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A Internacional Socialista.

07/02/2021

 

Tive um acalentado amigo, na pessoa do professor Nelson Rangel, médico, foi diretor geral do Colégio Americano, irmão do primeiro juiz Federal do Espírito Santo, Romário Rangel, duas figuras que valiam a pena conhecer, conversar.

 

Pela proximidade do meu escritório, era vez por outra visitado Pelo Professor Nelson Rangel e, atrás dele, a amizade com um pastor americano, batista, que veio para a Primeira Igreja Batista de Vitória, que se interessou pelos meus escritos, como dizia o Nelson.

 

Em certa ocasião o pastor me perguntou o que eu entendia por Internacional Socialista. Disse-lhe que, pelo que sabia, tratava-se de uma entidade de cunho socialista, criada na Inglaterra, composta de esquerdistas, para fomentar greves e o comunismo no mundo.

 

Ele explicou que os brasileiros, notadamente o governo, recebiam tudo que era porcaria de fora com os braços abertos, notadamente governantes como Fernando Henrique Cardoso, o pior  e mais inteligente político de esquerda do Brasil, e explicando que a Internacional Socialista era financiada por empresários ingleses, europeus de um modo geral, para fomentar greves e invasões nos países em desenvolvimento com objetivos de evitar seus desenvolvimentos econômicos e sociais, para continuarem dependentes do mercado externo para comprar nossas commodities in natura, sem beneficiamento, para dar emprego lá fora, através do beneficiamento, como o caso do minério de ferro, soja e outros produtos exportados in natura, baratíssimos, para serem industrializados na Europa, Estados Unidos e Japão, principalmente. Que o brasileiro, seus governantes, eram muito burros, se aliavam a essa gente da pior qualidade, que vivia no Brasil como nababos, usufruindo de grandes somas de recursos para promover desordens sociais como se fossem aliados, mas no final das contas eram contrários ao nosso desenvolvimento e nós não víamos os estragos que eles causavam ao nosso desenvolvimento, citando Lula como um alucinado contra os empresários,

 

Passei a analisar bem o que me dizia o religioso americano, quando o Brasil foi inundado por uma verdadeira tempestade de Onges, principalmente na Amazônia, fantasiados de protetores da natureza, mas se escondiam através de uma cortina de verdadeiros ladrões das nossas riquezas naturais.

 

Vindo o governado presidente Jair Messias Bolsonaro, começaram a demonstrar o verdadeiro papel de tais organizações, como no caso da roubalheira de matéria prima da Amazônia e premeditados incêndio, objetivando a destruição de um governante sério.

 

 

Tristes trópicos...

 

 

 

 

 

 

 


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Fbricas de burocratas

06/02/2021

 

Chineses e japoneses são os povos mais “criativos” do mundo, para copiar coisas alheias ou criar porcarias para atulhar o mundo de objetos de plástico reciclado ou equipamentos de curta duração, principalmente eletrônicos, com prazo de “validade” por cinco anos, que se tornam obsoletos, por falta de peça e têm que ser jogados fora.

O Brasil é um país suigeneris. Não criamos nada e muito menos sabemos copiar. Dizem que somo a segunda maior fronteira agrícola do mundo, mas não sabemos guardar alimentos e, bem o sujeito começou a colher o que plantou, com insumos, sementes e inteiramente desprovido de financiamento da produção, para colher (comercializar), tem que pagar uma taxa ao IDAF, à receita pública e a um monte de “gafanhotos” que sugam do empresário o que está tentando produzir, mas instrumentos de financiamento à produção, como BNDES, Bandes, carteiras Agrícolas diversas, servem apenas para atender financiamentos políticos, esquecendo-se de quem produz são os pequenos produtores.

Desconhecem nossas autoridades que existem na Europa e Estados Unidos grandes cooperativas de produtores rurais que possuem, com estímulo dos governos, grande depósitos, imensos até, subterrâneos, como nos Estados Unidos para guardar reservas de alimentos, como arroz, trigo, milho, para até oito e mais anos de preocupação por problemas climáticos que existem desde que o mundo é conhecido como mundo, mas que no Brasil, maior centro terrestre de formação de servidores públicos de qualquer país, tem 71 obrigações fiscais e parafiscais e criam organismos para sustentar burocratas inúteis e afilhados inteiramente desnecessários.

O que se imaginou, quando de sua criação, um instrumento importante como orientador aos chamados micro e pequenos empresários, o SEBRAE, sob a intromissão governamental, em todo território nacional, perdeu seu brilho e eficiência por que atulharam tais repartições de protegidos de governantes que não têm mãos a medir, para empilhar protegidos os mais inúteis em sinecuras, onde não se produz nada em favor de quem precisa trabalhar. Até Paulo Okamotto, tido como “ testa de ferro” de Lula foi Superintendente Nacional do SEBRAE.

Todo governante, por mais tacanho que seja, sabe que o problema mundial é a fome e ela se agrava mais, diante da pressão do crescente desemprego mas, como no caso brasileiro, temos 45 milhões de pessoas na informalidade e quase 14 milhões de desempregados, porque nenhum investidor, seja micro, pequeno, médio ou grande empresário, que não precisa do artificialismo da corrupção para poder trabalhar, mais ou menos em paz, e cumprir as obrigações burocráticas que só um contador sabe destrinchá-las, para poder sobreviver, enquanto as repartições públicas, que fazem concursos todos os dias, para atulhar a nação de burocratas inúteis, arrancando quase que a fórceps recursos de quem trabalha, para sustentar batalhões inúteis.

Haja burocracia.

 

 

 


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