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Bons administradores.

19/07/2020

 

Amigos, caros leitores, têm me perguntado por que defendo administradores públicos municipais como os prefeitos Edson Magalhães (de Guarapari) e Audifax Barcelos (da Serra). Primeiro, quero dizer que sou capixaba, de São Mateus ( antes era tido espírito-santense ) e sou morador da Grande Vitória, desde 1952, acompanhando como morador, como jornalista o crescimento do meu Estado, as pressões políticas violentas dos vizinhos Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia e o mais distante e poderoso Estado de São Paulo, para que o Espírito Santo não se desenvolva, haja visto a pressão da então Vale do Rio Doce para instalar, na Ponta do Tubarão, em Vitória, seu cais de embarque de minério de ferro e as indústrias voltadas para seu beneficiamento primário, para exportações, provocando o sufoco da população com gases e poeira de suas chaminés e do pó de minério que não é contido, provocando doenças respiratórias e mortes de uma população indefesa,  por que seus administradores públicos não se dão ao respeito, deixam ser levadas por “promessas”...

 

No decurso da história política do Espírito Santo os municípios que mais se desenvolveram, nos últimos 10 anos, foram Guarapari e Serra. Vila Velha teve um prefeito bom, desenvolvimentista, na pessoa do sr. Jorge Anders, mas a inveja dos demais concorrentes políticos, destruíram-no. A inveja é uma estupidez.

 

É impressionante o desenvolvimento, com responsabilidade, dos prefeitos de Guarapari e Serra. Infelizmente, o sr. Audifax Barcelos não pode concorrer à reeleição, mas o sr. Edson Magalhães, de Guarapari pode, daí a birra dos seus adversários políticos, dos que não gostam de ver a prosperidade do Espírito Santo, serem contra eles. A inveja é uma doença pior do que lepra, como esse tal de coronavírus “importado” da podridão chinesa.

 

O sr. Audifax está em fim de mandato. Faz pena. O sr. Edson Magalhães, me parece, pela sua impetuosidade no campo do desenvolvimento do município, vai se reeleger, felizmente, a não ser que o povo, o eleitor de Guarapari à permitir que os, “sabidos”, os aproveitadores, lhe enganem, mas acho que o povo está bem atento para o trabalho do Sr. Edson.

 

Então, respondo a pergunta: por que me interesso ou torço pela reeleição do Sr. Edson Magalhães? Porque gosto de Guarapari, resido lá com meus familiares, amo Guarapari, apesar de ter visto ele sofrer nas mãos de maus administradores, por longos e longos anos.  Dependo do prefeito, da prefeitura? Não. Sou independente, moro numa propriedade agrícola onde o “prefeito” sou eu mesmo. Tenho excelentes vizinhos, água e estrada próprias. O dia que for viável, mais barato, vou ter energia solar. Quero continuar sendo dono do meu nariz, da minha porteira para dentro e admirando administradores eficientes como Edson Magalhães e Audifax Barcelos. Tomara que eles, um dia, cheguem a governador do Espírito Santo, porque aqui para nós, tem muito tempo que nosso Estado não tem um bom governador. Prefeitos, tirando o sr. Edson e o sr. Audifax, é uma tragédia. Faz pena.

 

Nessa história toda, onde a Nação assiste uma interferência indébita dos Governadores estaduais nos municípios, invertendo os preceitos constitucionais do poder de polícia, estabelecer normas de funcionamento das atividades econômicas, o direito de ir e vir dos cidadãos, o Ministério Público se intromete gratuitamente do lado contrário deixando a sociedade ao “Deus dará”! Por que motivo?

 

Paizinho estranho este nosso Brasil.

 

 

 


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A necessidade de mudar

18/07/2020

 

Está começando a “guerra” política pelo poder, nas prefeituras e Câmaras Municipais. Muitos, querendo entrar e todos, ou quase todos, precisando sair, para ser renovada a máquina burocrática viciada e quase inútil.

Dos prefeitos de Vitória, por exemplo, pelo que conheço, desde 1952 (sou de São Mateus, não sou arrivista, ave de arribação) o melhor, foi o engenheiro Chrisógono Teixeira da Cruz. Foi escolhido pelo então governador Arthur Carlos Gehardt Santos, dentro da política do Movimento Militar de 1964 o mais inovador e mais sério e capaz que colocou o pé no paço municipal da capital do Estado, andando a pé, fiscalizando obras, ajudando a construir o futuro, que os sucessores não tiveram o cuidado de preservar.

O Brasil, como um todo, como o Estado do Espírito Santo, tem como atividade econômica principal, o comércio de bens e serviços. O turismo é incipiente entre nós. Na escala nacional o Brasil ocupa o 35º lugar do Turismo no mundo. Não existe incentivo para grandes projetos. O administrador público brasileiro acha que o dono de hotel, o investidor em hotelaria, é um nababo, ganha dinheiro a rodo, como numa mesa de carteado. A penúria turística, os juros absurdos, a energia mais cara do mundo, os impostos escorchantes, fazem das atividades econômicas um mecanismo de se extrair dinheiro a fórcepes, como no caso do IPTU cobrado de forma extorsiva, ou do ICMS, abusivos, para sustentar batalhões de servidores inúteis, administradores inconsequentes, promotores de favelamento, antros de marginais, pela mais absoluta incapacidade gerencial. Nas Câmaras, cada “ilustres” vereador, abriga em seu gabinete uma dúzia e meia de “auxiliares”, ordinariamente parentes e aduladores diversos, para não prestar serviço nenhum, quando, cada edil deveria ter apenas um assessor para assuntos legislativos e uma secretária. O Brasil é um verdadeiro bordel político, onde governadores os mais diversos estão atolados num processo de, corrupção endêmica, colocando em pontos chaves auxiliares de vida duvidosa, como aconteceu agora com o Secretário de Saúde do Rio de Janeiro, onde a polícia descobriu milhões em reais, dólares, euros, libras esterlinas em sua casa e, preso, denunciou o governador por inúmeras safadezas, num atestado eloquente de que “há algo de podre no reino da Dinamarca”, ou os chamados “negócios da China” vicejam aqui há dezenas de anos, por culpa exclusiva da má justiça...

Temos 32 partidos políticos em “atividade” e outros tantos em organização, num dos mais indecentes sistemas eleitorais do mundo, sob a ótica vesga da corrupção e perto de uma dúzia dizendo-se socialistas sem entender que, socialismo é sinônimo de corrupção, que engorda uma chusma de ladrões, verdadeiras máfias, que as encastelam no poder, para transformar o país no sistema mais burocrático do mundo, e querem tirar o presidente da República a poder de porrada, porque não quer deixar ninguém roubar.

O Brasil precisa mudar. Mudar as inutilidades. Tem alguém bom? Tem. É difícil encontrar, mas tem, daí a necessidade de mudar, escolhendo os melhores.

Pelo processo de corrupção endêmico em que vive o país, não existem interesses de se mudar o sistema político, daí vivermos implorando a intervenção das Forças Armadas, a quem, pasmem, 85% da sociedade confia. Mas elas têm medo, também.

 

 

 


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