Ver Histórico



Procurar




  


Newsletter

Nome
  
E-mail
  




Links



Um novo tempo

08/01/2019

 

Na história da vida econômica, política e social da nação brasileira, em momento algum, pessoas, grupos, tentaram implantar um sistema liberal de governo, sob o chamado manto de um conjunto de ideias e doutrinas que visam assegurar a liberdade individual no campo da política, da moral, da religião, permitindo à sociedade escolher o caminho que melhor lhe convier.

 

O Estado Liberal é utópico, impossível sua existência total, como tem sido utópico o socialismo de esquerda, policial, com normas que impedem a locomoção do indivíduo.

 

No mundo, as sociedades lutam por liberdade, desde os tempos mais remotos. O caso mais recente na história contemporânea foi o sistema socialista da União Soviética, que durou 70 anos e caiu por vontade própria do povo que, com o passar dos anos, quis se libertar da pressão moral irresistível. O que acontece em Cuba, não é um sistema político, mas de opressão, ditatorial, sem princípios ideológicos.

 

Estamos na iminência de experimentarmos um novo tempo, no Brasil, o chamado liberalismo, que conhecemos através dos livros, mas na prática, ainda não foi testado, em virtude da tendência dos indivíduos, mais exatamente os dirigentes, que não admitem que a sociedade conduza seu próprio destino, sem a interferência do Estado.

 

Olavo de Carvalho, o chamado “guru” de Jair Bolsonaro no campo do aconselhamento da introdução do liberalismo político, social e econômico, admite que é um processo lento, difícil, em virtude da sociedade estar viciada em ser conduzida pelo “poder econômico do Estado”, através de suas chamadas “doações” sociais, tipo Bolsa Família ou a chamada complementação de “renda social”, como acontece nos Estados Unidos e na Europa, para aqueles realmente considerados necessitados.

 

O caminho do liberalismo é tirar o peso do Estado sobre o indivíduo, a carga tributária e fiscal, que asfixia aqueles que querem investir, mas o Estado tem medo que ele fique rico, quando o ideal seria que todo mundo fosse rico, e não que todo mundo fosse pobre, como almejam os chamados socialistas, que pregam uma igualdade impossível.

 

Promete o presidente Jair Bolsonaro, desmontar a burocracia, eliminar o que for possível das 73 agências que dificultam o crescimento do Estado, com imposição de exigências. Não adianta o Estado ou o município dizerem que o prazo máximo para um registro de uma empresa nova e de 8 dias, quando o empresário, as vezes, é obrigado a desistir do empreendimento porque sua paciência se esgotou no decurso de cinco ou dez anos, que lutou, as vezes de chapéu na mão, pedindo, implorando à autoridade que aprove seu empreendimento.

 

 Vamos experimentar o liberalismo. Tomara que dê certo...

 

 

 FONTE: JORNAL A GAZETA


Imprimir | Enviar para um amigo

A rasteira na esquerda brasileira

07/01/2019

 

Quem se der ao trabalho de observar os passantes, depara-se, invariavelmente, com alguém falando sozinho, gesticulando, como surgem alguns exibicionistas pelas ruas e avenidas falando ao celular, brigando com seu interlocutor, como se a via pública fosse seu refúgio, seu escritório...

Como esses malucos que andam pelas ruas, falando sozinho, gesticulando, como se fosse um moinho tocado pelo vento, tenho imaginado a cara dessa gente, empoleirada no poder, como se dona dele fosse e, de tão gostoso imaginaram que essa merda toda que sonharam que se assemelhava com um paraíso, uma dádiva divina, esse tal de “socialismo de fancaria” que imaginaram estabelecer no Brasil, via Cuba, viesse a se desmoronar com a determinação de um só homem, Bolsonaro, mesmo esfaqueado ao meio da multidão.

Confesso, sonhava que um dia, premida pelas circunstâncias, de ver o país mergulhado no caos, com a economia em frangalhos, como a Venezuela, adorada por Lula, Dilma, Fernando Henrique Cardoso e outros ensandecidos “socialistas”, que queriam transformar o Brasil numa imensa merda, a nação mergulharia numa guerra civil.

Persistentemente, sozinho, movido por uma força imensa, Jair Messias Bolsonaro enfrentou esse bando imenso de atrabiliários, desordeiros, desocupados, travestidos de comunistas, impondo uma bandeira vermelha ao país.

O resultado das urnas de outubro de 2018 foi estupendo, extraordinário, para a história da nação brasileira. Jair Bolsonaro, mesmo na cama de um hospital, onde foi levado por uma facada de um imbecil, em plena campanha, ganhou a eleição sozinho, contra tudo e contra todos. As vezes, fico imaginando, como a sociedade brasileira foi sendo convocada a participar de uma luta que parecia impossível de ser ganha. Depenaram a nação, quase demoliram a Petrobras, o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal, os Correios, dezenas de empresas estatais, os maiores escândalos montados por diversas empresas construtoras que, movidas por dinheiro do BNDES, compravam até imbecis ditadores africanos, com “financiamentos” imorais, pelo BNDES.

Justiça se faça. Esse tal de Jair Messias Bolsonaro foi um artista das comunicações. Seguiu os passos do presidente Trump e montou sua campanha, através das redes sociais.

Pois, Jair Messias Bolsonaro, foi o responsável pela grande rasteira, tacada de mestre na política mundial, derrotando uma chusma de audazes espertos, que quase transformaram o Brasil numa pátria comunista. A bandeira vermelha eles a impuseram em várias oportunidades mas, caprichosamente, Jair Bolsonaro derrotou a todos, a começar por Fernando Henrique Cardoso, o ideólogo do Fórum de São Paulo, que deve ser derrubado por possantes tratores, para eliminar todo vestígio de sua presença.

O Brasil vai mudar com Jair Bolsonaro. Vamos dar força para que ele cumpra sua missão.

 

 

 

 


Imprimir | Enviar para um amigo



« Recentes   2087 2086 2085 2084 2083 2082 2081 2080 2079 2078   Anteriores »