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A classe rural

02/08/2018

Quem sustenta a nação, mesmo contrariando todas políticas públicas, é o agronegócio, quem paga impostos, os mais caros do mundo, para se ter uma idéia, explorando recursos renováveis, para produção de celulose à base de eucaliptos, a Fibria é muito mais importante do que meia dúzia de Vale do Rio Doce. As cooperativas de produtores de soja, milho, feijão, arroz, café, trigo, do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul são responsáveis pela exportação de 21 bilhões de dólares anuais, mesmo tendo em seus calcanhares a maldição dos sem-terra, estimulados por governantes corruptos trancafiados em penitenciárias, mas que continuam agindo por detrás das grades. Compomos um país diferente, que não respeita quem trabalha.

 

Temos um cenário político dos mais indecentes da face da Terra e, é contra ele que os produtores rurais devem se preparar, agir, para formar uma bancada maior do que o da atualidade.

 

Não existem países no mundo que mais incentivam a produção de alimentos do que os Estados Unidos e europeus, que têm uma tradição de fixação do homem ao campo através dos chamados subsídios agrícolas, mediante um sólido sistema de financiamento da produção através do zoneamento agrícola.

 

Tanto a Europa como Estado Unidos escolhem alimentos básicos para suas produções serem financiadas e para serem utilizadas como mercado regulador de preços, através de uma política de armazenamento.

 

Que tipo de financiamento temos para a produção, insumos, equipamentos diversos, ração abundante e barata? Agora mesmo o Governo Trump está disponibilizando bilhões de dólares como compensação aos produtores rurais penalizados pela política de taxação das exportações pelo governo chinês. Diante da situação dos produtores, o governo preferiu estender-lhes a mão, com um auxílio à nova produção, em parte subsidiado, como auxílio às perdas que tiveram.

 

Governantes brasileiros inescrupulosos incentivam sem terra a invadirem propriedades, destruir plantações, com matança de animais, até a exaustão e, depois, vão embora, invadir novas propriedades.

 

Nenhum candidato ao governo do Estado, e mesmo ao país, fala numa política de produção de alimentos. O nosso governo incentiva a produção de carros, com vistas à exportação, quando internamente, pagamos os maiores valores do mundo por um carro novo.

 

Outro dia um jornalista dizia que nossa classe política deve ter vindo de algum planeta extraterrestre, pela forma com que destroem o Estado. Para mim, eles são loucos, por dinheiro!

 

Será que o Brasil tem jeito?


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Eleição com um mandato

01/08/2018

É crítica mesmo! Qualquer pessoa de bom senso admite que quatro anos de mandato para um administrador público é pouco tempo. Deveria ser, no máximo, cinco anos. Quem não tiver condições para realizar alguma coisa em cinco anos é porque não presta mesmo.

 

Tem sido uma lástima a administração pública brasileira, em todos os níveis. Cada um, a seu modo, comete as maiores tolices, joga dinheiro fora na realização de obras inúteis ou através dos mecanismos sórdidos de corrupção, quando as obras se tornam intermináveis, as vezes abandonadas com o jogo da desfaçatez, por empreiteiros corruptos aliados de governantes inescrupulosos.

 

Essa “eternização” do poder nas mãos de governantes incompetentes ou autoritários é típico de países subdesenvolvidos, onde o governante se julga, depois que toma assento na curul presidencial, um sábio. Um analfabeto de pai e mãe, como Lula, impedido por imposição da lei a ter um terceiro mandato, se mune do populismo barato, da distribuição de donativos (Bolsa Família, por exemplo) como estímulo ao ócio, para que possam, com o mínimo que recebem em forma de esmola, enfrentar as filas das loterias esportivas para fazerem suas fezinhas, pouco se importando se a família passa fome ou se os filhos estão nas ruas no aprendizado da marginalidade.

 

Faz muito tempo que não tomo conhecimento da existência no país de um governante de sucesso, acima de qualquer suspeita, mas só vejo com uma febre delirante do continuísmo, se apoderando de siglas partidárias para apoiá-lo como uma fórmula de compensação pelo continuísmo.

 

Poderia citar um monte de inutilidades, mas, obviamente colocarão culpa no antecessor, nas chuvas que foram demasiadas ou pela seca impertinente ou, com mais facilidade, a falta de repasse de recursos ou do declínio da economia, como se o homem comum, quem paga impostos, é que merece ser responsabilizado pelas mazelas públicas.

 

Pela ordem, a grande tragédia brasileira chama-se má justiça, seguida da má política, do analfabetismo funcional e da corrupção desenfreada, aliada ao populismo boçal, atrelado à burocracia de resultados, para procrastinar na prestação de serviços de atendimento público e a corrupção endêmica.

 

Um mandato de cinco anos para os cargos executivo e limitação de jeton para cargos legislativos seriam medidas salutares para impedir a repetição da incompetência à frente das funções públicas.

 

Cinco anos de mandato na mão de inescrupulosos dá para fazer um grande estrago, nos mais variados sentidos da vida de uma nação.


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