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Comércio e Turismo.

04/09/2020

 

“Nunca desista dos seus sonhos. Se alguém tentar tirar sua liberdade, seu direito de ir e vir, reaja veementemente. Se for possível, mate-o. A vida sem liberdade não vale a pena ser vivida”. Essas expressões eram do meu pai, Mesquita Neto. Tenho buscado seguir seu conselho mais do que à risca, como um legítimo descendente ibérico.

 

Pelo que estudei, tenho lido, participado, a mola que move o mundo, que faz girar a moeda, o dinheiro, é o comércio de bens e, seu maior auxiliar, o de serviço e turismo.  Podem produzir o que bem entender, mas se não tiver o homem do comércio, o negociante, para impulsionar as vendas, não vale nada produzir.

 

Os grandes centros de turismo do mundo são: Estados Unidos e Europa, de um modo geral. A história do turismo de entretenimento dos Estados Unidos é mais recente, uns 100 anos. Da Europa, especialmente, França, Alemanha, Espanha, Itália e Inglaterra, têm mais de 300 anos que realizam empreendimentos para atrair gente. Turismo é venda, é negócio, é lazer, divertimento.

 

Nossos governantes, brasileiros, são de mentalidade tacanha. Vicejaram no Brasil, antes de 1945, vários empreendimentos voltados para o turismo, como o Grande Hotel Quitandinha, em Petrópolis, hotéis em Campos do Jordão, em São Paulo, o Cassino da Urca, no Rio de Janeiro, o Rádium Hotel e outros, em Guarapari e Vitória, e o Hotel tropical, dentro da Floresta Amazônica, construído pela Varig, na década de 1960 hoje entregue ao abandono, falido e desmoronando, mesmo diante de sua grandeza.

 

A tragédia do turismo brasileiro foi em decorrência de um pedido feito por Dª Santinha, ao seu esposo, o marechal Eurico Gaspar Dutra, então presidente da República, eleito após a derrubada do ditador Getúlio Vargas do poder, que baixou um decreto determinando o fechamento dos cassinos nas chamadas estâncias turísticas do Brasil. O Congresso Nacional, nenhum presidente da República, tiveram coragem, até ontem, de por fim a tal estultice do presidente Dutra, fazendo com que os brasileiros, que possuem dinheiro e gostam em jogo, passem fins de semana no Uruguai, Argentina, Paraguai, até em Las Vegas, nos Estados Unidos e outros centros de turismo existentes, como em Portugal, França, Espanha e até em Hong Kong, Macau, na China, porque o jogo também atrai turistas.

 

Depois de ter seu desenvolvimento adormecido por muitos anos, um decidido prefeito de Guarapari, Edson Magalhães, promove uma arrumação no município, abrindo as portas da formidável montanha que fica no distrito de Buenos Aires, para quando o Brasil entender que deva ter atrativo turístico, cassinos, divertimentos para dar empregos. Temos lugares maravilhosos, como Domingos Martins, com seus belos hotéis e Pousadas, Santa Teresa, Conceição da Barra, Marataízes, Caparaó e outros locais onde um bom incentivo governamental poderia transformar o Estado. Sem atração, não tem turismo de qualidade. O turista com dinheiro vai para o exterior.

 

Guarapari encontrou um prefeito determinado, desenvolvimentista, mas é preciso que Domingos Martins, Santa Teresa, Conceição da Barra, São Mateus e outras lindas regiões capixabas sejam trabalhadas para o turismo, mas sem dinamismo, com cabeças de pote à frente do município, não dá! Temos algumas cavalgaduras que emperram o progresso. Com eleições municipais à vista, dá para mudar essa gente burra? O eleitor com a palavra.

 

No caso presente de Domingos Martins, parece que a administração municipal não está compreendendo a importância do município com sua vocação para o turismo de montanha. Na praça principal de Domingos Martins, aos sábados, tem uma feira que atravanca a cidade, impede a locomoção de pessoas e veículos, sem que a autoridade municipal entenda que precisa arranjar um local que não impeça o desenvolvimento. Se não elegermos gente com capacidade de ver, enxergar o que está errado, ficaremos parados no tempo, desde o decreto do Presidente Eurico Gaspar Dutra, manobrado pela mulher que, dizem, um cardeal católico, do Rio de Janeiro, fez o pedido a ela.

 

Que merda...

 

Vejam o retrato da tragédia do turismo no Brasil.

 

Um símbolo do turismo mundial desde a década de 1960 e que, atualmente sofre com o abandono, a criminalidade e o tempo. Assim se caracteriza a história do Tropical Hotel, que chegou a cobrar US$ 3 mil por diária, mas que está em leilão, para quitar dívidas municipais, estaduais e inúmeros processos trabalhistas.

 

A poucos km de Manaus, o, hotel recebeu em seu auge celebridades mundialmente conhecidas. Uma realidade diferente da encontrada em 2018, quando restam apenas um grande prédio abandonado, porque a volta dos cassinos não ocorreu.

 

 

 

 

 

 

 

 

 


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A reforma Necessária

03/09/2020

 

O governo Federal está submetendo ao Congresso Nacional uma reforma econômica que, se aprovada, pode extinguir uma monstruosa política de imoralidades que se pratica com os recursos públicos, principalmente para dar 62% de empregos inteiramente inúteis no sistema chamado de Serviço Público e paraestatais.

Para começar, vamos a uma frase de uma filósofa russo-americana, Ayn Rand (judia, fugitiva da revolução russa que chegou aos Estados Unidos na metade da década de 1920, mostrando uma velha visão com conhecimento de causa). A reprodução da frase de Ayn Rand vem a propósito, porque desde pós- Revolução Soviética de 1917, que implantou o comunismo no seu país, o mesmo acontece no Brasil e não se fez uma revolução, como se fez em 1985, para por-se um fim a esse tipo de “câncer” socialista. Vamos à fase de Ayn Rand:

“Quando você percebe que, para produzir, precisa obter autorização de quem não produz nada; quando comprova que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada”.

Verdade e lucidez, que se aplica ao Brasil em plena atualidade do Século XX (2020).

O Governo Bolsonaro está remetendo à consideração do Congresso Nacional um projeto de revolução na política econômica nacional. É preciso ser corajoso, determinado, para lançar uma política de ajuste das maiores e imorais aberrações da economia nacional.

O Brasil tem hoje cerca de 50 milhões de pessoas, da força de trabalho nacional, na informalidade, por ser impossível se estabelecer com a porta aberta para vender o que produz ou que revende, por não suportar pagar as contribuições fiscais e parafiscais, as maiores aberrações do mundo.

Num português bem claro, bem chão: não sairemos desta formidável merda, sem uma reforma estrutural, primeiro, da área da economia. Segundo do sistema político-partidário, depois da justiça, outra tragédia, para o país avançar rumo ao primeiro mundo, porque hoje, somos quarto mundista, sustentados em 8/9 lugar do PIB mundial devido a produção do agronegócio. Se amanhã tivermos capacidade de beneficiar a matéria prima que exportamos in-natura, seremos poderosamente ricos.

Quem aposta que a reforma proposta será aprovada por um Congresso Nacional composto de oportunistas?

Estamos com perto de 15 milhões de desempregados. Como empregar essa gente sem reformas, sem trazer o Brasil para a realidade? Quando o produtor rural tem que pagar absurdo para trabalhar a terra e o invasor, apelidado de sem terra ganhava uma montanha de dinheiro para invadir a propriedade alheia, sem nenhuma responsabilidade, depois vendendo a gleba que lhe coube ou abandonando-a à própria sorte, podemos avaliar quem estava no comando nacional. Um bando de pulhas, ladrões, exploradores da pior espécie.


 

 

 


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