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A destruição de um líder

13/05/2020

 

Era costume dizer: “O Brasil é um país das Arábias”, onde podia acontecer tudo, ou quase tudo. Continua sendo...

Ao sabor de uma corrupção política desenfreada, um dos processos mais vergonhosos do mundo, surgiu, da “República de Curitiba” o chamado processo Lava Jato, essas alcunhas criadas pela verve policial para denominar coisas fétidas, escandalosas e, o codinome ao processo de apuração da corrupção na esfera pública, depois do famoso processo Mensalão,  sob o comando, como relator, o ministro do STF, Joaquim Barbosa e, depois, presidente da Suprema Corte, mal e porcamente. Terminando, com Barbosa saindo do Supremo sem terminar o mandato. Surgiu o Lava Jato, sob a batuta do juiz Federal Sérgio Moro, contado e decantado como uma da mais importantes expressões da magistratura mundial dos tempos modernos, pela lisura no julgamento das mais “importantes” personalidades da ladroagem política nacional, sendo responsável pela prisão de Luiz Inácio Lula da Silva.

Escrevi várias vezes enaltecendo a figura do magistrado Sérgio Moro e, sinceramente, fiquei exultante com sua convocação para Ministro da Justiça do governo de Jair Messias Bolsonaro,  até torcendo, que ele, no futuro próximo, fosse escolhido para o Supremo Tribunal Federal, onde poderia contrapor-se a certas figuras ali existentes, que desmoralizam a mais importante Corte de Justiça do país.

O Brasil não tem jeito e já ando cansado de escrever sobre mazelas políticas mas, tomei um choque, uma chapuletada no alto da sinagoga, de me deixar grogue, com o comportamento pouco ético, ou nada ético, do ministro Sérgio Moro, sua deslealdade para com o presidente Jair Messias Bolsonaro, de quem, presumivelmente, trabalhava para ter assento na curul presidencial, armazenando dados para, caso fosse preciso, utilizá-los como arma de desmoralização presidencial, para sua provável campanha.

Fui eleitor do presidente Jair Messias Bolsonaro e fiquei exultante com sua vitória, a destruição do PT que, devemos dizer, começou a ser destruído pelo magistrado Sérgio Moro, quando comandava a República Judicial de Curitiba, contando com apoio de uma dúzia de procuradores inteligentes e o poderoso serviço de investigação da Polícia Federal.

A queda do ministro Sérgio Moro, sob a acusação da traição, nos dá uma sensação de deliquescência – desagregação da moralidade –, com o que o país jamais esperava acontecer.

Nenhum ser humano pensa igual. O melhor filho não pensa igual ao pai. Em alguns pontos, divergem, é da formação da mente humana. Não existe cópia fiel de cérebros, daí não ser possível avaliar o que se passou na cabeça de um magistrado brilhantes, determinado, para se desvirtuar da conduta ilibada que sempre mostrou para o povo brasileiro que o olhava como um verdadeiro herói, pela demolição de uma importante facção política que veio para transformar o país nesse trapo, que estamos assistindo. Num antro de ladrões.

Estou triste com o desfecho do caso Sérgio Moro. Assisti a destruição de um ídolo nacional.

Lastimável. 

 

 

 


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A volta das tartarugas.

12/05/2020

 

Confesso, já assisti tudo de ruim e de bom no decurso da minha vida mas, de certa parte para cá, com até reconhecidos analfabetos na presidência da República, bandos de ladrões da pior espécie, fico a imaginar do porquê a raça humana se sujeitar a tanta vilania por parte daqueles que, temporariamente, assumem o poder e imaginam que nunca mais sairão de lá, onde o voto os colocou e, outros, que jamais seriam eleitos para coisa alguma, vestem a toga de magistrados e se transformam em  semideuses, insubstituíveis, as vezes transferindo para filhos, netos e bisnetos seus poderes tomados de assalto pelas legislações mais espúrias que empurram à aprovação de legisladores corrompidos ou covardes, diante do “império” da justiça.

 

O inesperado aconteceu no mundo e, como não podia deixar de ser, no Brasil também, com a chegada do coronavírus, um mau que veio da China, lá dos seus cantões putrefatos.

 

A maldição do vírus chinês levou à cabeça das nossas autoridades a imaginação de que podem tudo, de mandar no direito de ir e vir, trancafiando as pessoas dentro de suas casas, fazendo rodizio para abertura das atividades comerciais e, lá de Vila Velha, município pertencente à Grande Vitória, o prefeito, do alto de suas tamancas, mandou fechar o acesso às praias, com grandes blocos de concreto. É o reinado das tartarugas.

 

Conta a velha história que o município tem uma cabeça de burro enterrada, mas, um dia apareceu um prefeito ali que resolveu desenterrar a cabeça do burro e enterrar as tartarugas que povoavam politicamente o município, transformando Vila Velha num impressionante canteiro de obras. Jorge Anders foi um dos prefeitos mais desenvolvimentistas do país. Nem sempre a felicidade é completa. O “professor” Paulo Hartung, ex-governador, importou um estranho para prefeito de Vila Velha, mas, de tão ruim veio com o propósito de desenterrar as tartarugas, o que ocorreu realmente, daí o retorno dos representantes dos quelônios, com a ideia absurda e até inconsequente de cercear o direito das pessoas passearem na orla de Vila Velha, usufruir ainda de um negócio gratuito no Brasil: Sol, mar e vento. Saudades do Anders...

 

 

 


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