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Quem viver, verá

08/10/2018

 

A velha história: “Quem viver, verá”, acerca da importante decisão que o eleitorado brasileiro está tomando para realizar a mais radical e importante substituição da classe dirigente da Nação nos últimos 33 anos, ou seja, desde o último mandato do dirigente militar que ocupou o poder a partir de 1964.

A nação foi ocupada por um bando de ideólogos de esquerda, sob o comando de Fernando Henrique Cardoso, protagonista principal, com Lula e outros desocupados do Fórum de São Paulo, onde promoveu-se o ajuntamento dos esquerdistas que adoram viver nos Estados Unidos.

A ânsia de poder, a estupidez de Lula, José Dirceu, José Genoíno, José Serra, Fernando Henrique Cardoso, a ambição de poder dessa gente envolvida em atos tão deprimentes de compra de voto à desenfreada corrupção chegou a esse ponto que está aí, com o que se chama de esquerda totalmente chafurdada na lama.

O episódio eleitoral brutal ocorrido em setembro de 2018, quando um monstro, que dizem ser lunático, empurrou uma faca até o cabo na barriga do candidato Jair Bolsonaro, mostrou a audácia dessa gente capaz de tudo de ruim, para permanecer no poder.

Ficou claro, transparente, para a nação brasileira e até mesmo o chamado mundo civilizado de nações, a que ponto chegou a política brasileira, onde os chamados “donos do poder” são capazes de tudo.

A grandeza brasileira é que jamais, as Forças Armadas do Brasil serão compradas por essa gente sem princípios, sem dignidade, sem pátria, sem família.

É inacreditável que, de dentro da cadeia, onde está condenado a passar 12 anos, Luiz Inácio Lula da Silva, como um dono do chamado PCC, atrás do PT, o partido que fundou, dispara ordens para todo mundo, enraivecido, porque sabe que seu reinado está terminando. Na vida, tudo se acaba, até mesmo os poderosos.

O maior homem de confiança de Lula, quando presidente, o ministro Antônio Palocci, com delação premiada aprovada, deitou e rolou, mostrando o que Lula, Dilma e seus asseclas eram, o que operavam, nas dependências do palácio do Planalto, sem um mínimo de escrúpulos.

Assistimos, os estertores de diversos segmentos da mídia, soltando seus cachorros sobre o candidato Jair Bolsonaro, como que se regozijando pelo atentado que praticaram contra sua pessoa.

As eleições de outubro marcarão em profundidade a classe política nacional. Todos aqueles que buscaram se reeleger ou outros cargos para permanecer na política, mas perderam, jamais voltarão a ser políticos. Podem ir procurando outras sinecuras, gozar do próprio dinheiro que roubou, porque a mamata vai acabar no dia 7 de outubro.

Independência ou morte. Segunda parte!

 

 

 


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O que quer o eleitor

07/10/2018

 

A classe política brasileira é, essencialmente primária, como uma formidável parcela do eleitorado, só que o eleitor, não tendo poder nas mãos, se torna um joguete, um brinquedo, uma massa de manobra da parcela burra, que vota por um sanduiche de mortadela ou tocado a pinga, para as invasões de propriedades.

A audácia da classe política chegou a um projeto tal ponto de saturação, com suas roubalheiras, que o eleitorado quer que ela se dane, que vá para as profundas dos infernos.

O jogo eleitoral que está sendo jogado é VOTAR em candidato que NUNCA teve mandato, no chamado cristão novo, que ainda vai levar muito tempo para ficar velhaco, safado...

Tem alguns políticos na ativa, tentando a reeleição? Tem. Deve-se votar para que ele se reeleja? Não. Troca por outro, pelo menos você não vai ficar com dor de consciência, se ele não for reeleito, já que estamos dentro de um processo para que nenhum político seja reeleito para o cargo que vinha exercendo. Preferencialmente, sangue novo.

Sinceramente, a facada que um idiota cometeu contra o candidato Bolsonaro foi de uma torpeza, de uma indignidade sem limites. Caros advogados surgiram do nada para defendê-lo. Do nada? Para obter notoriedade? Com monstro? É preciso ser muito ingênuo ou burro para admitir tal disparate.

O eleitorado brasileiro encontrou em Jair Bolsonaro a figura ideal para liderar as mudanças exigidas pelo país. Não é possível permanecermos inertes, genuflexos, até, diante de tanta indignidade, tanto roubo e as autoridades maiores da Nação, principalmente o Poder Judiciário, o Supremo Tribunal Federal, que virou uma casa de marafonas, para botar ordem no “terreiro”. Lá de Santa Catarina, Paraná, apareceu um magistrado federal, Sergio Moro, determinado, mais um grupo de procuradores e a Polícia Federal para peitar os ladrões da pátria.

Bolsonaro, por andar na cacunda dos seus seguidores, em campanha eleitoral, quase morreu e o maluco que o esfaqueou, dando uma de Lula, que nunca sabe de nada, disse que foi guiado pela mão de Deus e outras idiotices. Nesses casos, os advogados sabidos fazem com que o bandido diga que é maluco, apresentam até atestado de médico particular, pra ver se pega!

Vamos derrotar essa gente que quer se reeleger, vamos escolher os que querem ser políticos. Vamos tratar do Distrito Eleitoral, para por fim à indecência desse aglomerado de partidos e políticos ladrões.

Votem Bolsonaro.

 

 

 


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