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Pesquisas sob encomendas

01/12/2018

 

Folha de São Paulo, Globo e Estado de São Paulo formam hoje o que se pode chamar de “grande” imprensa nacional. Não é porque tais jornais ainda conservam o formado grande (não são tabloides) que se constituem “a grande imprensa nacional”, mas porque ostentam as maiores tiragens.

Sempre divergi dos chamados “levantamentos ou pesquisas eleitorais" feitos por alguns institutos, inclusive o Datafolha. Todos, no meu entender, são inconsistentes com a verdade. No último pleito para presidente da República os levantamentos (todos) foram, com toda convicção, hilariantes, cada qual pior do que o outro. Guardo expressões, como “Datafolha", sem Lula, Bolsonaro tem 22% e Marina aparece com 16%; Alckmin aparece em quarto lugar com 9% e Haddad tem 4% das intenções de voto...

Na sua edição de 22 de novembro (2018) na sua página de Opinião, aparece um comentário de autoria de Uirá Machado: “Plural e apartidário, onde ressalta: “O título sem dúvida era positivo; “66% dos leitores aprovam cobertura sobre o futuro governo Bolsonaro”. O texto ainda contava que só 11% consideraram o trabalho do jornal ruim ou péssimo. Nada mau (?),  mas a melhor notícia da pesquisa Datafolha publicada nesta quarta – feira (21) veio com resposta a uma pergunta que não foi feita. Explico. A Folha tem entre seus princípios a prática de um jornalismo pluralista e apartidário, traduzido na divulgação de amplo espectro de opiniões e variedade de ângulos a respeito de um mesmo fato e na atuação desatrelada de governos, oposições, partidos e doutrinas. ”

Nada contra a Folha ou o sr. Uirá Machado. Todos os órgãos de imprensa (TODOS) distorceram de forma estúpida, indecente, fatos sobre a candidatura do sr. Jair Bolsonaro, inclusive com relação ao seu quase assassinato, por um bandido da pior qualidade, a soldo de quem? De Deus, de algum projeto de partido político?

Voltemos à Folha, que deve circular diariamente com 160 a 180 mil exemplares que, dentro da teoria adotada, deve ser lido por três pessoas, um universo de 540 mil leitores, para uma população nacional de 206 milhões, ou a do Estado de São Paulo, de 32 milhões. Que opinião forma, com 540 mil leitores ou 66% “aprovando” o noticiário sobre o futuro governo Bolsonaro?

Uma jovem vereadora, Marielle Franco, ativista não sei de que, foi assassinada no Rio de Janeiro, a mando não se sabe de quem, e a imprensa nacional faz um escarcéu danado, para a Polícia prender o criminoso. No caso do quase assassinado do candidato Jair Bolsonaro, à vista de milhares de pessoas, transmitido pela TV, preso no meio da multidão, com uma faca ensanguentada na mão, com objetivo de tirar a vida de quem quer tirar o Brasil das garras de uma das fantásticas quadrilhas de ladrões que assola uma nação, e a Folha quer criar uma imagem de imparcialidade? Raios, que droga de imparcialidade é essa?

Uma das grandes imoralidades desta nação se chama pesquisa de opinião pública. É preciso acabar com tal pouca vergonha. As redes sociais elegeram Bolsonaro, com a simples ideia de destruir o PT. Vamos aguardar o desfecho de tal façanha, para o bem do Brasil.


 

 

 


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Um Tiririca melhorado

30/11/2018

 

A GAZETA fez realizar, dias 23 e 24 últimos, sua 13ª edição do Encontro de Lideranças, em Pedra Azul, reunindo empresários de vários setores, políticos e até animador de auditório da Rede Globo de Televisão, Luciano Huck que, no seu pronunciamento, defendeu a formação de novos líderes para conduzir o processo político, capazes de mudar os rumos econômicos e sociais do país. Em suas palavras, O Brasil vive “um apagão de lideranças”, ressaltando: “Só estou aqui porque eu quero que minha geração, de fato, possa participar de uma transformação que inclua todo mundo. “Enquanto houver favela no Brasil, a gente não vai ser um país justo”.

Como se vê, o Sr. Luciano Huck, para meu gosto, é um palhaço Tiririca melhorado. O sr. Luciano Huck, é apenas um apresentador de um programa de auditório da TV Globo, onde surge fazendo “caridade” com o bolso alheio, isto é, dos patrocinadores do seu programa. Toda aquela “caridade” é “fabricada” com patrocínio alheio.

Refrescando a cabeça do apresentador da Globo, com uma máxima que é muito velha: “O mundo é redondo; sempre existiram pobres e ricos, sempre existiu noite e dia; todos morrem”.

As favelas brasileiras estão aí, desafiando as autoridades, a polícia, a ordem constituída e tudo mais, desde a abolição da escravatura. Os registros comprovam.

Não existe fábrica de “lideranças”, elas brotam as vezes por acidentes, da desesperança das sociedades vendo a multiplicação da ladroagem, como aconteceu agora no Brasil, com o surgimento da candidatura do sr. Jair Bolsonaro, que está prometendo uma revolução nos princípios políticos, sociais administrativos e até mesmo do judiciário, para limpar o Brasil de um dos processos mais imorais de corrupção na história do mundo.

Veja o sr. Luciano Ruck como é a América Latina, onde nos situamos, o chamado Cone Sul, a instituição montada por vestais da nossa política, como Fernando Henrique Cardoso, José Serra, José Dirceu, Lula, Dilma, e um monte mais de imbecís da pior qualidade, que instalaram o Fórum de São Paulo, com essa onda de vadios, delinquentes morais, que passaram a ser “considerados” a elite política, não pelo armazenamento do saber, da cultura, mas pela arrogância com que pilham os cofres públicos.

Que diabo de liderança é essa que o sr. Ruck desconhece?

A canseira, aliada à falta de perspectivas, a sociedade brasileira elegeu um deputado Federal, sr. Jair Bolsonaro, que abdicou de qualquer apoio da classe política, de qualquer sigla partidária, a não ser a sua, PSL, dizendo na tampa de todos que não queria apoio de ninguém, não daria cargo por favor algum e, assim está agindo.

É bom o sr. Huck aguardar os 100 primeiros dias de governo Bolsonaro, para ver como nascem as lideranças de verdade.

 

 

 


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