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Velhas histórias

07/02/2018

NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

Velhas histórias. Data de 1500, por aí, estudos de Leonardo da Vinci para construção das eclusas do rio Denúbio, suas construções a partir de 1714 para regularização de sua vasão para torna-lo navegável, para a proliferação de pescado para abastecer de alimento as famílias ribeirinhas e, mais importante ainda, o abastecimento de água para o desenvolvimento da região em vários países.

Leonardo da Vinci era um visionário e artista de muito talento e desenvolveu dezenas projetos, pinturas, esculturas, imaginações diversas.

Sempre, em toda parte, existem idealizadores famosos, como o nosso governador Jerônimo Monteiro, que desenvolveu, ele próprio, projetos de estradas de rodagem no Sul do Estado, todas convergindo para a cidade de Cachoeiro de Itapemirim, sede do seu município e que acabou recebendo a alcunha de “Capital Secreta do Mundo”.

Tivemos outra famosa figura, na pessoa do engenheiro, como, Florentino Avidos, que foi responsável pela construção de diversas pontes, como as chamadas Cinco Pontes, de Vitória, ligando a ilha ao Continente, a ponte sobre o rio Doce, em Colatina e outras sobre o rio Itapemirim.

Posteriormente, vieram Carlos Lindenberg e Jones dos Santos Neves, que idealizaram e construíram usinas de Rio Bonito e Suiça, para geração de energia, o maior calo para emperrar o desenvolvimento nacional e tida como a mais cara do mundo.

Outro dia assisti palestra de um jovem economista, Theo Casotti Penedo, que se diz idealizador e voluntário Coordenador Geral do Movimento “Todos pelo rio Doce”, um projeto muito interessante, que busca a revitalização do mais importante rio que corta grande parte do Espírito Santo (de Baixo Guandu a Linhares), onde desemboca no Oceano Atlântico, trazendo toda sujeira que lhe atiram moradores ribeirinhos e os grandes projetos da mineração trepados a montante de Mariana, no Estado de Minas Gerais que protagonizou a um ano a tragédia como o rompimento de uma barragem da acumulação de resíduos da Samarco e Vale do Rio Doce, matando gente, destruindo sonhos e provocando uma tragédia ecológica sem limites, que só o tempo será capaz de repará-la.

Quer o jovem Theo Casotti Penedo, um sonhador, recursos para sua ONG para revitalizar as nascentes do rio Doce, ou seja, revitalizar um curso de água já foi navegável até Mascarenhas e que a chamada incúria administrativa brasileira desgraçou, ajudada pelo assoreamento que acontece com qualquer rio que não for cuidado. Lembramos ao Theo que sua proposta deve ser dirigida aos governantes, ávidos de promover o empreguismo, relegando a planos secundários os mais elevados interesses sociais.

 

 


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Foi há muito tempo I

06/02/2018

NOTA – Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

 

Teve um tempo que o Brasil teve excelente homens públicos, principalmente o Espírito Santo, que se notabilizaram, por exemplo, nos campos da Educação, Saúde, Agricultura e Política Fazendária.

No campo da educação, tivemos o professor Darcy Werther Vervloet, um dos mais seguros e estudiosos no assunto que, sob a tutela do governador Christiano Dias Lopes Filho, outro educador, realizaram um trabalho sem igual. Educação de verdade.

Na Saúde, tivemos o gênio de Hamilton Machado de Carvalho, um sanitarista de primeira linha, que montou o sistema mais avançado de imunologia da sociedade. Jamais tivemos um homem tão organizado e dedicado a saúde da população.

No campo do desenvolvimento agrário tivemos oportunidade de ter o sujeito mais avançado em agricultura do Brasil: Guilherme Pimentel. Se o Brasil fosse um país sério, o governo tivesse realmente boas intenções no campo do desenvolvimento, o Estado do Espírito Santo seria muito semelhante a alguns países europeus, à Suíça, por exemplo. Uma das maiores perdas da agricultura brasileira foi não usufruir ao máximo a capacidade de planejamento de Guilherme Pimentel. Coisas da vida.

Na história do Espírito Santo, até ontem, dois nomes se destacaram no campo da Política Tributária e Fiscal: Armando Duarte Rabello e José Teófilo Oliveira. Estudiosos no campo da arrecadação de impostos, de uma política tributária e fiscal consciente em busca do desenvolvimento do Estado e do país, esses homens quase raros marcaram suas presenças com honradez e brilho na condução dos negócios fazendários.

Acho que só as pessoas com notável saber deveriam ocupar cargos públicos, terem direito a concorrer. Num país com 72% de sua população composta de microcéfalos, analfabetos funcionais, não podemos caminhar com segurança para o futuro.

A política do compadrio, dos negócios escusos para se manter no poder, tem desgraçado com a nação. Hoje, o sujeito vai para um cargo público imaginando ser candidato a alguma coisa, fazer negócios escusos, indecentes barganhas, para continuar no poder. Devia ser proibido, nos chamados cargos executivos, o sujeito ficar com tramóias para ser candidato a alguma coisa.

O que é fato, profundamente lastimável, é que não se fabrica mais homens como Darcy Werther Vervloet, Hamilton Machado de Carvalho, Guilherme Pimentel, Armando Rabello e José Teófilo Oliveira. Foi há muito tempo...

 

 

FONTE: JORNAL A GAZETA


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