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Um país esquisito chamado Brasil.

23/07/2020

 

Tenho recebido, via internet, algumas postagens de pronunciamento de Lula, José Dirceu, alguns ministros da Suprema Corte, governadores, deputados e senadores diversos, sobre o momento político, escrachando com o presidente Jair Messias Bolsonaro, até nossa maldita imprensa. Aí me pergunto: que autoridade tem Lula, José Dirceu, Fernando Henrique Cardoso, Fernando Haddad, Dilma, esses ministros do Supremo, vaiados de forma vergonhosa, até no exterior, no interior de aviões, em voos internacionais, pelo descrédito que caíram, para criticarem o presidente?

 

Que país é este, que políticos devassos, condenados como ladrões dos cofres públicos, gente sem nenhum escrúpulo, dizem o que bem entendem da autoridade maior do Brasil, sem qualquer fundamento, só porque não está permitindo que roubem. Pode isso?

 

Que país é este, de gente tão ordinária na política, na magistratura mais alta da nação, no Congresso Nacional?

 

Engraçado, como os senhores Rodrigo Maia, Davi Alcolumbre, Fernando Henrique, José Serra, Aécio Neves, atolados até o pescoço em atos condenáveis, se atrevem a atacar a figura do presidente, só porque não está deixando ninguém roubar?

 

As contas na Suíça, do senador José Serra , a prisão do ex-secretário de Saúde do Rio de Janeiro com oito ou mais milhões escondidos no armário de seu apartamento, Lula condenado e recondenado, posto em liberdade com Zé Dirceu e outros bandidos, sem mais nem menos, num país em que os ladrões gozam de plena liberdade, inconsequentes direitos de ir e vir e dizer todas besteiras que bem desejar? Que país é este?

 

Uma autoridade militar, sobre minha pergunta: Quando os militares interferirão no poder da República? Me respondeu: “O país está apodrecendo. A política nacional é sórdida. Vamos ver como caminha até as próximas eleições presidenciais. Se descambar pela volta ao passado, para a desordem, a corrupção, haverá intervenção. Os militares saberão agir de forma diferente, da 1964”.

 

Bom, é preciso ter paciência para esperar. A força de Bolsonaro, a impressionante contribuição de apoio e aplausos da sociedade o tornarão um dos grandes presidentes do país, embora raros, como o marechal Humberto de Alencar Castelo Branco, que poderia ter realizado um grande serviço de profilaxia nacional da classe política. Deixaram que essa corja criasse asas, para dar no que estamos vendo.

 

 

 


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Um país inexequível.

22/07/2020

 

Com 72% de sua população notoriamente reconhecida por levantamento estatísticos como analfabetas funcionais (aqueles que sabe ler ou escrever, mas não sabem explicar o que leram ou escutaram), sendo o português uma das línguas mais difíceis de serem entendidas, pelas múltiplas variações de seus significados, presumem que seja esse o motivo principal da incapacidade de raciocínio logico desses 72% de brasileiros que, devido a seus  impressionante número, sobrevivem às custas da cornucópia do favoritismo oficial (do dinheiro) para “comprar”  os incapazes do raciocínio lógico, também conhecidos como microcéfalos (cérebro atrofiado), doença degenerativa e hereditária pela falta de alimentos (nutrientes) essenciais à vida.

 

Bem, quero chegar a uma palavra que a classe dirigente, notoriamente oligofrênica (com deficiência do desenvolvimento mental, congênita ou adquirida precocemente pela carência de alimentos) não a entende, desconhece seu significado: exequível, capaz de ser executada até seu final (exemplo, tal obra é exequível, factível de ser executada até o seu final, sem problemas de recursos humano e financeiro). Milhares de obras estão paradas no Brasil, bem aqui na nossa cara, no Espírito Santo (principiam e não acabam ou são idealizadas no papel, fazem projetos, como a quarta ponte do “professor” Renato Casagrande, ou do Portal do Príncipe, do outro “professor”, Luciano Rezende, ou o Cais das Artes, um projeto “fabuloso” do outro “professor”, o ex-governador Paulo Hartung que, um dia, quando aparecer um administrador corajoso, será implodido, por ser de natureza, pela incapacidade do Estado ou do Município, mantê-la, ser inexequível, sua existência, ao contrário do exequível, mantê-la.

 

O Brasil tem agora (tinha 70) 71 obrigações fiscais e parafiscais. São organismos públicos ou paraestatais que, para se manterem, cobram um percentual da iniciativa privada que, para suportar a carga tributária nacional, que interfere na composição do chamado Custo Brasil, faz o Brasil ter um dos piores índices de desenvolvimento econômico e humano, quando o Paquistão (situada no Centro-Sul da Ásia), tem em  torno de 180 milhões de habitantes, dá de 10 a zero em desenvolvimento industrial no Brasil. Nossa “formidável indústria nacional” não produz, um mísero chips para consertar um mísero rádio movido a pilha. Não produzimos alimentos, além da soja e o café, para o sustento humano da população nacional. Somos exportadores de produtos minerais in natura e agropecuários sem um mínimo de beneficiamento industrial. Os produtos minerais nacionais que poderiam (deveriam) ser industrializados, beneficiados, são exportados in natura a preço de banana podre. Exportamos UM BILHÃO de toneladas métricas de minério de ferro exportados na década de 60, pela Vale do rio Doce, quando era presidida pelo outro formidável senhor Eliezer Batista (pai daquele sabido que queria ser o homem mais rico do mundo, Eike Batista), ao preço imoral de (nove) dólares por tonelada métrica. Uma vergonha.

 

Aí, vem a palavra que nossos dirigentes não sabem o significado porque são oligofrênicos ou analfabetos funcionais, como Lula e outros seus sequazes (pessoas integrantes de bandos de malfeitores) pessoas que fazem de tudo para subir na vida às custas da delapidação dos cofres do Estado e não sabem definir o que seja exequível e criam sinecuras, como as 71 obrigações fiscais e parafiscais que o ministro Paulo Guedes quer extingui-las, mas não consegue, porque o Congresso e a Justiça não deixam, são contrários ao desenvolvimento econômico e social do Brasil.

 

Se o caro leitor souber o que o Brasil tem de empresas estatais, órgãos públicos e paraestatais que custam 47% de impostos, que saem dos nossos bolsos, diariamente, vai ficar sabendo porque jamais sairemos dessa vergonhosa situação em que nos encontramos.

 

 

 

 

 

 


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