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Na onda do pr sal.

11/10/2021

 

O presidente Jair Messias Bolsonaro, num de seus últimos pronunciamentos faz referência à construção de um prédio na Avenida Nossa Senhora da Penha (antiga Reta da Penha), em Vitória, capital do Estado do Espírito Santo, para ser sede da Petrobras.

 

Eram tempos de Lula/Dilma, onde se fazia de tudo, por um pouco ou muita safadeza, tudo montado numa história maluca de petróleo abaixo da camada do pré sal, no Oceano Atlântico, com um deposito colossal entre os estados do Espírito Santo e Rio de Janeiro, numa profundidade de em torno de 6/7 quilômetros.

 

Como um bobo, que descobre a existência de uma máquina para produzir dinheiro (tipo A Bolsa do Diabo), o pré sal de Lula iria transformar o Brasil no país mais rico do mundo. A festa promovida por esse boquirroto sem escrúpulos, gerou então a construção da formidável sede da Petrobras na Ilha de Vitória e, para tanto, pintaram e bordaram com a cidade para que a obra fosse realizada, inclusive violentando o PDU (Plano Diretor Urbano) para permitir a construção do prédio em terrenos da Emescam, com um contrato de aluguel coisa nunca vista e que dava para comprar uma dezena de terrenos semelhantes.

 

Em sua fala sobre as imoralidades praticadas na construção do prédio da Petrobras em Vitória, pelo que circula desde a época, é um negócio tão indecente como os do pré sal, para contratar construção da plataforma para extração de petróleo em grandes profundidades, sem nenhuma tecnologia, devido a profundidade das jazidas.

 

Pelo ímpeto com que falou sobre o assunto, o presidente Bolsonaro parece que está se armando sobre os políticos capixabas da época, que cometeram a estupidez em se aliarem a certos tipos de pessoas para construção do edifício que iria abrigar cinco mil empregados da petroleira brasileira, num formidável cabide de empregos, sem nenhuma finalidade.

 

Vamos assistir uma reviravolta na história adormecida, da construção de um formidável edifício, com a finalidade de que?

 

À época, foi “fabricado” o Cais das Artes. Pra quê mesmo? Pergunta ao Sr. Paulo Hartung!

 

 

 

 


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O maldito custo Brasil.

10/10/2021

 

Diz a Constituição que nossos Estados compõem a República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal; constituem-se em Estados democráticos de direito...

 

Já no seu Capítulo I – Dos direitos e deveres individuais e coletivos, diz: Art. 5 Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do lar, do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade nos termos seguintes...”

 

Tudo que acontece no Brasil (vem desde seu descobrimento em 1500) é falso, padece de verdade, é injusto.

 

Embora a nossa Constituição seja a mais volumosa do mundo, também é a mais injusta e mentirosa, porque, jamais, fomos iguais, perante as leis.

 

Quem nascer hoje e (quem sabe) tiver a oportunidade de viver os próximos 200 anos, vai ver que nada irá mudar. O Brasil, com seus dirigentes, sempre será uma Nação injusta, difícil de se viver, mesmo que surjam no quadro político, sucessivamente, governantes determinados como Jair Messias Bolsonaro.

 

Estamos assistindo, claramente, como nossa Constituição não vale nada do que reza, a começar pelos direitos fundamentais dos seus cidadãos. Como pode uma sociedade pagar, contribuir, com 71 obrigações fiscais e parafiscais, as mais estúpidas criações de serviços OBRIGATÓRIOS, que nenhuma nação ostenta; contribuímos três e até quatro vezes mais com impostos e obrigações acessórias e sucessivas, para sobreviver ao meio de castas vestidas com a opulência que não merecem, gozando vida de nababos, com nosso dinheiro!

 

Dentro do regime democrático de direito é justo que tenhamos os poderes distintos e independente, trabalhando harmoniosamente para o bem geral. Por que tais poderes são tratados de forma tão díspares, arbitrárias e injustas dos direitos individuais de quem contribui com pesados impostos?

 

Não basta termos um Jair Messias Bolsonaro com seus ministros guerreando permanentemente com deputados, senadores, 11 membros da Suprema Corte e um conjunto de burocratas de fazer inveja aos mais importantes países do mundo, fabricando milhares de leis, portarias e regulamentos diversos, diariamente, para impedir o desenvolvimento nacional!

 

Ostentamos serviços de natureza burocrática que não existem em nenhum país na face da terra. Quanto custa sustentar essas castas?

 

O que lastimo é assistir a luta desesperada dessa pequena casta, formadas pelas maiores desigualdades individuais do mundo, terem poderes absolutos, até, para continuarem massacrando o povo submisso, covarde, que somos todos nós, brasileiros.

 

Quando terminará esse maldito estado de direito injusto e arbitrário? NUNCA.

 

 

 

 

 

 

 

 


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