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Racismo e preconceito.

30/11/2017

NOTA – Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

 

As chamadas teorias clássicas nos dão conta de que o homem saiu do continente africano há 130 mil anos,  80 mil anos antes do que se pensava. Supõe-se também que a espécie humana se formou na África há 100 mil – 200 mil anos e daí se dispersou pelo resto do mundo, há cerca de 50 mil anos.

 

Através de sua longa história o formidável continente africano não teve um instante de paz. Suas tragédias religiosas, políticas e sócias implicaram, há milhares de anos, além das desenfreadas matanças tribais, o processo de escravidão mais cruel que se tem notícias, fazendo com que chefes de tribos aprisionassem seus rivais e os vendessem para o mundo em expansão, o que aconteceu até 1880 quando o chamado  “mundo branco”, movido por forte pressão libertária, provocou a extinção dos regimes escravagistas, entrando o Brasil, então, no processo.

 

A escravidão é um dos piores câncer produzido pela humanidade, que ainda não conseguiu extirpá-lo de todo. Seres humanos ainda são vendidos em vários países Africanos, na Ásia e outros cantões onde o noticiário ainda não alcança.

 

Condenável por todos aspectos, entretanto é importante que se diga que não foi o homem branco que aprisionou o homem africano e o tomou escravo, para despachá-lo pelo mundo. Os senhores tribais africanos foram os exclusivos responsáveis pelo aprisionamento e o comércio de escravos. A receptividade que ocorreu nas nações que precisavam de braços para os trabalhos árduos, absorveram tais pessoas  pelas suas necessidades. A libertação dos escravos no Brasil, como relatam os compêndios sobre o assunto, foi motivo de festa, regozijo em todas camadas sociais, que se irmanaram à decisão da princesa Isabel, que assinou o ato, contrariando suas vontades, ou vontades de suas origens.

 

A questão racial no Brasil e no  mundo jamais acabará, dentro dos princípios básicos que nortearam a humanidade: a) o mundo é redondo; b) sempre existirá noite e dia; c) sempre existirá pobres e ricos; d) todos morrem. Esses fatores jamais deixarão de existir. O ser humano sempre encontrará, por esta ou aquela razão, ser presunçoso de que ele é o melhor, o mais autoritário, o mais poderoso, daí as desigualdades na forma de tratamento, que só acabarão com a extinção do mundo, o que vai demorar um bom tempo.

  

Com educação, com a participação de todos, essas arestas, esse ranço que ainda existe será bastante atenuado. Não existe no mundo sociedades mais racistas do que os judeus, os japoneses, os chineses, asiáticos de um modo geral. No Brasil, vivemos num paraíso de relações humanas que não tem igual na face da terra. É bom apagar a idéia de que o branco escravizou o negro !

 

 


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Prenúncios de mudanças

29/11/2017

NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

Quem assiste e não quer enxergar, é cego, surdo ou burro. Em 1964 multidões foram às ruas no Brasil implorar às Forças Armadas uma intervenção militar para estancar a comunização do país por uma minoria de tresloucados, sob o comando de Leonel Brizola, cunhado do então presidente João Goulart. Dos simpatizantes da comunização (ou da cubanização?) do Brasil era o tresloucado Brizola.

Com a marcha dos acontecimentos, a fragilidade de Jango, manobrado pelos esquerdistas de plantão no seu governo, o Movimento Militar se instalou no poder na madrugada do dia 31 de março de 1964, onde ficou por 20 anos no comando da nação e provocou um desenvolvimento de 200 anos, tirando o país da inércia em que vivia no decurso de um longo tempo, inclusive nos 15 anos do Estado Novo, sob o comando de Getúlio Vargas, um ditador inconsequente, rodeado de corruptos da pior espécie, criando uma escola de destruidores dos sentimentos nacionais.

A corrupção instalada no poder do Brasil vem de muito tempo, mas nunca se imaginou que chegássemos a tal ponto, onde toda (?) classe política (na verdade, em todos os poderes) se envolvessem, direta ou indiretamente com o processo endêmico de roubalheira generalizada.

Parece que a classe política, quem manda nos chamados três poderes, é cega, surda ou burra, que não sente que há um franco movimento pró volta dos militares ao poder, em moldes um pouco diferente do Movimento Revolucionário de 64, com o exercício de maior rigor sobre a classe de gatunos que não tem mãos a medir, para “sacar” dinheiro dos cofres públicos.

Imaginar que o país possa encontrar o equilíbrio democrático com essa gente ruim que aí está, viciada, corrupta, é um tremendo engano. Não tem Bolsonário, Dória, Alkmin, seja lá quem for surgindo, como o persistente e irrequieto Lula, que salvará o Brasil da corja de corruptos. Só uma mão forte, afastando essa gente, um cérebro avançado, inteligente, responsável e equilibrado para extirpar a tragédia que tomou conta do país depois de 85, do fim da último governante militar, que teve pudores para não transmitir a faixa presidencial para José Sarney, depois do golpe engendrado por Ulysses Guimarães, um velho decrepto que, ao sabor da demagogia instituiu uma das piores constituições existentes no mundo.

Quem viver verá, que o ano de 2018 será de profundas modificações políticas nacionais. O chamado povo está preparado para as mudanças que estão sendo montada nas redes sociais, muito embora exista um comando a serviço do deputado Jair Bolsonaro, meio perdido nos seus devaneios populistas.

 

 


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