Ver Histórico



Procurar




  


Newsletter

Nome
  
E-mail
  




Links



Liberdade de imprensa I.

27/11/2018

 

O brasileiro lê pouco, temos 72% de chamados analfabetos funcionais,  como diz o IBGE, que não sabem transmitir o que lêem em meia dúzia de frases de em dez linhas de coluna de jornal.


Raros brasileiros sabem avaliar a importância de um jornal, o esforço de abnegados que o fazem, com objetivo de defender os elevados interesses da opinião pública, do país, da sociedade como um todo.


Dia 11 de novembro, o jornal A GAZETA publicou uma reportagem, de Natália Devens, na sua página de Política, que consagra um jornal, a imprensa, onde pode-se definir a impossibilidade do Brasil ir para frente.


A reportagem versava sobre os mais de R$ 6 milhões pagos em jetons no Espírito Santo, ressaltando que os gastos realizados pelo Governo do Estado e suas estatais com jetons a integrantes de órgãos públicos alcançou R$ 6,97 milhões no ano de 2017, e deve registrar um valor ainda maior em 2018.


“Os conselhos mais bem remunerados do Estado hoje pagam R$ 7.479,65 por mês a seus integrantes.  É o caso dos conselhos do Bandes e do Banestes.


“Há outros que pagam por cada reunião realizada, e que por ter uma demanda maior, podem realizar até 12 encontros por mês, como o Conselho Estadual de Recursos Fiscais, ligado à Secretária da Fazenda, que paga jeton de R$ 687,25 por reunião. Graças a este benefício, um único servidor embolsou R$ 81.781,56 este ano”.


Na verdade, o Estado não pode ser dono de nada. Existem no país, emperrando o desenvolvimento nacional, cerca de 73 órgãos burocráticos. Não é apenas, uma indecência, é uma tragédia. Tem o Governo Federal 480 empresas estatais.


O custo Brasil  está trepado em 69 obrigações fiscais e parafiscais, que custam a cada um de nós, 37% daquilo que consumimos. O país deve perto de R$ 4 trilhões e não temos recursos para tapar milhões de buracos que infestam nossas vias públicas. Não produzimos arroz, feijão, milho, cebola, alho, batata, para sustento da população, que contribuem com 37% de sua renda para pagar a maior folha de servidores públicos do mundo, a maior estrutura burocrática da face da terra, o mais inconsequente sistema de saúde. Os maiores escândalos de corrupção que se tem notícia.


Tem quem não gosta de uma imprensa livre. Como o povo do Espírito Santo vai saber que nos 20 conselhos existentes no Serviços Público do Estado militam 324 conselheiros?


Quando assisto um projeto, que um maluco investidor dá entrada num desses famosos órgãos governamentais levar 5 e até 10 anos sem que seus sábios o aprovem, fazendo com que desista de investir, fico imaginando o que será do Brasil, se ainda não tivesse uma imprensa livre. Tem quem não gosta, prefere coluna social!

 

 

FONTE: JORNAL A GAZETA


Imprimir | Enviar para um amigo

Coisas feias.

26/11/2018

 

Recente, A GAZETA publicou duas reportagens interessantes, para a vida da cidade. A primeira,  sobre o impressionante número de lojas comerciais fechadas na av. Jerônimo Monteiro, a mais importante da cidade de Vitória, dando um aspecto desagradável, desalentador e, pior ainda, a ação dos pichadores que agem livremente no país, pela mais absoluta ausência de capacidade de punir tais criminosos.

 

Além do aspecto negativo das lojas da principal avenida da capital do Estado, fechadas, com aspectos degradantes, escondem por trás de tal crueza a crise econômica criada por governantes desonestos e as exigências dos chamados “cartórios”, que exigem, nos pequenos estabelecimentos comerciais, banheiros para os heterossexuais, provador de roupas até para cadeirantes, rampas de acessibilidade, elevador, num processo de exigências que faz com que o “aventureiro” comerciante desista, se transforme num componente do formidável  mundo da informalidade, mandando os cartórios com suas exigências para “Punta del Leste”. Ninguém aguenta...

 

A segunda reportagem foi um grande número de moradores,  de mãos dadas, cercando o velho mercado da capixaba, de tantas recordações, duma cidade que cresceu esquecendo-se dos seus edifícios  públicos, dando à cidade um atestado eloquente de decadência.

 

Creiam, não tenho qualquer preocupação se o que escrevo perturba quem quer que seja e muito menos o juízo que façam da minha pessoa. Ando preocupado, e muito, com o que penso de mim mesmo.

 

Acho que as nossas autoridades deveriam andar a pé, pelos locais que administra, como fazia o mais tranquilo homem público que já conheci, Chrisógono Teixeira da Cruz, que andava a pé, pela cidade, para ouvir reclamações e tomar providências.

 

Inventaram uma história boba, mentirosa, de que Vitória é a terceira cidade em qualidade de vida no Brasil! Será que esse pessoal não tem constrangimento em dizer tal estultice? Outro dia colocaram o novo Aeroporto de Vitória, “Eurico de Aguiar Salles”, como o mais “charmoso” do Brasil, o mais “sofisticado” e outras tolices, como se as pessoas que ali embarcam ou desembarcam não estivessem vendo que é um negócio piegas, uma tolice encomendada, uma mentira.

 

O novo Aeroporto de Vitória ficou bom, levou 14 anos para ficar pronto mas, pelo menos, não passamos mais vergonha com aquela espelunca apelidada de Aeroporto que tínhamos até recentemente.

 

O Mercado da Capixaba, o Saldanha da Gama, o Cais das Artes, a obra que também não acaba nunca, precisam de um certo respeito. Pensar que ninguém está vendo, é outra estupidez.

 

 

 

 


Imprimir | Enviar para um amigo



« Recentes   2066 2065 2064 2063 2062 2061 2060 2059 2058 2057   Anteriores »