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Chegamos ao último limite

23/06/2020

 

Quando as coisas estão ruins, graves, costuma-se dizer que estão por um fio, a ponto de ruptura. A situação entre os chamados três Poderes – Executivo, Legislativo e Judiciário no Brasil chegaram a um ponto grave de ruptura, nessa tenuidade que estamos assistindo e que não deve persistir, para o bem da Nação. O Brasil, sua sociedade, não merecem ter o Congresso que tem e muito menos o Poder Judiciário, neste momento representado, e mal, pelo Supremo Tribunal de Justiça, que não conta com o apoio, nem da população, um fato impressionantemente surpreendente e, muito mais importante, quem detém o armamento, o poder de fogo, as Forças Armadas.

Não é fácil, numa nação onde sua sociedade mantém uma média de respeito em torno de 82% de confiança nas suas Forças Armadas, vê-la, de uma hora para outra, promover a ruptura dos poderes, assumindo a grave responsabilidade do comando nacional nos mais variados sentidos.

Ao meio desse profundo constrangimento político e social em que a Nação brasileira se situa, tem um fator grave, bem preponderante, que é o velado apoio que as Forças Armadas têm por parte das polícias militares de todos estados. Não tem mais nem menos. A lealdade está do soldado com a pátria. Quando a Nação entra à deriva, sua estabilidade fica ameaçada por culpa exclusiva do sistema corrupto que tomou conta do país há 35 anos, levando – o par e passo para um sistema socialista, tipo Venezuela ou algo semelhante, o estado de ruptura, da harmonia chegou ao chamado limite final.

Prudência e caldo de galinha nunca fizeram mal a ninguém, dizem ainda os mais velhos mas, é lastimável, não vai ter outra solução a não ser o estado de ruptura, embora a Nação, toda sociedade estejam assistindo que as Forças Armadas estão chegando ao ponto de exaustão, para não tomar sua mais grave e importante decisão: ficar ao lado do povo, na nação que não pode pertencer ou ficar sob o comando de um amontoado de gente sem um mínimo de escrúpulos. Avante! A Pátria é de todos nós e não de grupos marginais!!!

 

 

 


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Os ladrões

22/06/2020

 

Estava lendo um desses comunicados com informações aberrantes, da aquisição de respiradouros adquiridos por governadores de estados, para utilização no combate ao coronavírus, veio à memória o famoso personagem criado por Rabelais, o pantagruélico, comilões insaciáveis, digno de Pantagruel mas, examinando bem a lista de valores pagos por respiradores, a estúpida diferença entre os adquiridos pelo Estado de Minas Gerais em comparação a vários, entendi que está crônica não tinha nada a ver com a célebre história de Rabelais, de Pantagruel, abundante em comida mas, na realidade, de refinados ladrões, daí o título da coluna.

Seríamos uma pátria de ladrões? Não. Não é verdadeira a observação, muito embora, sejamos sinceros, a Pátria se resume numa extraordinária minoria que seria incapaz de alcançar aquilo que não lhe pertence.

É de dois séculos passados o consagrado livro do Padre Antonio Vieira, A Arte de Furtar e, a do não menos célebre livro de autoria do então distante governador do Estado do Espírito Santo, o mateense Graciano Neves, com sua “Arte do Engrossamento”, do puxa saco de autoridades para poder ludibriar sua amizade, para roubar.

O mais piedoso da história dos ladrões dos tempos modernos, com uma impressionante cara de pau para negar todas acusações que lhe fazem, o “professor” Lula (Luiz Inácio Lula da Silva) e seus sequazes não existem igual, semelhantes, na chamada história moderna dos povos.

Imaginemos uma estupidez, de uma probabilidade de acontecer uma, entre um bilhão de tentativas, de surgir alguém com a necessária coragem de pedir um minuto de silêncio, ocupando todos os veículos de publicidade, a começa pelas TVs, e dar um vibrante: Parem tudo! A partir de agora o Brasil vai mudar. Quem roubar, ficar provado, será decapitado!

Pode ser que seja um exagero, uma estupidez, mas 80% da sociedade brasileira aplaudiria a medida.

É preciso que surja um corajoso no imaginário desta coluna.

 

 

 


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