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Fora do controle I

12/04/2019

 

É típico de países subdesenvolvidos, aquele que assoma ao poder imaginar que é dono do Estado, é um sábio, não foi colocado ali por um período, apenas, fugaz, como em todo processo democrático, onde as pessoas têm mandatos a cumprir e, depois, civilizadamente, têm que passar o poder.

À falta de melhor opção substituímos o governador Paulo Hartung pelo sr. Renato Casagrande, falta de opção porque o sr. Casagrande era o menos ruim, considerando os antecedentes de sua administração anterior, onde o eleitorado capixaba preferiu fazer retornar o sr. Paulo Hartung que, tendo passado uma experiência anterior muito boa, como governador, não foi muito bom, no segundo mandato, embora suceder o sr. Casagrande não tenha sido uma tarefa muito difícil.

O Estado vive, como de resto o país, ao sabor de sucessivas más gestões. O Estado vive para extorquir impostos, os mais absurdos, para manter um gasto do que arrecada superior a 80% com pessoal ativo e inativo e que sofre um inchaço movido pela cornucópia do favoritismo oficial, num processo indecente do “Mateus, primeiro, os teus”, como ocorre presentemente com o governador Renato Casagrande, arrebanhando em vários estados da Federação, até no distante Tocantins, gente do seu partido, PSB, derrotado, para gerenciar o sistema de saúde do Espírito Santo e outros...

A questão não é ser contra nem a favor de gente de fora, para ocupar importantes funções públicas. O negócio é que os candidatos “importados” possuem problemas em suas origens, como o caso dos convidados para a Secretaria de Segurança Pública e o bando do Estado, o Banestes, que não puderam se manter nas funções.

Conservando as janelas do Palácio Anchieta fechadas, o Sr. Casagrande não ouve o murmúrio das ruas, o pouco caso que fazem da composição dos auxiliares de sua administração, os cargos mais importantes, numa demonstração de que, no Estado, além dele, governador, não existe mais nenhuma pessoa em condições de ajuda-lo a gerir os negócios do Estado.

Qualquer pessoa, por mais desprovida de sentimentos, deseja o desenvolvimento econômico e social do Estado. Parece que o governador pensa o inverso, porque o Estado do Espírito Santo não tem nenhuma vocação no campo industrial de grande porte, deveria o governo estar pensando como sensibilizar a fixação do homem ao campo, através de incentivos, a criação de empreendimentos hospitalares, educacionais e prestadores de serviços diversos. O forte do Estado é o turismo, mas os governantes ignoram.

Assumindo o poder o governador, como primeira atitude, só para sacanear com seu antecessor, Paulo Hartung, arrumou uma tal de anistia para policiais militares grevistas, merecendo o repúdio dos que possuem juízo, esquecendo-se que os grevistas promoveram uma das mais indecentes destruição do Estado, em toda existência da nossa Polícia Militar.

Vamos ver até onde o sr. Casagrande vai chegar. Tomara que chegue.

 

 


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Fim dos radares

11/04/2019

 

 

Nunca avistei, pessoalmente, o senador Fabiano Contarato. Garanto que ele não tem nenhum interesse em me conhecer e eu a ele. Deve ser um sábio excêntrico, inteligente, aliás, como todo político, depois que se elege. Passa a desconhecer até quem o elegeu.

Quem dirige automóvel, caminhões, motos, pelas rodovias brasileiras deve andar exultante com a decisão do presidente Jair Bolsonaro (garanto que estou radiante) em cancelar os contratos de instalação das chamadas barreiras eletrônicas nas estradas.

 

O problema, em sí, não são as barreiras, mas a estupidez de suas localizações e a exigência da velocidade, de 40, 50, 60 e 80 quilômetros, quando em ruas e avenidas das cidades os carros andam em alta velocidade.

Entende o presidente Jair Bolsonaro que, pela multiplicidade de radares nas rodovias federais, estaduais e municipais, eles se localizam com as características de pilhar o motorista desavisado, sendo sua finalidade multar, punir.

Se um motorista, amador ou profissional tiver a coragem de afirmar que é contra decisão do presidente da República, que os radares devam permanecer, acho que não estão no seu juízo perfeito. É uma estupidez a colocação de tais equipamentos. O motorista, descobrindo aquela “arapuca” no meio das árvores, ele busca passar ali na velocidade determinada, mas imprime o acelerador, para recuperar o tempo imposto pela redução de velocidade.

Você só constrói a grandeza de uma nação se educar o povo para o cumprimento da lei e da ordem. Uma nação se constrói com a educação de sua sociedade e não pilhando -a, nas estradas mal e porcamente construídas.

Olhemos nossas cidades, com mais de 100 mil habitantes, para ver como suas favelas se amontoam, uma seguida da outra, se bifurcando numa desorganização social vergonhosa, graça à incapacidade gerencial de nossas autoridades. Qualquer cidade brasileira, olhem para elas, para ver se tem conserto.

A impressão que tenho é a de que o sr. Contarato, que entrou e saiu rápido do Detran, do Espírito Santo, não entendeu que são necessárias campanhas educativas para ensinar pessoas para terem prudência, educação, respeito, principalmente aos transeuntes.

É direito do sr. Contarato buscar a justiça para contestar a decisão do presidente Bolsonaro em retirar os vergonhosos radares (redutores de velocidade) das nossas rodovias. Não digo que o senador capixaba devesse aplaudir a atitude do presidente, mas, prudentemente, ficar de bico calado. Caso contrário, aguentar o sr. Contarato 8 anos, vai ser meio difícil.

 

 

 

 


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