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Três coisas tristes II

28/11/2017

NOTA – Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

Três coisas que me atormentam: a velhice desamparada, os cegos esmolando e as crianças abandonadas, desassistidas, entregues à própria sorte.

  

É obrigação dos governantes auxiliarem e fiscalizarem as instituições que são criadas para atender esses segmentos humanos tão carentes de afeto e de auxilio, para terem uma vida menos sofrida.

 

Tem muitas instituições excelentes, importantes para ajudar com suas doações. Existem asilos de velhos e casas que recolhem crianças que possuem um corpo de gente altruísta, totalmente voltadas para a sublime missão de servir.

  

Sou admirador do trabalho executado pela Maçonaria, Rotary Club e Lyons Clube espalhados pelo mundo, numa impressionante missão de fazer o bem, de forma silenciosa, discreta, sem nenhuma ostentação.

  

Na Grande Vitória, os empresários do comércio, através do Mesa Brasil, em parceria com a CEASA e todos empresários do mercado hortifrutigranjeiro e supermercadistas participam de um programa assistencial a perto de 200 instituições filantrópicas, inclusive com a participação, também, do Idaf e Ibama, que destinam produtos apreendidos, desprovidos de documentação, para o organismo distribuir com as entidades cadastradas pelo Serviço Social. Talvez no campo da alimentação seja um dos programas mais participativos do mundo. Pouca gente conhece esse trabalho silencioso, a não ser quem participa dele e sabe como funciona.

  

Os asilos de velhos, todos eles, estão passando por um período de graves dificuldades. Falta tudo, de comida a roupa de frio.

  

As pessoas que desejarem doar roupas ou alimentos a asilos de velhos ou casas que recebem crianças, devem procurar instituições sérias como a Maçonaria, o Lyons ou o Rotary Club de sua cidade, do seu bairro, para fazer suas doações e até oferecer um pouco de conforto, atenção e carinho aos que estão ali recolhidos.

  

Um dos mais impressionantes trabalhos de beneficência é praticado por lojas maçônicas às APAES espalhadas pelo território capixaba. Rotary e Lyons também estão empenhados nesta luta, que não é pequena.

  

Assisti outro dia em Baixo Guandu, num asilo de velhos, pobres criaturas tremendo de frio, à falta de um agasalho.

  

Essas tragédias humanas doem um pouco, pela incapacidade de fazermos tudo para todos, mas se todos se unirem em objetivos comuns de dar alguma coisa a quem realmente precisa, não lhe faz falta, é muito importante, faz bem interiormente a quem pratica a ação.

 

 

FONTE: JORNAL A GAZETA

 

 


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Manifesto dos militares

27/11/2017

NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

Pode quem quiser estrilar, mas o que as redes sociais estão exigindo é a volta dos militares ao poder.

Circula pelas redes o último manifesto lançado à Nação pelo mais importante líder do Clube Militar, a chamada “Casa da República”, pelo general de Divisão, Gilberto Rodrigues Pimentel, com data do dia 13 de novembro último, num alerta à justiça, nos seguintes termos: “Exigimos um país limpo, senhores juízes”.

Eis o manifesto:

“Não pode haver desânimo!

Não vamos esmorecer!

Não há como deixar de manifestar a preocupante percepção de que o País está desorientado, na direção oposta ao seu Norte, e que de muito pouco, ou nada, têm servido as, até agora pouco expressivas, demonstrações de indignação e de revolta de um povo que parece anestesiado.

Apavora a perspectiva, nada desprezível, de que nas eleições gerais de 2018 o cidadão tenha diante de si candidatos, inclusive para a própria direção máxima do País, que não passam de criminosos condenados na primeira e até mesmo na segunda instância, dependendo da visão desvirtuada da Suprema Corte, que, cada vez mais, parece disposta a rever a prisão a partir da condenação neste grau. Acham, não poucos de seus integrantes, que isso é garantir o inteiro direito de defesa do indivíduo. É fazer Justiça.

Só não explicam como ficaríamos nós, governados, e o País, diante do mundo, com um presidente da República e um Congresso composto por condenados. Algum País com “P” maiúsculo se disporia a negociar ou manter relações normais com um estado que reconhece a si próprio como um estado bandido, corrupto e corruptor? Claro que isso não faz sentido, seria caso único na história das nações, até então nunca visto ou sequer imaginado.

E nós, e a sociedade? Aceitaríamos passivamente? Será que não temos a obrigação de esbravejar contra essa excrecência enquanto é tempo? Claro que sim. Todos. Isso não pode, sequer, ser visto como indevida interferência na área política, pois isso não é política, e por isso não se exclui ninguém, nem mesmo os fardados. Manifestar-se é preciso! Trata-se da sobrevivência da Nação!

E mais, ninguém desconhece hoje que as eleições no Brasil são manipuladas fraudadas, e as malas de dinheiro estão por aí, espalhadas em aparelhos petistas, peemedebistas, tucanos, similares às de um famigerado político baiano, prontas para comprar o voto encabrestado da legião de miseráveis que eles criaram e que alimentam suas ambições.

Não podemos permitir a concretização desse crime, com a tranquilidade de saber que o Bem e a verdadeira Justiça estarão do nosso lado.”

 

Vejam, antes de ser militar, o general Gilberto Rodrigues Pimentel é BRASILEIRO, dos bons. GUM. 


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