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O erro na reforma trabalhista

08/07/2018

Na reforma da Legislação da Justiça do Trabalho, que teve como relator nosso senador Ricardo Ferraço (PSDB), estabeleceu-se a extinção da Contribuição Sindical obrigatória, quando os trabalhadores, em março de cada ano contribuíam, compulsoriamente, com um dia de trabalho para “seu” sindicato da categoria.

A inclusão da extinção da Contribuição Sindical Obrigatória teve um único objetivo, a destruição das centrais sindicais- CUT, Força Sindical e CGT- que não existem oficialmente mas sempre funcionaram como “organismos” de apoio ao governo e eram sustentadas pelo Fundo Sindical, que era alimentado com 20% da receita da Contribuição Sindical paga pelos trabalhadores e, daquele bolo, o governo sempre perdulário e ladrão com o que arrecada, destinava bilhões de reais para tais centrais, para lhes dar apoio, principalmente a CUT. Do mesmo jeito, os sindicatos patronais contribuem com 20%, para manter a pelegada, das centrais sindicais.

Com a medida, todos os 17.289 sindicatos espalhados pelo território nacional foram atingidos. Quem esculhambou o sistema sindical brasileiro foram os ministros corruptos que passaram pelo Ministério do Trabalho e Emprego e promoviam a distribuição de cartas sindicais a troco de propina, como se propala.

No caso da Contribuição Sindical dos sindicatos patronais, apenas 20% (se muito) das empresas recolhiam a contribuição. Assim mesmo o apadrinhamento político fez nascer sindicatos fugindo totalmente da chamada Unicidade Sindical, estabelecida pela Legislação, que obriga a ter um sindicato por categoria econômica, mas a desgraça da política brasileira, que perdeu uma excelente oportunidade de extinguir a Justiça do Trabalho, no Brasil, único país do mundo a ter tamanha aberração, que consome em torno de 18 bilhões de reais de recursos públicos para manter um dos processos jurídicos mais vergonhosos da face da terra.

A incapacidade para extinguir a Justiça do Trabalho foi um erro dos mais lastimáveis. Continuamos ostentando tal sandice. O que deveriam ter feito, com a extinção da Justiça do Trabalho era a normatização do sistema sindical, com a unicidade de verdade, funcionando, extinguindo-se, também os absurdos criados a troco de propina, mas para sindicato de trabalhadores, onde o sistema de contribuição é fiscalizado pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Para a contribuição da classe patronal o MTE não atua.

O dia que tivermos um governo sério, é preciso regulamentar o financiamento do sistema sindical, como se faz com uma montanha de dinheiro para financiar partidos político, que tanto nos envergonham.

O Sistema Sindical brasileiro é mal visto por culpa exclusiva dos aventureiros sindicalistas e os safados que foram colocados no Ministério do Trabalho e Emprego para fazerem negociata.


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Pavor de Bolsonaro

07/07/2018

 

Li agora, recente, que o sr. Fernando Henrique Cardoso está convocando uns sabidos esquerdistas, iguais a ele, para criarem uma “nova democracia” brasileira...

Bastou aparecer na esquina o corajoso deputado Jair Bolsonaro, candidato com larga preferência nacional, para a presidência da República, para que a classe política entrasse em polvorosa, cada qual fazendo o discurso mais imbecil sobre populismo, para denegrir a imagem daquele que se apresenta de forma corajosa para enfrentar aqueles que estão destruindo o Brasil.

Vai para 34 anos que tomou conta do poder no Brasil uma leva de audazes políticos, muitos se transformaram em verdadeiros ladrões, pilhando os cofres públicos para comprarem voto, companheiros os mais ordinários, para se manterem no poder.

Essa turma, que teve como um dos “capitães”, o Sr. Fernando Henrique Cardoso, pilhou os cofres públicos. Pelaram a Petrobrás, sob a indecente frase “O petróleo é nosso”, muito mais ainda os recursos de seus cofres, destruindo, desmoralizando a empresa, com várias ações no exterior, de pedidos de indenização, sobre a desvalorização de suas ações.

Bolsonaro surgiu na esquina da política nacional, está atormentando a vida dos salafrários, dos usurpadores. Enquanto eles batem no candidato Bolsonaro, mais cresce sua preferência na satisfação do eleitorado. Cada lugar por onde Bolsonaro passa, é uma festa, é um comício, todos querendo ouvir sua voz, o que pretende fazer para por fim à corrupção no Brasil, doença que não sabemos como extirpá-la.

Fernando Henrique quer criar uma “democracia nova”, mas com que cara? Com a dele? O que aconteceu no seu governo, que ele conseguiu mais quatro anos de mandato?

Fernando Henrique foi responsável pela vitória de Lula, o monstro de Garanhuns, que tanto atormenta o desenvolvimento nacional.

O problema brasileiro é que tem uma imprensa que parece mancomunada com aqueles que querem destruir o país. Vejam que desmoralizaram o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal, a Petrobrás, Eletrobrás, Correios, tudo que encontraram pela frente. Compram o que bem entenderam de forma fraudulenta, até usina sucateada nos Estados Unidos, para processar petróleo. Pintaram e bordaram. Destruíram praticamente o país, que não sabemos quando se recuperará desse bando de invasores e, agora, aparece o Sr. Fernando Henrique Cardoso travestido de salvador da pátria, para criar uma nova democracia.

O Movimento Militar de 64 não fez um trabalho bem feito...


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