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A culpa é do macaco

03/02/2018

NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

Na década de 60 trabalhávamos na área de divulgação do SESI, a convite do saudoso Americo Buaiz, que era presidente da Findes, quando se implantava o sistema de saúde móvel e, a primeira experiência com o projeto, foi em Porto de Santana, Cariacica, onde existia um núcleo muito grande de familiares de industriários.

Na Praça de Porto de Santana, Bebeto Ruschi, Manfred Walter Duenk, eu e o motorista da Kombi, equipada com consultório odontológico, para a primeira experiência em campo. Ruschi escolheu o centro da praça para demonstração, para atrair atenção, principalmente da molecada que jogava bola, que seria as primeiras cobaias do Serviço Odontológico Volante do SESI.

O veículo foi conduzido ao meio da praça e, lá chegando, o motorista abriu as portas, ficando à mostra o gabinete odontológico. A garotada ali reunida para a pelada parou suas atividades e correu para a esquina, olhando com o “rabo do olho” os preparativos. Bebeto colocou o uniforme odontológico e ameaçou se dirigir para a meninada que espreitava o movimento de longe: Um daqueles moleques, que parecia o chefe da turma, deu o aviso: “Vaucina, putada...” Não ficou ninguém na praça para as experiências da odontologia volante. Foi preciso, posteriormente, vir o Serviço Social, sob o comando de dona Geny Grijó, uma das mais renomadas assistentes sociais do Estado, para fazer visitas à região e mostrar que o carro não passava de um gabinete odontológico.

O problema da vacina, a educação para seu uso, não é de muito tempo. Desde que o Dr. Salk descobriu a vacina de combate à paralisia infantil o mundo ficou mais sensível à importância da imunização, mas o sofrimento vem dos tempos do cientista brasileiro Oswaldo Cruz, considerado um dos maiores infectologistas que o mundo já produziu.

Assistimos agora, em dias presentes, um movimento inusitado, com o surgimento de focos da febre amarela e quem está pagando o pato são os macacos que aparecem mortos, não por contaminação pela febre amarela, mas pelas espingardas de ar comprimido utilizadas por inconsequentes destruidores da natureza, ignorantes em termos de propagação da doença, imaginando ser os macacos responsáveis pelos focos de doenças e algumas mortes que têm ocorrido.

Macaco não transmite a doença, ele é imune a ela, como qualquer outro animal mas, a burrice, o boato espalhado, a TV, a mídia burra, tudo faz trabalhar contra o que deveria ser um trabalho científico a ser realizado, com a vacinação em massa da população, assim que surja períodos bravos de calor, estamos num país tropical e a imunização contra certos tipos de enfermidades tropicais deve ser um negócio sério, sistemático.

A burrice bota a culpa no macaco.

 


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Complicando a educação.

02/02/2018

NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

Não se presume a data que elas realmente surgiram, mas as histórias da humanidade registra, como as mais importantes, três profissões: o pedreiro (aquele que constrói, edifica), o professor (aquele que ensina para a vida) e o médico (aquele que cura, que opera, que trata os pacientes com zelo e humanidade).

O mundo ainda é povoado, a despeito da busca incessante dos medíocres por um canudo (diploma), pelos chamados autodidatas (ou como dizem os americanos, “the mad self man” – “aquele que se fez sozinho”, que nos dá lições de criatividade...

A humanidade deve, seu desenvolvimento ao professor, aquele que transmite conhecimentos, as vezes com péssima remuneração e, voltando atrás, existiam os criadores de escolas gratuitas, como a CNEC e até os altruístas, que criavam escola para ver a juventude estudar.

A educação, importante no desenvolvimento cultural dos povos, nos tempos modernos, tronou-se um instrumento da má política. Cada qual, a seu modo querendo introduzir nos chamados currículos escolares indutores a tipos de religião, esquecendo-se de que, dentro do pressuposto, elas todas não valem nada, porque deturpam os sentimentos, a formação. A religião deve ser fruto do berço, da família.

Hoje, apenas com objetivos eminentemente políticos até vereadores querem dar nota como deve se processar a educação, quando na verdade a grande preocupação das autoridades deveriam ser o ensino da língua pátria, conhecimentos de matemática, moral e civismo. O aluno não sabe nem como falar e escrever a língua do país em que nasceu, querem botar no currículo oficial das nossas escolas públicas o ensino do mandarim, a língua oficial chinesa. Será que esse pessoal “inteligente” sabe realmente o que está dizendo?

Falam em aperfeiçoamento do ensino mas, o que se assiste, ao meio da asneira que produzem, é prejudicar o processo educacional que, para se ter sucesso, é só remunerar bem o professor.

São raros professores (muito raros mesmo) que se atrevem em largar a difícil arte de ensinar para ser político. Como, um deputado estadual, pouco qualificado para o exercício da representação popular, se atreve a fazer modificações no processo educacional do Estado? Será que ele não sabe, não foi instruído pela sua assessoria, que as questões relacionadas com a educação nacional é gerida pelo Ministério da Educação?

Depois que Lula saiu por aí dando palestras a peso de ouro, recriou-se a fantasia: “Um burro carregado de livros, é doutor” ...

 


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