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Intervenção militar I.

05/06/2018

 

Toda vez que a classe política protagoniza uma grande merda no Brasil, chamam as Forças Armadas para consertar. A verdade, a deterioração política e moral do país vem desde que o ciclo militar foi interrompido e toda aquela camarilha formada pelo PSDB, PT, PMDB e outros, se acumpliciou ao mais vergonhoso processo de corrupção da história da humanidade, para pilhar os cofres públicos de uma nação que tem tudo para ser organizada.


Agora, juntaram o que existe de mais grosseiro e imoral: a política e a marginalidade – não se sabe qual a pior – para destruir o Estado.


Não é só no Rio de Janeiro, o mais belo Estado do Brasil, onde a criminalidade é uma das maiores do mundo. O país inteiro está convulsionado e, estados como do Espírito Santo, Paraíba, Alagoas, Sergipe, Ceará, todos estão, há muitos anos em estado de alerta, onde, na verdade, a Polícia Militar é o que assistimos em fevereiro do ano passo, exatamente há pouco mais de um ano, quando 219 pessoas foram mortas a tiro em cinco dias. Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia, Minas Gerais, é algo estarrecedor, em termos de criminalidade.


Chamem as Forças Armadas! Ai, aparecem os maricas com panos quentes, com o tal de direitos humanos para protestar contra a intervenção militar, que foi solicitada pelo próprio governo, diante da impotência das polícias regulares na manutenção da ordem. O sistema político não tem competência, autoridade moral para transformar as Polícias Militares em Polícia Nacional, sob um só comando, para impor a ordem. Na verdade, não sabem como eliminar os maus policiais de dentro das corporações, mandando essa gente ruim para a cadeia.


Lá fora, no exterior, parecemos um Estado impossível de se viver, repleto de marginais, bandidos, traficantes, ladrões de colarinho branco, de dar inveja ao mundo!


Esse monstruoso processo de deterioração moral que estamos assistindo foi em virtude das chamadas junções de “forças das esquerdas retrogradas”, formadas pelo PSDB, PMDB e PT, principalmente, para destruírem o país, sem dó nem piedade. Agora, surgiram novos aproveitadores, travestidos de “novos comunistas”...


Esses acontecimentos vergonhosos desembocarão, invariavelmente, numa convulsão social de grandes proporções. Se o Congresso não der carta branca para as Forças Armadas agirem, com severidade, não vamos ter tempo para contar os mortos que surgirão de ponta a ponta desta infeliz nação.


Não vai ter local para prender tantos bandidos que infestam nossas favelas, as ruas. Em qualquer cidade tem reduto que a Polícia não entra, porque não está preparada, tem medo.

 

Estamos na iminência de uma grande tragédia.

 

 

FONTE: JORNAL A GAZETA


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Malditos usurpadores

04/06/2018

 

Os dados são meios estarrecedores, absurdos, irresponsáveis, criminosamente indecentes. Os vereadores das câmaras municipais dos 72 municípios do Espírito Santo custam à sociedade que paga impostos, cerca de R$234,6 milhões por ano. Será que esses políticos sabem o que custa arrecadar duzentos e trinta e cinco milhões de reais para distribuir com vereadores durante um ano? Os dados são do Tribunal de Contas do Estado do Espírito Santo, sendo que cada cidadão do Estado desembolsa por ano 83 reais para manter a vida fácil da vereança.

Estamos assistindo um grande trauma da economia nacional com a greve (parede) promovida pelos caminhoneiros, protestando contra o preço abusivo do litro de diesel, que foi a quase 10 reais, em alguns postos. Nossos combustíveis, nossos impostos, nossa energia elétrica, tudo nosso têm os preços mais elevados do mundo. Temos uma classe dirigente, em todos os poderes, mais perdulárias do mundo. Esse fausto tem prazo para acabar, basta que o povo, como os caminhoneiros, cheio de razão, se levante um dia e cisme que esse pesadelo cruel, indecente, tem que acabar.

Assisti, nesses dias de temperatura elevadíssima, com a greve dos caminhoneiros, populações em todo o país convocando os militares para assumirem o poder, clamando por moralização. Vi, com certo temor, que as coisas caminhavam numa velocidade espantosa e com sinais de revolta, o que pode ser muito perigoso.

Ouvi um militar dizer: “Nenhum político que está no poder merece respeito, porque foi eleito com dinheiro da corrupção” e, em termos, é verdadeiro, basta ver o andamento do processo Lava-Jato.

O abandono de centenas de obras públicas, algumas não iniciadas, mas contratadas e não começadas, as estúpidas evasões de rendas e o empreguismo desenfreado, com mais de 60% de funcionários inúteis, ganhando salários absurdos, em detrimento de uma sociedade trabalhadora que contribui para que esse bando de nababos vivam, vegetem, sem nada de útil por fazer, percebendo dez vezes mais do que quem realmente trabalha, para contribuir com impostos para sustentar inutilidades.

Ou o Brasil se acerta por conta de uma democracia fajuta, desmoralizada, ou vamos ter que suportar uma greve geral, sem precedentes na nossa história, capaz de abalar com profundidade os alicerces que levaram esta nação em ser a 8ª Economia do mundo, graças ao agronegócio, o que muito pouca gente entende.

Quer queriam ou não, os caminhoneiros deram um bom exemplo à nação. Ocorreram exageros, mais foram necessários, para se ter uma ideia do que a unidade é capaz.


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