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Surpresa de fim de ano

04/01/2019

 

Último dia, útil 28.12, do governo Paulo Hartung, 8 horas da manhã, à saída da Ilha do Boi,bairro de Vitória, onde tem o sistema mais inconsequente de semáforo da cidade metida a ser a “terceira do mundo em qualidade de vida”, um aparato policial obrigava os moradores que iam para o trabalho, saltar dos veículos, mostrar documentos e, mais surpreendente, soprar bafómetro!

Parece que a nossa Polícia Militar não aprende que quem paga seu salário é a sociedade, que ela não deve ser submetida a caprichos“políticos”, as manias totalitária, como se todos moradores de um bairro fosse um bando de beberrões, bandidos, para estar de cara cheia logo cedo, no último dia do ano, seguindo para o trabalho.

Vai completar dois anos que a nossa Polícia Militar entrou em greve, sob as ordens das mulheres de policiais, que trancaram os portões, sequestrando seus maridos, para não irem ao trabalho.

Não se sabe do porque, como? Ocorreram 219 mortes, sendo a maioria na região da Grande Vitória, sem que culpados fossem encontrados.

O governo do Estado, na ocasião, abriu inquérito, com importante participação do Ministério Público Estadual, forçando a vinda das Forças Nacionais de Segurança para manter a ordem.

Não se pode pegar a Polícia Militar toda, enfiá-la num saco e malhá-la impiedosamente, como se todo o conjunto fosse igual. Convenhamos, não é esse o conceito que se deve fazer de um sistema de segurança pública que tem uma história, onde tem militares da mais alta responsabilidade.

A impressão que dá, pelo menos é a que tenho, que a flagrante arbitrariedade foi como um adeus a Paulo Hartung, mas, na verdade, foi uma equivocada demonstração de estupidez.

O comentário que faço não foi por ouvir dizer. Eu presenciei os fatos, participei da vistoria, moro no bairro. Talvez, por minha idade, não me impuseram o bafômetro, mas o fizeram com vizinhos respeitáveis, responsáveis, gente que não merecia tal constrangimento na hora de ir para o trabalho. Que Estado é este?

Instala-se no Planalto um Governo Central dizendo –se liberal, responsável! Que esperamos nós, capixabas, do sistema socialista que vai e vem de Paulo Hartung para Renato Casagrande?

Os encurralados pela Polícia Militar, na manhã do dia 28 de dezembro, à saída da Ilha do Boi, parecia um bando de marginais ou coisa semelhante, que assiste diariamente dezenas serem mortos nas periferias da Grande Vitória, sem seus autores serem molestados com a presença de aparato bélico tão importante.

Estamos diante do salve-se quem puder.

Salvem o Estado do Espírito Santo ou a melhor capital com qualidade de vida do mundo...

 

 

 


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Fabricantes de ilusões

03/01/2019

 

Outro dia saiu na imprensa uma nota com o título: “Hartung no governo Bolsonaro”, a propósito do convite do secretário estadual de Fazenda do Espírito Santo, Bruno Funchal, para ser diretor de política e recuperação fiscal, a convite de Paulo Guedes e, o deputado federal Lelo Coimbra (MDB), para secretário especial de Desenvolvimento Social.

Não conheço o sr. Funchal, se foi bom, sofrível ou ruim, no comando da Secretaria da Fazenda do Espírito Santo. Conheço o deputado federal Lelo Coimbra, excelente homem público, ex-vice-governador do Estado, secretário de Saúde, por onde passou mostrou sempre a que veio. Deveria ter sido lembrado para concorrer ao governo do Estado nas últimas eleições, onde o eleito, Renato Casagrande, correu inteiramente solto, sem concorrentes, daí sua eleição no primeiro turno.

Pelo seu talento administrativo, gostaria de ver o deputado Lelo Coimbra, um dia, ser eleito prefeito de Vitória, por conhecer suas necessidades em profundidade. Compomos uma sociedade composta de 300 mil habitantes numa pequena ilha, com um dos piores antros de bandidos do país, graças à fragilidade do sistema policial.

Em abril de 2018, quando a política começava a esquentar e aparecer os candidatos ao governo do Estado (o sr. Renato Casagrande era candidato desde o dia que perdeu sua reeleição para Paulo Hartung), a imprensa, naquela época apontava os “nomes do governador”, com sua ausência do pleito, que poderiam ser candidatos, como César Colnago, André Garcia, Erick Musso, Amaro Neto, Sérgio Vidigal e, também, nomes que não poderiam ser descartados, como o senador Ricardo Ferraço e o deputado federal Lelo Coimbra. Pelo menos César Colnago, Ricardo Ferraço ou Lelo Coimbra iriam para o segundo turno com Renato Casagrande. Do jeito que o governador Paulo Hartung se encolheu, diante da força esbanjada por Renato Casagrande, nem um terremoto destruiria sua eleição.

Porém temporiamente contra a eleição de Jair Messias Bolsonaro, o governador Paulo Hartung, pelo político que é, jamais teria coragem de aceitar qualquer participação no governo Bolsonaro, principalmente quando fez declaração de voto para Geraldo Alckmin, com um desempenho pífio nas eleições de 7 de outubro, ficando lá pelo 5º lugar.

O presidente Jair Bolsonaro tem dito que vai governar para os brasileiros, indistintamente. No caso do Espírito Santo e outros da Federação, visceralmente contra sua candidatura, vamos ver que tipo de ajuda ele irá dar. Acho que o Estado vai roer beira de penico velho...

 

 

 


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