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Um grito de liberdade.

15/02/2021

 

 

Parece um tempo distante, mas, se examinarmos a história, os fatos que são narrados nos livros que aí estão (que pouca gente lê), parece que foram acontecimentos do mês passado.

 

Os primeiros livros que a curiosidade de um jovem que queria ser muito rico foram: “Memórias de um Médico” (José Bálsamo) de Victor Hugo, os acontecimentos que culminaram com a Revolução Francesa. Depois a curiosidade nos levou à leitura das memórias do Padre Antonio Vieira sua defesa perante o Tribunal do Santo Ofício e, por último, de autoria de Toby Green, “Inquisição – O reinado do medo”. Este último para olhar de perto como aconteceu a reconquista da Espanha após 400 anos de ocupação da Península Ibérica pelos mouros e, por fim, a preciosidade, a Carta do grande Talleyrand, príncipe de Benevento, Bispo de Autun, Ministro do Exterior da França (no governo de Napoleão Bonaparte), ao Pontífice Pio VII, sucessor do Papa Clemente XIV (João Batista Ganganelli) – Réplica do processo da suas excomunhão e, para finalizar, como se processaram os acontecimentos que provocaram as revoltas na Rússia em 1917!

 

Seguramente, um, em um milhão, teve a curiosidade de ler tais importantes depoimentos e avaliar que, no decurso dessas histórias, milhões perderam suas vidas, muitos sem um julgamento justo.

 

Nós, brasileiros, no decurso da história do nosso descobrimento em 1500 até a presente data, ou seja, 521 anos depois, a não ser ligeiras escaramuças, ação de ditadores tiranos e alguns processos tidos como revolucionários medíocres, nunca conheceu uma verdadeiras tragédia humana, onde vidas preciosas precisassem ser sacrificadas para salvação do extraordinário território que temos, como Nação livre, uma, independente, como aconteceu na reconquista espanhola, na revolução ou no totalitarismo chinês, sob o comando de Mao, ou do facínora cambojano Pool  Pot, ou na solitária Cuba, de Fidel castro e seus sequazes.

 

Todos nós temos sonhos, para o bem e para o mal. Às vezes me assombro com o que penso, que pode acontecer, extensões enormes de forcas com seus laços armados, para dependurar cadáveres de gente ordinária. Quem sabe se até mesmo eu no nosso querido Brasil?

 

O que está acontecendo no Brasil, essa tremenda angústia, ao assistirmos o entredevorar dos que se julgam donos da Pátria, cada qual querendo seu quinhão, frutos de indecentes assaltos, onda cada ladrão não tem forças para carregar seu butim, fruto de uma canalhice que, parece, todos se acumpliciam em torno de festejados ladrões absolvidos pelos seus crimes em julgamentos canalhas, por uma justiça cega, de pés e mãos atados pelas correntes dos assaltantes dos cofres públicos.

 

A grande América do Norte, fundada pelo prisma da liberdade, forjada pelos quakers, até ela, está envolvida num processo repugnante, em virtude do assalto, que sofreu, durante sua história de liberdade, por facínoras da América Latina.

 

Ninguém sabe como isso vai parar, desde que foi levado ao poder um jovem político, John Fitzgerald Kennedy, assassinado exatamente por que estava destruindo os sentimentos que forjavam a América – a liberdade.

 

 

 

 

 

 


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A arte de intimidar.

14/02/2021

 

Ainda tem quem imagine que existe imprensa no Brasil. Na sua primeira página, edição de terça-feira, dia 09 de fevereiro de 2021, a Folha de São Paulo, que ainda pensam tratar da “grande imprensa”, traz notícia com o seguinte título: “No início, Biden não deve impor sanções ao Brasil”, prosseguindo: “As primeiras ações de Joe Biden com relação à Amazônia serão tratadas com diálogo e não deverão envolver sanções contra o Brasil. Apesar da pressão de ativistas, a ordem na Casa Branca é apostar na colaboração para frear o desmatamento”.

 

O Brasil, pelas suas características geográficas se constitui na maior fronteira agrícola do mundo, pela sua abundância de solo mecanizável, insolação capaz de produzir até três safras de cereais por ano, além de possuir as maiores reservas de água doce *(potável), tristemente abandonadas à própria sorte.

 

O que está em jogo é a soberania do Brasil sobre sua Amazônia legal. É o mais rico e importante território coberto de vegetação do mundo que, como dizem os grandes especialistas, tem um tempo de duração (de vida) e precisa ser reflorestada, dentro do processo de que “nada dura para sempre”, o que os pseudos ativistas famintos por notoriedade não “admitem”, por serem obtusos.

 

Todos países do mundo desmataram, retiraram suas coberturas vegetais primárias, ordenaram reflorestamentos com essências nativas ou exóticas, como no nosso caso de extensas coberturas florestais, à base de eucaliptos (florestas homogêneas) e alguns experimentos com reflorestamento heterogêneo (tipos diferentes de espécies primitivas) de crescimento demorado, por serem consideradas “nobres”.

 

Essas imposições conservacionistas não ocorreram com a Europa, os Estados Unidos, a velha África, Birmânia, devastados pelos ingleses, europeus diversos, e outros territórios explorados até a exaustão.

 

Ninguém morre de fome. Pode passar graves necessidades por declínio de produção ou por pobreza territorial, como os cubanos, chineses, japoneses, de outras nações que não possuem solo adequado a certos tipos de plantio, não possuem a diversidade de clima brasileiro, um negócio raro no mundo.

 

Pode, forçado pela demagogia dos socialistas vestidos de “democratas” fazerem como que o governo americano venha cagar regras no nosso terreiro, mas ele precisará do Brasil como seu tradicional aliado do que ver o Brasil voltado com maior entusiasmo para o lado da China.

 

Pode pensar a Folha de São Paulo que está prestando um grande serviço ao país com suas futricas intimidatórias, mas o sr. Biden ou qualquer governante equilibrado sabe que, para onde o Brasil pender, a América Latina seguirá.

 

 

 

 

 

 


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