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Fragmentos de história

25/06/2020

 

Quando posso, reafirmo sempre, tenho como profissão, pedreiro. Meu pai dizia que o pedreiro é o mais importante artífice da história da humanidade. Ninguém, nenhuma pessoa, é mais importante do que o pedreiro, tem sua habilidade, sua capacidade de trabalhar com massa, pedra, tijolos, argila, água, prumo, esquadro e régua e, com esses elementos, constrói palácios que, depois de prontos, nunca mais pode entrar. Circunstâncias especiais, principalmente a força da minha mâe (coisa maravilhosa) apoquentando meus miolos: “Se você não estudar, vai ser carregador, trabalhar na roça, vai ser burro de carga...” Sob o argumento de que o livro era o maior tesouro construído pela humanidade, onde quem os lia virava sábio, mergulhei de cabeça na leitura e tive consciência de que, para saber, é preciso ler, armazenar dados, construir sua cultura.

Foi com base na catequese familiar, através de uma minúscula agenda de capa cinza, que lá estava a história da família espanhola, sob o comando do patriarca Sidrônio Furtado Uchôa Alarcão Ayala de Mendonça e familiares, originários das cercanias de Madri, no município de Manzanares El Real, distância 64 quilômetros, ao pé da Serra de Guadarrama, de onde vem a alcunha Mendoza (apelido) que deriva de uma palavra basca (vasca) “mendi”, que significa “monte” y onza, que quer dizer “frio”. À família Mendoza foi “destinada”, ao término da escravatura, a Argentina, mas não se deu bem por lá, devido as terras serem muito áridas. A cidade de Mendoza, na Argentina, nada tem a ver sua criação com a família Mendoza, uma vez que sua denominação foi exatamente baseada nas palavras bascas que designam “monte permanentemente coberto de neve”, com referência à Cordilheira dos Andes, onde a cidade está plantada a seus pés.

Existem derivações familiares de Mendozas em Portugal, México, Peru, Colombos e outros pontos, mas o ramo espanhol é originário dos países bascos e que se fixou, a partir de 1470 nas serras de Guardarrama, onde os originários são obrigados, como bons descendentes de bascos, a honrarem a palavra empenhada, até à morte.

A história dos antepassados mostra que a criatividade, a fertilidade de idéias, a queda para as artes vem da tendência familiar para ser pedreiro, escultor, pintor, artista. Faz sentido...

Ochoa, basco, quer dizer lobo. A descendência da parte árabe vem do domínio mouro, por 400 anos no território espanhol, com fim na reconquista e união do território no reinado dos reis católicos. Fragmentos, apenas.

 

 

 


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Hino à liberdade.

24/06/2020

 

Por que essa mania mundial, essa impressionante atração exercida pelos Estados Unidos da América sobre os seres humanos dos mais próximos aos mais longínquos pontos? Qual o mistério que essa extraordinária nação oferece, acima da liberdade, do direito de ir e vir?

 

Em fins de 1979 saía publicado o que se  chamou de 1º Best seller  nos Estados Unidos, o primeiro e único compendio sério sobre liberalismo econômico, de autoria do casal economista Milton & Rose Friedman. Como poucos brasileiros gostam de ler, quem não leu ainda não teve o prazer de degustar, de verdade, os mais impressionantes exemplos de liberdade.

 

Você pode até não gostar da forma arrogante de alguns americanos, de seu olhar de superioridade, principalmente contra os latinos (nós latinos, de fala latina), mas o exercício do liberalismo americano é a verdadeira atração que exerce com relação às pessoas de todas nacionalidades. Não existe nada mais importante do que a liberdade. Só o amor de mãe!

 

Como nação mais importante do mundo, a mais rica, a mais desenvolvida tecnologicamente, a América do Norte, dentro do panorama mundial do coronavírus, sua procedência, mandou incontinente seus cientistas estudarem como foi criado ou como se originou o CODI-19 e passou a exercer, com severidade, esclarecimentos, ainda não recebidos, de como a China demorou em anunciar o processo de segregação das pessoas, através do isolamento, para evitar a pandemia que se generalizou, sabendo-se que, até agora os Estados Unidos foram quem mais número de mortos tiveram.

 

Nenhum povo, nenhuma nação, compreendeu logo a tragédia do que o Governo americano e, dentro dos seus padrões, determinou a suspensão de todas atividades econômicas e, dentro de suas condições, como o Brasil, auxiliando o povo, o empresário nas suas dificuldades. A história econômica não registrou até agora algo igual.

 

Depois de 100 dias de medidas restritivas, o isolamento, a América do Norte volta a funcionar diante do seu grande número de mortos, sob a ótica de que, as previsões foram tomadas; o mundo não vai acabar; o direito de ir e vir, para seu povo, deve ser uma exigência, uma obrigação, dentro do espírito do liberalismo econômico que fazem da América líder no mundo do empreendedorismo.

 

Pode o mundo, o relacionamento humano mudarem momentaneamente; as restrições sociais pesarem por um certo período, mas a afetividade, a vontade de viver, de criar, de produzir, dentro dos princípios da liberdade de escolher ,criado pelo  genial casal Milton  & Rose Friedman, fortalecem a tenacidade do povo americano, capaz de ganhar a guerra e ajudar a soerguer os vencidos.

 

A vida sem liberdade, não merece ser vivida.

 

Hoje, surpreendentemente, a despeito de todas as desgraças ocorridas nos últimos 35 anos da vida política, econômica e as impressionantes “bandidagens” promovidas pela Justiça brasileira, assistimos um homem só, Jair Messias Bolsonaro, enfrentar a desarmonia, a intolerância e a desonestidade dos poderes Legislativos, Judiciário e perto de uma dúzia de Governadores ávidos por corrupção, sem permitir que o Brasil volte ao trabalho, os alunos voltem às aulas, as pessoas voltem a serem livres.

 

Afinal, a arte do liberalismo que as esquerdas não querem que brilhe no Brasil, está vencendo, com a determinação de Bolsonaro.

 

 

 

 

 

 

 


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