me canso de contar a história da diretora do meu grupo Escolar, na cidade de São Mateus, a professora Irene Mattos de Azevedo, que por ali passou, de maneira inesquecível.

Todas manhãs, quem passava pela praça onde se situava o Grupo Escolar “Amâncio Pereira”, parava para ver o hasteamento da Bandeira Brasileira ao som do canto do Hino Nacional pelas crianças. Creiam, naquela idade, me emocionava a cena e as lágrimas me corriam, já como uma espécie de orgulho de ser brasileiro, de ter nascido num país, tão grande e rico, de uma impressionante diversidade, de imensas oportunidades.

Hoje, assisto (já faz tempo, até), meio pasmo, perplexo e envergonhado, nossas escolas se transformarem nesse lixo que ai está, a começar pelas universidades públicas, as escolas depredadas e professores apanhando de alunos mal e porcamente educados por pais, que deveriam estar na cadeia.

Minha mãe dizia que nós, meninos, só nos transformariam em homens de verdade quando servíssemos ao Exército, quando conheceríamos então a rigidez das normas de comportamento, o respeito às autoridades, às leis, acordar cedo para a revista e a comida, que não era nada parecida com a caseira. Aí, então, vinha a saudade de mamãe, da roupa lavada sem esforço pessoal, a comida feita na hora e a irresponsabilidade de não ter hora para coisa alguma. Nada de mais verdadeiro e correto. Você aprende a amar a pátria em que nasceu, em amar de verdade a família, abençoar a mãe que o gerou, o pai que tem, os irmãos, os parentes, os amigos e nunca irá esquecer o sargento que dava ordem unida, todas manhãs.

Fazem dois anos que policiais militares e bombeiros do Espírito Santo (vejam, militares) entraram em greve, sob manobra de suas mulheres, quando ocorreram 219 mortes em diversos pontos da Grande Vitória. O governador Paulo Hartung saiu do leito de um hospital, em São Paulo, onde foi operado da bexiga para botar ordem na casa. Puniu responsáveis. Entra outro governador, e a primeira coisa a propor é a ANISTIA desse bando de inconsequentes, estando no Senado da República ação idêntica, promovida por político outros, irresponsáveis, talvez sem conhecimentos de lei, de ordem, dos sentimentos de vergonha dos que o elegeram.  

Que nação vamos construir com esses tipos de políticos irresponsáveis, inconsequentes? Um mês, depois de metade do quadro do Congresso Nacional substituído, numa lavagem profilática formidável, não sabemos avaliar se teria sido para melhor ou para pior. Acho que vamos ficar para pior. Na mesma seria trocar 6 por meia dúzia.

Saudades da professora Irene Mattos de Azevedo. Outro Brasil.

 

 

 


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