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Em matéria de mais ou menos...

03/10/2019

 

Lá no meu São Mateus, quando uma pessoa não entendia nada do que seu interlocutor queria dizer, saía com esta: “Em matéria de mais ou menos, não há nada como ora veja”.

Esteve na ONU – Organização das Nações Unidas, um grande covil de pessoas vivendo bem, às custas dos trouxas, e metidas a socialistas -, o nosso presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, que fez pronunciamento contundente, rebatendo todas idiotice que se tem praticado contra o Brasil e seu governo, pela impressionante revolução de princípios morais, econômicos e políticos que vem realizando numa nação até bem pouco vilipendiada em seus cofres públicos por uma corja de ladrões da pior espécie.

A velha “imprensa” brasileira não tem poupado o presidente Bolsonaro, por estar conduzindo o Brasil com o propósito de banir a corrupção, a má política, o atrofiamento do Estado pelos desserviços dos mais diversos e notórios segmentos nacionais, que não merecem ser citados!

Pela primeira vez em nossa história política um presidente da República, que botou o pé na ONU, após sua criação em 1945, com o fim da Segunda Grande Guerra Mundial, tivemos um representante que tivesse um décimo da coragem para dizer verdades a um conjunto de nações, sobre suas críticas infundadas contra o Brasil, do que o presidente Jair Messias Bolsonaro. Concordo plenamente que muitas pessoas, que se sentem prejudicadas com o novo governo, não goste do presidente, da sua forma de agir, do seus métodos políticos mas, convenhamos, nenhum presidente da mais remota à mais moderna história da nação brasileira teve a coragem, a determinação de mandar aquela corja esquerdista ali reunida, à merda, entupindo-a de verdades sobre tudo que se alardeia aqui e lá fora para diminuir o esforço do presidente e sua equipe, apenas com objetivo de fazer Lula voltar ao poder.

A Folha de São Paulo se transformou num jornal medíocre, com suas críticas contra o governo. Seu editorial da edição do dia 25.09, após a fala do presidente Bolsonaro na ONU, sob o título: “Colcha de retalhos”, com críticas ao discurso do presidente, é de uma mediocridade vergonhosa. Como se prega, de forma aberta, inescrupulosa, tanta mentira. Que história cínica, de se dizer que Bolsonaro está caindo nas pesquisas? Nunca, na história do país assistimos o crescimento preferencial de um presidente subir de forma tão vertiginosa, pela sua coragem, determinação, ousadia.

Fosse Lula, um analfabeto, que tivesse a coragem de fazer o discurso de Bolsonaro, seria ovacionado como um estadista, um sábio, mas, Bolsonaro falou a verdade que nenhum governante falou até hoje, na cara dos detratores do Brasil.

Essa gente derrotada representa o atraso. Não vale nada.

 

 

 


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O determinado Bolsonaro.

02/10/2019

 

Tenho pensado seriamente, comigo mesmo e com amigos: O Brasil tem jeito? Depois de ouvir o longo discurso do presidente Jair Messias Bolsonaro na ONU – Organização das Nações Unidas, peitando tanta gente hostil, de esquerda, querendo ser dona do mundo, imaginei cá, com meus botões: afinal, encontramos um presidente macho, um semelhante ao marechal Humberto de Alencar Castelo Branco, general Garrastazu Médici, sem igual, até ontem; agora, contamos com a coragem e a determinação do presidente Bolsonaro, um capitão.

 

Naturalmente, os chefes de Estado e seus representantes na reunião da Assembléia Geral da ONU, no último dia 24.09, imaginaram ouvir a palavra de um presidente brasileiro acuado com a fala de importantes autoridades mundiais que pregaram até a internacionalização da Amazônia, como se tal estultice fosse capaz de vingar,

 

Com dados irrefutáveis, numa determinação sem precedentes, Bolsonaro, a despeito das informações que seria hostilizado por delegações cubana, venezuelana, boliviana e outras, trepou na tribuna e entupiu todo mundo com sua determinação, seu linguajar destemido, dando a entender, diretamente, que o Brasil não se intimidará diante das ameaças, levando farta documentação, para provar que assacavam mentiras contra o Brasil, por ignorar conhecidos direitos internacionais, nos julgando uma republiqueta vagabunda.

 

Se acontecesse a absurda ideia de ter sido no último dia 24 o encerramento do mandato do presidente Jair Messias Bolsonaro, sinceramente, eu diria que o Brasil se orgulhava em ter um presidente MACHO.

 

A TV Globo, no seu noticiário costumeiro contra o presidente, disse que fora grosseiro e indelicado, devido a sua determinação em apontar culpados pela campanha contra o Brasil, alardeando um desmatamento que não estava ocorrendo como se propalava, mas a intenção era denegrir sua imagem e a do Brasil, o que ele não aceitaria, foi de uma contundência terrível, até para a imprensa intimidatória.

 

Bolsonaro foi escorreito, limpo, claro, nas suas mensagens aos membros das Nações Unidas. Quem não gostou, certamente saiu do plenário, não para deixar de ouvi-lo, mas para não ouvir verdades. O Brasil deixou de ser governado por trouxas, analfabetos, pinguços...

 

Se o presidente Bolsonaro cismar e ficar de boca fechada até o último dia do seu mandato, acho que ele foi suficientemente corajoso, determinado para dizer o que essa turma internacional, meio fruta cor, precisava ouvir.

 

Um recado ao presidente Jair Messias Bolsonaro: Passo a ter certeza que o Brasil vai dar certo, com o senhor na presidência.

 

 

 

 


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