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Direitos e deveres

31/10/2018

 

Discute-se, mais do que deviam, se os supermercados devem funcionar aos domingos e feriados. Vontade é um negócio sério.

Acho que vai do gosto ou da vontade de cada um. Na França, por exemplo, por determinação dos centros empresariais, o comércio em geral, só funciona 4 domingos por ano. Na Itália, nenhum domingo, a não ser pequenas lojas e restaurantes voltados para as áreas de turismo. No resto da Europa e Estados Unidos é mais ou menos semelhante, sendo que existem os que trabalham até 24 horas, são raros, mas existem, nos Estados Unidos.

Diziam os mais velhos: “Cada roca (de tecer fios) tem seu fuso (carretel), cada povo tem seu uso...”

O Brasil é um país suigeneris. Não existe nada, no mundo, semelhante ao Brasil. Tenho dito e repetido que no Brasil tem quatro coisas que desafiam qualquer povo, qualquer nação, na face da terra: 1) a pior justiça do mundo; 2) a pior classe política do mundo; 3) o pior sistema financeiro do mundo; 4) o povo mais burro do mundo. Não tenho qualquer preocupação com o que pensam de mim, do que falo, do que escrevo. Minha maior preocupação é com o que penso de mim mesmo. O que penso dos outros, escrevo e assino.

Cada comerciante, cada empregado, tem o direito de ser livre para fazer de seus negócios, de suas vidas, o que bem entenderem, desde que não firam as leis, os princípios éticos e morais. Forçar o comércio abrir ou fechar, ou o empregado a trabalhar ou não trabalhar, é uma estupidez, uma estultice, uma burrice sem limites.

Sabe-se, por exemplo, que no Espírito Santo os supermercadistas se convencionaram a não funcionarem aos domingos. Acho uma estultice. Os empresários, que quiserem, devem abrir suas lojas e, os que não quiserem, devem fechar seus estabelecimentos, como fazem alguns, que nunca abriram.

A questão suigeneris do Brasil é que gostamos de comodidades. O posto policial e de saúde mais perto possível da nossa habitação, mas não tão próximo. O quebra-molas, para reduzir a velocidade dos carros na nossa porta, mas que seja construído de frente à casa do vizinho, mais próximo. Os supermercados e farmácia abertos, o mais próximos e, se possível, um policial vigiando a rua onde moramos, devido a brutal criminalidade.

Queremos que os shoppings centers abram aos domingos, feriados, como os supermercados. Que o façam, quem quiser. O mundo não tem propriedade. Vejam o caso da Política nacional. O PT pensou que detinha o monopólio do voto, para se perpetuar no poder. O povo enjoou da roubalheira dele e de outros partidos. Tirou-lhes o voto. Bem feito.

 

Cada comerciante deve ser livre para funcionar ou fechar seu estabelecimento. Problema dele.

 

 

 


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Turismo e boa vontade.

30/10/2018

 

Por circunstâncias naturais da vocação para construir, estou metido, há pouco mais de 30 anos, no maior projeto de turismo social do hemisfério Sul, no Estado do Espírito Santo, onde o SESC – Serviço Social do Comércio desenvolve a construção do maior empreendimento destinado, prioritariamente, à classe de empregados no comércio, contando, presentemente, com três unidades – Guarapari, Praia Formosa e Domingos Martins – com 1.512 apartamentos, que fazem o nosso Estado serem visitados, por 100 mil comerciários, anualmente, dos mais variados pontos do Brasil. Esses empreendimentos estão situados em locais onde não existiam nada, nem uma casa no raio de quilômetros, quando começaram promovendo o desenvolvimento regional. Se contar os percalços para construir tais equipamentos, para dar ensino gratuito a perto de 4 mil alunos, dá vontade de desistir, chorar, só de enfrentar a inveja, a puta BUROCRACIA e a falta de compreensão de certos tipos de autoridade, Só para mover na burocracia a papelada para construir um empreendimento, leva quatro ou mais anos, tendo que puxar o saco de autoridades para o projeto ser aprovado. É um país indecente.

 

Ninguém é melhor do que ninguém!  Ajudei, com ideias e ideais, o governador Christiano Dias Lopes Filho quando seu auxiliar. A segunda ponte sobre a baia de Vitória não era aquela pobreza que ali ostenta e teria sido construída com três pistas da cada lado, ou quatro, como propus inicialmente. O grande salto para o desenvolvimento do Estado, no campo do turismo era a construção de uma linha férrea à margem da Rodovia do Sol, da Conceição da Barra a Neves. O resto era deixar para a iniciativa privada.

 

Tenho absoluta convicção que não serei, jamais, além do que sou. Estamos em vias de transformar Praia Formosa, no município de Aracruz, num dos maiores centros de hotelaria e polo poliesportivo do país, com um dos mais importantes conjuntos de toboáguas do Brasil, totalmente em aço inoxidável, para suportar corrosão, intempéries, em favor da família comerciária, da sociedade brasileira, onde existe o mais importante centro de convenções especialmente montado para abrigar convenções, o que poucas autoridades sabem e onde já ocorreu o maior show do cantor Roberto Carlos.

 

Se um sujeito determinado vier amanhã a ocupar o governo do Estado e quiser promover seu desenvolvimento sustentável, pode transformar o Espírito santo numa pequena Suíça. Tem que trabalhar, colocar a cuca para funcionar. O Brasil está atrasado, com relação a Europa e Estados Unidos, cerca de 200 anos, só em turismo. Mas temos a maior máquina burocrática do mundo, que não permite que nada vá para frente. Tem raiva de empreendedor.

 

 

FONTE: JORNAL A GAZETA


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