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Um registrado para a história

02/11/2018

 

 

 

Até que baixe a poeira ocasionada pela eleição de Jair Messias Bolsonaro para a presidência da República, um fato impressionante ocorrido na vida política nacional, de um candidato apoiado por um partido minúsculo, o PSL, sem nenhum dinheiro, montado exclusivamente numa rede social compartilhada por mais de 20 milhões de adeptos, ignorando completamente a utilização das grandes mídias nacionais, que não souberam tratar com a necessária cautela o candidato à mais alta função executiva nacional com o devido respeito, agredindo-o indevidamente, comparando-o, nos mais variados aspectos, com o presidente eleito dos Estados Unidos, Donaldo Trump, pela semelhança de ações.

 

Como apreciador do seu comportamento, da sua forma de agir, suas decisões de reformar a nação nos seus mais variados aspectos, vou encerrar meus comentários até que se defina a montagem do seu programa de governo e as personalidades que irão auxiliá-lo, para depois dizer o que penso do que pretendem fazer para tirar o país desse formidável atoleiro de irresponsabilidades.

 

 

Votei no senhor Jair Messias Bolsonaro com a convicção de que estava votando no melhor candidato em evidência na política nacional, sem rabo para a “macacada” ao seu redor ter condições de puxá-lo. Em momento algum apareceu alguém com uma tênue prova de qualquer ato que desabonasse sua conduta. Sua férrea determinação de extinguir o PT, PSDB e demais siglas que abriga a corrupção endêmicas nacional. Pois o senhor Jair Bolsonaro, juntamente com o magistrado Sérgio Moro, são os únicos artífices do formidável sepultamento do PT.  

 

Bolsonaro tem que se convencer de que ele não pode errar. Todo seu pessoal tem que ser escolhido a dedo, dentro dos princípios rígidos das Forças Armadas, se quiser ter sucesso na sua administração.

 

O mais surpreendente na história da eleição de Jair Bolsonaro é como a sociedade brasileira se levantou, malgrado o massacre da chamada mídia que promoveu uma dolorosa desmistificação do que a maioria do eleitorado nacional apelidou de Mito. Um ato covarde quase tirou-lhe a vida!

 

É muito cedo, sem conhecer as diretrizes do seu governo, avaliar-se como as coisas se desenrolarão na sua futura administração. Pode até ser que, por motivos diversos, alguns setores não gostarem dos seus métodos ou da sua forma de agir, mas uma coisas é certa, o Brasil, sua sociedade irão agradecer eternamente a Jair Bolsonaro pela corajosa determinação de exterminar as mais corruptas figuras da política nacional, que levaram o país a esse lamentável estagio de degradação moral, nos mais variados sentidos.

 

A história do país vai registrá-lo, um dia, como seu herói.

 

 

 

 


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Ou agora ou nunca...

01/11/2018

 

Dizem os mais velhos: “Prudência e caldo de galinha nunca fizeram mal”.

O Brasil é um país suigeneris e, o Estado do Espírito Santo, mais suigeneris ainda. Vejam que, no primeiro turno das eleições de 7 de outubro o candidato Jair Bolsonaro à presidência da República teve mais votos do que o governador eleito, Renato Casagrande. O dobro dos votos dados ao candidato petista Fernando Haddad. A maioria do eleitorado do Espírito Santo nunca tolerou o PT, depois que teve um governador eleito pela sigla, que foi o pior da nossa história política.

Como é do conhecimento público, o nosso governador Paulo Hartung, que desistiu de ser candidato à reeleição e não teve o cuidado de indicar um bom “poste”, repeliu energicamente qualquer possibilidade de apoiar o candidato Jair Bolsonaro, reconhecidamente um direito seu mas, não se sabe do porque cargas d’ água, pediu voto para o candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, que levou uma “rabada política” de fazer vergonha. Antes ficasse calado, já que se comprometia a sair da cena política.

O governador eleito, Renato Casagrande, “casado” não se sabe do porquê, com uma vice totalmente desconhecida, muito embora favorito abertamente como candidato a se eleger no primeiro turno, embora as pesquisas de opinião favorecessem abertamente, com um cinismo constrangedor o candidato Haddad, qualquer pessoa iniciante em política sabia que o Haddad não ganharia a eleição para presidente. O fenômeno, mito ou seja lá o que queiram chama-lo, candidato eleito Jair Bolsonaro à presidente da República, tinha tudo para ser eleito com 70% ou mais da votação sobre seu oponente, mas as chicanas preparadas por toda mídia contrária à candidatura de Bolsonaro, empurraram Haddad para o Nordeste, onde teve uma votação que não explica muito direito o dinheiro que gastou, com recursos do Fundo Partidário e muito menos com a farta distribuição do Bolsa Família, na região.

A vitória de Jair Bolsonaro trouxe um recado importante: o enterro do PT. Se o Congresso Nacional, empurrado pelos ventos da mudança que serão impostos pela política de Jair Bolsonaro na presidência da República, o quadro político nacional, daqui há dois anos, quando deverão ser registradas eleições para prefeitos e vereadores e outros cargos, que poderão ser incluídos, como magistrados diversos, delegados de polícia, promotores públicos, etc., como ocorre hoje nos Estados Unidos, será totalmente diferente da qualidade, ou melhor , os políticos da atualidade estarão fadados ao desaparecimento, com a implantação do Voto Distrital Misto.

Ministérios, autarquias diversas, a grande pataqueira de 73 secretarias que formam, o maior sistema burocrático do mundo, como os cartórios, que oferecem sustentação financeira para existência das Associações dos Magistrados, deverão desaparecer.

Parece que a equipe do presidente eleito, Jair Bolsonaro, tem pressa de mudar o Brasil. Tomara...


 

 

 


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