Ver Histórico



Procurar




  


Newsletter

Nome
  
E-mail
  




Links



O fim das mscaras.

09/10/2021

 

Em recente, reunião, onde todos componentes (em torno de 50), eram obrigados a usar máscaras para se proteger dos indesejáveis vírus que os ventos nos trouxeram da China, na hora do almoço, quando todos, por circunstâncias naturais foram obrigados a retirar as máscaras, um empresário presente, sentado a meu lado, perguntou: “Você sabe o dia que vamos ficar desobrigados de usar essas malditas máscaras? ”, respondi que sabia. – Quando estivéssemos próximo das eleições gerais de 2022, quando os governadores abdicarão dos seus poderes discricionários e, como bons moços, anunciarem que, “como não se justifica mais a proteção da sociedade contra o coronavirus; decretarão a abolição das máscaras que, até agora, serviu apenas para deteriorar a imagem dos que a usam, transformando-os em rostos desconhecidos ou semelhantes, pelo uso das máscaras. Creio, será o fim de governadores que buscarem reeleição.

 

Vamos conhecer, breve, as mais cínicas afirmativas de governantes estaduais doidos para continuar no cargo, que só determinaram o uso de máscaras porque Bolsonaro foi o único responsável! Outros, mais afoitos dirão que “salvou” milhares de pessoas, obrigando-as a usarem máscaras. Vem gente política capaz de fazer tudo, para se reeleger, uns até, prometem a mudar de sexo...

 

A única arma que temos para derrotar, enterrar essa gente ruim, sem escrúpulos, é votar contra quem massacrou as aspirações populares, fechando estabelecimentos empresarias, forçando à extinção de milhares de empregos, transformando trabalhadores em pedintes, para não se transformarem em ladrões! Assistimos de tudo, por uma decisão monocrática que transferiu, para os governadores dos estados, o poder de polícia, de proibir, até, de pessoas circularem livremente, tomarem banho de sol e mar, no mais estúpido estado prisional.

 

Se deixarem, se puder, estarei armado para denunciar a maldade que essa gente sem escrúpulos fez contra a sociedade. Tenho certeza, vou me divertir muito com a derrota dessa gente vil, sem escrúpulos, porque o povo reagirá.

 

 

 

 

 

 

 

 


Imprimir | Enviar para um amigo

Questes de saudades.

08/10/2021

 

Se vivo fosse, estaria comemorando 100 anos de existência um dos homens mais extraordinários que conheci, a partir de agosto de 1959 e que se constitui num dos maiores amigos que tive: Darcy Dalla Bernardina, natural de Colatina, filho de imigrantes italianos, casado com D. Ester, pessoa tão afável, agradável como ele.

 

Em 1959 o amigo empresário Américo Buaiz, então presidente da FINDES-ES – Federação das Indústrias do Espírito Santo, um extraordinário líder empresarial, me mandou resolver um assunto em Colatina e que procurasse Darcy Dalla Bernardina. À noite perguntei a meu pai, se conhecia Darcy Dalla Bernardina. De pronto, respondeu; “Conheço sim. É o “dono” de Colatina, o melhor sujeito do mundo” me dando a indicação do seu irmão maçônico Oswaldo Albernaz, para eu chegar ao Darcy.

 

Pensei que o “dono” de Colatina fosse um homenzarrão, mas, muito ao contrário. Me deparei com um homem que não tinha mais de um metro e sessenta, gordinho e uma das figuras mais afáveis que já conheci. De pronto – não podia ser diferente – ficamos amigos e me levou, pela primeira vez para almoçar num restaurante do outro lado do rio Doce, o Drink, mesa para a qual correu o dono, Carlinhos, para atender. Carlinhos até hoje é dono do restaurante, com a mesma simplicidade.

 

Minha amizade com Darcy perdura até hoje, mesmo depois de sua morte. É impossível esquecer um amigo tão generoso, tão correto, tão leal.

 

Empresário tradicional em vários ramos de atividades do comércio e da indústria, Darcy Dalla Bernardina, foi traído por pessoas que ajudou a sobreviver e se aproveitaram de sua bondade. Conheci a maldade que fizeram com ele.

 

Tomei um choque quando fui alertado pelo amigo Sérgio Magalhães Campos que o Sr. Darcy estava doente e que eu deveria vê-lo, urgente. Fui correndo o quanto pude. Era tarde demais. Darcy tinha contraído o mal de Alzheimer e não me reconheceu, por mais força que D. Ester fizesse, e seu filho Tarcísio. Nada! Darcy não se recordava do seu melhor amigo.

 

As recordações do Darcy vieram agora, quando outro amigo e irmão, Martinho Demoner, me lembrou: “Se vivo fosse, Darcy estaria fazendo 100 anos hoje!

 

Lembranças do velho amigo. O mais sutil contador de anedotas. Não parecia ser tão divertido. Toda Colatina chorou sua morte e, logo depois morreu a pessoa que mais amou, D. Ester.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Imprimir | Enviar para um amigo



« Recentes   2590 2589 2588 2587 2586 2585 2584 2583 2582 2581   Anteriores »