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No país da insensatez.

02/09/2020

 

Nos devorem, malditos! É a única expressão válida que se pode dar à classe política brasileira.

 

Como crítico, tenho dito que o Senhor Jair Messias Bolsonaro fala demais, antecipa o que pretende fazer, daí os tropeços que tem sofrido.

 

Está certo que o mundo, todas nações, foram pegas com as calças nos joelhos, com o surgimento do coronavirus, provocando uma formidável tragédia econômica mundial… O abalo “sísmico” foi tão grande que, quando as coisas forem refeitas, começar o pessoal a tirar as máscaras e ir para as ruas brincar o carnaval, assistir o futebol nas arquibancadas e tomar banho de sol sem ser perseguido pela polícia ou os guardas municipais, cumprindo ordens idiotas, é que vamos ver de perto os estragos que o “vulcão coronairus” deixou, para a economia nacional. Ai, quero ver a cara dos políticos que causaram prejuízos ao povo e à Nação.

 

Prevendo a tragédia, no país onde a classe política se presta aos mais indecentes papéis, com raríssimas exceções, o Governo enviou ao Congresso mensagem de ajustes econômicas e, dentre elas, a suspensão de reajustes nos salários do funcionalismo público, no próximo ano.

 

O servidor público brasileiro que percebe salário absurdos, não teve desconto e ficou em casa.

 

Ora, o funcionário público, na média nacional (somando o que todos ganham como servidores), percebem salários oito vezes superior aos empregados na iniciativa privada – também somando a média do que ganham TODOS empregados da iniciativa privada, de qualquer segmento.

 

Mais ainda: o Brasil, nos níveis Federal, Estadual e Municipal tem 62% (sessenta e dois por cento) de funcionários mais do que o número, vamos dizer, que seria razoável.

 

O Senado Federal, por maioria, rejeitou o veto do Presidente Jair Messias Bolsonaro a uma emenda que um irresponsável qualquer colocou na iniciativa do Governo, com a intenção de prejudica-lo e, mais ao país, que o funcionalismo público ficaria sem aumento salarial em 2021!

 

Indo para a Câmara, os deputados, tiveram a sensatez de manterem o veto, dentro de uma suposição, talvez, que o país não será capaz de honrar seus compromissos. O país consome 66% do que arrecada com as folhas de pessoal.

 

É difícil acreditar que a classe política brasileira tenha alguma coisa de útil, nobre, decente na sua cabeça.

 

É muita insensibilidade, com relação à Nação e ao seu povo.

 

Tudo cansa. O povo precisa dar uma resposta a essa gente, com o voto!

 

 

 


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Eleições americanas.

01/09/2020

 

É difícil imaginar a América do Norte, quando seu povo salta de uma administração Democrata, nacional, tendo um demagogo como Barack Obama à frente e elege o durão, Republicano, Donald Trump, que prometeu extinguir com toda política social de favoritismo montada pelo seu antecessor, que iria levar o país à insolvência, se fosse mantida a “casa de caridades”.

 

Trump foi eleito e restabeleceu a ordem que transformou os Estados Unidos, após o término da Segunda Grande Guerra, em 1945, na maior potência econômica e bélica do mundo, onde o trabalhador é remunerado por hora trabalhada, não existem serviços sociais gratuitos, o trabalhador compra sua aposentadoria e se aposenta quando quer, não existem férias remuneradas (lá, são 15 dias), atestado médico para cobrir falta ao trabalho e a nação se constitui numa verdadeira Torre de Babel, cosmopolita, onde se encontram todas etnias mundiais e a predominância é de latinos, mas todo mundo se enquadra, devido as leis e a ordem. Por isso é grande.

 

O candidato do Partido Democrata é o veterano político, ex-vice-presidente na chapa de Barack Obama e é tido como “centrista” e representante da “velha guarda” da política americana.

 

Após quatro dias de convenção o Partido Democrata, que quer tirar a capa de “esquerda americana” aponta, finalmente Biden como candidato oficial, contra o republicano Donald Trump, no poder.

 

Qualquer principiante em política sabe que é indiferente o esforço da mídia brasileira se intrometer na vida eleitoral dos Estados Unidos, pela mais absoluta falta de penetração mas, não deixa de impressionar como que televisão e jornais brasileiros se esforçam para pintar Donald Trump como se ele fosse o demônio em figura de gente, mas foi o político que afirmou que, se eleito fosse, diminuiria os chamados impostos básicos que pesavam na vida dos americanos e extinguira o sistema social público. Prometeu e fez.

 

As alegações da imprensa brasileira de que os Estados Unidos vivem os “piores dias” da história de sua economia, são falsas, não representam a realidade. A América, como o mundo não vão bem porque surgiu no meio do caminho o coronavirus, com um forte abalo na economia mundial, mas, o poder de recuperação dos americanos é um negócio impressionante.

 

Como, sempre, a imprensa tendenciosa brasileira ( a americana não fica atrás), dá Joe Biden como favorito das pesquisas de opinião pública, nas áreas de maior influência do eleitorado, principalmente a latino-americana, devido ao cerco que Trump tem imposto às imigrações ilegais.

 

A impressão que temos, 90 dias antes de ocorrer eleições gerais nos Estados Unidos, onde, além de dois terços do Congresso se elege juiz de paz, xerife, promotor público, juiz e outras figuras públicas, sabendo que, quem não andar direito, não se reelege. E ainda tem quem queira morar num país tão complicado, que o sujeito ganha por hora trabalhada e, no dia que fica doente, perde a remuneração. Quem votar duas vezes, vai preso.

 

 

 


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