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Eleições duvidosas

05/01/2018

NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

Teimosamente insisto em afirmar que o país não terá governabilidade com essa gente que está no poder e insiste em se aproveitar mais dos cofres públicos em aproveitamento próprio do que gerir a máquina em benefício da sociedade, da própria Nação.

Por mais que procuro não conheço um país que tenha um quadro político –partidário como o brasileiro. Olha que são trinta e poucas siglas, cada qual composta de gente inexpressiva que tem um objetivo, fazer negócios, botar a mão nos recursos públicos. O país anda aos solavancos, movido mais pela iniciativa privada do que conduzido por programas de governo voltados para o desenvolvimento.

O sistema político nacional tem muito a ver com a cultura da sociedade. Esse formidável contingente de 72% de analfabetos funcionais, que não sabe traduzir o que leu num parágrafo de cinco linhas, não tem capacidade para escolher um presidente que represente uma nação da importância do Brasil.

Se ocorrerem eleições no Brasil daqui há dez meses, como se espera, o que acho muito difícil, nenhum outro candidato suplantará as “preferências” que Lula e Bolsonaro possuem hoje nas pesquisas de opinião, muito embora elas estejam totalmente desmoralizadas.

Sonhamos com um nome diferente, uma imposição das ruas, como a do juiz federal Sérgio Moro, o que seria, vamos dizer, um milagre nos dias presentes. Teríamos com Moro um nome que poderia influenciar o eleitor a votar nos candidatos que formariam o novo Congresso Nacional. Como governar o Brasil com a possibilidade dos Tiriricas da vida se elegerem? Cinquenta dos nossos congressistas não valem nada. Acho que vamos assistir várias convulsões em países latinos devido a mania de perpetuação nos cargos dos governantes. A candidatura de Lula, pela terceira vez no poder seria uma grande tragédia nacional e a sociedade brasileira não merece tamanho ultraje. Lula não tem escrúpulos, trepa no governo como se fosse coisas de sua propriedade, monta um séquito de assaltantes sem nenhum escrúpulo, haja vista a turma do PT encarcerada, a qualidade de cada um e como eles influenciam, de dentro das prisões, que companheiros continuem pilhando o Estado.

Continuo não acreditando em eleições em outubro próximo. Não há clima para essa gente inescrupulosa continuar pleiteando continuar no governo, a não ser que todos nós tenhamos perdido o que se chama de vergonha na cara.


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Brinco e tatuagem.

04/01/2018

NOTA – Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

Recente, um pai me procurou apavorado com um caso inusitado que ocorreu na sua casa. “Veja, cara, jamais pensei de algo semelhante acontecer comigo”!

 

Seu filho, um jovem de 17 anos aparecera em casa com um brinco na orelha esquerda e, depois, descobriu uma tatuagem no braço direito, um negócio esquisito que não sabia direito o que significava. Sua raiva era a de que seu filho não avisara que assim iria proceder. Ao menos perguntar o que achava... “O que significa isso?”

 

Pode significar muita coisa e pode não significar nada. Comenta-se que, no caso da tatuagem, os jovens gostam de se afirmarem perante aos demais companheiros que se deixam “carimbar”, muitos como uma espécie de enfrentamento doméstico, querendo chamar atenção para sua pessoa, as vezes por falta de cuidados paternos, despeito, pelo tratamento dispensado a outro irmão e, finalmente, por achar que é bonito e todo jovem deve ter uma tatuagem. Geralmente, quando o jovem, principalmente a mulher, quando chega a idade adulta, se transformando em mãe também, vai fazer tudo para que seus filhos não se tatuem. É a chamada lei natural. “Não quero para meus filhos os meus pecados da juventude”, dizia uma mãe pecadora...

 

No caso do brinco, dizem que, o brinco na orelha esquerda do homem quer dizer que ele “puxa” um fumo, gosta de um alucinógeno qualquer. Faz parte do conhecimento do “meio estudantil”. Se usa brinco nas duas orelhas, consome e comercializa, por aí vai e, se não se tomar cuidado, se os pais não se aperceberem do desvio, pode acabar em tragédia.

 

Conheço um pai, no Rio de Janeiro, que perdeu um filho ao ir à favela comprar drogas. Foi uma tragédia para o casal.

 

Dois meses depois, o segundo filho, em casa com a mãe, pressionou-a a dar-lhe dinheiro para comprar droga. A mãe ficou assustada, desesperada começou a gritar por socorro, traumatizada ainda com a morte do filho mais velho. O jovem não titubeou. Saltou do sétimo andar, ficando pendurado no gradil de proteção do prédio de apartamentos onde morava.

 

Quem quer ter filhos, precisa dar-lhes atenção, carinho, cuidado, conselhos, ensinamentos, exemplos.

 

Na região de Andaluzia, na Espanha, era costume dos jovens usarem brinco, dizia um pouco da masculinidade, do sangue mouro e por ser tradição. Não sei como anda mais essas coisas por lá...

 

O arrependimento quando chega, as vezes é tarde demais...

 

 

 


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