Ver Histórico



Procurar




  


Newsletter

Nome
  
E-mail
  




Links



De olho no turismo.

08/05/2018

 

A maior vocação do Estado do Espírito Santo é para a atividade de turismo. Não quer dizer com isso que devemos rejeitar a industrialização, a agricultura, centros tecnológicos, etc., mas a atividade preponderante deveria ser o turismo, pelas nossas belezas naturais, lindas praias e exuberantes montanhas. Turismo é comércio!

 

 

Há mais de 200 anos, França, Espanha, Portugal, Itália, Inglaterra, até os Estados Unidos se preparam arduamente para atrair turistas e, o longevo Oriente Médio, nações do fim-do-mundo, buscam aprimoramentos nas áreas de turismo.

 

 

Quando assumiu a presidência da Fecomercio do Espírito Santo, o empresário José Lino Sepulcri, seguindo o exemplo dos grandes centros, instituiu a Câmara Empresarial de Turismo, reunindo todos segmentos voltados para as atividades receptivas e, nessa caminhada, notou algo interessante.: nos instantes de crise, a primeira atividade governamental a perder verba, sofrer corte no seu orçamento, é a de fomento ao turismo.

 

 

Há 10 anos é realizada em Vitória a Feira Internacional do Vinho. O Espírito Santo, em termos per capita, é o maior consumidor de vinhos do Brasil, como o Estado de Pernambuco é o maior consumidor per capita de uísque do Brasil. Anualmente, mais de 60 produtores internacionais de vinho acorrem ao Espírito Santo para participar de sua exposição. A intenção é formar tradições em tipos de atividades empresariais, como poderia ser de cachaça, da cerveja, etc., para fomentar o turismo.

 

 

O problema brasileiro reside na fúria governamental em arrecadar impostos de qualquer maneira, pouco se importando com a elevação abrupta da mercadoria. Aliás, em termos de impostos, o Brasil não tem jeito. Tudo nosso custa caro, de três a mais vezes, além das nossas mais próximas fronteiras. Esquecem nossos governantes que a parte mais importante é o volume da produção. Quanto mais produzimos, quanto mais vendemos, mais lucro apuramos.

 

 

Nossos governantes olham para o hoteleiro, aquele que investiu tudo que tinha num empreendimento de hotelaria , imagina que ele deva ser escalpelado, extirpado, porque está ganhando mais do que deveria. Para conhecer a vida de um hoteleiro o governo deveria administrar um hotel por seis meses, para ver o que é bom...Muito embora governo nenhum, em qualquer parte do mundo, mereça ter empresa, banco, nada. Suas atividades deveriam ser restritas a transporte de massa e administração de sistemas de água e esgoto, saneamento básico. Deixar a economia fluir, sem ganância de arrecadar impostos.

 

 

FONTE: JORNAL A GAZETA


Imprimir | Enviar para um amigo

Pilares podres

07/05/2018

 

Quando meu pai, lá pela década de 60, me empurrava para ir para a Espanha, dizia que o Brasil não tinha jeito, seria eternamente uma nação de desocupados, de funcionários públicos, de pessoas que preferiam viver da caridade do que trabalhar.

Aos solavancos, o Brasil caminhou até aqui e, como diz o ditado, “Deus sabe como” (se Deus soubesse, certamente não deixaria ver o que estamos assistindo...) como essa impunidade alarmante, onde a dubiedade nos julgamentos vem da mais alta corte de justiça, o Supremo Tribunal federal.

Continuo confessando, não sei como essa situação que o país atravessa terminará. Não sei o que pode acontecer, se as autoridades judiciárias, com suas dubiedades, afrouxarem as rédeas da capenga moralidade que ostentam e permitir, ao menos, que Lula seja candidato. Aliás, se a justiça brasileira (é impossível) entendesse que ela deveria, com seu poder, reformar o Estado, mudar o país, salvaria sua própria pele.

O país, de todo, não está perdido. Vejam que, lá de Curitiba, um magistrado federal, Sérgio Moro, um grupo de promotores, com apoio da Polícia Federal e o estímulo da sociedade, através de uma impressionante rede social de comunicações, lutam desesperadamente para mudar o país, para prender toda classe política corrupta e, de Sarney a Dilma, ninguém escapa e, Lula, por exemplo, está vendo o sol nascer quadrado. Temer que espere o dele!

Tenho causado certa indignação quando digo que não vejo UM político capaz de empunhar nosso maior símbolo, a Bandeira Brasileira, convocar a sociedades para segui-lo. Surgiu por aí o sr. Jair Bolsonaro, que parece intimidar todo mundo. Existe um pavor generalizados das esquerdas, para que ele, ao menos, não seja candidato. Por que esse pavor de um homem que nunca esteve no poder? Bolsonaro representa tudo à direita do que essa corja de esquerdista sonha, mas toda a esquerda cai de pau sobre ele, como se fosse o demônio em figura de gente...

Não podemos avaliar o que vai acontecer ao Brasil nos próximos 120 dias. É impossível saber até que ponto os ânimos vão se comportar. Quando a sociedade assiste que a presidência da República tem sido ocupada pelos mais imorais homens públicos, para, não dizer ladrões, dá para imaginar o que pode acontecer se a sociedade entender dar um basta em tudo isso.

É profundamente desagradável, triste, ver que a nação caminha para uma indefinição em tudo, onde os três importantes pilares da República estão podres.

 

 


Imprimir | Enviar para um amigo



« Recentes   1964 1963 1962 1961 1960 1959 1958 1957 1956 1955   Anteriores »