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A espera de um terremoto.

06/06/2021

 

O Brasil assiste um espetáculo político dantesco. Acho que dantesco é um pleonasmo meio bobo, porque o termo imoral é pouco, para um negócio profundamente IMORAL.

 

O presidente Jair Messias Bolsonaro foi considerado eleito presidente da República, pelo que se comenta, pela pressão das Forças Armadas para que não fossem burlados os resultados das urnas.

 

A eleição do sr. Bolsonaro foi uma tragédia para as classes políticas chamadas de esquerda (entre refinados ladrões e parasitas) que ficaram desesperados com os resultados das urnas.

 

Não existem subterfúgios, nada por trás dos panos, à sorrelfa, nada. O negócio é às escâncaras, de forma aberta, de se considerar um negócio inconcebível de acontecer numa nação de democracia incipiente e sujeita a um antro de canalhas da pior espécie.

 

A sequência de decisões monocráticas ou não do Supremo Tribunal Federal podem ser consideradas de asquerosas, contrariando todos princípios constitucionais que a Suprema Corte tem obrigações de zelar, foi criado com esse objetivo.

 

Com o andar da carroça, não sei se a nação acorda amanhã sob a égide de profundas alterações no sistema político, se persistirem as distorções que estamos assistindo, que dão a impressão que os ministros estão testando se temos governo realmente ou, na pior das hipóteses, se temos Forças Armadas, com fuzis, metralhadoras, canhões, granadas e até aviões para enfrentar premeditado desrespeito.

 

Pode ser até que me engane e que amanheça com o trôpego Lula, que faz a dupla caipira com o Papa Argentino, cagando regras no Palácio do Planalto ou, quem sabe, em rumo ignorados, com seu avião, distribuindo dinheiro nosso com corjas de ditadores, com objetivos inconfessáveis ou, mais claro falando, obter “favores” da Odebrecht, o rei das maracutaias.

 

A última da Suprema Corte foi a determinação para que o Senado Federal montasse uma CPI, sob o comando do “notabilíssimo” Renan Calheiros, para atormentar a vida do presidente Jair Messias Bolsonaro que distribuiu recursos dos cofres públicos para que governadores cuidassem da pandemia, instalando hospitais, comprassem vacinas, respiradores artificiais e tudo mais necessário para combater a pandemia vindo cm o coronavírus onde, alguns, se perderam no meio de tanta grana...

 

A última piada da imoralidade nacional: os governadores se uniram num documento para dar entrada na Suprema Corte, para que ela impeça seus depoimentos.

 

Será que essa gente pensa que o povo brasileiro é idiota?

 

É bom ter cuidado. Pode acontecer um “terremoto” em Brasília, derrubando alguns telhados e machucando muita gente.

 

A conferir...

 

 

 

 

 


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A candidatura de Ferrao.

05/06/2021

 

O simples anúncio de uma possível candidatura do ex-senador Ricardo Ferraço ao governo do Estado e sua posse como presidente do DEM causou um reboliço no “Arraial político” capixaba, o mesmo que soltar um buscapé no meio da molecada aglomerada à beira de uma fogueira.

 

Sem rumo, gesticulando quando fala para espantar o coronavírus, o “professor” Renato Casagrande e seu séquito são os mais preocupados, porque a sociedade capixaba clama por mudanças urgentes no quadro político, em virtude dos enganos que fora vítima, com a eleição do sr. Casagrande e a brusca mudança dele, a abraçar uma clara direção ao comunismo, como se a nação fosse capaz de se submeter à ação dessa gente desmiolada que, por ter sido treinada em Cuba, pensa que pode fazer os demais de besta.

 

Nitidamente, a olhos vistos, a figura do sr, Ricardo Ferraço é um tremendo incômodo para o governador do Estado e as outras correntes de esquerda apoiadas pelo ex-governador Paulo Hartung, que imaginam ressuscitar para matar a candidatura do ex-senador Ferraço, por saber que, dificilmente encontrarão um melhor do que ele, inda mais se o presidente Jair Messias Bolsonaro entrando para o DEM e, por circunstância natural, ter que apoiar a eleição de Ricardo Ferraço ao Governo do Estado.

 

“Água de morro abaixo e fogo de morro acima, ninguém segura”. É o que está ocorrendo no Brasil com o grito por mudança pregado pelo presidente da República.

 

Pode alguém, desavisado, pensar que o Supremo Tribunal segurará o “estouro da boiada”, que está para acontecer. Ele pode ser levado de roldão, para o precipício, para ser enterrado com as velhas figuras da política nacional que não têm mais condições de enganar o povo. Em apenas dois anos e meio de governo, Jair Messias Bolsonaro tem realizado tantas obras que está trazendo o desespero a seus inimigos e, o pior, não está deixando ninguém roubar e vai buscar os governadores que roubaram o dinheiro enviado para cuidar do coronavírus, que foi parar em seus bolsos.

 

Em breve, a vida nacional vai ficar divertida, ou vamos todos para a cova rasa.

 

 

 

 

 

 


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