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Sonhando com o amanhã

27/06/2020

 

Guarapari é a porta de entrada do turismo do Espírito Santo. Acho que, com raras exceções, nossos governantes, por burrice ou má fé (acho que por burrice mesmo), ignoram as potencialidades de Guarapari, como transformar aquele balneário em centro de referência do Brasil. Parece que essa gente não tem visão, nem do presente e muito menos do futuro. Será que esse pessoal nunca leu nada sobre areias radioativas?

Guarapari está sendo administrada para o futuro, graças à impressionante capacidade administrativa e criativa do prefeito Edson Magalhães. Conheço a história de Guarapari desde 1954. Não tivemos um prefeito, até à presente data, que se aproximasse da capacidade do prefeito Edson Magalhães; tivemos bons prefeitos, como ele, nunca. Quem tiver a curiosidade de passar pela nova entrada para Guarapari, que vai da BR-101 até a Praia do Morro, via avenida Paris, pode sentir a capacidade criativa do prefeito, suas escolas, todas as ruas pavimentadas, um negócio surpreendente. Arranjaremos outro capaz, impertinente, realizados? Difícil!

O que me restar de tempo, vou empregar para ajudar no desenvolvimento turístico de Guarapari (vamos conhecer de perto a elegante localidade de Buenos Aires, sua deslumbrante montanha), Domingos Martins, Santa Tereza, São Mateus e Conceição da Barras, o que já é muito. Precisamos lutar pelo turismo de qualidade.

Sei lá! Nossos governantes são muito burros. A magia das montanhas de Domingos Martins, com frio e sem neve, é um negócio que não existe semelhança no mundo. Precisa de um administrador ousado, corajoso, inteligente, capaz de ver o amanhã, como transformar aquele município numa pequena Suiça. É Fácil! O povo é inteligente, trabalhador, corre o sangue alemão nas veias, mas precisa de um administrador público que, ao menos, tenha competência para abrir estradas, atrair investidores, criar oportunidades. Abram os olhos gente! Acordem! Vocês possuem um bem precioso que precisa contar com a necessária inteligência para administrar. O Espírito Santo tem uns negócios surpreendentes, do outro mundo, mesmo, como a localidade de Araguáya, em Marechal Floriano. Araguáya é um pedaço do paraíso italiano dentro do Espírito Santo. É um lugar deslumbrante. Vá lá! Desfrute da formidável culinária italiana. Da cultura do seu povo, com quatro museus.

Santa Teresa precisa de um formidável empurrão, rumo ao desenvolvimento. Tem tudo para ser o centro da gastronomia italiana de alta qualidade mas, cadê governo? Cadê incentivo? Política de campanário... Cada um, puxando o rabo do vizinho.

Esquecido, lá na ponta onde termina o Estado, rumo ao Norte, Conceição da Barra pode ser uma Guarapari, com suas maravilhosas praias, em futuro próximo mas, com esses nossos governantes...

Vamos lutar contra a inércia. Ver o amanhã. Será que é tão difícil enxergar o amanhã?

Tem coisas no meu São Mateus que me entristecem. Como arranjam um Zé do Açaí para prefeito. Para onde foi o povo de São Mateus?

 

 

 


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A divertida imprensa

26/06/2020

 

O primeiro livro que me veio às mãos sobre a figura de Mencken (O Diário de H. L. Mencken — nasceu Henry Louis Mencken, em Baltimore, EU, em 1880 e lá morreu, em janeiro de 1956, de uma trombose cerebral), foi através do querido amigo engenheiro Chrisogono Teixeira da Cruz, sob alegação de que me via através dos escritos de Mencken: “Direto, verdadeiro, sem rodeios, inconfundível”. Coisa do amigo...

Mencken foi o mais respeitável jornalista americano. O que escrevia, tinha absoluta credibilidade, um tipo incomum no jornalismo do país onde nasceu, amou e defendeu, contra os maus políticos.

A falência da nossa imprensa (eu pertenci a ela, até bem pouco), de onde saí porque não concordei ser subserviente, trair meus sentimentos, não gostar do país onde nasci. Não faria isso, morto...

Mencken, perguntando por uma repórter, o que estava lendo, qual autor, respondeu: “Eu? Se não tenho tempo de ler o que escrevo, como vou fazer?  não tenho tempo para mim, como vou ter, para ler as tolices alheias? ”

Leio tudo, até as tolices que os amigos me mandam através de um tal de WhatsApp, mais conhecido como redes sociais de comunicações, que anda aniquilando a imprensa tradicional, em volta ao mundo, por ser subserviente ao dinheiro, mesmo escuso, podre. Último fim de semana me veio um desses escritos tolos, subservientes, fruto da “Doutrina do Engrossamento”, do formidável ex-presidente do Espírito Santo, Graciano Neves, natural de São Mateus, o único homem público que, pescando às margens do rio Cricaré, na sua cidade, inquirido por um mensageiro que veio avisar-lhe que suas férias tinham terminado, retrucou: “Pode mandar o meu vice assumir. Não voltarei mais àquela porcaria...”

O escrito do sabujo dizia que o impagável governador Renato Casagrande, travestido de comunista tupiniquim, com seu PSB, tramavam para derrubar o presidente Jair Messias Bolsonaro. Raios, que estupidez. O governador está pedindo a Deus que o mundo não se acabe em merda, para não morrer atolado nela, e as forças de esquerda (no Brasil tem idiota pra tudo), querem destruir o país, não o sr. Bolsonaro, para continuarem se locupletando de forma insaciável, nas “burras” também chamadas de cofres públicos, Petrobras, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Correios e outras arapucas que jamais deveriam ter existido, porque, através dos tempos, formou covís de ladrões, que andam à solta por culpa de um tal de STF.

A primeira presença do sr. Casagrande no governo do Estado do Espírito Santo teve como responsável a figura do então governador Paulo Hartung, sempre fantasiado com uma auréola de santo, bom moço, mas que, vendo que Casagrande ia se eleger, abandonou velhos companheiros à própria sorte, fez seu vice- Ricardo Ferraço desistir da candidatura, para nos remeter, goela abaixo, a figura grotesca de Renato Casagrande, sob a pressuposição idiota que seu sucessor iria acabar a obra de construção do “Cais das Artes” um projeto megalomaluco, à imitação do Louvre, de Paris, para dar um trono a quem?

Casagrande nada fez e muito menos acabou a obra do Cais das Artes, obra arquitetada pelo arquiteto Paulo Mendes da Rocha, de Cachoeiro de Itapemirim. Caindo em desgraça, Hartung, que voltara ao governo por total descrédito de Casagrande, conseguiu retornar ao “Anchieta”, mas não teve culhões suficientes para acabar sua obra, apelidada de “elefante branco”. Casagrande, o comunista que voltou ao governo, trepado na incapacidade de Hartung, vai deixar o Cais das Artes inacabado, para ser implodido por um governante corajoso que tiver peito de implodir o “caxotão” do Paulo Mendes da Rocha.

Ainda tem poeta que acredita que Casagrande quer derrubar Bolsonaro. Ou é muita fertilidade ou muita merda na cabeça. Como Hartung, Casagrande é uma piada...Vai derrubar ele próprio...

 

 

 


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