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O reinado da internet

08/09/2020

 

Quando a internet começou a liderar nos meios de comunicação, meu filho, Dan Mendonça, médico, otorrinolaringologista, me falou das transformações que iriam ocorrer nos meios de comunicação do mundo. Quando ouvi o famoso médico cardiologista brasileiro, José Pedro da Silva dizer que não tinha encontrado um especialista na área do Dan que fosse mais perfeito do que ele. Fiquei entre vaidoso e desconfiado. Vaidoso porque tratava-se de meu filho, um cara mais inteligente do que a média dos sujeitos tidos como profissionais médicos especializados no que fazem e, meio desconfiado porque o famoso médico José Pedro da Silva, um dos mais perfeitos cirurgiões cardiológicos do mundo, estava dizendo aquilo porque era amigo de meu filho.

Na década de 80, quando a internet começou a despontar no campo das comunicações, Dan Mendonça, numa conversa na hora do almoço (como bom descendente de espanhol, moro com meu filho, que é o mais velho) me alertava para o grande salto na área das comunicações, e que eu, como jornalista, deveria ir me acostumando com os novos tempos, a mais importante área da tecnologia que estava surgindo no mundo. Aconteceu exatamente o que ele afirmara na ocasião, afora outras coisas que, como meu pai, seu avô, previa.

O arraso no campo das comunicações, das informações surgidas com a internet são  espetaculares, ultrapassaram todos limites das previsões e, cada dia avança mais, inclusive desmontando todo sistema político corrupto que existia e, quando alguém coloca a “cabeça” de fora, ela vem para desmontar.

Os sabidos da política, no Brasil e no mundo, ainda não se deram conta, de como a internet está liquidando com suas mentiras, suas falcatruas, colocando a nú, perante a sociedade, seus “predicados” no campo das safadeza, inclusive de ministros das mais altas cortes de justiça, esses que se empanturram com recursos públicos, se aumentam, se enriquecem às custas de pressões imorais. Temos o caso do rufião João de Deus, que saiu dizendo, quando se viu perdido, com as denúncias que vieram a público, do mulherio que ele comeu (era um santo homem, de Deus, até), saiu dedurando autoridades que o fizeram de proxeneta (arranjando mulheres para os outros, uma espécie de cafetão de luxo), espalhando-se pelo mundo, graças à internet, os novos “predicados” de João de Deus, fora daqueles mentirosos, de sua mediunidade, coisa que só pessoas de miolos frouxos, como dizia meu pai, e se viu perdido, abandonado pelos podesoso, capazes de levar a sério. Tais invencionices.

Pois a internet, curtida por Dan Mendonça desde seu surgimento, como o mais importante instrumento no campo das informações, destruiu a velha mídia e está transformando a massa humana em mais inteligente, sabida, e divulgando o que há de melhor e pior.

Viva a internet e suas criatividades, e criadores, com suas virtudes e defeitos.

 

 

 


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Afinal, um candidato que surge.

07/09/2020

 

Publiquei aqui, recente, informação de que o vereador Mazinho tinha conseguido aprovar, por unanimidade, projeto de sua autoria extinguindo 4.122 (Quatro mil, cento e vinte e duas) leis municipais inteiramente inúteis e que a decisão tinha sido encaminhada ao gabinete do prefeito Luciano Rezende, para ser sancionada.

 

O caro leitor deve ter entendido que, se ele for sozinho à presença de uma autoridade oferecer-lhe uma sugestão, em qualquer campo, até para implodir o velho Mercado da Capixaba por estar abandonado à sua própria sorte, pela incúria do administrador público municipal, ou transformá-lo num símbolo de organização decente, para o bem público, ele diz que tem uma ideia melhor e deixa aquele pardieiro apodrecer ao centro de uma cidade que teve a infelicidade de elegê-lo.

 

O vereador Mazinho viu esgotar o tempo necessário para o prefeito sancionar seu projeto, transformando-o em lei, extinguindo 4.122 aberrações, inteiramente inúteis. O prefeito promoveu a devolução do projeto, deixando à Câmara a responsabilidade de promover sua homologação, com o argumento, conforme declarações do vereador, autor do projeto, que poderia ser homologado pela Câmara, mas ele não o colocaria em execução.

 

Para tal desfaçatez, tenho uma proposta melhor, que levo à consideração dos eleitores de Vitória: vamos eleger, no próximo pleito, o vereador Mazinho, prefeito da nossa capital. Pelo que me parece, o destruidor de leis inúteis é o vereador mais lúcido da Câmara Municipal, de Vitória. Teve a coragem de convencer seus pares da importância de se abolir tais imoralidades. Foi corajoso, audacioso e capaz de levantar o que é desprezível para um estado democrático, um município que tem sido, através dos tempos, tão maltratado administrativamente por pessoas que, sem opção do eleitorado, são levados ao poder administrativo das cidades, mais importantes do estado, para não realizar nada que se possa chamar de útil.

 

Se depender de mim, meu voto, vou sair convencendo quem surgir a minha frente, procurando em quem votar para prefeito de Vitória, para sufragar o nome do vereador Mazinho. Pelo menos foi, dentro da dúzia e meia dos que se arvoram candidatos, o melhor, o mais intuitivo e o mais corajoso que surgiu, para peitar a inércia da administração Luciano Rezende, eleito com meu voto. Nunca imaginei que ele tinha pendores socialistas, coisa afeita aos que gostam pouco de trabalhar ou se julgarem sábios... Para gastar recursos de forma atabalhoada, sem planos para o futuro.

 

 

 


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