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O homem que quer ser Deus

09/02/2018

NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

A história de Lula é semelhante a contada por Luciano Dallo, em “O homem que queria ser Deus”.

Nações, as mais importantes, como Estados Unidos, Alemanha, Inglaterra, França, Itália, Argentina, Brasil, todas elas tiveram a infelicidade de eleger dirigentes desastrados, ordinários. Tem casos como o da Rússia, China, Cuba e uma porção de países africanos onde o poder foi tomado a golpe de força, para se estabelecer sistema despóticos os mais imorais, através de quadrilhas de refinados ladrões. Quando o sistema, como o americano, só permite uma reeleição e o sujeito que deixou o governo não retorna mais, as substituições se tornam mais decentes, como o caso recente dos Estados Unidos, onde Obama foi mandado para casa e Trump assumiu em seu lugar. Dizem (a mídia brasileira) que foi ruim, mas a sociedade americana bem que está gostando de Donald Trump. Questão de gosto.

A questão brasileira difere um pouco das demais nações, porque temos aqui um universo de 72% da população chamada de “analfabetos funcionais”, sabem ler mas não sabem o que estão lendo, daí nosso tremendo atraso, ao ponto de colocarmos no poder um sabido de pai e mãe, analfabeto chamado de Luiz Inácio Lula da Silva, mas tão analfabeto que tem sido contratado por importantes empresas nacionais, atoladas até às orelhas em falcatruas, processadas pelo Juiz Sérgio Moro, do inquérito Lava Jato, o maior escândalo da história nacional, com ramificações em países espalhados pelo mundo, onde teve e tem governantes safados, que foram induzidos por Lula a contratarem a empresa Odebrecht e outras, através de financiamento do BNDES.

Podem crer, Lula para voar, ser Deus, é só dar-lhe o poder, para promover todas sinecuras possíveis e imaginárias, inclusive uma monstruosa distribuição de dinheiro.

Como todo ditador, que almeja o poder eterno, como um semideus, Lula vai morrer querendo voltar ao poder, para continuar desgraçando com o Brasil.  São os comunistas que dizem ser democratas...

A cara de pau como nega ser dono de um apartamento no Guarujá, famosa praia de São Paulo, nos dá uma certeza: foi montado, graças à capacidade inventiva de uma analfabeto, apoiado por refinados ladrões, o maior esquema de assalto do país, por poderosas gangues políticas.

A falência moral em que vive a nação precisa ter um fim. Não podemos reeleger essa gente que aí está, totalmente comprometida com seus interesses pessoais. A sociedade brasileira não merece viver sob o domínio dessa corja.

O sonho de Lula é querer ser Deus. Não existe nada de mais grotesco.

 

 


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Burrice Sindical

08/02/2018

NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

Remonta ao Estado Novo, o sistema autoritário, ditatorial criado por Getúlio Vargas, composto de gente incapaz de maiores criatividades, quando foi copiada da ditadura italiana, sob as ordens de Mussoline, a chamada “Carta del Lavoro” (Carta do Trabalho), onde tinha a legislação italiana sobre direitos do trabalhador e a instituição do sindicalismo e a criação do Imposto Sindical, onde se cobrava do trabalhador, no mês de março de cada ano, um dia de serviço, para manutenção do sindicato de sua categoria, tudo sob controle do Ministério do Trabalho que, sem fazer qualquer esforço, tinha 20% desse formidável montante e, dele, malbaratava a seu gosto, distribuindo com inexistentes centrais sindicais, formadas ao sabor dos interesses governamentais, como CUT, MST e outras patifarias.

Pelo lado patronal, instituiu-se a chamada Contribuição Sindical, onde o Fundo Sindical também recebia 20% do arrecadado pelo sindicalismo patronal, sem fazer qualquer força pelo seu recolhimento.

Recente, a emenda à Legislação Trabalhista que entrou em vigor desde 11 de dezembro último, extinguiu o Imposto Sindical dos sindicatos dos trabalhadores e, do patronal, tornou-o facultativo.

O único erro nessa história toda das contribuições para manter o sindicalismo é o governo que, além de autorizar a criação da maior rede de sindicatos de trabalhadores do mundo, promovia uma esculhambação ao distribuir os 20% que lhes cabia nessa história toda de que ele é o maior culpado.

Em todo mundo existe obrigatoriedade legal de recolhimento de um percentual para se manter o sistema sindical. Em todos países organizados do mundo. O que deveria ter sido feito (antes de se cometer um esbulho constitucional extinguindo-se a contribuição sindical), era torna-la obrigatória e acabando com 80% do sindicalismo de gaveta, que só serve para engordar safados montados nos sindicatos criados pela cavalice administrativa que existe dentro do Ministério do Trabalho, desde que Getulio Vargas imperava, até Dilma. Coube a Temer tentar matar a CUT, braço armado do PT dentro do sindicalismo, que dá cobertura a Lula em todas patifarias que tem promovido no Brasil, desde que foi eleito e ajudou a eleger Dilma.

O governo está encalacrado com o exame pelo Supremo Tribunal da extinção da contribuição sindical através de lei ordinária, quando deveria ser uma emenda constitucional.

 

Quando se tenta matar o sindicalismo, através de perseguição política, o resultado tem sido sempre desastroso. 


 


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