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Reforma tributária I

14/03/2020

 

A economia nacional vive de remendos. Quando da alteração do IVC (Imposto de Vendas e Consignações) para o ICM (Imposto sobre Circulação de Mercadorias), logo depois, ardilosamente, foi alterado para ICMS (Imposto sobre Movimentação de Mercadorias e Serviços).  Criaram, também, o artificio do Confaz (Conselho de Política Fazendária), onde atuam secretários de Fazenda nos Estados, sob o “comando” de São Paulo, que “caga” as regras ali, impondo seus absurdos, como a substituição tributária, para cobrar imposto da mercadoria antes de sair da fábrica. Dane-se o empresário e a economia nacional.

Outros absurdos vieram, como a cobrança de ICMS sobre consumo de energia elétrica, água, esgoto, minerais, e até da energia solar. A política de cobrança de taxas pelo Incra, IDAF e outros órgãos, sobre a produção rural, não é bem uma vergonha, só, é uma aberração.

Cada Estado, cada governador, cada secretário de Fazenda, tudo a seu modo, fazem da cobrança de impostos gato e sapato. No Brasil, promoveram, ao longo de sua história, movimentos revolucionários, como a Revolução Pernambucana, em 1817; a Inconfidência Mineira, (1750 a 1808) que levou á morte por esquartejamento, Tiradentes, vindo a expressão: “os quinto dos inferno”, quando a cobrança de impostos era da ordem de cinco por cento, hoje andamos pela casa dos 40%, fora as 70 obrigações fiscais e parafiscais, que levam os impostos mais taxas às profundas dos infernos, graças à nossa classe política. A turma do Lava Jato!

Mas, a despeito de toda trama dos governadores, principalmente, o ministro Paulo Guedes está enfrentando uma verdadeira guerra no Congresso Nacional para mostrar a necessidade de ser feita uma reforma econômica de verdade, se quiserem que o Brasil venha crescer, se desenvolver, como uma questão de futuro, caso contrário continuaremos uma “fábrica” de commodities para exportação in natura.

Desde criancinha que não acredito em milagres, em alma do outro mundo, santos, apóstolos, deuses e até mesmo em espiritismo. Não acredito que o Brasil saia do imenso buraco em que se encontra com a classe política que aí está. Ela não tem jeito.

Dane-se quem quiser, quem pensar em contrário. Só uma revolução de princípios, pode salvar o Brasil.

Bolsonaro serviu para matar o PT, Lula e toda sua gente ordinária, mas não há força que resista à classe política nacional.

O tempo dirá.

 

 

 


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A volta dos promesseiros.

13/03/2020

 

Nada mais ladino, mais sabido, ardiloso, do que o político brasileiro. Ele chega de mansinho, fazendo cara de bobo, bonzinho, dizendo que vai reformar o país, o Estado, o município, daí dana a prometer mundos e fundos. Nós, eleitores, por conveniência ou por burrice, não sabemos avaliar com a necessária isenção quem está no poder, o que ele está fazendo. Às vezes temos a impressão que não existe mais ninguém e, se fosse permitido reeleições sucessivas, essa gente não deixaria o poder. Todo político gostaria de permanecer no poder, na vitaliciedade eterna. Coisas de latino-americanos.

 

O “professor” Renato Casagrande passou anteriormente pela chefia do governo do estado. Foi tão “bom” que não permitiram que se reelegesse. Voltou para seu lugar o sr. Paulo Hartung, que ajudou a elegê-lo. Brigaram, apontando a infidelidade do outro e, trepado em promessas novas, o sr. Casagrande se elegeu, com as mesmas propostas irrealizáveis, deixando para trás as obras inacabadas do outro, como o Cais das Artes, a maior infantilidade da vida política do professor Paulo Hartung que, disse, abandonou a vida pública...Que bom. Menos um...

 

Inimigos políticos, amigos à parte. O prefeito de Vitória, Luciano Rezende é inimigo político do ex-governador Paulo Hartung mas, em termos de promessa, são inconfundíveis. Casagrande, de volta ao governo do Estado, adulado por Luciano Rezende, empurrou o final da construção da av. Leitão da Silva, com seu curral no meio, como ciclovia e, como obra sem planejamento se espalham pelo Brasil, como Fábrica de Idéias, do famoso João Coser, ex-prefeito de Vitória, que deixou a cidade em petição de miséria, e saiu apelidado de “João Tatu”. Merda! Até isso arranjaram para o João... Luciano, outros promesseiros, abraçou um projeto de expansão de mais duas pistas na Terceira Ponte e uma ciclovia por baixo dela, onde deveria ter também um “suicidródomo”, para evitar que os candidatos ao suicídio interrompam o fluxo de veículos na ponte. Deveria, se a obra for realizada, colocar uma seta indicativa: Suicide-se, sem intromissões indébitas! Entrada franca...

 

Projetada para este ano, a reforma da Terceira Ponte, passou para o ano seguinte, sob o argumento de que estão sendo realizados os cálculos e orçamento para licitação da obra. Não é desacreditando no senhor Casagrande, mas quero ver sair a reforma da Terceira Ponte, como quero ver ele cumprir a promessa do Aquaviário  e o doido concessionário suportar sua manutenção por seis meses. A quarta ponte, tuneis e outros empreendimentos estão ficando no esquecimento. Vai colocar a culpa no Bolsonaro, que foi eleito, ao invés de elegerem o petista Fernando Haddad, para o país continuar uma boníssima merda...

 

Devemos ter a necessária consciência, coragem, determinação, para substituir essa gente ruim. Será que não enxergamos o necessário, para eleger coisa melhor?

 

João “Tatu” promete voltar, com apoio de Lula. No meu São Mateus querem o continuísmo do Daniel da Açaí!

 

Porca miséria...

 

 

 


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